Reencontro Ardente: Meu Ex Voltou para Reclamar Meu Cu
Divorciada de 32 anos abre a porta e topa com o ex de 34 querendo comer seu cu de novo.
Abri a porta do meu apartamento em São Paulo num fim de tarde qualquer, ainda de camiseta larga e shortinho, cabelo preso de qualquer jeito depois de um dia inteiro designando logos que ninguém ia lembrar. Trinta e dois anos, divorciada, designer gráfica, vida organizada o bastante pra fingir que estava resolvida. E ali, no corredor, estava Omar.
Trinta e quatro anos, o mesmo olhar escuro, a mesma boca que eu já tinha beijado mil vezes e depois odiado com a mesma intensidade. Dois anos sumido depois daquele término feio — gritos, porta batendo, acusações de que eu “só queria ser fodida e não amada”. Agora ele estava de novo na minha soleira, jaqueta de couro, cheiro de perfume barato misturado com algo que só ele tinha.
— Carmen — disse, voz rouca. — Não consegui esquecer. O quanto você gostava de levar no cu. Voltei pra reclamar o que era meu.
O coração bateu na garganta. Tesão antigo subiu quente entre as pernas antes mesmo da raiva ter chance de se formar. Convidei ele pra entrar. A sala cheirava a café passado cedo e a planta que eu quase matei de novo. Sentei no sofá, ele ficou em pé um segundo a mais, me medindo, e depois se jogou na poltrona em frente.
— Você sumiu, Omar. Dois anos. E agora aparece falando do meu cu como se fosse escritura de imóvel.
Ele riu baixo, aquele riso que sempre me desmontava.
— Porque era. Apertava meu pau de um jeito que nenhuma outra conseguiu. Eu fodia você de quatro, você gemia pedindo mais fundo, e eu sabia que aquele cuzinho era meu. Sumir não apagou isso.
Fiquei molhada só de ouvir. Cruzei as pernas, sentindo o shortinho grudar. Trouxe duas xícaras de café da cozinha pra ter algo nas mãos, qualquer distração. Ele aceitou a dele, mas os olhos não saíram de mim.
Enquanto o café esfriava entre goles, Omar começou a relembrar com a cara de quem não tinha pressa nenhuma de ser delicado.
— Lembra daquela noite no banheiro do bar? Te empurrei contra a pia, cuspi no cu, enfiei devagar… porra, Carmen, você apertava tanto que eu quase gozava na segunda estocada. Seu cu sugava. Fazia barulhinho molhado cada vez que eu puxava. E você pedia “mais forte, Omar, arromba esse cu”. Eu metia até as bolas baterem na sua bunda e você gozava sem eu nem tocar na buceta.
A xícara tremeu na minha mão. Senti o calor escorrer pela calcinha. Fechei os olhos um segundo e a imagem veio nítida: eu de mãos na pia gelada, ele me abrindo, aquela dor gostosa virando prazer puro.
— Eu senti falta — confessei, voz mais baixa do que pretendia. — Daquela sensação de ser completamente dominada por trás. De ficar aberta, arrombada, sabendo que o pau ia ficar marcado em mim dias depois. Ninguém depois de você… ninguém fodeu meu cu do jeito que eu precisava.
Omar se inclinou pra frente, cotovelos nos joelhos.
— Então fala direito. O que você quer agora.
Olhei pra ele. O desejo reprimido dos dois anos estava ali, grosso, quase tangível entre nós.
— Quero que você me foda no cu de novo. Hoje. Agora. Sem conversinha de “vamos com calma”. Reclama o que era seu.
Ele largou a xícara, se levantou, estendeu a mão. Eu peguei. Fomos pro quarto sem hesitação nenhuma, porta fechando atrás de nós com um clique seco. A cama bagunçada de manhã ainda esperava. Omar me virou de costas, puxou o shortinho junto com a calcinha num movimento só. A camiseta subiu pela cabeça. Fiquei nua, peitos pesados, bunda pra ele, já pingando.
— De quatro. Agora.
Subi na cama, joelhos afundando no colchão, peito baixo, bunda erguida. Omar ajoelhou atrás, abriu minhas nádegas com as duas mãos e lambeu meu cu com fome. Língua quente, larga, entrando no buraco apertado, lambendo em círculo, chupando como se estivesse com sede. Gemi alto, empurrando pra trás contra a boca dele. Dois dedos grossos entraram na minha buceta ao mesmo tempo, molhada demais, fazendo barulho obsceno enquanto ele me chupava o cu.
— Porra, ainda aperta igual — murmurou contra a pele. — Continua gostoso pra caralho.
