Neve, Desejo e Apenas Uma Cama

Neve de 22 anos e Rafael de 48 dividem a única cama do apartamento e acabam fodendo gostoso a noite toda.

13 min read September 01, 2026New

O calor do verão entrava pela janela entreaberta como uma respiração quente demais. Neve largou a mochila no chão e olhou ao redor do apartamento compacto de Rafael. Tinha chegado à cidade há menos de vinte e quatro horas, com uma mala, pouca grana e o anúncio que encontrara online: quarto para alugar, valor justo, dono viúvo, ambiente tranquilo. Nada preparava ela para o homem que abriu a porta.

Rafael tinha quarenta e oito anos bem vividos. Ombros largos, peito ainda firme sob a camiseta simples, cabelo escuro com fios prateados nas têmporas, olhos castanhos que a mediram devagar, sem pressa e sem disfarce. A mão dele apertou a dela no cumprimento e Neve sentiu o calor da pele, o peso da palma, a textura áspera de quem trabalha com as mãos.

— É pequeno — ele disse, a voz grave, rouca de cigarro antigo ou de silêncio demais. — Mas é só eu. Desde que a minha mulher morreu, sobrou espaço. O quarto que anunciei... na verdade era o escritório. Vendi a mesa. Ficou só o sofá. E a cama.

Neve piscou.

— Uma cama?

Rafael passou a mão na nuca, um gesto quase constrangido.

— Cama de casal. A única. Eu ia dormir no sofá, mas ele é curto pra caralho e as costas já não perdoam. A gente pode se revezar. Ou... dividir. Por enquanto. Até eu ajeitar outra coisa.

O apartamento cheirava a café passado e sabonete masculino. O ventilador de teto girava preguiçoso. Neve sentiu o suor escorrer entre as escápulas sob a blusa fina. Vinte e dois anos, recém-chegada, e ali estava ela diante de um homem quase da idade do pai dela, com a perspectiva de dividir o único colchão da casa numa noite abafada de janeiro.

— Tudo bem — respondeu, mais alto do que pretendia. — A gente se vira.

Os olhares se prenderam. O dele desceu um instante pelo pescoço dela, pela curva dos seios sob o tecido leve, pela barriga descoberta quando ela ergueu os braços para prender o cabelo. O dela parou na boca dele, nos braços grossos, no jeito como a calça jeans marcava a coxa. Nenhum dos dois fingiu que não notara.

À noite o calor piorou. Rafael ofereceu um shorts velho e uma camiseta larga. Neve trocou no banheiro, sentindo o tecido macio roçar os mamilos já sensíveis. Quando saiu, ele estava de bermuda, peito nu, deitado do lado esquerdo da cama. O ventilador fazia um barulho monótono. A luz da rua entrava em faixas amarelas pela cortina fina.

Ela deitou do outro lado. O colchão afundou sob o peso dos dois. O lençol fino cobria só até a cintura. O ombro dele quase tocava o dela. O cheiro de sabonete e pele quente encheu o espaço entre eles.

— Desculpa o aperto — murmurou Rafael. — Não planejei isso.

— Eu também não — ela respondeu, virando o rosto na almofada. No escuro quase total, os olhos dele brilhavam. — Mas não é... ruim.

Silêncio. O zumbido do ventilador. O suor colando a camiseta nas costas dela.

— Você é nova pra caralho pra estar sozinha numa cidade dessas — ele falou baixo.

— Vinte e dois. Já vivi coisa pra caralho. — Neve sorriu no escuro. — E você parece... sozinho há tempo.

— Três anos. Casa vazia come a gente por dentro.

Eles começaram a conversar. Primeiro sobre o aluguel, depois sobre a viagem dela, o emprego que ainda não tinha, o ex-namorado que ela deixara para trás. Rafael falou da mulher morta sem drama, só o fato seco: câncer, rápido, e o silêncio depois. As horas foram passando. As vozes baixaram. O lençol grudava nas coxas.

Neve virou de lado, de frente para ele. O joelho dela roçou a perna dele “sem querer”. Ele não afastou.

— Posso te falar uma merda? — ela perguntou.

— Fala.

— Eu sempre... fantasieí com homens mais velhos. Tipo, de verdade. Não aquele papo de “daddy” de internet. Homem de verdade. Com história no rosto. Com mãos grandes. Com essa porra de calma que vocês têm e a gente não tem.

Rafael soltou o ar devagar. A mão dele, que descansava entre os dois corpos, se fechou num punho e depois se abriu de novo.

