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Degustação Proibida com a Vizinha Casada

O jovem Lucas, de 24 anos, prova a buceta da vizinha casada Carla, de 38, enquanto o marido dela viaja.

12 min read September 29, 2026New

Lucas tinha vinte e quatro anos e ainda se acostumava com o cheiro de café passado cedo demais na casa do pai. Recém-formado, sem emprego fixo, voltara para o quarto de adolescência como quem engole o orgulho junto com o jantar da madrasta. A madrasta, Tamara, era educada demais para comentar o óbvio; o pai, Lorenzo, só batia no ombro dele e dizia que “logo a coisa encaixa”. Enquanto a coisa não encaixava, Lucas passava as tardes no quintal, camiseta suada colada no peito, observando por cima do muro baixo a casa ao lado.

Carla aparecia sempre no mesmo horário, quase. Trinta e oito anos, casada, corpo que o casamento não tinha conseguido apagar: seios pesados, cintura que ainda marcava sob os vestidos largos, coxas que se tocavam quando ela andava devagar até o portão para pegar a correspondência. O marido viajava. Viajava muito. E cada vez que o carro dele sumia na esquina, o olhar de Carla mudava. Ficava mais lento, mais molhado, como se a boca dela já estivesse aberta por dentro.

— Lucas, meu bem, você consegue olhar a torneira da pia da área? Está pingando de novo.

Era sempre alguma coisa. Torneira. Lâmpada. Prateleira frouxa. Ela abria a porta de shorts curtos demais para uma mulher “só pedindo um favor”, blusa fina sem sutiã, mamilos desenhados contra o tecido quando o vento batia. Lucas entrava, ferramenta na mão, e sentia o cheiro dela — sabonete barato misturado com calor de pele. Carla se inclinava por cima dele, seio encostando de leve no ombro dele enquanto ele apertava o registro, e murmurava:

— Que mão firme. O Ricardo nunca resolve nada. Fica só no celular.

Ricardo. O nome do marido saía da boca dela como um resíduo. Lucas engolia em seco, pau já meio duro dentro da calça, e respondia qualquer merda técnica sobre rosca e borracha de vedação. Ela ria baixo, aquele riso de quem sabe exatamente o que está fazendo.

— Você cresceu tanto, né? Lembro de você moleque. Agora… — os olhos dela desciam pela camiseta molhada de suor — agora está homem.

Ele ia embora com o gosto de quase na língua. No quarto, batia punheta pensando nela de quatro naquela pia, shorts puxado pro lado, pedindo pra ele meter devagar pra não fazer barulho. Gozava rápido, com raiva de si mesmo, e no dia seguinte ela pedia outro conserto.

Naquela tarde o calor estava absurdo. O asfalto brilhava. Lorenzo e Tamara tinham saído para um almoço de família do lado da madrasta; a casa ficou quieta. Lucas estava no quintal quando a voz de Carla atravessou o muro:

— Lucas? Está aí?

Ele se ergueu. Ela estava na grade, vestido leve de algodão estampado, decote fundo o bastante para ele enxergar o começo pesado dos seios. Cabelo preso de qualquer jeito, um fio solto colado na testa suada.

— Tô. Precisa de alguma coisa?

— Tenho uma garrafa de vinho que o Ricardo trouxe de viagem e nunca abriu. Está quente pra caralho ficar sozinha. Vem provar um pouco comigo? Só um pouco.

Ele limpou as mãos na bermuda e pulou o muro baixo como já fizera dezenas de vezes na adolescência. O quintal dela cheirava a grama cortada e a algo doce vindo da cozinha. Carla já ia na frente, o tecido do vestido colado na bunda larga, balançando a cada passo. Lucas sentiu o sangue descer inteiro pro pau.

A cozinha era pequena, azulejo antigo, ventilador de teto girando preguiçoso. Ela abriu a garrafa com um saca-rolhas enferrujado, encheu duas taças largas. O vinho era tinto, caro pelo rótulo, escuro demais para aquela hora do dia.

— Saúde — ela disse, encostando a taça na dele. — Às viagens do meu marido.

Lucas bebeu. O líquido era denso, um pouco adstringente. Carla bebeu metade de uma vez só, olhos fixos nele por cima da borda.

— Senta. Fica à vontade.

Ele puxou a cadeira. Ela ficou de pé, apoiada na pia, o vestido subindo um pouco quando ela se esticava para pegar petiscos que não existiam. Só queijo e azeitona esquecidos na geladeira. O silêncio entre um gole e outro foi se enchendo de outra coisa.