Ele cuspiu de novo, passou o pau grosso na fenda, da buceta até o cu, untando. A cabeça pressionou. Entrou devagar no começo — aquele ardor familiar, a pressão que me fazia prender a respiração. Centímetro por centímetro, meu cu engolindo o pau dele, se abrindo à força do tamanho que eu já conhecia de cor. Quando as bolas encostaram, ele parou, me deixando sentir o preenchimento completo.
— Aperta. Mostra que ainda é meu.
Apertei. Ele gemeu e começou a meter. Ritmo aumentando devagar, depois mais fundo, mais forte. Posição de cachorrinho, mãos firmes na minha cintura, estocadas que faziam a cama bater na parede. Cada vez que puxava quase saindo e enfiava de novo até o fundo, um gemido saía de mim sem filtro.
— Isso… fode esse cu… é seu, porra…
Omar me puxou de lado, deitou atrás de mim, ergueu minha perna com uma mão e voltou a meter de lado. O ângulo diferente, mais fundo ainda. Outra mão dava tapas na bunda — estalos secos, pele esquentando, a dor virando tesão direto no clitóris. Alternava estocadas profundas e rasas, me fodendo sem piedade, falando putaria no meu ouvido.
— Seu cu tá me mamando. Olha como engole. Vai gozar só com isso, né? Só com o cu arrombado no meu pau.
Gozei a primeira vez assim, de lado, perna tremendo no ar, cu pulsando violentamente em volta dele. Ele não parou. Continuou metendo enquanto eu ainda gozava, e a segunda veio logo depois, mais forte, um grito abafado no travesseiro, o corpo inteiro retesando. Omar meteu mais umas dez vezes profundas e gozou dentro, jatos quentes enchendo meu cu, gemendo meu nome baixo e rouco.
Ficamos parados um momento, ele ainda enterrado. Depois tirou o pau devagar. Senti meu cu piscando, aberto, o sêmen começando a escorrer pela fenda da bunda, descendo quente. Omar passou dois dedos, espalhou o porra pela pele, subiu até minha boca e me fez lamber. Chupei os dedos sujos, o gosto salgado dele misturado comigo, olhando nos olhos dele enquanto fazia.
— Isso agora vai virar rotina semanal — disse, polegar ainda no meu lábio inferior. — Toda semana eu venho reclamar esse cu. Você abre a porta, fica de quatro, e eu meto até você não conseguir sentar direito no dia seguinte.
Sorri, satisfeita, o corpo mole e latejante, o cu ainda semifechando devagar, vazando nele.
— Meu cu sempre foi…
— Meu cu sempre foi seu, porra. Sempre. Dois anos sem ele e eu ainda sentia o formato do seu pau toda vez que enfiava os dedos sozinha no banheiro.
Omar riu baixo, a respiração quente no meu pescoço, e empurrou dois dedos de volta no meu cu ainda escorrendo. O sêmen dele fazia barulho molhado, grosso, escorrendo pelas minhas coxas enquanto ele abría e fechava, esticando o buraco que acabara de gozar. Eu gemi, a bunda tremendo, e empurrei pra trás pedindo mais.
— Ainda tá aberto pra caralho — murmurou. — Olha isso. Dá pra ver tudo. Vou meter de novo agora, sem te dar tempo de fechar.
Ele se ajoelhou de novo entre minhas pernas, me puxou pela cintura até a beira da cama e enfiou o pau de uma vez só. O ardor voltou forte, o cu queimando ao redor da grossura dele, mas o lubrificante da porra facilitou. Entrou até as bolas baterem, e eu gritei no colchão, os dedos se agarrando nos lençóis.
— Isso, engole tudo — ele rosnou, começando a meter com força logo de cara. — Seu cu é um puta esgoto pra mim. Vai ficar largado o resto da noite.
As estocadas eram profundas, secas no começo e depois cada vez mais molhadas. O barulho de pele batendo ecoava no quarto, misturado com o ploc úmido do meu cu sugando. Omar me segurava firme, polegar enfiado na boca pra eu chupar enquanto ele arrombava. Eu mordi o dedo dele, babando, o corpo inteiro sacudindo a cada vez que a cabeça do pau passava pelaquele anel apertado.
— Fala que é meu — exigiu, dando um tapa forte na bunda. A pele queimou. — Fala alto.
— É seu… meu cu é seu… arromba, caralho, mete mais fundo — gemi, a voz rouca, o clitóris latejando sem ser tocado. A segunda gozada ainda fazia meu cu pulsar em volta dele, e eu já sentia a terceira subindo.
