A Última Noite no Terraço com Ela
Na última noite em Copacabana, a safada Camila de 21 anos finalmente fodeu com força o amigo maduro do pai dela.
O terraço do apartamento em Copacabana abria-se para o mar como um convite quente. A brisa salgada entrava preguiçosa entre as plantas em vasos de cerâmica, e as luzes da orla piscavam lá embaixo, longe o bastante para que o mundo parecesse só daqueles dois. Camila fechou a porta de correr com o pé e equilibrou a garrafa de vinho tinto numa mão só. Tinha vinte e um anos, corpo de praia o ano inteiro — cintura fina, seios firmes sob a regata branca quase transparente, shortinho de jeans tão curto que a barra subia quando ela se inclinava. O cabelo moreno caía solto nas costas, ainda úmido do banho rápido que tomara depois do jantar.
Bruno estava encostado no parapeito, de camisa social aberta nos primeiros botões, mangas dobradas até o cotovelo. Cinquenta e dois anos, viúvo há três, ombros largos de homem que ainda nadava de manhã e pele bronzeada de quem passara a vida entre fazenda e litoral. Melhor amigo do pai dela desde a faculdade. Hospedado ali por aquela última noite antes de voltar para o interior. Quando virou o rosto e a viu, o olhar dele desceu sem pressa pela regata, pelo short, pelas coxas nuas, e voltou à boca dela com uma honestidade perigosa.
— Trouxe a melhor garrafa da adega do meu pai — disse Camila, sorrindo de canto. — Já que é sua despedida.
— Sua mãe vai me matar se ela souber que abrimos isso — respondeu Bruno, a voz grave, rouca de cansaço e de outra coisa que ele tentava esconder.
— Ela está em Búzios com as amigas até segunda. E papai só chega amanhã à noite. Sobrou só a gente.
Camila serviu as taças, aproximou-se e entregou a dele de propósito perto demais. O perfume dela — baunilha e sal — subiu entre os dois. Sentaram no sofá externo de fibra, de frente para o escuro do Atlântico. O vinho descia fácil. A conversa começou em terreno seguro: a viagem de Bruno, o trânsito do Rio, a nostalgia de Copacabana. Mas o ar quente da noite ia encorpando outra coisa. Ela cruzava e descruzava as pernas. Ele acompanhava o movimento com o canto do olho, a mandíbula tensa.
— Você cresceu demais, Camila — murmurou ele, depois do segundo gole longo. — Toda vez que venho, acho que já me acostumei. Depois você aparece assim e eu… me perco.
— Assim como? — ela inclinou o corpo para frente, a regata caindo um pouco, o contorno dos mamilos visível no tecido fino. — Pode falar. É a última noite. Ninguém precisa fingir.
Bruno riu baixo, um som sem humor de verdade, só tensão.
— Você sabe exatamente o que está fazendo com essa roupa.
— Sei — admitiu ela, sem rodeios. Passou a língua no lábio inferior e segurou o olhar dele. — Sempre soube. Desde os dezoito, quando você veio passar o Réveillon e eu te peguei olhando quando eu saía da piscina. Eu gostava. Eu ainda gosto.
O silêncio que veio depois foi espesso. Uma moto passou na avenida embaixo. O vento mexeu as folhas das palmeiras do terraço.
— Isso é perigoso — disse Bruno, a voz mais baixa. — Eu sou amigo do seu pai há trinta anos. Eu te vi menina. E agora…
— Agora eu tenho vinte e um e escolho com quem eu quero trepar — cortou Camila, o tom direto, safado, sem vergonha. — E eu sempre fantasia com você. Com essas mãos. Com essa boca. Com o pau que eu imagino grosso debaixo da calça. Você lutou contra isso, não foi? Anos inteiros.
Ele fechou os olhos um segundo, como quem confessa em igreja.
— Lutei. Toda visita. Toda vez que você me abraçava no hall e eu sentia seu peito no peito. Toda vez que você me mandava mensagem pedindo dica de vinho só para conversar. Eu me dizia que era só carinho. Mentira. Eu queria te foder. Queria te ouvir gozar. E me odiava por isso.