— Você deve achar que eu sou uma vadia, né? — ela soltou de repente, rindo sem graça. — Chamando o vizinho pra beber de tarde enquanto o marido tá em outra cidade.

— Não acho nada — mentiu Lucas, voz rouca.

— Acha sim. E tem razão de achar. — Carla se aproximou da mesa, apoiou as mãos no tampo, seios caindo pra frente dentro do decote. — Faz meses que o Ricardo não me toca direito. Beija de qualquer jeito, mete três minutos e dorme. Eu fico molhada olhando pro teto, me tocando sozinha depois, pensando em… — ela mordeu o lábio — em gente que não devia.

Lucas sentiu o pau latejar contra a bermuda. Bebeu outro gole pra disfarçar.

— Em quem?

Ela riu, baixo, o som vibrando no peito farto.

— Em você, porra. Em você suado no quintal. Em você entrando aqui pra consertar merda que eu mesma podia consertar se quisesse. Eu abro as pernas no banho e enfio dois dedos sonhando que é o pau novo de um menino de vinte e quatro anos arrebentando a buceta casada que o marido largou de lado.

O ar da cozinha ficou mais denso. Lucas engoliu. A taça tremeu um pouco na mão dele.

— Carla…

— Eu sei. É errado. É nojento. É tudo que uma mulher decentemente casada não fala. Mas eu falo. E você fica duro só de ouvir, não fica? Eu vi. Ontem, quando eu pedi pra trocar a lâmpada do corredor. Você olhou pro meu peito e a calça marcou.

Ele não negou. Não tinha como negar. O pau estava pesado, quase dolorido, a cabeça já úmida colada no tecido.

Carla rodeou a mesa. Parou ao lado da cadeira dele. O calor do corpo dela chegou primeiro — perfume barato, suor leve entre os seios, o cheiro de mulher que não fode há tempo demais. Ela se inclinou e roçou os seios grandes no braço nú de Lucas, de propósito, devagar, o tecido fino do vestido quase transparente onde os mamilos duros riscaram a pele dele. Lucas prendeu a respiração. O contato era quente, macio, pesado. Ela fez de novo, esfregando um pouco mais, um gemido curto escapando da garganta dela como se o próprio atrito já fosse o suficiente pra molhar a calcinha.

— Prova o vinho — ela sussurrou, boca perto da orelha dele. — Depois eu quero que você prove uma coisa bem mais proibida do que isso.

A mão dela desceu, não tocou ainda o volume na bermuda, só pairava perto, o calor dos dedos irradiando. Lucas virou o rosto. A boca de Carla estava aberta, úmida, o batom clareado pelo vinho. Os olhos dela não pediam permissão — pediam transgression, pediam que ele cruzasse a linha logo.

— Se eu provar… — a voz dele saiu grossa — não tem volta.

— Eu sei. Eu quero que não tenha. O Ricardo só volta na sexta. Até lá essa casa é só minha. Essa buceta é só minha pra oferecer pra quem eu quiser. E eu quero oferecer pra você.

Ela pegou a mão dele e colocou sob o decote, por cima do tecido ainda. O seio cabia inteiro na palma, pesado, o mamilo duro roçando os dedos. Lucas apertou de leve e Carla arqueou as costas, um gemido baixo, quase um choro de alívio.

— Isso… aperta. Mexe. Faz o que o otário do meu marido não faz há porra nenhuma de tempo.

Ele apertou de novo, polegar riscande o bico por cima do algodão. Carla abriu as pernas um pouco, o vestido subindo nas coxas grossas. O cheiro dela mudou — ficou mais ácido, mais de buceta quente. Lucas sentiu a própria respiração falhar. O pau latejava com força, pedindo pra ser liberado.

Ela se abaixou até ficar com o rosto na altura do dele, seios ainda esfregados no braço e no peito, e falou baixinho, a boca quase tocando a dele:

— Levanta. Me leva até a bancada. Me senta em cima. Abre minhas pernas e prova a porra da minha buceta casada com essa boca nova. Quero ver se o gosto é tão proibido quanto eu fantasio toda noite.

Lucas se ergueu. A cadeira raspou no chão. As mãos dele foram pra cintura larga dela, sentindo a carne macia sob o vestido. Carla gemeu só com aquilo, como se qualquer toque já fosse demais depois de meses de seca. Ele a ergueu com facilidade — ela soltou um risinho surpreso — e depositou a bunda dela na beirada da pia de inox. O ventilador continuava girando em cima, inútil. Lá fora um cachorro latiu longe. Dentro da cozinha só existia o cheiro de vinho aberto e de mulher molhada.

