Reencontro Quente na Lavanderia
A divorciada de 38 anos, Estelle, acaba sendo duplamente comida pelo ex-vizinho Silas de 42 e pelo personal trainer Terrence de 29 na lavanderia
A lavanderia comunitária do prédio em Pinheiros, São Paulo, cheirava a amaciante de lavanda e ao calor úmido que saía das máquinas industriais. Eram quase onze da noite de uma sexta-feira abafada de verão, quando a maioria dos moradores já dormia ou estava fora. Estelle empurrou a porta de vidro com o quadril, equilibrando uma cesta pesada de roupas. Aos 38 anos, divorciada há quase um ano, ela ainda se surpreendia com a própria rotina solitária. O short de algodão cinza colava na pele suada das coxas grossas, e a blusa regata branca, fina demais, deixava os bicos dos seios marcados pelo ar quente. Seus cabelos castanhos caíam soltos sobre os ombros, úmidos na nuca.
Ela parou ao ver que não estava sozinha. Dois homens dobravam roupas na mesa de metal ao fundo. O primeiro virou o rosto e o reconhecimento foi imediato.
— Estelle? Caralho, quanto tempo… — A voz grave soou como um soco no estômago dela.
Era Silas. Seu ex-vizinho do prédio antigo, agora com 42 anos. O tempo tinha feito bem a ele: os ombros mais largos, os braços definidos por anos de academia, a barba bem aparada com alguns fios grisalhos que lhe davam um ar maduro e perigoso. Ele vestia uma camiseta preta justa que marcava o peito e uma bermuda de tactel que não escondia as coxas musculosas.
Ao lado dele, um homem mais jovem terminava de dobrar uma toalha. Terrence, 29 anos, personal trainer que atendia metade do condomínio, tinha o corpo esculpido por horas diárias de treino. Pele negra brilhante de suor, dreads curtos bem cuidados, um sorriso branco que contrastava com a expressão faminta que já dirigia a ela. Os dois estavam ali porque a máquina do apartamento de Silas tinha pifado mais cedo.
— Silas… nossa, você por aqui? — Estelle sentiu o rosto esquentar. — E esse é…
— Terrence, meu amigo e personal. Ele me arrasta pra malhar desde que me mudei pra cá. — Silas deu um passo à frente, os olhos descendo sem disfarce pelo corpo dela. — Você tá… porra, tá ainda mais gostosa do que eu lembrava.
Estelle riu, nervosa, mas o elogio direto fez algo pulsar entre suas pernas. Ela colocou a cesta na mesa ao lado deles e começou a separar as peças, tentando fingir naturalidade. As máquinas zumbiam, o ar estava quente, quase sufocante. Enquanto dobrava uma calcinha de renda preta, percebeu que os dois a observavam. Os olhares demoravam nos seus seios, que balançavam a cada movimento, e na curva generosa da sua bunda quando ela se inclinava para pegar algo no fundo da cesta.
— Essa secadora aí tá soltando um calor do caralho hoje — comentou Terrence, a voz baixa e rouca, com um sorriso de canto. Ele apontou para a máquina que girava roupas atrás deles. — Parece que tá queimando tudo por dentro. Faz a gente suar… inteiro.
Silas riu, pegando a deixa.
— É verdade. Às vezes a gente coloca uma roupa molhada e, quando tira, tá quente pra porra. Quase não aguenta segurar. Você sabe como é, né, Estelle?
Ela sentiu o duplo sentido como uma mão subindo pela sua coxa. Em vez de se envergonhar, decidiu jogar o jogo. Fazia tempo demais que ninguém a olhava assim. O divórcio tinha deixado um vazio entre as pernas que vibrava agora, quente e molhado.
— Sei bem. Eu coloco as roupas e fico aqui, sentindo esse calor subindo… me deixando toda melada. — Ela dobrou uma camisa devagar, passando a língua nos lábios. — Às vezes acho que a máquina faz de propósito. Deixa tudo pulsando.
Os três se entreolharam. O ar na lavanderia pareceu ficar ainda mais denso. Silas deu a volta na mesa e parou ao lado dela, perto o suficiente para que Estelle sentisse o cheiro dele: sabonete, suor limpo e algo masculino que a fez apertar as coxas. Terrence, do outro lado, não disfarçava o volume que começava a crescer na bermuda.
— Você tá sozinha aqui nesse prédio novo? — perguntou Silas, a voz mais baixa. — Depois que você se separou, eu sempre pensei… caralho, que desperdício uma mulher como você ficar sem uma pegada decente.
Estelle sentiu um arrepio subir pela espinha. Ela parou de dobrar e olhou diretamente para ele, depois para Terrence. Os olhos dos dois queimavam.
