A Paixão que Desabou no Telhado

Clara, de 22 anos, fode loucamente com o vizinho Trent de 48 no telhado da garagem durante o verão.

21 min read September 05, 2026New

Eu sou Clara, vinte e dois anos, e voltei pra casa dos meus pais nas férias de verão com a cabeça cheia de planos bobos e o corpo inquieto. O sol castigava o bairro inteiro naquela tarde, e do outro lado da cerca baixa morava ele: Trent, quarenta e oito, divorciado, ombros largos, peito cabeludo que eu já tinha reparado mais vezes do que admitia em voz alta. Ele estava no telhado inclinado da garagem, camisa amassada jogada no degrau da escada, martelo na mão, suor escorrendo pela coluna. Quando me viu parada no quintal com a cara de quem não tinha o que fazer, gritou:

— Clara! Sobe aí, menina. Preciso de uma mãozinha antes que essa telha caia na cabeça de alguém.

Subi. O metal quente queimava a sola dos pés descalços e o cheiro de alcatrão misturado com pele suada me bateu de uma vez. Trent me puxou pelo pulso pra eu não escorregar e, sem cerimônia, colocou o martelo na minha mão.

— Segura assim. Cotovelo firme. Bate seco, não com raiva. — A voz dele era grossa, rouca de calor. Ficou atrás de mim, peito encostando nas minhas costas enquanto ajustava meus dedos. O pau dele, ainda preso na calça jeans gasta, tocou de leve a curva da minha bunda. Não recuei. Senti o olhar dele descer pelo meu shortinho curto, pelas coxas suadas, pelo decote que eu tinha amarrado de propósito mais baixo. Meu estômago revirou de um jeito proibido. Quarenta e oito anos. Eu com vinte e dois. Vizinho. Homem que já tinha vivido casamento, briga, solidão. E eu ali, molhando a calcinha só de sentir o calor do corpo dele colado no meu.

— Você aprende rápido — murmurou perto da minha orelha. — Corpo jovem tem precisão. Eu gosto disso.

Continuei batendo a telha, mas cada martelada vinha acompanhada de um roçar. Meu ombro no peito dele. Minha bunda na coxa. O suor escorria entre meus peitos e eu via ele engolir seco. A tensão subia junto com o cheiro de verão. Ele elogiava sem disfarce:

— Essa cintura fina… essas pernas. Parece que o sol inventou você só pra me torturar aqui em cima.

Eu ri, safada, e confessei o que nunca tinha dito em voz alta pra ninguém:

— Sempre fantasiei com homem mais velho. Experiente. Alguém que soubesse exatamente onde apertar, sem pressa de menino. Você… você encaixa perfeito nessa fantasia, Trent.

Ele soltou uma risada baixa, suja. As piadas foram ficando cada vez mais safadas. Falou de como eu devia gemer alto, de como o telhado ia tremer se a gente resolvesse testar. Eu provoquei de propósito: me inclinei demais pra alcançar uma prego, short subindo, bunda empinada bem na frente da cara dele. Senti o polegar grosso dele passar devagar pela minha coxa, subindo.

— Para de se mexer desse jeito se não quiser que eu te foda agora mesmo — rosnou, sem raiva, só fome.

Eu virei o rosto, ofegante:

— E se eu quiser exatamente isso?

Ele segurou minha cintura com as duas mãos, dedos cravando na carne macia, e nos puxou de frente. Nossos corpos colaram. O pau duro dele marcava contra a minha barriga. Olhos nos olhos.

— Então admite. Quer foder aqui, nesse telhado quente, comigo. Sem pressão. Só desejo.

— Quero — respondi, a voz saindo rouca. — Quero teu pau grosso dentro de mim agora. Diferença de idade, vizinho, o que for. Me fode.

Não teve beijo demorado. Foi fome. Trent me virou de quatro no telhado inclinado, mãos firmes nos meus quadris jovens. Puxou o short e a calcinha num movimento só, deixando minha boceta exposta ao ar quente. Eu já estava encharcada. Ele se ajoelhou atrás, afastou minhas nádegas e passou a língua inteira na fenda molhada, de baixo pra cima, chupando o clitóris inchado com barulho obsceno. Gemi alto, sem vergonha de quem pudesse ouvir na rua.