Ele puxou o pau quase todo pra fora, só a cabeça dentro, e cuspui direto no buraco. A saliva escorreu quente, misturando com a porra. Depois enfiou de novo, devagar, deixando eu sentir cada veia, cada centímetro. Quando estava fundo, começou um ritmo curto e bruto, socando só a base, as bolas batendo na minha buceta molhada.
— Porra, Carmen, você aperta igual puta faminta. Dois anos e o cu ainda mamando meu pau como se eu nunca tivesse saído. Vou te deixar cheia de porra até amanhã.
Eu gozei de novo assim, o corpo se contorcendo, o cu contraindo em spasmos violentos que quase o expulsaram. Omar não deixou. Segurou firme e continuou metendo através do orgasmo, alongando a gozada até eu chorar de prazer, a baba escorrendo pelo queixo no travesseiro. As pernas tremeram tanto que eu quase desabei, mas ele me ergueu de novo, me virando de bruços, peito colado na cama, bunda no alto.
— Agora de verdade — disse, a voz grossa. — Vou foder esse cu até você não conseguir andar.
As mãos dele abriram minhas nádegas o máximo possível. Senti o polegar dele forçando ao lado do pau, esticando mais, e depois o pau voltou inteiro, mais fundo ainda nessa posição. Cada estocada fazia a cama ranger alto. Eu gemia sem parar, o rosto esmagado no lençol, o cu arrombado e latejando. Ele falava putaria sem pausa.
— Seu cu tá fazendo barulho de ralo. Escuta. Ploc, ploc. Tá engolindo porra e cuspe e ainda quer mais. Vai ficar vermelho, inchado, impossível de sentar. Toda semana, Carmen. Toda porra de semana eu venho e reclamo. Você abre a porta de shortinho, eu te jogo na cama e meto até as bolas.
Eu empurrava pra trás no ritmo dele, o clitóris roçando no colchão a cada movimento. A fricção sozinha me fazia gozar de novo, a quarta vez, um grito longo e sujo, o corpo inteiro retesando enquanto o cu sugava o pau dele com força. Omar xingou baixo, acelerou, e eu senti ele inchar ainda mais.
— Vou gozar de novo. Dentro. Engole tudo, sua puta de cu.
Ele meteu fundo e jorrou, jatos quentes enchendo o que já estava cheio. A porra vazou imediatamente pelas laterais, escorrendo grossa pela minha buceta e coxas. Ele ficou enterrado, pulsando, me enchendo mais, e eu senti o excesso pingar no colchão.
Quando tirou, o cu ficou aberto, piscando, um buraco escancarado vazando sêmen branco. Omar se inclinou e cuspiu de novo ali, depois enfiou três dedos de uma vez, girando, abrindo, espalhando a bagunça. Os dedos saíram sujos e ele os enfiou na minha boca.
— Limpa. Chupa a porra do seu próprio cu.
Eu chupei voraz, o gosto salgado e amargo, lambendo entre os dedos enquanto ele me olhava. Depois ele me puxou pra baixo da cama, me ajoelhou no chão e enfiou o pau sujo na minha boca. Eu engoli até a garganta, sentindo o gosto do meu cu no pau dele, lambendo a base, as bolas, a porra que ainda pingava. Ele segurou meu cabelo e fodeu minha boca devagar, sujo, me fazendo engasgar.
— Boa puta. Agora de quatro de novo. Quero ver esse cu receber mais uma.
Eu subi de volta na cama, bunda erguida, o buraco ainda dilatado e escorrendo. Omar pegou o frasco de lubrificante que eu guardava na gaveta — o mesmo de antes, quando a gente ainda morava junto — e despejou generoso direto no meu cu. O gel frio contrastou com o calor, escorrendo. Ele passou o pau inteiro, untando, e enfiou de uma vez só.
Dessa vez não teve calma. Foi soco atrás de soco, fundo, bruto, a cama batendo na parede com barulho alto. Eu gritava, pedia mais, xingava, o cu queimando delicioso a cada entrada. As mãos dele marcavam minha cintura, depois um tapa atrás do outro na bunda, deixando as nádegas vermelhas e quentes. A dor dos tapas ia direto pro clitóris, e eu gozei mais uma vez, a quinta, soluçando, o corpo mole e suado.
Omar me puxou de lado de novo, ergueu a perna alta e meteu naquela posição em que o pau chega no fundo do fundo. A outra mão desceu e esfregou meu clitóris com força, sem delicadeza, enquanto o pau arrombava o cu. O duplo estímulo me fez gritar alto, o orgasmo virando quase convulsão. Meu cu apertou tanto que ele gemeu alto.
