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A Divorciada da Casa ao Lado Me Marcou Como Sua Primeira Vez

A divorciada gostosa de 38 anos fodeu o virgem de 22 anos da casa ao lado e marcou ele como seu.

13 min read September 26, 2026New

Bruno tinha vinte e dois anos e ainda morava com os pais naquela casa de fachada simples no interior do bairro. Toda manhã, antes de sair para o trabalho de auxiliar de estoque no depósito de materiais de construção, ele abria a janela do quarto só para espiar a casa ao lado. Carmen tinha se mudado havia pouco mais de um mês: trinta e oito anos, divorciada, corpo de mulher que sabia o que queria. Cabelos castanhos escuros caídos nos ombros, seios pesados que saltavam sob qualquer blusa fina, cintura marcada e um bumbum redondo que fazia a calça jeans gritar. Bruno batia punheta quase toda noite pensando nela, imaginando o cheiro da pele, o gosto da boca, o calor entre as pernas dela. Virgem até o osso, ele se sentia um animal faminto encurralado atrás do muro baixo que separava os dois quintais.

Carmen percebeu no primeiro dia. O jeito tímido com que o rapaz baixava o olhar quando ela levantava o braço para pegar a roupa no varal, a ereção mal escondida na bermuda quando ela se inclinava de propósito. Então começou a provocar. Saía de shortinho colado que subia entre as nádegas, top curto sem sutiã, mamilos duros marcando o tecido. Ficava na varanda tomando café com as pernas abertas o bastante para ele enxergar a sombra da calcinha. Olhava direto para a janela dele, passava a língua nos lábios e sorria de canto, como quem dizia “eu sei o que você quer, guri”.

Nas semanas seguintes o flerte virou conversa. Bruno arrumava qualquer desculpa para aparecer do outro lado do muro: “Tia Carmen, precisa de ajuda com o gás?”. Ela ria daquele “tia” e respondia com voz baixa, safada:

— Para de me chamar de tia, Bruno. Eu não sou sua tia. Sou a vizinha que você imagina nua toda noite, não é?

Ele engolia seco, o rosto vermelho, o pau latejando dentro da calça. Carmen puxava assunto sobre o ex-marido que não sabia comer buceta direito, sobre como sentia falta de um homem novo, sem vícios ruins, só fome. Contava detalhes sujos de propósito: como gostava de chupar até o cara tremer, como preferia gozar com o pau fundo e grosso batendo no fundo. Bruno confessava aos poucos, a voz falhando:

— Eu… eu nunca fiz nada. Nunca beijei de verdade sequer.

Ela mordia o lábio inferior, os olhos brilhando.

— Então você é virgem de verdade. Porra, que delícia.

Certo sábado os pais de Bruno saíram cedo para visitar a avó no interior e só voltariam no domingo à noite. Carmen estava na varanda de shorts brancos tão curtos que o canto da bunda aparecia, blusa amarela amarrada abaixo dos peitos. Chamou ele com um gesto.

— Bruno, vem cá. A torneira da pia da cozinha tá pingando e eu não aguento mais. Me ajuda?

Ele pulou o muro quase correndo. Dentro da casa o ar cheirava a perfume doce e café. Carmen fechou a porta atrás dele, encostou no balcão e olhou de cima a baixo, sem pudor.

— Pode largar a chave de fenda. Não tem torneira estragada coisa nenhuma.

Bruno parou, o coração batendo na garganta.

— Eu te chamei porque tô louca pra pegar um virgem. Quero ser a primeira a foder você. Quero sentir esse pau novo inchando dentro de mim, quero te ensinar a gozar direito. Você quer isso também ou eu tô viajando?

Ele engasgou, depois balançou a cabeça com força, a voz rouca:

— Quero. Porra, eu quero tanto que dói. Sonho com você toda noite. Quero te chupar, te foder, fazer tudo.

Carmen avançou, agarrou a camiseta dele e puxou para um beijo faminto. Língua grossa, saliva misturando, dentes puxando o lábio inferior dele. As mãos dela desceram, abriram o cinto, enfiaram dentro da cueca e envolveram o pau duro, grosso, latejando, a cabeça já molhada de pré-gozo.

— Que pau lindo pra um virgem… grosso assim, vai me arrebentar gostoso.

Bruno gemeu alto pela primeira vez na vida com uma mão alheia nele. Ela tirou a camiseta dele, depois a própria blusa. Os seios pesados saltaram, mamilos escuros e duros. Ele engoliu em seco e tocou, inseguro no começo, depois apertando com mais vontade quando ela arquejou. Carmen ajoelhou ali mesmo na cozinha, puxou a bermuda e a cueca de uma vez e engoliu o pau dele até a garganta.

