Trocando Calor no Vagão Noturno
A empresária negra de 32 anos, Yara, fode gostoso com o mecânico branco Otto de 28 no vagão noturno.
Yara embarcou no vagão noturno com os ombros pesados e a blusa de seda colada nas costas. Trinta e dois anos, empresária negra de São Paulo, ela só queria atravessar a madrugada até o Rio sem pensar em mais nenhuma planilha. O ar-condicionado gelava o ar abafado, o trem balançava devagar e o compartimento semi-iluminado cheirava a metal quente e café velho. Foi quando ela viu ele.
Otto estava encostado no banco do fundo, alto, branco, ombros largos de mecânico de vinte e oito anos que passava o dia debaixo de caminhões. A camiseta cinza marcava peito e braços grossos, as mãos grandes e calejadas descansavam sobre as coxas. Os olhos dele subiram devagar pelo corpo dela — saia justa, pernas escuras e brilhantes, decote profundo — e travaram nos lábios carnudos. Yara sentiu o estômago revirar gostoso. Atração interracial instantânea, crua, sem filtro. Ela sorriu de canto, ele retribuiu com um meio sorriso safado, e o ar entre os dois ficou mais quente que o vagão.
— Vai pro Rio também? — perguntou ele, voz rouca, baixa o bastante para não acordar os poucos passageiros espalhados longe.
— Depois de um dia inteiro de reunião chata, só quero chegar. Você?
— Voltando pra casa. Oficina fica por lá. — Otto passou a mão pelo cabelo curto. — Tá gelado pra caralho nesse ar-condicionado, né?
Yara riu baixinho, sentando no banco em frente ao dele, as coxas se tocando quase. O balanço do trem fazia o tecido da saia subir um pouco.
— Tô suando mesmo assim. Calor abafado pra caralho. Esse ar gelado só fode a gente.
Otto tirou o casaco de jeans e estendeu.
— Usa o meu. Ou... se quiser, eu te aqueço de outro jeito.
O olhar dele era direto. Yara mordeu o lábio inferior, aceitou o casaco e deixou a manga roçar propositalmente nos dedos dele. A pele clara e calejada contrastava com a dela, escura e macia. Um choque elétrico.
— Você é grande pra caralho — murmurou ela, olhos no peito largo. — Braço grosso assim deve levantar motor de caminhão fácil.
— E eu adoro essa pele escura. Esses lábios carnudos... caralho, Yara, se chama Yara, né? Vi no crachá saindo da estação. Dá vontade de chupar logo.
Ela sentiu a buceta latejar dentro da calcinha fina. O trem balançou de novo e o joelho dele “sem querer” encostou no dela. Yara não afastou. Deslizou a perna, a ponta do sapato roçando a canela dele. Otto respondeu passando a mão por cima do próprio joelho até a coxa dela, leve, testando. Ela arquejou baixo.
— Continua — sussurrou.
Os dedos dele subiram um pouco mais, pressionando a carne firme da coxa interna. Yara abriu um pouco as pernas sob a saia, o casaco cobrindo o movimento. O desejo mútuo estava explícito nos sorrisos molhados e nos olhares que desciam para bocas e peitos.
— Quero sentir o calor de verdade de você — disse ela, voz safada, quase no ouvido dele quando o trem freou suave numa curva. — Não esse casaco. Você.
Otto não hesitou. Puxou Yara pelo queixo, a boca grande dela se abrindo para o beijo quente e molhado que os dois queriam desde o primeiro olhar. Línguas se embolando, ele chupando o lábio carnudo dela, ela gemendo baixinho na garganta dele. O gosto de café e desejo. As mãos dele desceram para a cintura larga, apertando, e Yara subiu quase no colo, o peito cheio esmagado no peito duro dele. O beijo ficou mais sujo, babando, dentes raspando.
Quando separaram pra respirar, Yara já estava molhada pra caralho. Ela olhou em volta — o vagão balançava, luzes fracas, ninguém perto o bastante — e abriu as pernas de vez no banco. Pegou a mão grande e calejada de Otto e enfiou por baixo da saia, guiando direto para dentro da calcinha.