— Porra, Clara… que gosto de putinha novinha. — Lambia fundo, enfiando a língua, depois chupava de novo enquanto eu rebolava contra a boca dele. Dois dedos entraram fáceis, curvados, achando o ponto que me fez tremer a perna. — Goza assim se quiser. Eu ainda nem te fodi.

Não aguentei. Gemi o nome dele e gozei na língua dele, boceta pulsando, mel escorrendo pelo queixo. Trent se ergueu, abriu o zíper, tirou o pau grosso e veioso — mais grosso do que eu esperava — e encaixou a cabeça inchada na minha entrada. Empurrou de uma vez, fundo, até as bolas baterem na minha bunda. O grito que soltei ecoou no telhado.

— Isso… isso mesmo — ele falava enquanto me fodia com força, segurando meus quadris com as mãos grandes, me puxando pra trás a cada estocada. O pau abria caminho molhado, batendo fundo, o barulho molhado de pele contra pele misturado com meus gemidos. — Que boceta apertada de menina. Me aperta assim.

Eu rebolava de quatro, peitos balançando, mamilos duros raspando no calor do telhado. Ele me fodia sem piedade e eu pedia mais. Quando minhas coxas começaram a tremer de novo, Trent se deitou de costas, puxou meu corpo pra cima e me fez montar. Encaixei o pau dentro de mim outra vez e comecei a cavalgar com vontade, rebolando em círculos, subindo e descendo rápido. Ele segurou meus peitos, puxou os mamilos pra boca e chupou com força, dentes de leve, língua girando enquanto eu gemía e me esfregava nele.

— Chupa mais — pedi. — Me usa o verão inteiro.

Ele sorriu com a boca ocupada e mordeu de leve. Eu cavalgava desesperada, boceta engolindo o pau até a base, clitóris batendo no osso dele. Quando senti que ia gozar de novo, Trent me virou de lado com facilidade absurda. Deitou atrás de mim, ergueu uma das minhas pernas no ar e penetrou fundo de novo, estocadas longas e profundas nessa posição. Uma mão no meu peito, outra no meu clitóris, esfregando em círculos.

— Vou gozar dentro — avisou, voz quebrada. — Quer?

— Quero. Enche. Me enche.

Ele meteu até o fim, gemeu grosso contra meu pescoço e despejou jatos quentes lá no fundo. O pau latejando, pulsando. Eu apertei em volta dele com tudo, gozei apertando aquele pau grosso, gemendo sem vergonha nenhuma, o corpo inteiro contraído, a boceta esguichando um pouco de prazer misturado com porra. Ficamos assim, ofegantes, o céu do fim de tarde avermelhado acima de nós, o suor escorrendo juntos, o pau ainda semi-duro dentro de mim, vazando.

Trent me beijou com uma carinho que contrastava com a foda bruta de minutos antes. Lábios lentos, língua preguiçosa, mão acariciando meu cabelo grudado na testa.

— Isso não vai ficar só uma vez, Clara — murmurou contra minha boca. — Longe disso.

Eu sorri safada, ainda com a perna dele entre as minhas, a boceta latejando gostoso, cheia.

— Bom. Porque eu quero aprender muito mais com você. O verão inteiro. Cada posição que você souber. Cada jeito sujo. Me ensina tudo, Trent.

Ele riu baixo, a mão descendo de novo pela minha barriga, dedos brincando com o excesso que escorria de mim. O sol ia baixando, mas o calor entre a gente só aumentava. Lá embaixo a vida do bairro seguia normal; em cima do telhado, a gente já planejava a próxima vez sem nem ter descido a escada. E eu sabia, no fundo da barriga ainda trêmula, que a coisa só estava começando.

Eu ainda tremia com o pau dele dentro de mim quando o sol começou a baixar de verdade, pintando o telhado de laranja sujo. O excesso escorria quente pela minha coxa, misturando porra e gozo, e eu não queria limpar. Queria sentir aquele bagaço o resto da noite. Trent tirou devagar, o pau saindo com um ploc molhado, e eu gemí pela falta. Ele riu baixo, aquele som rouco que já me deixava de novo molhada.

— Levanta, menina. A gente não vai ficar exposta aqui até a rua inteira perceber.