Carla abriu as coxas. O vestido subiu até a virilha. Por baixo não havia calcinha — só a boceta raspada por cima e peluda nas laterais, os lábios já brilhando de tesão, o clitóris inchado sob a cabecinha de carne. Lucas engoliu seco. O pau doía dentro da bermuda.

— Olha pra ela — Carla ordenou, voz embargada. — Olha pra buceta que o marido abandonou. Agora ajoelha e prova. Devagar. Quero sentir sua língua entrando onde só ele devia entrar.

Lucas ajoelhou no chão quente da cozinha. As mãos subiram pelas coxas grossas, abrindo mais. O cheiro bateu forte — almiscarado, salgado, vivo. Ele aproximou o rosto. A respiração de Carla tremeu. Os dedos dele abriram os lábios inchados, expondo o rosa molhado por dentro. Uma gota escorria já em direção ao cu.

Antes que a língua tocasse, ela segurou o cabelo dele e puxou de leve, obrigando-o a olhar pra cima, pro rosto suado e vermelho dela.

— Fala pra mim o que você vai fazer — pediu. — Fala sujo. Eu preciso ouvir.

Lucas sentiu a voz rasgar a garganta:

— Vou chupar essa buceta casada até você gozar na minha cara. Vou enfiar a língua fundo, chupar esse clitóris grosso, beber o gozo que o seu marido não merece. E depois, se você aguentar, vou meter o pau inteiro aqui e foder você na pia enquanto o vizinho da frente lava o carro sem saber de porra nenhuma.

Os olhos de Carla brilharam. Ela puxou a cabeça dele pra frente, até a boca dele ficar a um centímetro da carne molhada.

— Então prova — sussurrou. — Prova a degustação proibida. Agora.

A ponta da língua de Lucas tocou o clitóris inchado. O gosto explodiu — salgado, levemente azedo, quente. Carla soltou um gemido longo, as unhas cravando no cabelo dele. Ele lambeu de novo, mais largo, de baixo pra cima, recolhendo o mel que escorria. A buceta se contraiu sob a boca. Lá fora o sol batia forte na janela. Dentro, o vinho esquentava esquecido na mesa, e a linha que separava o vizinho do amante estava prestes a sumir de vez sob a língua faminta de um homem de vinte e quatro anos ajoelhado entre as pernas abertas de uma mulher casada de trinta e oito.

Lucas lambeu de novo, agora com a língua inteira, largando a ponta do clitóris e descendo até o buraco molhado, enfiando fundo, sentindo o sabor salgado e quente explodir na boca. Carla gritou baixo, as unhas cravadas no cabelo dele, puxando com força enquanto as coxas grossas tremiam ao redor da cabeça dele.

— Isso, porra… chupa essa buceta casada… — a voz dela saía rouca, quebrada. — Mais fundo, Lucas. Bebe tudo.

Ele obedeceu. A língua entrava e saía, chupando os lábios inchados, sugando o clitóris grosso até ela rebolar na beirada da pia de inox. O vestido estava todo subido na cintura, seios pesados balançando a cada gemido. Lucas ergueu o rosto só o suficiente pra respirar o cheiro almiscarado dela, depois voltou com fome, mastigando de leve a carne molhada, dedos abrindo mais as dobras pra lamber o fundo. Uma gozada fina já escorria pelo queixo dele. Carla segurava a cabeça dele com as duas mãos, esfregando a buceta na boca como se quisesse enterrar o rosto inteiro ali.

— Ai, caralho… vou gozar… não para…

Ele chupou mais forte, língua batendo rápido no clitóris enquanto dois dedos entravam de uma vez, curvando pra dentro. Carla gritou alto, o corpo inteiro se contraindo, buceta latejando e esguichando na cara dele. Lucas bebeu tudo, lambendo devagar enquanto ela ainda tremia, gemendo sem fôlego, o ventilador de teto girando inútil sobre eles.

Quando as pernas dela afrouxaram, ele se ergueu. O pau doía dentro da bermuda, a cabeça já molhada de pré-porra. Carla desceu da pia de uma vez, joelhos no chão quente da cozinha, mãos puxando a bermuda e a cueca pra baixo num movimento só. O pau grosso saltou pra fora, veias latejando, a cabeça vermelha e brilhante. Ela não perdeu tempo. Abriu a boca e engoliu até a metade, saliva escorrendo imediatamente pelos cantos, molhando os ovos e o pau.