— Porra, Neve.

— É verdade. Desde os dezoito. Olho pra caras da sua idade e meu corpo responde antes da cabeça. E você... desde que abriu a porta eu tô molhada. Desculpa a franqueza.

Ele riu baixo, um som rouco que vibrou no peito.

— Não pede desculpa. Eu não consigo parar de imaginar você. Esse corpo novo. Essa pele. Desde que você chegou eu fico duro só de lembrar do jeito que você cheirou o apartamento, como se tivesse chegando em casa. Eu fico pensando em abrir essa camiseta e chupar seus peitos até você gemer. Em enfiar a mão entre as suas pernas e sentir o quanto você tá molhada pra um cara velho pra caralho como eu.

O ar sumiu do peito dela. O “toque acidental” seguinte não foi acidental. O pé de Neve escorregou e a canela dela ficou colada à canela dele. Rafael girou o corpo um pouco. O braço dele passou por cima do lençol e a mão pousou na cintura dela, pesada, quente, dedos abrindo contra a costela.

— Isso é ok? — ele perguntou, a voz já mais grossa.

— Mais do que ok.

Os dedos dele subiram devagar sob a camiseta, traçando a pele úmida da barriga. Neve arrepiou inteira. Ela pegou o pulso dele — não para parar, mas para guiar. Empurrou a mão dele para cima, por cima do sutiã fino que ela ainda usava por baixo, e depois enfiou os dedos dele por baixo do bojo.

A palma áspera de Rafael cobriu o peito direito dela. O mamilo já duro esfregou contra o centro da mão. Os dois gemeram ao mesmo tempo, sons baixos, guturais, abafados pelo calor.

— Porra — ele rosnou. — Macio pra caralho. Quente.

Ele apertou devagar, o polegar rolando o bico endurecido em círculos lentos. Neve arqueou as costas, empurrando o peito contra a mão dele. A outra mão dela desceu e encontrou a coxa dele por cima da bermuda, subindo até sentir o volume grosso e duro que marcava o tecido. Ela apertou por cima, sentindo o tamanho, o calor.

— Você também — sussurrou. — Grande. Eu quero isso.

Rafael se aproximou mais. O rosto dele ficou a centímetros do dela. A respiração misturada. O joelho dele enfiou entre as coxas dela e ela abriu as pernas sem hesitar, esfregando o sexto úmido contra a coxa peluda dele. A calcinha dela já estava encharcada; o shorts emprestado grudava.

Ele massageava os dois seios agora, alternando, puxando levemente os mamilos, sentindo o peso jovem na palma. Neve gemia baixinho a cada aperto, a cada roçar do polegar. A mão dela abriu o cós da bermuda dele o suficiente para envolver o pau grosso com os dedos. A pele quente, a veia latejando, a glande já molhada de pré-porra.

— Assim — ele murmurou contra a boca dela, ainda sem beijar de fato. — Aperta mais. Porra, sua mão é pequena pra caralho nisso.

Ela obedeceu, subindo e descendo o prepúcio devagar, espalhando o líquido. O quadril dele empurrava contra o punho dela. A mão livre de Rafael desceu pela barriga dela, passou pelo elástico do shorts e da calcinha e encontrou o calor molhado entre os lábios. Dois dedos abriram a fenda e escorregaram no meio, encharcados de uma vez.

— Molhada pra porra — ele disse, a voz falhando. — Tudo isso por causa de mim?

— Por causa de você. Do seu cheiro. Da sua idade. Do jeito que você me olha como se quisesse me foder até eu não conseguir andar amanhã.

Os dedos dele circularam o clitóris com pressão firme, depois desceram e enfiaram devagar — primeiro um, depois dois — abrindo ela com paciência de quem sabe o que está fazendo. Neve estremeceu, a boceta apertando os dedos, o peito arqueando de novo na mão que ainda massageava. Eles gemiam abertamente agora, sem se importar com o volume. O colchão rangia sob os movimentos pequenos e urgentes.

Rafael lambeu o pescoço dela, o suor salgado, a linha da mandíbula. Ainda não a boca. A tensão do quase-beijo era outra camada de fogo. A mão dela masturbava o pau dele com ritmo constante, o polegar passando na fenda da glande a cada subida. Ele enfiava os dedos mais fundo, curvando, procurando o ponto que fez o gemido dela virar um soluço alto.

— Continua — ela pediu, a voz embargada. — Não para. Eu quero gozar na sua mão e depois quero esse pau grosso dentro de mim a noite toda.