Me ajudou a descer a escada de metal, as mãos dele grandes demais na minha cintura miúda, o short e a calcinha amassados na mão dele como troféu. Descalça, o cimento do quintal ainda quente queimava a sola. Entramos pela porta dos fundos da garagem dele — escura, cheirando a óleo e madeira velha. Assim que a porta bateu, ele me empurrou contra a bancada de ferramentas. Ferramentas frias no meu assento nu. Eu ri, safada, e confessei direto:

— Sempre quis ser usada assim. Sem drama. Só foda. Você me fodeu no telhado como se eu fosse sua putinha particular e eu gozei duas vezes só de ser tratada assim. Quero mais. Agora.

Ele não pediu licença. Puxou minha camiseta por cima da cabeça, peitos saltando livres, mamilos ainda marcados dos dentes dele. A boca desceu voraz, chupando um peito inteiro, dentes arranhando, língua girando enquanto a mão livre abria o zíper de novo. O pau já estava duro outra vez, veioso, brilhando com o que sobrara de mim. Empurrei ele pra baixo pela cabeça e me sentei na beira da bancada, abrindo as pernas largas.

— Chupa de novo. Quero ver esse homem de quarenta e oito engolindo a boceta da vizinha de vinte e dois.

Trent se ajoelhou sem hesitação. A língua entrou fundo de uma vez, lambendo o mel que ainda escorria, chupando o clitóris inchado com barulho nojento e gostoso. Dois dedos grossos entraram fáceis, curvados, batendo no ponto que me fazia enxergar estrelas. Eu segurei o cabelo grisalho dele e rebolei na cara dele, gemendo alto demais pra quem tinha vizinhos perto.

— Isso… fode com a língua. Me come inteira.

Ele chupava como homem faminto, barba rala arranhando minhas coxas internas. Quando eu já estava a ponto de gozar de novo, ele parou, se ergueu e enfiou o pau de uma cajadada só. A bancada tremeu. Eu gritei. Ele me fodia em pé, estocadas curtas e brutais, o pau abrindo caminho na boceta já inchada e escorregadia. Cada batida fazia meu peito quicar, o barulho molhado ecoando na garagem.

— Que apertada — rosnava contra meu pescoço. — Parece que nunca levou pau grosso de verdade. Vou te viciar nisso, Clara. Todo dia. Toda posição. Você vai descer as escadas coxeando o verão inteiro.

Eu entrelacei as pernas na cintura dele e puxei mais fundo. A diferença de idade me deixava louca — as mãos dele calejadas, o peito cabeludo raspando nos meus peitos lisos, a voz grossa mandando. Quarenta e oito anos de fome contra vinte e dois de vontade. Ele me virou de bruços sobre a bancada, uma mão na nuca me segurando, a outra abrindo minhas nádegas. O pau enfiou de novo, mais fundo ainda, as bolas batendo molhadas.

— Me olha — pediu, e eu virei o rosto. Olhos nos olhos enquanto ele me arrombava gostoso. — Admite que gosta de ser fodida por um velho.

— Adoro — confessei ofegante. — Adoro teu pau grosso me esticando. Adoro que você já viveu tudo e agora vive em mim. Me usa. Me ensina a gozar como mulher de verdade.

Ele acelerou. A mão desceu pro meu clitóris e esfregou rápido, circular, enquanto as estocadas ficavam longas e profundas. Eu gozei esguichando na bancada, boceta pulsando apertada em volta dele, gemendo o nome dele como se fosse oração suja. Trent segurou firme e gozou de novo dentro, jatos quentes enchendo o que já estava cheio, o pau latejando até a última gota. Ficamos assim, ele colado nas minhas costas, respiração quente no meu ombro.

Mas ele não parou. Ainda semi-duro, tirou o pau, se ajoelhou outra vez e lambeu a bagunça que escorria — porra e gozo misturados, língua suja limpando e lambendo ao mesmo tempo. Eu tremia, rindo fraco.

— Porra, Trent… você é nojento. Eu adoro.

Ele se ergueu, me puxou pela mão e me levou escada acima pra casa dele. Quarto simples, cama desfeita, cheiro de homem solteiro. Me jogou na cama e se deitou de costas.

