O Amigo de Confiança nos Balançou a Noite no Ferry
Renata, de 30 anos, e o marido Theo, de 32, deixam o amigo Silas foder ela a noite inteira no ferry.
O ferry de luxo cortava a escuridão da baía com luzes douradas refletidas na água negra. Renata, advogada de trinta anos, apoiava os cotovelos no parapeito do deck superior, o vestido curto de seda preta colado às curvas do corpo ainda quente da viagem romântica. Theo, engenheiro de trinta e dois, abraçava-a por trás, o queixo no ombro dela, quando a voz familiar ecoou.
— Olha só quem eu encontro.
Silas, trinta e cinco anos, melhor amigo de Theo desde a faculdade, apareceu sozinho, camisa aberta no peito largo, sorriso safado que sempre deixava o ar mais pesado. Os olhos dele desceram devagar pelo decote de Renata, pararam nas coxas expostas e subiram de novo, sem pressa nenhuma de disfarçar.
— Silas, porra — Theo riu, apertando a mão do amigo. — Achava que você tava em São Paulo.
— Cancelei tudo. Preferi voltar de ferry. E olha o presente que o destino me deu — ele se inclinou e beijou a mão de Renata, os lábios demorando no pulso. — Tá mais gostosa do que da última vez, mulher.
Renata sentiu o rosto pegar fogo. O olhar de Silas era direto, dominante, e ela retribuiu sem conseguir evitar. Entre as pernas, a calcinha já começava a grudar. Theo notou. O pau dele latejou dentro da calça, uma excitação humilhante e quente que subia junto com o ciúme. Mais tarde, no bar do deck, os três tomaram whisky. Renata confessou baixinho, a boca colada no ouvido do marido:
— Ele me olha como se já estivesse me comendo, Theo… e eu fico molhada. A ideia de me entregar pro seu melhor amigo… me excita pra caralho.
Theo engoliu seco, a voz rouca:
— Eu também. Ver você corar pra ele… meu pau fica duro de vergonha. Quero ver.
Silas ouviu o suficiente. O sorriso dele ficou mais largo.
No jantar ao ar livre, as luzes baixas balançavam com o movimento do ferry. Silas não se continha mais. Enquanto o garçom se afastava, ele falou alto o bastante para Theo ouvir cada sílaba:
— Renata, você é uma mulher gostosa pra caralho. Esse corpo… peito pesado, cintura fina, essa bunda que pede tapa. Dá vontade de abrir essas pernas agora e meter até o fundo.
Renata cruzou as pernas sob a mesa, a buceta latejando, encharcada. Os dedos dela tremiam no talher. Ela se virou para Theo, os olhos vidrados de tesão:
— Amor… eu quero sentir o pau do Silas. Quero que ele me foda essa noite. Por favor.
Theo estava de pau duro batendo contra o zíper, o rosto queimando. A humilhação era deliciosa. Ele engoliu o orgulho e falou claro, a voz baixa mas firme:
— Pode. Você pode foder o Silas a noite inteira. Eu quero assistir. Quero ver ele te usar.
Silas lambeu os lábios. Os três se levantaram. No corredor estreito que levava às cabines privativas, Silas já ia atrás de Renata, a mão grande e quente apertando a bunda dela por cima do vestido, os dedos enfiando o tecido na fenda, esfregando o rabo carnudo enquanto Theo caminhava na frente, ouvindo o suspiro abafado da esposa.
A porta da cabine se fechou com um clique. O quarto era amplo, cama king no centro, espelhos nas paredes, o ronronar suave dos motores do ferry sob os pés. Silas não perdeu tempo. Ele puxou Renata pelo cabelo com firmeza controlada e a fez ajoelhar no carpete macio.
— Abre essa boca, putinha casada. Chupa o pau grosso do amigo do seu marido.
O cinto abriu. O pau de Silas saltou pesado, veioso, mais grosso e mais longo que o de Theo, a cabeça avermelhada já pingando pré-gozo. Renata envolceu os lábios nele com vontade, a língua girando na glande, engolindo até a garganta tremer. Sons molhados encheram o ar. Silas olhou para Theo, que estava de pé, paralisado.