Camila se levantou, tirou a taça da mão dele, pousou as duas no chão e ficou de pé entre as pernas abertas de Bruno. Aproxomou o corpo devagar, roçou a parte interna da coxa na lateral do joelho dele, depois sentou de lado no colo, o shortinho subindo, a bunda quente assentando sobre a coxa firme. Ele engoliu em seco. As mãos dele hesitaram no ar e depois desceram, seguras, para a cintura dela.
— Então para de lutar esta noite — sussurrou ela, o rosto a centímetros do dele. — Me beija. Me fode. Depois você vai embora e a gente finge o que quiser. Mas agora não.
O primeiro beijo foi hesitante só por um segundo — o peso da amizade, da idade, do nome do pai dela pairando como fantasma. Depois a fome ganhou. A boca de Bruno abriu a dela com língua quente, experiente, chupando o lábio inferior dela enquanto as mãos desciam e apertavam a bunda firme por cima do jeans fino. Camila gemeu baixinho na boca dele, virou o corpo para ficar de frente, abriu as pernas sobre a coxa dele e esfregou a boceta já molhada, o tecido do short e da calcinha colado na pele quente. O pau de Bruno endureceu rápido sob a calça, grosso, pulsando contra a parte de dentro da perna dela.
— Porra, Camila… — ele respirou contra o pescoço dela, mordendo de leve. — Você está encharcada.
— Há meses — ela riu, sem fôlego, rebolando devagar, sujando o tecido com o próprio tesão. — Toda vez que você mandava áudio eu me tocava pensando nisso. Em você me abrindo.
As mãos dele entraram por baixo da regata, subiram a pele lisa das costas, contornaram as costelas e pegaram os seios nus — ela não usava sutiã. Os polegares roçaram os mamilos duros e ela arqueou as costas, oferecendo mais. Bruno puxou a regata para cima e tirou, jogando no chão do terraço. A boca dele desceu, chupou um peito inteiro, a língua girando no bico enquanto a outra mão apertava a bunda dela por baixo do short, o dedo médio enfiando-se pela beirada da calcinha e encontrando o calor escorregadio da boceta.
— Assim… isso — Camila gemia baixinho, a voz falhando. — Me deda aqui mesmo. Quero seu dedo dentro antes do pau.
Ele enfiou dois dedos de uma vez, lentos e fundos, curvos para achar o ponto inchado por dentro. O polegar subiu e girou no clitóris inchado. Camila se agarrou aos ombros dele, rebolando contra a mão, molhando os nós dos dedos até o pulso. O beijo voltou faminto, dentes, saliva, gemidos engolidos. Quando ela estava prestes a gozar só com os dedos, Bruno tirou a mão, chupou os dedos na frente dela e ergueu o corpo.
— De quatro. No sofá.
Camila obedeceu sem pensar duas vezes. Ajoelhou no estofado externo, peito baixo, bunda alta, as mãos segurando o encosto. Bruno ajoelhou atrás, puxou o shortinho e a calcinha de uma vez só até os joelhos dela, depois tirou tudo. A boceta dela apareceu inchada, brilhante, os lábios abertos pelo desejo. Ele abriu o cinto, baixou a calça e a cueca o bastante para liberar o pau — grosso, veias marcadas, a cabeça já molhada de pré-gozo, maior do que ela tinha imaginado nas fantasias. Segurou a base, passou a glande de cima a baixo na fenda molhada, sujando o pau inteiro, e enfiou de uma vez só até o fundo.
Camila gritou abafado contra o braço. A boceta apertada cedeu centímetro por centímetro, esticada ao redor da grossura madura dele. Bruno agarrou o cabelo moreno dela com uma mão e a cintura com a outra e começou a meter com força, estocadas longas e fundas que faziam a bunda dela bater na virilha dele com um som molhado e obsceno. O terraço inteiro cheirava a sexo e vinho e mar.
— Isso, fode essa boceta — ela pedia, a voz embargada, empurrando para trás no ritmo dele. — Mais fundo. Me usa. Eu aguento.