— Sobe. Quero ver essa cintura fina dançando no meu pau até o sol nascer.

Monte i de frente, encaixei devagar, sentindo cada veia. Comecei a cavalgar lento, rebolando em círculos, peitos balançando na cara dele. Ele chupava os mamilos um de cada vez, mãos apertando minha bunda, me guiando. Eu confessei mais, a voz saindo rouca de tanto gemer:

— Eu tocava pensando em você desde que voltei. Fantasiava você me pegando no quintal, me abrindo no sofá da minha mãe, me fodendo enquanto eu ligava pra faculdade. Agora tô aqui, cheia da tua porra, e quero que você me foda em todo canto dessa casa. Quero aprender a chupar direito. Quero teu pau na minha boca até engasgar. Quero que você me espanca de quatro e depois me beija devagar. Me ensina tudo sujo que você sabe.

Ele sorriu sujo, me puxou pra frente e me beijou fundo enquanto eu cavalgava mais rápido. O pau batia fundo, o clitóris esfregando no osso dele. Quando senti o terceiro orgasmo subindo, ele me virou de costas sem sair de dentro — cowgirl reverso. Segurei os joelhos dele e rebolei com força, bunda empinada, boceta engolindo até a base. Ele deu tapas na carne macia, um, dois, três, o ardor misturando com o prazer. Eu gozei gritando, corpo inteiro se contraindo, mel escorrendo pelas bolas dele.

Trent me puxou pra baixo, me deitou de lado de novo e enfiou por trás, colherinha suja. Estocadas lentas e profundas agora, uma mão no meu peito, outra abrindo minha boca com dois dedos pra eu chupar. Eu chupava os dedos dele lambuzados de mim enquanto ele me fodia devagar, construindo de novo. O suor colava nossos corpos. O cheiro de sexo enchia o quarto.

— Amanhã de manhã eu te quero de joelhos na cozinha — murmurou no meu ouvido. — Café na mesa e pau na boca. Depois te levo pro banheiro e te fodo no box até a água ficar fria. E se seus pais ligarem perguntando onde você tá, você vai falar que tá ajudando o vizinho… enquanto eu estiver te arrombando.

Eu ri contra os dedos dele, safada, a boceta latejando gostoso em volta do pau ainda duro.

— Vou. Vou mentir gostoso. E vou voltar todo dia. Quero que você me marque. Quero andar pela rua com a boceta latejando e saber que foi você. Diferença de idade, vizinho, telhado, garagem, cama… não importa. Me fode o verão inteiro até eu não conseguir mais pensar em menino da minha idade.

Ele mordeu meu ombro, acelerou de novo, e eu senti o quarto jato quente enchendo fundo. O pau pulsava, eu apertava, os dois ofegantes no escuro do quarto. Fora, o bairro dormia. Dentro, o calor não baixava. A mão dele desceu outra vez, dedos brincando com o excesso que escorria, e eu já sentia o corpo pedindo mais, a tensão subindo de novo, a promessa suja pairando no ar abafado. O verão só tinha começado, e eu já estava viciada naquele pau grosso e naquela voz rouca me ensinando cada jeito sujo de gozar.

Eu ainda não tinha me recuperado do quarto gozo quando os dedos de Trent giraram devagar na bagunça quente que escorria de mim. Ele enfiou dois de volta, só pra sentir como eu pulsava, e eu gemí contra o travesseiro, a voz rouca de tanto gritar.

— Ainda quer mais, putinha? — murmurou no meu ouvido, a barba rala raspando meu ombro. — O corpo dessa novinha não cansa nunca.

— Não cansa — confessei, rebolando nos dedos dele. — Quero teu pau de novo. Quero chupar. Quero tudo que você prometeu.

Ele tirou os dedos, passou na minha boca e eu chupei limpo, lambendo a mistura de porra e gozo como se fosse o melhor doce do verão. O gosto salgado e amargo me fez a boceta latejar outra vez. Trent se sentou na beira da cama, as pernas abertas, o pau semi-duro ainda brilhando.

— Ajoelha. Agora você vai aprender a engolir direito.