A boca quente, molhada, chupando com vontade, língua girando na cabeça, mão masturbando a base. Bruno tremeu, as pernas bambas, gemendo sem vergonha:

— Caralho… Carmen… assim…

Ela tirou a boca só o bastante para falar, a voz embargada de saliva:

— Gema mais alto. Eu quero ouvir. Aprende a gozar na minha boca primeiro se precisar, mas segura se aguentar. Eu quero te foder depois.

Chupou de novo, mais fundo, engasgando de propósito, babando no pau virgem até escorrer pelos ovos. Bruno estava no limite, o peito arfando, quando ela parou, se levantou e puxou ele pelo corredor até o quarto. A cama grande, lençol claro, cheiro dela impregnado. Carmen tirou o short e a calcinha de uma vez, abriu as pernas e mostrou a buceta raspada, inchada, brilhando de tesão.

— Sobe. Deita. Agora eu monto.

Ele obedeceu. Ela subiu em cima, segurou o pau dele, encaixou a cabeça gorda na entrada molhada e desceu devagar, gemendo alto enquanto a buceta quente engolia centímetro por centímetro. Bruno arquejou, a visão embacada: aperto, calor, umidade, a primeira buceta da vida dele pulsando em volta do pau.

— Aperta meus peitos — ela mandou, cavalgando mais forte, quicando com o bumbum batendo nas coxas dele. — Aperta forte. Me usa. Eu vou tomar toda a porra desse pau virgem.

As mãos dele apertaram os seios pesados, polegares nos mamilos. Carmen rebolava, subia e descia com força, a buceta fazendo barulho molhado a cada investida. Gritava sujo:

— Isso… fode a tiazinha safada… enche essa boceta… você é meu agora, porra…

Ela tirou o pau de dentro, virou de quatro na cama, arqueou as costas e olhou por cima do ombro:

— Agora mete fundo. Me fode de quatro. Goza dentro. Quero sentir você gozando pela primeira vez na minha buceta quente.

Bruno se ajoelhou atrás, agarrou a cintura larga dela e enfiou de uma vez. Aos poucos o ritmo ficou bruto, selvagem: ele empurrava fundo, as bolas batendo, o som de pele contra pele ecoando no quarto. Carmen gritava, pedindo mais, enfiando a mão entre as pernas para esfregar o clitóris enquanto ele metia.

— Mais fundo… arrebenta… goza dentro de mim, Bruno… me enche…

Ele não aguentou. O orgasmo veio violento, a primeira gozada da vida dele dentro de uma mulher: jatos quentes, pulsando, a buceta dela apertando e sugando cada gota. Bruno gritou o nome dela, o corpo inteiro travando, gozando tanto que escorreu pelo pau ainda latejando. Carmen gozou logo em seguida, as pernas tremendo, a buceta contraindo em volta dele, gemendo baixo e rouco.

Ficaram ofegantes, suados, colados. Carmen se virou, puxou o rosto dele para um beijo molhado, lento, lambendo a língua dele com gosto. Sussurrou contra a boca:

— Agora você é o garoto dela. Meu. Marquei você. Primeira vez foi minha e as próximas também vão ser. Toda vez que seus pais saírem, você pula o muro e vem me foder. Combinado?

Bruno, ainda com o pau semi-duro e sujo de porra e gozo dela, só conseguiu balançar a cabeça, os olhos vidrados de prazer.

— Combinado. Eu sou seu.

Carmen desceu o corpo, lambia devagar o pau mole e sujo, limpando com a língua, chupando a cabeça com carinho sujo, prometendo em voz baixa enquanto o olhava de baixo:

— Amanhã de manhã eu quero de novo. E da próxima vez eu vou te ensinar a chupar minha buceta até eu squirtar na sua cara. E depois eu quero esse pau grosso no meu cu também… devagarzinho… até você gozar de novo. Você aguenta ser meu brinquedinho particular, né, virgem?

Bruno sentiu o pau já endurecendo de novo na boca quente dela. O sol da tarde entrava pela janela entreaberta. Do outro lado do muro a casa dos pais ainda estava vazia, mas o relógio corria. Carmen sorriu com o pau dele entre os lábios e mordeu de leve a coxa interna dele, deixando o gosto e a marca, o convite aberto para tudo que ainda vinha pela frente.

Carmen não tirou a boca. Continuou lambendo o pau sujo de porra e gozo dela, a língua quente raspando a cabeça inchada enquanto Bruno já endurecia de novo naquele calor úmido. O gosto salgado misturado com o cheiro forte dela subia pelo nariz dele, e o virgem de vinte e dois anos sentiu as bolas pesarem outra vez, o corpo inteiro ainda tremendo do primeiro orgasmo da vida.