— Mete o dedo — ordenou num sussurro. — Sente como eu tô.
Otto grunhiu quando os dedos encontraram a buceta inchada, peluda só no matinho aparado, escorrendo porra. Ele abriu os lábios grossos dela com dois dedos e enfiou o médio fundo, curvando, lambuzando de gozo. Yara mordeu o ombro dele pra não gemer alto, a buceta apertando o dedo grosso.
— Porra, que buceta molhada. Pretinha gostosa pra caralho.
Ele dedilhou devagar no começo, depois mais rápido, o polegar esfregando o clitóris inchado enquanto o trem sacudia. Yara rebolava na mão dele, se esfregando, a calcinha já encharcada e puxada pro lado. O cheiro dela subiu entre os dois, doce e safado.
— Chupa meu pau agora — pediu Otto, abrindo o zíper com a mão livre. O pau saiu grosso, rosado, veias saltadas, a cabeça já brilhando de porra. Yara desceu na hora, ajoelhando no chão balançante do vagão, o casaco cobrindo um pouco. Abriu a boca carnuda e engoliu a cabeça, lambendo a fenda, chupando com vontade. Babou pra caralho, fio de saliva escorrendo pelo pau branco até as bolas. Ela descia fundo, a garganta apertando, olhando pra cima pra ver o rosto dele se contorcer.
— Isso, engole tudo, putinha. Que boca gostosa de pretinha...
Yara chupava com barulho molhado, uma mão na base grossa, a outra enfiando dois dedos na própria buceta enquanto mamava. Otto segurava o cabelo dela, controlando o ritmo, fodendo a boca dela no balanço do trem. Quando ela puxou o pau babado pra fora, a saliva escorrendo no queixo escuro, Otto já estava duro pra arrebentar.
— Senta de quatro no banco — mandou ele. — Quero meter fundo nessa buceta.
Yara subiu, de quatro no banco de couro, a saia erguida até a cintura, a calcinha puxada pro lado, a bunda preta empinada e brilhante de suor. Otto se posicionou atrás, a cabeça rosada do pau abrindo os lábios escuros e inchados. Enfiou de uma vez, fundo, até as bolas baterem. Yara soltou um gemido abafado no encosto.
— Porra! Que pau grosso... mete, caralho.
Ele segurou os quadris largos dela e começou a foder bruto, o pau branco sumindo e saindo da buceta preta apertada, o contraste interracial fazendo os dois babarem. Cada estocada fazia a bunda dela tremer, o trem balançando junto, o barulho molhado de pepeca engolindo pau ecoando baixo. Otto falava safadeza sem parar, voz rouca no ouvido dela:
— Que delícia essa pretinha apertada. Buceta quente pra caralho, sugando meu pau... olha como engole. Vou te foder até você gozar escorrendo na minha porra.
Yara rebolava pra trás, encontrando cada metida, a buceta esguichando um pouco a cada fundo. Os peitos pesados balançavam dentro da blusa, os mamilos duros raspando o tecido. Ela enfiou a mão entre as pernas e esfregou o clitóris inchado enquanto levava a foda.
— Mais forte, Otto. Me arromba essa buceta. Adoro pau de branco grosso assim...
Ele puxou o cabelo dela pra trás, arqueando o corpo, metendo fundo e girando o quadril pra esfregar o ponto certo. Yara estava à beira. Então ela se virou, empurrou Otto pra sentar e montou de frente, enfiando o pau sozinha até o fundo. Começou a cavalgar com força, a buceta descendo pesada, peitos pretos saltando pra fora da blusa quando ele puxou o decote. Otto chupou um mamilo escuro e grosso enquanto ela rebolava, a bunda batendo nas coxas dele, o pau sumindo todo na carne molhada.
— Goza comigo — ofegou ela, rebolando rápido, a buceta contraindo. — Quero sentir sua porra quente dentro.
Otto segurou a cintura dela e meteu pra cima, duro, até os dois estourarem juntos. Yara gozou primeiro, a buceta latejando e escorrendo no pau dele, gemendo abafado no pescoço do mecânico, as unhas cravadas nos ombros. Otto gozou fundo logo depois, jatos quentes enchendo ela, a porra branca vazando pelas laterais da buceta preta enquanto ela ainda cavalgava devagar, ordenhando cada gota.