Desci ao chão de madeira fria, os joelhos doendo gostoso. Segurei o pau grosso com as duas mãos — pesado, veioso, cheirando a sexo e suor de homem de verdade. Passei a língua na cabeça inchada, lambendo o pré-gozo que já pingava, depois abri a boca e desci devagar. Ele gemeu grosso quando a garganta apertou.

— Isso… sem pressa de menina. Respira pelo nariz. Engole fundo.

Empurrei até engasgar, saliva escorrendo pelo queixo, olhos marejados. A mão grande dele segura meu cabelo, guiando o ritmo. Subia e descia, chupando com barulho molhado, a língua rodando na veia grossa. Cada vez que eu engolia mais fundo, ele elogiava sujo:

— Que boca quente de vizinha safada. Vinte e dois anos e já mamando pau de quarenta e oito como se nascesse pra isso. Continua. Mais fundo.

Eu rebolei no ar, boceta vazia e pingando no chão, enquanto ele fodia minha boca com estocadas controladas. Quando senti ele endurecer de vez, puxou meu cabelo e tirou o pau com um ploc.

— Suficiente. Sobe na cama de quatro. Vou te foder a cara na cama até você gozar só de levar porrada.

Obedeci rápido, empinando a bunda. Ele se ajoelhou atrás, deu dois tapas fortes na carne macia — o ardor queimando gostoso — e enfiou de uma vez. O pau abriu caminho na boceta já inchada e escorregadia, as bolas batendo molhadas. Eu gritei no travesseiro, os peitos balançando a cada estocada brutal.

— Mais forte — pedi. — Me usa. Me marca.

Trent segurou minha cintura com as duas mãos calejadas e meteu fundo, sem piedade, o barulho de pele contra pele enchendo o quarto. Uma mão desceu pro meu clitóris e esfregou rápido enquanto fodia. Eu gozei esguichando de novo, o corpo inteiro tremendo, a boceta apertando aquele pau grosso como se quisesse milhar.

Ele não parou. Continuou metendo através do meu orgasmo, prolongando até eu quase chorar de prazer. Depois tirou, me virou de barriga pra cima e se deitou por cima, o peito cabeludo raspando nos meus peitos lisos. Enfiou de novo, olho no olho, estocadas longas e profundas agora.

— Confessa mais — ordenou, a voz rouca. — Fala o que você quer que eu faça com essa boceta novinha o resto do verão.

— Quero que você me foda na cozinha de manhã — ofeguei, as unhas cravando nas costas dele. — Quero chupar teu pau enquanto o café esfria. Quero que me leve pro banheiro e me estupro gostoso no box até a água ficar gelada. Quero teu gozo escorrendo pela minha coxa quando eu for almoçar com meus pais. Quero aprender a gozar com teu pau no meu cu também. Me ensina tudo, Trent. Me vicia.

Ele sorriu sujo e acelerou. A cama bateu na parede. Quando sentiu que ia gozar, puxou pra fora, se ajoelhou na minha cara e jatos quentes espirraram na minha língua, no meu queixo, nos meus peitos. Eu abri a boca e engoli o que pude, lambendo os lábios.

— Nojento — ri, ofegante. — Adoro.

Trent me puxou pela mão e me arrastou pra fora do quarto, nus pelos corredores escuros da casa dele. A cozinha cheirava a café velho e madeira. Ele me sentou na mesa de madeira fria, abriu minhas pernas e enfiou a língua de novo, chupando o excesso que ainda escorria. Eu reclinei nas mãos, gemendo alto, os peitos pro ar.

— Come — pedi. — Me limpa com a boca e depois me suja de novo.

Ele chupou até eu quase gozar outra vez, depois se ergueu, puxou minha bunda pra beira da mesa e enfiou o pau duro outra vez. A mesa tremeu. Eu gritei o nome dele, as pernas no ar, calcanhares batendo nas costas largas. Ele me fodia em pé, segurando meus tornozelos, olhando a boceta engolir cada centímetro.

— Olha pra baixo — mandou. — Vê como essa putinha de vinte e dois tá levando pau grosso de homem feito.

Olhei. O pau sumia e aparecia brilhando, esticando minha entrada rosada. O clitóris latejava. Eu gozei mais uma vez, o corpo se contraindo, mel escorrendo pela mesa. Trent segurou firme e despejou o quinto jato fundo, gemendo contra meu peito, o pau pulsando até esvaziar.