— Sinto falta, sim. Muita falta. — A confissão saiu rouca, sincera. — De uma boa pegada. De ser segurada com força, de sentir dois… ou mais… mãos me apertando, me virando do jeito que quiserem. Meu ex mal conseguia me fazer gozar. Depois do divórcio, eu me toquei pensando em coisas bem safadas. Coisas que envolvem ser comida sem dó.
Terrence soltou um gemido baixo, quase um rosnado. Ele deixou a roupa cair na mesa e se aproximou mais, o corpo roçando no braço dela.
— Olha pra você… esses peitos pesados, essa bunda empinada que não para quieta enquanto você dobra roupa. Eu tô louco pra apertar essa carne toda. Você é uma delícia, Estelle. Uma vadia gostosa de 38 anos que merece ser tratada como merece. Dois paus duros te comendo ao mesmo tempo.
As palavras explícitas fizeram a buceta dela contrair. Estelle sentiu o short umedecer no meio das pernas. Seu clitóris latejava. Interiormente, uma voz gritava que aquilo era loucura — estavam na lavanderia do prédio, qualquer um podia aparecer —, mas outra voz, mais profunda e molhada, queria exatamente isso. Queria os dois. O ex-vizinho maduro e experiente e o personal trainer jovem, forte, com energia pra foder a noite inteira.
Silas colocou a mão grande na cintura dela, o polegar deslizando por baixo da blusa e tocando a pele quente da barriga.
— Você quer isso, não quer? A gente já tá se olhando há meia hora. Meu pau tá latejando aqui dentro só de imaginar você gemendo entre nós dois.
Estelle respirou fundo, o peito subindo e descendo. Seus mamilos estavam duros como pedras contra o tecido fino. Ela olhou para a porta de vidro, depois para os dois homens que a cercavam como predadores.
Foi Terrence quem tomou a iniciativa. Ele caminhou até a porta, girou a chave que trancava o espaço por dentro e virou a plaquinha de “em manutenção”. O clique soou alto no silêncio quente.
— Ninguém vai vir a essa hora. — Ele voltou, parando bem na frente dela, o corpo jovem e definido colado ao dela. — Então eu vou perguntar direto, Estelle. Topa realizar a fantasia dos três aqui mesmo? Eu e o Silas te comendo juntos. Sem enrolação. Quero te ver de quatro, com um pau na buceta e outro na boca, gemendo feito a safada que você é.
O coração dela disparou. Uma onda de tesão puro a invadiu. Estelle não pensou mais. Ela sorriu, maliciosa, os olhos semicerrados de desejo. Virou-se primeiro para Silas, segurou o rosto dele com as duas mãos e o beijou com fome. A língua dele invadiu sua boca imediatamente, quente, exigente, enquanto as mãos grandes apertavam sua bunda por cima do short, puxando-a contra o volume duro que ele exibia. O beijo foi longo, molhado, cheio de gemidos baixos. Estelle sentiu o pau dele pulsar contra sua barriga e gemeu dentro da boca dele.
Quando se afastou, ofegante, virou-se para Terrence. O beijo com o personal trainer foi ainda mais selvagem. Ele a segurou pela nuca, dominando o ritmo, a língua dançando com a dela enquanto uma mão subia por baixo da blusa e apertava um seio pesado, o polegar roçando o bico inchado. Estelle gemeu alto, o corpo tremendo entre os dois.
Ela se afastou só o suficiente para olhar nos olhos de ambos, os lábios inchados e vermelhos.
— Eu quero os dois. Ao mesmo tempo. Me comam juntos. Quero sentir vocês dois me enchendo, me usando nessa lavanderia até eu não conseguir mais andar. — A voz dela saiu rouca, carregada de tesão. — Meus buracos são de vocês hoje.
Silas e Terrence trocaram um olhar faminto. As mãos deles já deslizavam pelo corpo dela, puxando a blusa para cima, expondo os seios fartos e pesados. Terrence se inclinou e capturou um mamilo na boca, chupando com força enquanto Silas enfiava a mão por dentro do short dela, os dedos grossos encontrando a buceta encharcada e lisinha.
Estelle jogou a cabeça para trás, gemendo, o corpo inteiro pegando fogo. O calor da secadora parecia brincadeira perto do que queimava dentro dela agora. Não havia mais volta. Os três sabiam que a noite estava apenas começando, e a lavanderia silenciosa seria testemunha de quanto ela estava disposta a se entregar para aqueles dois machos que a desejavam com a mesma intensidade animal.
As mãos fortes continuavam explorando, os dedos de Silas já entrando e saindo devagar da sua entrada molhada, enquanto Terrence mordia de leve o outro seio. Estelle sentia os dois paus duros roçando nela por cima da roupa, latejando, prometendo muito mais. Seu corpo tremia de expectativa, a mente girando com imagens explícitas do que viria a seguir. Ela queria ser duplamente comida ali mesmo, sem pudor, e os dois pareciam prontos para dar exatamente isso a ela.