— Porra… — Lucas gemeu, mão no cabelo dela. — Mama esse pau, Carla.

Ela mamava com fome, baba pingando no azulejo, mão apertando a base enquanto a língua rodava na cabeça. Olhos marejados olhavam pra cima, seios pesados balançando a cada movimento de vai e vem. O gosto de vinho ainda na boca misturava com o gosto de porra. Ela engoliu fundo, engasgando de propósito, saliva espessa escorrendo pelo queixo, pingando nos peitos.

— Delicioso… — murmurou quando tirou a boca, fio de baba ligando o lábio ao pau. — Grosso pra caralho. O Ricardo nunca me deu isso.

Lucas puxou ela pra cima, virou de costas e empurrou o tronco dela sobre a bancada. O vestido foi rasgado pro lado. Ele abriu as nádegas largas, viu a buceta ainda escorrendo e o cu apertado. Sem aviso enfiou o pau de uma vez só, até o fundo. Carla gritou, unhas arranhando o inox.

— Ahh, caralho! Mete! Mete essa porra toda!

Ele fodeu bruto, quadris batendo forte, mãos apertando a cintura macia, a bunda dela tremendo a cada estocada. O pau saía brilhando de gozo dela e entrava de novo, fundo, até os ovos baterem na carne. O som molhado enchia a cozinha — pele contra pele, gemidos altos, a pia rangendo.

— Mais fundo… porra, Lucas, arrebenta essa buceta casada… — ela pedia, voz embargada, rebolando pra trás. — Me chama de puta. Fala sujo.

— Puta casada safada — ele rosnou, dando uma palmada na bunda que deixou a marca vermelha. — Buceta abandonada pelo marido, agora engolindo o pau do vizinho. Isso. Aperta. Você é uma vadia casada que só quer porra nova.

— Isso! Sou puta casada safada! Mete mais fundo, caralho! Enche essa buceta!

Lucas agarrou o cabelo dela, puxou a cabeça pra trás e fodeu ainda mais duro, o pau sumindo inteiro a cada embalo. Carla gemia sem parar, seios esmagados contra a pia fria, saliva escorrendo da boca aberta. O tesão subia rápido. Ele sentia a buceta apertar, latejar, chupar o pau como se quisesse ordenhar.

— Vou gozar… — ele avisou, voz rouca. — Vou encher essa porra toda.

— Dentro! Goza dentro, porra! Enche a buceta da puta casada!

Ele meteu fundo e gozou com força, jatos quentes pulando dentro dela, enchendo até vazar pelas laterais do pau. Carla gritou junto, o corpo inteiro se contraindo num segundo orgasmo, buceta espremendo cada gota, rebolando pra trás pra sentir a porra quente vazar e escorrer pela coxa. Eles ficaram assim, ofegantes, suados, o pau ainda latejando dentro enquanto a gozada misturada pingava no chão.

Lucas saiu devagar. A buceta dela ficou aberta, vermelha, porra branca escorrendo lento. Carla se virou, ainda ofegante, cabelo colado na testa suada, e o puxou pra um beijo possessivo, língua suja de gosto de buceta e saliva. Beijou fundo, mordendo o lábio dele, mãos no peito suado.

— Isso… — sussurrou contra a boca dele, voz rouca de gozo. — Vai virar o nosso segredo. Toda vez que o Ricardo viajar, você pula o muro. Eu abro as pernas. Você prova essa buceta casada até enjoar. Combinado?

Lucas assentiu, ainda sem fôlego, o gosto dela forte na língua. Vestiu a bermuda às pressas, o pau ainda semi-duro e molhado de porra. Carla ajeitou o vestido rasgado, seios pesados à mostra por um segundo antes de cobrir. Ele saiu pela porta dos fundos, o sol da tarde batendo no rosto, o cheiro de sexo e vinho grudado na pele. Andou pelo quintal dela, pulou o muro baixo de volta pro quintal do pai, sabendo que os dois agora eram viciados naquela degustação proibida que podia destruir o casamento dela a qualquer segundo — um gemido alto demais, um vizinho curioso, o carro do Ricardo chegando cedo.

Mas quando Lucas entrou na cozinha vazia da própria casa e passou a língua nos lábios ainda sujos do gosto dela, percebeu o bilhete grudado na geladeira, letra apressada da madrasta Tamara: “O Ricardo ligou. Voltou hoje. Disse pra você não se preocupar com a torneira — ele mesmo resolve. E manda um beijo pra Carla.”

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