Mas a noite não acabava. Ele me carregou pro banheiro, abriu o chuveiro e me empurrou contra o azulejo frio. A água quente escorria entre a gente. Ele me virou de frente pra parede, ergueu uma perna e penetrou por trás de novo, estocadas molhadas misturadas com o barulho da água. Uma mão no meu peito, apertando o mamilo, a outra esfregando meu clitóris.

— Amanhã cedo te quero aqui de novo — rosnou no meu ouvido. — E no quintal. E no sofá da sala. Se teus pais ligarem, você vai atender com o pau dentro. Vai falar baixinho que tá tudo bem enquanto eu te arrombo.

— Vou — confessei, a voz quebrando de prazer. — Vou mentir e gozar ao mesmo tempo. Me fode mais fundo. Me enche outra vez.

Ele acelerou, a água escorrendo pelos nossos corpos colados, o cheiro de sexo se misturando com vapor. Eu sentia cada veia, cada batida das bolas na minha bunda molhada. Quando o orgasmo veio de novo, foi tão forte que minhas pernas fraquejaram. Trent me segurou e gozou fundo, o pau latejando, jatos quentes se misturando com a água que escorria pelas minhas coxas.

Desligamos o chuveiro, mas não saímos. Ficamos encostados no azulejo, ofegantes, o pau ainda dentro, semi-duro, vazando. Ele beijou meu pescoço devagar, a mão acariciando minha barriga.

— O sol vai nascer daqui a pouco — murmurou. — E eu ainda não te fodi o cu. Ainda não te fiz cavalgar na varanda. Ainda não te amarreí na cama e te chupei até você implorar pra parar.

Eu ri safada, rebolando de leve no pau que começava a endurecer de novo dentro de mim.

— Então não para. O verão é longo. Me usa até eu não aguentar mais andar. Me ensina a ser tua putinha particular de vinte e dois anos. Eu quero voltar pra faculdade coxeando e cheirando a você.

Ele mordeu meu ombro, puxou o pau pra fora com um som molhado e me virou de frente. O olhar dele estava escuro de fome de novo.

— De joelhos no box. Chupa limpo. Depois a gente vai pra varanda antes que o bairro acorde. Quero te foder com o vento quente batendo nessa bunda enquanto o céu clareia.

Ajoelhei na água acumulada no chão, o azulejo frio nos joelhos, e abri a boca. O pau grosso, ainda sujo de nós dois, entrou devagar. Eu chupei com vontade, olhando pra cima, vendo o homem de quarenta e oito gemer por causa da vizinha novinha. A tensão no ar não baixava. Meu corpo inteiro pedia mais, a boceta latejando vazia, o cu coçando de curiosidade suja, a promessa da varanda e do amanhecer pairando quente entre a gente. O verão mal tinha começado de verdade, e eu já sabia que cada hora daqui pra frente ia ser pior — e melhor — que a anterior.

Eu abri a boca e engoli o pau dele até a raiz, o gosto salgado de nós dois me deixando ainda mais molhada. A água escorria pelos meus ombros enquanto eu chupava com vontade, língua rodando na cabeça inchada, engasgando de propósito só pra ver ele gemer grosso. Trent puxou meu cabelo, guiando, fudendo minha garganta devagar.

— Assim… limpa tudo, putinha. Depois a gente vai pra fora.

Eu chupei até ele estar duro de novo, brilhando de saliva. Ele me puxou de pé, me beijou com a boca suja e me carregou pela casa escura até a varanda dos fundos. O ar da madrugada ainda quente batia na pele nua. O céu clareava de laranja pálido, o bairro quieto. Trent me empurrou contra o peitoril de madeira, de frente pro quintal, e se ajoelhou atrás. A língua dele entrou no meu cu sem aviso, lambendo devagar, abrindo, molhando. Eu gemi alto demais pra hora, as mãos apertando o corrimão.

— Porra, Trent… isso.

— Relaxa. Você pediu pra aprender. Hoje eu te fodo aqui também.