Estelle não aguentou mais. O tesão latejava tão forte entre suas coxas que ela simplesmente se rendeu, deslizando devagar até o chão de azulejos da lavanderia. Ajoelhada, com o short cinza já marcando uma mancha úmida de excitação, ela olhou para cima e viu Silas e Terrence baixando as bermudas ao mesmo tempo. O pau de Silas, aos 42 anos, surgiu longo e grosso, veias saltadas pulsando na extensão rosada e pesada. O de Terrence, o personal trainer de 29 anos, era ainda mais brutal: mais curto mas absurdamente grosso, pele negra esticada brilhando, a cabeça larga já babando pré-gozo.
— Olha só essa divorciada safada de joelhos… — murmurou Silas, segurando o pau pela base e batendo de leve no rosto dela. — Chupa, Estelle. Mostra pra gente como você quer ser usada.
Ela não respondeu com palavras. Abriu a boca e engoliu primeiro o pau de Silas, sentindo a grossura esticar seus lábios ao limite. A língua girava gulosa enquanto ela sugava, babando copiosamente, os sons molhados ecoando junto ao zumbido das máquinas. Silas agarrou o cabelo castanho dela com as duas mãos, guiando o ritmo, enfiando mais fundo até tocar o fundo da garganta. Estelle sentiu os olhos lacrimejarem de prazer, a buceta contraindo no vazio.
— Isso, engole esse caralho, vadia gostosa — rosnou ele, a voz grave cheia de desejo. — Você sempre foi uma puta reprimida no prédio antigo. Agora tá aqui, mamando como uma desesperada.
Terrence não esperou. Puxou o cabelo dela para o lado e enfiou seu pau grosso na boca da mulher, substituindo o amigo. Estelle alternava com fome, chupando um enquanto punhetava o outro com as duas mãos, depois trocando, lambendo as bolas pesadas e suadas de ambos. O cheiro masculino forte misturava com o amaciante de lavanda, deixando sua cabeça leve. “Meu Deus, são tão grossos… mal cabem na minha boca, mas eu quero engolir tudo. Aos 38 anos, divorciada, de joelhos na lavanderia sendo tratada como uma puta de verdade. Nunca me senti tão molhada”, pensou ela, gemendo vibrante com a boca cheia.
Os dois homens seguravam seu cabelo alternadamente, um de cada lado, fodendo sua boca com estocadas controladas mas firmes. Saliva escorria pelo queixo dela, pingando nos seios que ainda estavam cobertos pela regata fina. Estelle sentia o clitóris pulsar sem ser tocado, o corpo inteiro tremendo de expectativa. Eles gemiam alto, elogiando o quanto ela chupava bem, o quanto sua língua era quente e habilidosa. O tempo parecia esticar; minutos longos de boquete alternado, até os paus estarem completamente babados e latejantes.
Finalmente, eles a ergueram. A máquina de lavar ao lado ainda girava no ciclo forte, vibrando como um motor possuído. Silas e Terrence a colocaram sentada na borda da máquina, o metal quente e trepidante contra sua bunda. O short e a calcinha foram arrancados de vez, jogados no chão. As coxas grossas de Estelle se abriram naturalmente, a buceta inchada, rosada e encharcada exposta para eles.
Silas se posicionou na frente, aos 42 anos com aquele olhar maduro e faminto, e meteu de uma vez. O pau longo entrou fundo na buceta dela, abrindo caminho com força bruta. A vibração da máquina subia pelo corpo de Estelle, fazendo seu clitóris tremer contra a base do pau dele a cada estocada.
— Porra, que buceta apertada e quente! — grunhiu Silas, segurando as coxas dela e metendo com força, o quadril batendo seco contra ela. Os seios pesados de Estelle saltavam dentro da regata até Terrence puxar o tecido para baixo, expondo os mamilos duros.
Terrence subiu parcialmente na máquina, equilibrando-se, e enfiou o pau grosso na boca dela novamente. Agora Estelle estava sendo comida de frente na buceta e na boca ao mesmo tempo, o corpo sacudindo violentamente entre as estocadas e a vibração incessante. Cada metida de Silas fazia seus seios balançarem, os bicos roçando no peito suado de Terrence. O suor escorria pelos corpos dos três, o calor da lavanderia deixando tudo escorregadio.
— Toma essa pica, Estelle. Sente como a máquina te faz tremer enquanto eu te arrombo — dizia Silas entre gemidos, acelerando o ritmo, as bolas batendo contra a bunda dela.
Terrence segurava o cabelo dela com uma mão e apertava um seio com a outra, fodendo sua boca com profundidade.
— Engole tudo, safada. Você nasceu pra ser comida assim, entre dois machos.