Eles ficaram ofegantes, colados, o pau ainda latejando dentro dela, o trem seguindo na madrugada. Yara beijou a boca dele de novo, suja, e sussurrou contra os lábios:
— Ainda não acabou. Tem mais vagão vazio nessa porra... e eu quero você me comendo de novo antes do Rio.
Otto sorriu safado, apertando a bunda dela e sentindo a própria porra escorrer quente entre as coxas escuras dela. O pau já começava a endurecer de novo dentro da buceta molhada. O balanço do trem e o cheiro de sexo no ar prometiam que a noite mal tinha começado.
Eles ainda estavam colados, o pau de Otto latejando e inchando de novo dentro da buceta escorrendo de Yara. A porra branca dele vazava quente pelas laterais, escorrendo nas coxas pretas dela e manchando o banco de couro. Ela rebolou devagar, ordenhando o pau grosso que começava a endurecer outra vez, e mordeu o lóbulo da orelha dele.
— Caralho, Otto... ainda tá ficando duro? Que porra é essa de mecânico?
— É você, putinha. Essa buceta preta quente me deixa maluco. — Ele apertou a bunda dela com as duas mãos calejadas, abrindo as nádegas e empurrando pra cima, metendo fundo de novo. — Sente? Já tô pronto pra te arrombar outra vez.
Yara gemeu baixo, a buceta contraindo gostoso em volta do pau rosado. O trem balançava na curva longa, o ar-condicionado agora inútil contra o cheiro forte de sexo. Ela olhou em volta — ninguém no compartimento, só luzes fracas e o som distante dos trilhos — e se levantou devagar, o pau saindo dela com um barulho molhado de porra escorrendo. A calcinha já era um trapo encharcado, a saia amassada na cintura.
— Vem. Tem vagão vazio no fundo. Quero te chupar limpo e depois te foder em pé até eu não aguentar mais.
Otto segurou o pau babado dela, ainda pingando, e sorriu safado. Seguiram pelo corredor estreito, o balanço do trem jogando o corpo dela contra o dele. Ele enfiou a mão por baixo da saia e meteu dois dedos de novo na buceta cheia de porra, mexendo, espalhando o gozo branco na pele escura.
— Olha só como você tá suja de mim. Pretinha gostosa cheia da minha porra...
No vagão do fundo, escuro e vazio, Yara empurrou Otto contra a parede fria de metal. Ajoelhou na hora, puxou o pau grosso pra fora da calça e engoliu até a garganta. O gosto da própria buceta misturado com a porra dele a deixou louca. Babava pra caralho, a boca carnuda descendo fundo, a língua lambendo as veias saltadas, chupando as bolas pesadas enquanto ele segurava o cabelo dela.
— Isso, engole tudo, minha putinha preta. Limpa esse pau pra eu meter de novo. — Otto rebolava o quadril, fodendo a boca dela no ritmo do trem. A saliva escorria no queixo escuro dela, pingando nos peitos que já tinham saltado pra fora da blusa.
Yara chupava com barulho molhado, uma mão masturbando a base, a outra enfiando três dedos na própria buceta e esfregando o clitóris inchado. Estava tão molhada que esguichava um pouco a cada movimento. Quando o pau dele estava limpo e duro pra arrebentar de novo, ela se levantou, virou de costas e empacou a bunda contra ele.
— Mete. Agora. Quero sentir esse pau de branco me abrindo outra vez.
Otto não perdeu tempo. Puxou a saia pra cima, abriu as nádegas pretas e enfiou de uma estocada só, fundo até as bolas baterem. Yara gritou abafado contra o vidro sujo da janela, a buceta apertando o pau grosso como uma luva quente. Ele fodeu bruto, o contraste da pele clara dele sumindo e saindo da carne escura dela fazendo os dois babarem. Cada metida fazia a bunda tremer, o barulho molhado ecoando no vagão vazio.
— Porra, que buceta apertada! Olha como engole meu pau... você foi feita pra ser fodia por branco, hein, putinha?