— Vai gozar sim — ele prometeu, acelerando os dedos, o polegar esfregando o clitóris em círculos rápidos. — E eu vou te foder até o sol nascer. Vou gozar fundo nessa boceta nova e depois vou chupar até você gozar de novo. Mas primeiro isso. Primeiro eu quero sentir você escorrer na minha mão.

O corpo dela retesou. As coxas fecharam em volta do pulso dele. O peito subia e descia rápido sob a camiseta erguida. Rafael mordeu de leve o ombro dela no mesmo instante em que os dedos pressionaram o ponto certo e o polegar esmagou o clitóris. Neve gozou com um gemido longo, o corpo inteiro tremendo, a boceta pulsando ao redor dos dedos dele, o líquido escorrendo pela mão e pelo pulso. Ele continuou movendo devagar, prolongando, sussurrando putarias baixas no ouvido dela enquanto ela se contorcia.

Quando o tremor diminuiu, ele retirou os dedos e os levou à boca, chupando o gosto dela com um gemido gutural. Neve ainda ofegava, a mão ainda em volta do pau duro pra caralho dele, agora latejando com urgência.

— Sua vez — ela sussurrou, a voz rouca de prazer. — Quero te ver gozar. Quero sua porra na minha mão, nos meus peitos, onde você quiser. E depois a gente continua. A cama é uma só. A noite é inteira. Eu não vou embora dessa porra de colchão até você me foder direito.

Rafael a olhou no escuro, os olhos escuros de desejo puro, o peito subindo rápido. A mão dele voltou aos seios dela, apertando com mais força agora, e a outra desceu de novo entre as pernas molhadas, recomeçando o carinho lento, preparando o próximo round. O pau latejava no punho dela. O ventilador girava. O suor colava os corpos. Nenhum dos dois falou em dormir.

O desejo só aumentava, denso, quente, sem pressa de acabar — e a madrugada ainda estava só começando.

O pau de Rafael latejava grosso no punho de Neve, a glande já brilhando de pré-gozo quando ela se ergueu de joelho no colchão. A camiseta larga escorregou por um ombro, o shorts emprestado foi empurrado para baixo junto com a calcinha encharcada. Ela chutou as roupas para o lado e montou nele de uma vez, a boceta quente e escorregadia descendo devagar sobre a cabeça do pau. Rafael grunhiu fundo, as mãos grandes subindo pelas coxas dela até apertar as nádegas com força, os dedos afundando na carne macia.

— Porra, Neve... assim devagar — ele roçou, a voz rouca. — Quero sentir cada centímetro entrando nessa boceta apertada.

Ela desceu milímetro por milímetro, gemendo baixinho enquanto o pau grosso abria ela, enchendo tudo. Quando sentou até o fundo, o culozinho colado nas bolas dele, os dois soltaram o ar ao mesmo tempo. Neve começou a cavalgar devagar, rolando o quadril em círculos longos, subindo só um pouco e descendo de novo, sentindo as veias latejando contra as paredes. Rafael ergueu o tronco, a boca buscando o peito dela. Chupou o mamilo direito com fome, a língua quente girando o bico duro, dentes roçando de leve enquanto a outra mão apertava a bunda, puxando ela para baixo a cada descida.

— Mais fundo — ela pediu, a voz embargada, as unhas cravando no peito peludo dele. — Chupa forte. Eu gosto.

Ele obedeceu, sugando o outro peito, a barba rala raspando a pele sensível. Neve acelerou o ritmo aos poucos, as coxas tremendo, a boceta engolindo o pau inteiro a cada cavalgada. O colchão rangia, o suor escorria entre os seios dela e pingava no peito dele. Rafael apertava as nádegas com mais força agora, abrindo-as, o polegar roçando o cuzinho enquanto ela rebolava. O prazer subia rápido, denso, e ela começou a foder com força de verdade — subindo alto e descendo pesado, o pau batendo fundo, o barulho molhado de pele contra pele enchendo o quarto quente.

— Assim, porra — ele rosnou contra o peito dela, a língua ainda lambendo o mamilo inchado. — Cavala nesse pau velho. É teu. Usa.

Neve jogou a cabeça para trás, os cabelos grudados no pescoço suado, e rebolou mais rápido, a boceta engolindo e soltando o pau grosso com barulho úmido. Rafael chupava os peitos dela alternando, mordiscando, puxando os bicos com a boca enquanto as mãos esmagavam a bunda, guiando o ritmo bruto. O prazer latejava no clitóris dela a cada fricção, o pau batendo no fundo, e ela gemia alto, sem vergonha.