— Senta naquela poltrona e assiste, corno. Mão no pau, mas sem gozar ainda. Olha sua mulher engasgando no meu pau. Ela nunca te chupou assim, né? Olha como ela baba. Gostosa pra porra.
Theo sentou, o rosto vermelho, abriu a calça e segurou o próprio pau duro, masturbando devagar, a humilhação latejando nas veias junto com o tesão. Renata gemia em volta do pau, saliva escorrendo pelo queixo, os olhos marejados de prazer enquanto Silas fodia a boca dela com estocadas profundas.
— Chega — Silas puxou o pau escorrendo saliva. — Tira esse vestido. De quatro na cama. Agora.
Renata obedeceu rápido, o vestido caindo, a calcinha preta encharcada sendo arrancada. Ela ficou de quatro, a bunda empinada, a buceta inchada e brilhante de tesão. Silas ajoelhou atrás, segurou a cintura dela com as duas mãos e enfiou de uma vez só, o pau grosso abrindo as paredes molhadas até o fundo. Renata gritou, o som rouco ecoando:
— Ahh, porra! Me fode mais que meu marido nunca conseguiu! Mais fundo, Silas, arrebenta essa buceta casada!
Ele meteu com força bruta, as bolas batendo na clitóris dela a cada investida, a cama balançando no ritmo do ferry. Palmadas estalavam na bunda de Renata, deixando marcas vermelhas. Theo masturbava mais rápido no canto, gemendo baixo, os olhos fixos no pau do amigo sumindo e reaparecendo na esposa.
Silas puxou o cabelo dela para trás, curvando o corpo, e falou no ouvido enquanto metia sem piedade:
— Essa buceta é minha essa noite. Seu corno só assiste. Fala pra ele o que você tá sentindo.
— Tô sentindo um pau de verdade! — Renata gemia, baba no travesseiro. — Mais grosso, mais fundo… ahh, vai me fazer gozar!
Ela gozou a primeira vez gritando, a buceta contraindo em espasmos molhados em volta do pau de Silas. Ele não parou. Virou-a, sentou-se na beira da cama e puxou Renata para o colo dele, de frente para Theo. O pau ainda enterrado nela até o fundo. Renata começou a quicar, as mamas balançando na cara do marido, as unhas cravadas nos ombros de Silas.
— Olha pra ele enquanto você senta no meu pau — mandou Silas, segurando a bunda dela e ajudando no ritmo forte, quase violento. — Mostra pro seu marido como uma puta goza de verdade.
Renata olhou Theo nos olhos, o rosto torcido de prazer, e quicou mais forte, o pau de Silas batendo no ponto certo a cada descida. Ela gozou de novo, o corpo inteiro tremendo, líquidos escorrendo pelas bolas do amigo. Depois outra vez, gritando o nome de Silas, a buceta esguichando fraco. Theo se masturbava humilhado, a mão rápida, a vergonha misturada com um tesão que quase doía.
Silas agarrou os quadris dela, segurou fundo e gozou com um gemido gutural, jatos quentes e espessos enchendo a buceta casada, pulsando dentro dela até transbordar e escorrer branco pelas coxas de Renata, pingando no carpete. Ela ficou sentada nele, ofegante, a porra quente vazando enquanto o pau ainda latejava lá dentro.
Theo gozou no mesmo instante, jatos fracos caindo na própria mão, o corpo curvado de humilhação e alívio.
Silas ainda estava duro o bastante para se mexer. Depois de gozar, ele puxou Renata pela cintura, o pau escorregadio saindo devagar com um filete grosso de porra, e a deitou de bruços na cama, as pernas abertas. Os dedos dele passaram pela buceta used, espalhando o próprio sêmen, e ele olhou para Theo com um sorriso lento e predatório.
— A noite ainda é longa, corno. O ferry só chega de manhã. E eu ainda não terminei com a sua mulher.