— Fode mais forte, caralho. Arromba essa pretinha. Adoro esse pau grosso me esticando...
Ele segurou os quadris largos dela e meteu sem piedade, o trem sacudindo junto. Yara esfregava o clitóris com força, os peitos balançando pesados, mamilos pretos e duros. Otto puxou o cabelo dela pra trás, arqueando o corpo, e chupou o pescoço enquanto falava safadeza no ouvido:
— Quero gozar fundo de novo. Quero ver minha porra escorrendo dessa buceta preta enquanto você treme.
Ela gozou primeiro, a buceta latejando e esguichando no pau dele, as pernas bambas. Otto segurou firme e meteu mais rápido, até estourar de novo, jatos quentes enchendo ela até vazar pelas laterais, escorrendo nas coxas e pingando no chão do vagão. Eles ficaram ofegantes, ele ainda latejando dentro, mas Yara não deixou parar.
— Ainda não. Me come o cu agora. Quero sentir esse pau grosso me abrindo o cuzinho também.
Otto grugunhou, tirou o pau babado de porra e buceta, cuspiu na mão e espalhou na entrada apertada do cu dela. Yara empinou mais, a mão abrindo a própria bunda. Ele enfiou a cabeça rosada devagar, sentindo o anel se abrir, e depois meteu fundo. Yara uivou baixo, a dor gostosa misturada com o prazer, o cu apertando o pau branco como se quisesse sugar tudo.
— Caralho, que cu quente... apertado pra porra. — Ele começou a foder devagar, depois mais forte, as bolas batendo na buceta escorrendo. Yara rebolava pra trás, se fodendo no pau dele, gemendo sujo.
— Isso, mete no meu cu. Me fode os dois buracos, Otto. Sou sua putinha preta pra você arrombar...
Ele alternava: metia fundo no cu, tirava, enfiava na buceta cheia de porra, depois de novo no cu. Yara estava um caos de gozo, saliva e porra. Em pé contra a parede, ele a ergueu uma perna e fodeu o cu com força, o peito dela esmagado no metal frio. Ela gozou de novo só com a penetração, o clitóris latejando sem nem tocar, o corpo inteiro tremendo.
Otto tirou, virou ela de frente e a ergueu no colo. Yara enfiou o pau sozinha na buceta e cavalgou no ar, as pernas em volta da cintura dele, a bunda sendo segurada pelas mãos calejadas. O pau sumia todo na carne molhada a cada descida pesada. Ele chupava os mamilos pretos e grossos, dentes raspando, enquanto ela rebolava frenética.
— Goza dentro de novo. Enche essa buceta até eu não aguentar mais...
Ele meteu pra cima até os dois estourarem juntos pela terceira vez. Yara gritou no ombro dele, a buceta contraindo em ondas, escorrendo porra branca misturada com o gozo dela. Otto jorrou fundo, o pau pulsando, enchendo ela até vazar e escorrer pelo cu e pelas coxas. Eles deslizaram pro chão do vagão, ofegantes, o pau ainda semi-duro dentro dela, o trem já desacelerando na chegada ao Rio.
Yara beijou a boca dele suja, lambendo a saliva e o suor, e sussurrou:
— Ainda quero mais... mas o Rio tá chegando.
Otto a fodeu mais uma vez ali no chão, devagar, gozando pela quarta vez só de ver a porra antiga escorrer enquanto metia nova. Quando o trem parou de vez, eles se arrumaram às pressas — saia amassada, blusa aberta, calcinha no bolso dele como troféu. Yara beijou Otto na porta do vagão, a boca ainda com gosto de porra, e desceu na plataforma com as pernas tremendo e o sorriso de quem tinha sido arrombada a madrugada inteira.
Otto a seguiu até a saída, o pau ainda marcado na calça, e ela virou pra ele com o olhar safado de quem queria marcar o próximo encontro. Mas o celular dela vibrou na hora exata em que ela ia falar o número: era a secretária confirmando que o carro da empresa já estava na frente da estação, com o novo mecânico-chefe da frota — Otto, o mesmo homem que ela tinha acabado de foder em quatro posições no vagão noturno — esperando pra levá-la ao hotel de luxo como motorista particular contratado na véspera.
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