De repente ele a segurou pela cintura e a virou de uma vez. Neve caiu de quatro no colchão, o rabo empinado, e Rafael se ajoelhou atrás, enfiando o pau de uma estocada só. Fundo. Rápido. Ela gritou no travesseiro, os braços cedendo, o rosto na almofada enquanto ele começava a meter sem piedade. Uma mão dele agarrou o cabelo dela, puxando a cabeça para trás, a outra segurando o quadril com força. As estocadas eram profundas, o pau saindo quase todo e entrando até as bolas baterem na boceta molhada.

— Olha pra trás — ele ordenou, a voz grossa de tesão. — Quero ver essa cara enquanto eu te fodo.

Neve obedeceu, o olhar turvo de prazer, a boca aberta gemendo a cada pancada. Rafael puxava o cabelo mais forte, o ritmo brutal, o pau grosso abrindo ela toda, o som molhado e obsceno ecoando junto com o rangido da cama. Suor escorria pelas costas dela, pingava no lençol. Ele metia fundo e rápido, o corpo batendo no dela, a mão no cabelo controlando o ângulo para acertar aquele ponto que fazia a boceta dela apertar e tremer.

— Mais... assim... não para — ela gemia, a voz falhando. — Me fode direito, Rafael. Me usa.

Ele tirou o pau de repente, a deixando vazia e gemendo de frustração por um segundo, e a deitou de lado. Puxou a perna de cima dela para cima, abrindo tudo, e enfiou de novo de lado, o peito colado nas costas dela. A mão livre desceu e encontrou o clitóris, esfregando em círculos firmes enquanto o pau entrava fundo naquela posição. Estocadas brutais se alternavam com beijos molhados no ombro, no pescoço, na orelha. Rafael chupava a pele salgada dela, a língua quente, os dentes roçando, enquanto o quadril batia sem parar — fundo, duro, o pau latejando dentro.

— Porra, que boceta boa — ele falava entre beijos molhados e estocadas pesadas. — Apertada pra caralho. Feita pra me chupar seco. Vai gozar comigo, Neve. Juntos.

Ela rebolava de encontro às estocadas, a perna levantada tremendo no ar, a mão dele no clitóris acelerando. O prazer vinha em ondas quentes, a boceta contraindo no pau grosso a cada vez que ele enfiava até o fundo. Beijos molhados na boca dela quando ela virou o rosto — línguas se chocando, saliva misturando, gemidos engolidos entre as estocadas brutais. O ritmo alternava: uma hora lento e fundo, sentindo cada veia, outra hora rápido e selvagem, o colchão rangendo alto, os corpos suados colados.

— Eu vou... porra, eu vou gozar — Neve gritou, a voz alta, o corpo inteiro retesando. — Mete... mete fundo... juntos!

Rafael meteu mais forte, a mão no clitóris esmagando no ritmo certo, o pau latejando grosso dentro dela. Os dois gozaram juntos, gritando. A boceta dela pulsando louca, espremendo o pau, o gozo quente escorrendo enquanto ele despejava jatos grossos fundo, gemendo o nome dela rouco contra o pescoço. O corpo dele tremia, as estocadas curtas e profundas enquanto esvaziava tudo dentro dela, o líquido quente vazando entre os corpos colados. Neve gritava ainda, o orgasmo longo, as pernas tremendo, o clitóris latejando sob os dedos dele.

Eles ficaram assim, ofegantes e suados, o pau ainda latejando dentro da boceta molhada, o gozo escorrendo pela coxa dela. O ventilador girava preguiçoso, o cheiro de sexo e suor impregnando o quarto pequeno. Rafael beijou o ombro de Neve, a boca quente na pele úmida, e murmurou baixo, a voz rouca de quem acabara de gozar forte:

— Quero repetir isso todas as noites. Todas. Essa cama, você montando, eu te fodendo até não sobrar fôlego. Não quero outra coisa.

Neve sorriu, ainda ofegante, o corpo mole de prazer. Virou-se de frente para ele, os olhos brilhando no escuro quase total, e deslizou a mão pelo pau dele — já meio duro de novo, escorregadio do gozo dos dois. Apertou de leve, o polegar passando na glande sensível, e respondeu com a voz rouca e satisfeita:

— A cama é nossa agora. Só nossa. Essa porra de desejo entre uma garota de vinte e dois e um homem de quarenta e oito... tá só começando.

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