Ele metia sem piedade, o pau saindo quase inteiro e entrando de novo até as bolas encostarem. A mão no cabelo puxava a cabeça dela para trás, arqueando as costas dela em curva perfeita. Suor escorria entre as omoplatas de Camila. Bruno baixou o corpo, mordeu a nuca dela, lambeu o sal da pele e murmurou no ouvido:
— Anos aguentando isso. Olhando essa bunda e fingindo que era só a filha do amigo. Agora olha você me engolindo inteiro.
Ele tirou o pau, virou ela de frente com facilidade de homem forte, deitou-a de costas no sofá e colocou as pernas dela sobre os ombros. A boceta ficou exposta, aberta, pulsando. Bruno encaixou de novo e fodeu com estocadas profundas e ritmadas, o ângulo batendo direto no ponto que fazia as coxas dela tremerem. Ao mesmo tempo baixou a cabeça e chupou os mamilos duros, um depois do outro, a língua rápida, os dentes de leve. Camila segurava a cabeça dele contra o peito, os olhos semicerrados, a boca aberta em gemidos altos que o vento da orla levava para o mar.
— Bruno… Bruno, eu vou… porra, não para —
Ela gozou gritando o nome dele, o corpo inteiro em espasmo, a boceta apertando o pau em ondas quentes que escorriam pela base e molhavam as bolas dele. Bruno segurou o ritmo até ela terminar de tremer, depois saiu devagar, o pau brilhando de gozo dela. Camila, ainda ofegante, escorregou do sofá para o chão do terraço, ajoelhou entre as pernas dele e puxou-o pela base.
— Agora é minha vez de te chupar direito.
A boca dela abriu larga e desceu no pau grosso e maduro com vontade, a língua chata na parte de baixo, a garganta relaxando para engolir o máximo possível. Saliva escorria pelo queixo. Ela chupava com ritmo sujo, a mão torcendo na base, os olhos levantados para o rosto dele. Bruno segurava o cabelo dela com as duas mãos, gemendo baixo, o ventre contraindo.
— Assim, safada… chupa esse pau que te fodeu…
Camila acelerou, a boca molhada fazendo barulho, a língua girando na cabeça a cada subida. Quando ele avisou que ia gozar, ela não afastou — engoliu mais fundo e recebeu jatos quentes de porra direto na língua e na garganta. Misturou saliva e porra com a boca ainda em volta, engoliu o que pôde e deixou o resto escorrer pelo canto dos lábios até o peito. Bruno puxou-a para cima, beijou a boca suja dela sem nojo nenhum, o gosto dos dois misturado, e os dois caíram no sofá abraçados, suados, o peito subindo e descendo no mesmo compasso.
Ficaram assim por um tempo longo, peles coladas, o suor esfriando devagar na brisa. O céu começou a clarear por trás do Pão de Açúcar. O primeiro tom rosado tocou as nuvens baixas. Camila traçou com o dedo o peito peludo de Bruno, o coração ainda acelerado sob a palma.
— O sol está nascendo — murmurou ela.
— E eu tenho que ir embora em poucas horas — respondeu ele, a voz rouca de prazer gasto. Beijou a testa dela, depois a boca, devagar. — Seu pai não pode saber. Ninguém pode.
— Eu sei.
Eles se vestiram devagar, sem pressa real, só o ritual de gente que não queria que a noite acabasse. Camila serviu o resto do vinho nas taças e eles beberam em silêncio, ombro com ombro, vendo a orla acender em dourado. Quando a luz já era demais para esconder qualquer coisa, Bruno puxou-a para um último beijo demorado no parapeito.
Camila ficou no terraço depois que ele desceu com a mala. O corpo ainda latejava, a boceta sensível dentro do shortinho colocado às pressas. Ela limpou a taça com um pano, guardou a garrafa vazia e sorriu sozinha para o mar. Já estava planejando. Em três semanas o pai viajaria a trabalho para Brasília e a mãe acompanharia. A casa ficaria vazia. Ela mandaria mensagem para Bruno pedindo “ajuda com um vazamento na torneira do terraço” — desculpa idiota, transparente, perfeita. Ele viria. E da próxima vez ela queria ele na cama de hóspedes, devagar, a noite inteira, sem relógio de amanhecer. Queria aprender o gosto dele de manhã. Queria gozar sentada no pau dele olhando o mesmo mar. A safada de vinte e um anos já contava os dias.
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