— Porra, tá me milking. Continua. Goza no meu pau, sua vadia.
Eu gozei de novo, ou talvez fosse a mesma gozada se alongando. O corpo inteiro tremia. Omar tirou o pau, me virou de costas, me abriu as pernas e enfiou de novo de frente, me olhando nos olhos enquanto metia. A posição era mais íntima, mas a foda era suja pra caralho. Ele cuspia na minha boca, me fazia engolir, e falava.
— Olha pra mim enquanto eu destroço seu cu. Vai ficar frouxo pra caralho depois de hoje. Toda mulher que eu foder daqui pra frente eu vou comparar com esse buraco guloso.
Eu gemia “é seu, fode, arromba”, as unhas nas costas dele, as pernas enroladas na cintura. Ele acelerou, as estocadas virando marteladas, e gozou a terceira vez dentro, enfiando fundo e ficando parado enquanto jorrava. Senti o calor explodir lá dentro, o excesso escorrendo imediatamente pelo meu cu dilatado.
Ele tirou devagar. O pau saiu com um ploc molhado, e meu cu ficou escancarado, um buraco redondo e vermelho vazando porra fina e grossa misturada com lubrificante. Omar se ajoelhou, abriu minhas nádegas com as duas mãos e cuspiu direto no centro, depois enfiou a língua, lambendo a bagunça, chupando o sêmen que escorria, enfiando a língua fundo no buraco arrombado. Eu gemia fraco, o corpo saturado, o cu hipersensível.
— Ainda tá aberto — disse ele, a voz rouca. — Dá pra meter de novo se eu quiser. E eu quero.
Ele se levantou, o pau ainda semi-duro e sujo, e me puxou até a beira da cama de novo. Dessa vez me colocou de pé, curvando o tronco pra frente, mãos no colchão, e enfiou o pau no cu de pé. O ângulo era brutal. Cada estocada me fazia dar um passo pra frente, o pau entrando até o talo. Ele me segurou pelo cabelo, puxando a cabeça pra trás, e meteu com força animal.
— Seu cu tá destruído. Olha o estado. Vermelho, inchado, pingando porra no chão. Vai ficar assim a semana inteira. Toda vez que você sentar no trabalho vai lembrar do meu pau te arrombando.
Eu só conseguia gemer e pedi mais, a saliva escorrendo, o clitóris latejando de novo. Ele enfiou a mão na frente e me masturbou bruto enquanto fodia o cu, e eu gozei mais uma última vez, um grito rouco, o corpo cedendo. Omar meteu mais umas quinze vezes profundas e gozou de novo, a quarta carga, jatos fracos mas quentes, enchendo o que já estava cheio demais.
Ele tirou o pau e empurrou meus ombros pra baixo. Eu caí de joelhos. O pau sujo, coberto de porra e do meu cu, foi direto na minha boca. Eu chupei limpo, lambendo cada centímetro, engolindo o gosto amargo e salgado da gente misturado. Ele segurou minha cabeça e fodeu a garganta um pouco, depois tirou e passou a cabeça do pau nos meus lábios, me fazendo beijar.
Depois me jogou de volta na cama, de bruços, e abriu meu cu com os dedos mais uma vez, olhando o buraco dilatado e vazando. A porra escorria devagar pela fenda da bunda, descendo até a buceta e pingando no lençol manchado. Ele enfiou quatro dedos, abriu em tesoura, e eu gemi alto com a pressão.
— Isso. Fica assim. Aberto. Cheio. Meu.
Ele se deitou ao lado só o bastante pra eu sentir o calor, mas a mão continuou no meu cu, mexendo na bagunça, empurrando a porra de volta pra dentro quando ela tentava sair. Eu estava mole, suada, o cu latejando e arrombado, o corpo inteiro cheirando a sexo sujo.
Omar se levantou, pegou o pau ainda sujo e passou na minha bunda, deixando marcas de porra. Depois se vestiu devagar, a jaqueta de couro de novo, e me olhou de cima, de quatro na cama, o cu escancarado e pingando no meio das nádegas vermelhas de tapa.
— Toda semana. Você deixa a porta aberta. Eu entro, te viro de quatro e reclamo esse cu até ele não fechar mais direito. Sem conversa. Só foda.
Eu olhei por cima do ombro, o sorriso sujo, o corpo ainda tremendo, e abri mais a bunda com as próprias mãos, mostrando o buraco destroçado e vazando a porra dele em fio grosso.
— Então vem reclamar, caralho. Meu cu tá pingando sua porra no chão e já tá pedindo pra ser arrombado de novo até eu não conseguir fechar as pernas.
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