Silas passou a mão pela buceta de Renata ainda latejando, espalhando o gozo quente que escorria em fios espessos pelas dobras inchadas. O pau dele, liso de porra e do tesão dela, já endurecia de novo contra a coxa dela. Theo, ainda ofegante na poltrona com a própria porra grudando nos dedos, não desgrudava os olhos. O ferry balançava de leve, o motor ronronando fundo sob o carpete, e o ar da cabine cheirava a sexo suado e whisky.
— Vira de novo, putinha — mandou Silas, a voz rouca de quem não tinha acabado. — Quero te foder de bruços enquanto seu marido vê cada centímetro sumindo dentro de você.
Renata gemeu baixinho, o corpo quente e mole de tanto gozar, mas obedeceu na hora. Virou o rosto de lado no travesseiro, as mamas pesadas apertadas contra o colchão, a bunda empinada de propósito. Silas se ajoelhou entre as pernas abertas dela, segurou as nádegas carnudas e abriu bem. A buceta brilhava, vermelha, o creme branco dele ainda vazando. Ele enfiou de uma vez, seco, o pau grosso abrindo caminho com um som molhado e sujo. Renata gritou abafado, os dedos cravando no lençol.
— Porra, Silas… ainda tá duro pra caralho… ahh, enche de novo!
Ele meteu fundo, as bolas batendo no clitóris dela a cada estocada. O ritmo era brutal desde o começo, a cama rangendo no compasso do movimento do ferry. Palmadas secas estalavam na bunda de Renata, deixando marcas vermelhas que queimavam. Silas puxou o cabelo dela com uma mão, forçando o pescoço para trás, e olhou direto para Theo.
— Olha isso, corno. Olha como essa buceta casada engole meu pau. Mais larguinha agora que eu gozei dentro, mas ainda aperta que nem puta faminta. Você nunca meteu assim nela, né? Fala a verdade.
Theo masturbava de novo, o pau já meio duro outra vez, a vergonha queimando o rosto e o peito. A voz saiu rouca, humilhada:
— Nunca… ela nunca gozou assim comigo. Meu pau é menor. Menos grosso.
— Isso — Silas riu, metendo mais forte. — Fala alto pra ela ouvir. Renata, escuta seu marido. Ele tá confessando que o pau dele não serve. Agora goza de novo pra ele.
Renata quicava o quadril para trás, encontrando cada investida. O suor escorria entre as omoplatas, o vestido preto jogado no chão, a calcinha encharcada esquecida. Ela olhou de lado para Theo, os olhos vidrados, a boca aberta babando no travesseiro.
— Tá vendo, amor? Tá vendo como ele me fode? O pau dele chega lá no fundo… ahh, porra… me arrebenta! Eu gozo fácil pra ele… eu sou a puta do seu amigo agora…
Ela gozou gritando, o corpo inteiro tremendo, a buceta espremendo o pau de Silas em contrações violentas. Líquido escorreu pelas coxas dela, misturando com o gozo anterior. Silas não parou. Continuou metendo através do orgasmo dela, forçando mais fundo, os quadris batendo com força bruta. Quando as contrações afrouxaram, ele saiu de repente, o pau pingando, e puxou Renata pela cintura.
— Senta na minha cara agora. Quero chupar essa buceta cheia da minha porra enquanto você chupa o pau do seu corno. Mas só a pontinha. Não deixa ele gozar.
Renata se arrastou até ele. Silas deitou de costas, puxou a bunda dela para a boca e enterrou a língua na buceta usada, lambendo o próprio gozo com sons altos e molhados. Renata gemeu alto, o rosto no pau de Theo. Ela lambeu só a glande, devagar, provocando, enquanto sentava na cara de Silas. A língua dele entrava fundo, chupava o clitóris inchado, espalhava a porra. Theo gemia, a mão no cabelo dela, mas ela não descia a boca. Só lambidas lentas, o olhar debochado para cima.
— Gosta de ver sua mulher com a boca no seu pau e a buceta na boca do seu melhor amigo? — ela sussurrou, a voz rouca. — Ele tá chupando a porra que ele mesmo gozou em mim… ahh, porra, Silas, mais fundo…
Silas agarrou as nádegas dela com força, a língua fodendo a entrada, o nariz no cu dela. Renata gozou de novo assim, esguichando fraco na boca dele, as coxas tremendo em volta da cabeça. Silas engoliu tudo, lambendo limpo, e empurrou ela para a frente.