Dois dedos entraram no cu devagar, esticando, enquanto a outra mão esfregava meu clitóris inchado. Eu rebolava contra a cara dele, a boceta pingando no chão de madeira. Quando eu já tremia, ele se ergueu, cuspiu na cabeça do pau grosso e encaixou no meu cu. Empurrou centímetro por centímetro, devagar, a dor gostosa queimando misturada com prazer. Eu soltei um gemido rouco, o corpo inteiro tenso.

— Isso… entra. Me arromba o cu. Quero sentir.

Ele meteu até as bolas baterem na minha bunda. Ficou parado um segundo, me deixando me acostumar, mão no meu peito apertando o mamilo. Depois começou a foder — estocadas longas e fundas, o pau abrindo meu cu apertado, o peito cabeludo colado nas minhas costas. O vento quente batia na minha boceta exposta, no clitóris latejando. Eu confessei ofegante, a voz saindo quebrada:

— Sempre fantasiei ser arrombada assim por um homem mais velho. No quintal. Sem vergonha. Você me estica perfeito, Trent. Me usa. Me marca por dentro.

Ele acelerou, uma mão descendo pra enfiar dois dedos na minha boceta ao mesmo tempo, fudendo os dois buracos. O barulho molhado misturava com meus gemidos e o canto distante de um galo. Eu gozei forte, o cu pulsando no pau dele, a boceta esguichando nos dedos. Trent segurou firme e gozou fundo no meu cu, jatos quentes enchendo, o pau latejando até a última gota.

Mas não parou. Tirou devagar, o excesso escorrendo pela minha coxa, e me virou de frente. Me sentou no peitoril, abriu minhas pernas e enfiou de novo na boceta já inchada. Estocadas rápidas agora, olho no olho, o sol nascendo atrás dele. Eu entrelaçei as pernas na cintura dele e puxei mais fundo.

— Me fode até eu não aguentar mais — pedi. — O verão inteiro é teu.

Ele me fodia em pé, segurando minha bunda, o pau sumindo e aparecendo brilhando de porra e gozo. Chupava meus peitos, dentes de leve, enquanto eu rebolava. Quando o orgasmo veio de novo, foi tão forte que gritei o nome dele pro quintal vazio. Trent segurou e despejou mais um jato quente dentro da boceta, gemendo contra meu pescoço.

Ainda semi-duro, me tirou do peitoril, me deitou de quatro no chão da varanda e enfiou no cu outra vez. Mais fundo, mais bruto. Tapas na bunda, o ardor misturando. Eu empinava, pedindo mais, a cara no chão de madeira, o corpo todo suado e cheio. Ele me fodia o cu com força enquanto esfregava meu clitóris, e eu gozei mais uma vez, o corpo se contraindo, mel e porra escorrendo junto.

Por fim ele me puxou pra cima, me sentou no colo dele na cadeira de balanço da varanda, o pau ainda dentro do meu cu. Eu cavalgava lento agora, exausta e viciada, peitos balançando na cara dele. Ele chupava os mamilos, mãos na minha cintura miúda, me guiando. O sol já subia de verdade, o calor batendo nos corpos colados.

— Isso… dança no meu pau até esvaziar de novo — murmurou.

Eu rebolava em círculos, sentindo cada veia, o cu esticado e cheio. Quando ele gozou pela última vez, fundo, pulsando, eu apertei com tudo e gozei junto, o corpo mole contra o peito cabeludo dele. Ficamos assim, ofegantes, o pau ainda dentro, semi-duro, vazando devagar pela minha coxa. O suor escorria juntos. O vento quente da manhã secava a pele.

Trent beijou meu ombro devagar, a mão acariciando minha barriga suada, dedos brincando com o excesso que escorria. Eu sorri contra o pescoço dele, a boceta e o cu latejando gostoso, o corpo inteiro mole e marcado.

— O verão só começou — confessei rouca, ainda sentindo ele latejar dentro. — E eu já sou tua.

Ele riu baixo, o som rouco vibrando no peito. A mão dele subiu até meu cabelo grudado, puxando de leve só pra me beijar lento, língua preguiçosa. Eu fiquei ali, perna jogada por cima da dele, o sol esquentando a varanda, o cheiro de sexo e alcatrão ainda no ar, o pau dele esfriando devagar dentro de mim enquanto o bairro acordava lá embaixo.

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