— Olha só… já tá duro de novo. Que fome de puta você tem, hein, garoto? — ela murmurou com a voz rouca, os lábios brilhando de saliva e esperma. — Seu pau não sabe descansar agora que descobriu buceta de verdade.

Bruno arquejou, as mãos agarrando o cabelo castanho escuro dela. Carmen subiu devagar pelo corpo dele, os seios pesados arrastando no peito suado, e beijou a boca dele com força, empurrando a língua suja de porra pra dentro. Ele engoliu o gosto sem hesitar, gemendo alto, a mente em branco de tesão puro.

— Vira. Deita de barriga pra cima de novo — mandou ela, a voz baixa e safada. — Agora eu quero que você aprenda a me chupar direito. Abre essa boca e come essa buceta até eu squirtar na sua cara, seu virgem guloso.

Ele obedeceu na hora. Carmen subiu, ajoelhou por cima do rosto dele, a buceta raspada e inchada ainda pingando mistura de gozos. O cheiro forte, ácido e doce, bateu fundo. Bruno engoliu seco, o pau latejando no ar, e ela desceu devagar, encaixando a boceta quente na boca aberta dele.

— Língua pra fora. Lambe tudo. Chupa o clitóris como se fosse a última refeição da sua vida — ela ordenou, rebolando devagar, esfregando os lábios molhados no rosto dele. — Isso… assim… mais fundo. Enfia a língua no buraco. Suga.

Bruno chupou com fome animal, a língua grossa entrando, lambendo, sugando o clitóris inchado. O gosto dela explodiu na boca: salgado, cremoso, o gozo deles misturado escorrendo pela garganta. Carmen gemeu alto, as mãos apertando os seios pesados dela mesma, os dedos puxando os mamilos escuros.

— Porra… assim mesmo, Bruno… chupa forte… eu vou squirtar na sua cara de virgem… toma tudo…

Ela rebolava mais rápido, a buceta batendo no nariz e na boca dele, o barulho molhado ecoando. Bruno engasgava, baba escorrendo pelo queixo, mas não parava. As mãos dele subiram, agarraram as nádegas redondas e puxaram ela pra baixo com mais força. Carmen gritou, o corpo inteiro tensionando.

— Isso… me come… eu sou sua tiazinha safada agora… chupa essa boceta usada…

O orgasmo dela veio em jatos quentes. Líquido esguichou na cara de Bruno, na boca, nos olhos, escorrendo pelo pescoço. Ele engoliu o que pôde, lambendo desesperado enquanto ela gozava gritando o nome dele, as coxas tremendo violentamente em volta da cabeça dele. Carmen desceu o corpo ainda ofegante, se ajoelhou entre as pernas dele e engoliu o pau de uma vez até a garganta, chupando o próprio gozo misturado no pau virgem.

Bruno gritou, as mãos no cabelo dela.

— Carmen… caralho… eu vou gozar de novo…

Ela tirou a boca, a saliva escorrendo em fios.

— Não. Ainda não. Agora você vai foder meu cu. Quero esse pau grosso arrombando minha bunda devagarzinho… e depois gozando fundo. Você aguenta ser meu brinquedo de cu também, né?

Ele balançou a cabeça, os olhos vidrados, a cara ainda molhada de squirt. Carmen se virou de quatro na cama grande, arqueou as costas, abriu as nádegas com as duas mãos e mostrou o cu apertado, rosado, contraído.

— Cospe. Molha. Enfia o dedo primeiro. Abre pra mim.

Bruno cuspiu na mão, passou no cu dela, enfiou um dedo devagar. O aperto quente o fez gemer. Carmen rebolou pra trás.

— Mais um. Abre. Agora o pau. Mete a cabeça… devagar… eu quero sentir cada centímetro te arrombando.

Ele se ajoelhou atrás, encaixou a cabeça gorda no buraco apertado e empurrou. O cu dela resistiu, depois engoliu, quente, apertando como um torniquete. Bruno quase gozou na hora, o peito arfando, a visão embacada.

— Porra… tá tão apertado… Carmen…

— Empurra mais… fundo… arrebenta a tiazinha… me fode o cu como se eu fosse sua puta particular — ela grunhiu, a voz embargada, a mão esfregando a buceta ao mesmo tempo. — Isso… mete inteiro… sinto suas bolas batendo…

Bruno agarrou a cintura larga dela e enfiou até o fim. O cu dela latejava em volta do pau, sugando. Ele começou a meter, devagar no começo, depois mais bruto, o som de pele molhada batendo. Carmen gritava sujo, pedindo mais, o rosto enterrado no travesseiro, o bumbum rebolando pra trás encontrando cada estocada.