Os pensamentos dela eram caos puro: “Estou sendo duplamente comida na lavanderia do prédio… qualquer um pode aparecer e me ver assim, mas eu não ligo. A vibração está me levando à loucura, o pau do Silas está batendo exatamente onde eu preciso. Quero mais, quero os dois buracos cheios.”
Eles trocaram de posição com um olhar cúmplice. Silas saiu dela, o pau brilhando com os cremes dela, e Terrence assumiu o lugar de trás. Viraram Estelle de bruços sobre a máquina ainda ligada, os seios esmagados contra a superfície vibrante que massageava seus mamilos sensíveis. Terrence, o jovem de 29 anos com corpo esculpido, meteu por trás em pé, o pau grosso invadindo a buceta dela novamente com estocadas profundas e brutais. Suas mãos fortes seguravam a cintura larga dela, puxando-a contra si.
Ao mesmo tempo, Estelle esticou a mão direita e agarrou o pau de Silas, punhetando com vontade, o polegar roçando a cabeça sensível, espalhando a mistura de saliva e lubrificação natural. O ritmo era perfeito: a cada estocada de Terrence, sua mão subia e descia no pau do outro.
— Assim, punheta gostosa pra mim enquanto ele te fode — gemeu Silas, empurrando o quadril contra a mão dela. — Você tá toda melada, Estelle. Essa bunda empinada pedindo pra levar no cu também.
A máquina vibrava tão forte que o clitóris dela roçava indiretamente na borda, levando-a cada vez mais perto do limite. Terrence metia sem piedade, o suor pingando das costas definidas dele nas costas dela. Os gemidos dela saíam abafados contra o metal quente.
O clímax veio quando decidiram ir juntos para o final. Terrence deitou na mesa de metal ao lado, puxando Estelle para cima dele. Ela sentou devagar, engolindo o pau grosso na buceta, sentindo cada centímetro abrir suas paredes. Silas se posicionou atrás, cuspiu generosamente no cu dela e começou a forçar a entrada anal devagar, centímetro por centímetro, até estar completamente enterrado no cu apertado.
Agora ela estava duplamente penetrada, prensada entre os dois corpos suados e quentes. Silas e Terrence começaram a meter sincronizados, um entrando enquanto o outro saía, depois os dois juntos, enchendo-a completamente. A posição dupla fazia Estelle sentir-se impossivelmente cheia, cada nervo em chamas. O suor dos dois homens escorria sobre sua pele, os peitos musculosos colados nela, os gemidos roucos vibrando contra seu pescoço.
— Goza pra gente, vadia. Goza com dois paus te arrombando ao mesmo tempo — ordenou Silas, metendo mais fundo no cu dela.
Estelle explodiu. O orgasmo a rasgou como uma onda violenta, fazendo-a gritar alto, o corpo convulsionando entre os dois machos.
— Aaaahhh! Tô gozando! Porra, tô gozando tão forte! — berrou ela, a buceta e o cu apertando os paus ao mesmo tempo, leite escorrendo pelas coxas.
Os dois homens gozaram juntos, rosnando como animais. Silas jorrou fundo no cu dela, Terrence enchendo a buceta com jatos quentes e grossos. Os três corpos tremiam colados, suor, porra e lubrificação misturados, os gemidos ecoando na lavanderia por longos segundos.
Quando os espasmos cessaram, eles se separaram devagar. Estelle desceu da mesa com as pernas bambas, rindo baixinho, o corpo marcado de dedos e vermelho de tanto tesão. Usaram toalhas limpas que estavam na cesta para se limpar, limpando a porra que escorria pelas pernas dela e dos paus amolecendo.
— Caralho, isso foi a melhor lavanderia da minha vida — riu Silas, passando a mão no cabelo grisalho.
Terrence, ainda ofegante, deu um tapa leve na bunda dela.
— Você aguentou os dois como uma campeã, Estelle. Nunca vi uma mulher de 38 anos gozar tão gostoso.
Ela riu também, o riso leve e cúmplice, limpando os seios e a barriga.
— Vocês me destruíram… de um jeito que eu quero repetir. Muito.
Enquanto dobravam as roupas de novo, agora com as mãos ainda tremendo, combinaram casualmente:
— Sábado que vem na minha casa — disse Silas. — Sem máquina de lavar, mas com cama king size e sem risco de vizinho aparecer. Topam?
— Com certeza — respondeu Terrence, guardando uma camisa na cesta.
— Eu não perco por nada — completou Estelle, ajustando a regata e o short de volta no corpo dolorido mas satisfeito.
Saíram da lavanderia com olhares cúmplices, cada um carregando sua cesta de roupa dobrada como se tivessem apenas feito uma tarefa comum. A porta de vidro se fechou suavemente atrás deles.
A lavanderia mergulhou no silêncio. Apenas o zumbido baixo das máquinas permanecia, girando sozinhas no calor úmido e vazio.
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