— Agora cavalgada de costas. Quero que o corno veja meu pau entrando e saindo enquanto você olha pra ele.
Ele se sentou na beira da cama. Renata montou de costas para ele, de frente para Theo, e desceu devagar no pau grosso. O pau sumiu centímetro por centímetro, a buceta se abrindo e engolindo até as bolas. Ela começou a quicar, as mamas balançando pesadas, o rosto contorcido de prazer. Silas segurou a cintura dela e meteu para cima, encontrando o movimento, o som de pele batendo ecoando na cabine junto com os gemidos dela.
— Olha pro seu marido — ordenou. — Fala o que você sente.
— Sinto um pau de homem de verdade… mais grosso… mais longo… ahh, Theo, ele me fode melhor… me faz gozar mais… eu quero o pau dele todo dia… porra, Silas, mais forte!
Theo se masturbava rápido agora, a humilhação latejando junto com o tesão. Cada quicada de Renata, cada gemido dela, cada estocada visível do pau do amigo sumindo na buceta da esposa fazia o pau dele pulsar. Silas meteu com força, levantando o quadril, e Renata gozou outra vez, gritando o nome dele, o corpo caindo para a frente, as unhas no joelho de Theo.
Silas a ergueu, o pau saindo com um ploc molhado, e a virou de quatro de novo. Enfiou de uma vez e fodeu sem piedade, as mãos nos quadris, puxando ela para trás com violência controlada. A bunda dela batia nas virilhas dele, as marcas das palmadas ardiam. Ele se curvou sobre ela, mordeu o ombro e falou no ouvido, alto o bastante para Theo ouvir:
— Essa buceta é minha até o ferry atracar. Depois a gente vê. Mas agora eu vou gozar de novo dentro. Quer?
— Quero! — Renata gritou. — Goza fundo… enche essa buceta casada de novo… Theo, olha ele gozando em mim!
Silas uivou baixo, enterrou até o fundo e gozou em jatos quentes e longos, pulsando dentro dela, enchendo de novo. A porra escorreu imediato, branca e grossa, escorrendo pela boceta aberta e pingando no lençol. Renata gozou junto, o corpo inteiro em espasmo, a buceta milhando o pau dele. Theo gozou pela segunda vez, jatos fracos caindo no carpete, o corpo curvado, a vergonha e o alívio misturados num gemido rouco.
Silas saiu devagar, o pau ainda semi-duro, escorrendo. Deitou Renata de lado, abriu as pernas dela e espalhou o gozo com os dedos, mostrando para Theo. Depois se deitou atrás dela, o peito colado nas costas suadas, o pau repousando entre as nádegas. Renata ofegava, o sorriso satisfeito, a buceta latejando e vazando.
Theo ficou na poltrona, limpando a mão na calça, o peito subindo e descendo. O silêncio foi quebrado só pelo barulho do mar e dos motores. Silas passou a mão pela barriga de Renata, subiu até o peito, apertou um mamilo e falou baixinho, o sorriso safado de volta:
— A noite ainda tem umas horas. Eu quero mais uma rodada antes do sol nascer. Depois a gente dorme um pouco. Mas eu já tô pensando… no próximo fim de semana. Tenho um chalé em Búzios. Vazio. Vocês dois vêm. Eu fodo ela a noite inteira de novo, no sofá, na varanda, na piscina. Você assiste de novo, corno. E se ela quiser, a gente grava só pra vocês dois reviverem depois. O que acha, Renata?
Renata virou o rosto, beijou o queixo de Silas e olhou para Theo com os olhos ainda molhados de tesão.
— Eu quero. Quero o Silas me fodendo de novo. E quero você assistindo, amor. Planeja. Marca. Eu já tô molhada de novo só de imaginar.
Silas lambeu o pescoço dela, o pau começando a endurecer outra vez contra a bunda.
— Então tá marcado. Próximo sábado. E até lá… essa buceta continua sendo minha essa madrugada. Vira de novo, putinha. O ferry ainda não chegou.
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