— Mais fundo… goza no meu cu… enche essa bunda de porra virgem… você é meu agora, garoto… marquei esse pau… marquei essa porra…

Bruno metia como animal, suado, as mãos apertando as nádegas dela com força, abrindo mais pro pau sumir inteiro. O aperto era insano, quente demais, e ele sentia as bolas subirem.

— Eu vou gozar… Carmen… no seu cu…

— Goza… jorra tudo… me marca por dentro…

O segundo orgasmo explodiu violento. Jatos quentes bombeando fundo no cu dela, pulsando, enchendo. Bruno gritou, o corpo travando, empurrando até o fundo enquanto gozava sem parar. Carmen gozou de novo no mesmo instante, a buceta esguichando nas coxas, o cu contraindo e milhando o pau dele, sugando cada gota.

Ele ficou enterrado, latejando, a porra já escorrendo pelas bolas quando puxou pra fora. Carmen se virou rápido, empurrou ele de costas e chupou o pau sujo de cu e porra, limpando com a língua, engolindo o resto que pingava. Olhou pra cima com os olhos brilhantes de safadeza.

— Amanhã de manhã seus pais ainda vão tá longe. Você vai pular o muro de novo e eu quero esse pau no meu cu outra vez… e na boceta… e na boca… até você não aguentar mais ficar de pé. Eu vou te foder até você esquecer que já foi virgem. Combinado, meu garoto?

Bruno, a cara suja de squirt, o pau ainda semi-duro e babado na boca dela, só conseguiu gemer:

— Combinado… porra… eu sou seu…

Carmen sorriu sujo, subiu, montou de novo no pau mole e o enfiou na buceta cremosa, rebolando devagar só pra sujar mais, a porra do cu misturando com o gozo dela. Beijou a boca dele com força, cuspiu um pouco de saliva e esperma pra dentro e sussurrou contra os lábios:

— Toda vez que eu quiser, você vem. Eu te chamo, você pula. Eu abro as pernas ou o cu e você mete. Seu pau agora tem dona. E eu vou te usar até cansar… ou até você gozar tanto que ficar seco. Entendeu, virgem da casa ao lado?

Ele meteu pra cima mesmo cansado, as mãos apertando os seios pesados dela, chupando os mamilos com fome enquanto ela cavalgava o resto da tarde. O sol baixava, a casa vazia dos pais do outro lado do muro. Carmen gozou mais duas vezes montada, squirtando de novo no peito dele, e na última ele gozou fraco mas quente dentro da buceta, gemendo o nome dela como um mantra sujo.

Quando a noite caiu de vez, ela o mandou embora com o pau ainda latejando e a marca dos dentes na coxa interna. Na manhã seguinte, antes mesmo do café, Bruno pulou o muro de novo. Carmen o esperava nua na porta dos fundos, a buceta já brilhando, o cu ainda frouxo da noite anterior. Empurrou ele pra dentro, empurrou de quatro no sofá da sala e meteu o pau duro no cu dela de uma vez só, sem preparo, só cuspe e tesão.

— Fode… arrebenta… enche… — ela gritou, rebolando pra trás. — Goza fundo no meu cu de novo, seu pau de virgem marcado… jorra tudo e depois chupa a porra que escorrer…

Bruno meteu bruto, as bolas batendo, o cu dela engolindo tudo. Gozou gritando, jatos quentes explodindo no fundo. Quando puxou pra fora, a porra escorreu grossa. Carmen se virou, agarrou a cabeça dele e enfiou a cara no cu sujo.

— Chupa. Limpa com a língua. Engole sua porra misturada no meu cu. Agora.

Ele chupou, lambeu, engoliu o gosto forte e amargo, a língua entrando no buraco frouxo enquanto ela gozava esfregando a buceta na própria mão. Carmen puxou ele pelo cabelo, cuspiu na boca dele e meteu a língua suja pra dentro, beijando com porra e saliva.

O domingo inteiro foi assim: pau no cu, pau na buceta, pau na garganta, squirt na cara, porra escorrendo pelas pernas dela e ele lambendo tudo de volta. Quando o sol começou a baixar e o carro dos pais de Bruno apareceu na rua, Carmen o empurrou pra fora ainda suado, o pau latejando e vermelho de tanto foder. Na porta, ela agarrou o saco dele com força, apertou e sussurrou no ouvido:

— Amanhã de novo. E depois de amanhã. Seu cu de virgem agora é meu brinquedo de estimação… e eu vou te foder até esse pau grosso virar só um brinquedo molhado e usado pra eu gozar em cima.

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