Massagem Entre Amigos na Van

Dois amigos héteros curiosos na van ganham uma massagem que vira foda bruta.

28 min read August 22, 2026New

A van velha balançava na estrada deserta, o motor rouco engasgando de vez em quando como se também estivesse de ressaca. Lá fora ainda era madrugada fechada, o céu num azul sujo que mal prometia amanhecer. Dentro, o cheiro misturava cerveja barata, suor de festa e o perfume enjoado do ambientador de pinho pendurado no retrovisor.

Lucas dirigia com uma mão só no volante, a outra esfregando a nuca. Vinte e quatro anos, camisa aberta no peito, jeans largos, o cabelo escuro bagunçado grudado na testa. Hétero, ou pelo menos era o que ele repetia pra si mesmo desde a adolescência. Mas aquela noite tinha sido estranha. Olhares longos demais no banheiro da festa. Uma brincadeira de Diego que ficou no limite. E agora o banco duro da van emprestada do tio do Rafael estava matando a lombar dele.

— Porra, mano… esse banco parece concreto. Minha coluna vai quebrar antes da gente chegar em casa.

Diego estava no banco do passageiro, perna esticada, celular no colo sem mexer nele. Mais baixo que o amigo, ombros largos, barba por fazer, camiseta preta colada no peito. Gay assumido desde os dezenove, sem drama, sem frescura. E curioso pra caralho com o jeito que Lucas vinha se mexendo a noite inteira.

— Para o carro então, otário. Cinco minutos. Eu te aperto esses ombros antes que tu comece a gemer de dor de verdade.

Lucas riu, mas o som saiu rouco. Olhou pro relógio do painel — quase quatro da manhã — e desviou pra um acostamento de terra batida, longe de qualquer luz. Desligou o motor. O silêncio bateu pesado, só o tic-tic do motor esfriando e a respiração dos dois.

— Rápido, viu? Só os ombros. Tô duro pra caralho.

Diego já estava se virando no banco, o joelho encostando na coxa de Lucas sem querer… ou querendo. A mão dele subiu devagar até o ombro direito do amigo, apertando por cima da camisa.

— Tira essa porra. Senão não adianta nada.

Lucas engoliu em seco. O ar dentro da van ficou mais quente de repente. Ele puxou a camisa pela cabeça, jogou no painel, e ficou só de peito nu, a pele clara marcada pelo suor seco da festa. Os músculos das costas tensionados, a linha da coluna descendo até a calça jeans que marcava a bunda sentada no banco.

Diego passou a perna por cima do freio de mão e se ajoelhou meio torto no espaço apertado entre os bancos. As duas mãos dele desceram nos ombros de Lucas com força de verdade — polegares cavando a carne rígida, dedos abrindo caminho pelos nós do trapézio.

— Porra… assim, caralho — Lucas soltou, a voz baixa, a cabeça caindo pra frente. Os olhos fecharam. O calor das mãos de Diego queimava.

Diego apertava devagar no começo, depois com mais peso, os nós dos dedos entrando fundo. Sentia o cheiro do amigo de perto: suor, desodorante barato e um fundo de tesão que ele conhecia bem demais. Seu próprio pau já estava semi-duro dentro da calça, mas ele fingia que era só massagem.

— Tu tá pedra, Lucas. Que porra tu fez na festa? Carregou o som nas costas?

— Dancei igual idiota… e fiquei de pé três horas. Aí esse banco merda.

As mãos de Diego desceram um pouco mais, saindo dos ombros e entrando nas omoplatas. Os polegares deslizaram ao longo da espinha, pressionando cada vértebra com precisão. Lucas arqueou as costas sem querer, um gemido baixo escapando da garganta. Não era gemido de dor. Era outra coisa.

Diego sentiu o próprio peito apertar. Olhou o perfil do amigo — maxilar travado, lábios entreabertos, a maciez do pescoço suado. Continuou apertando, agora com as duas mãos descendo até o meio das costas, os dedos abrindo e fechando na carne quente.

— Melhor? — perguntou, a voz mais rouca do que pretendia.

Lucas abriu os olhos e virou o rosto só o suficiente pra encontrar o olhar de Diego. Foi um segundo. Dois. Os olhos castanhos do amigo brilhando perto demais na penumbra da van. Tesão reprimido pingando no ar como óleo quente.

— Continua — murmurou Lucas. — Mais embaixo. A lombar tá foda.

Diego engoliu. As mãos desceram. Os polegares entraram na curva logo acima da calça jeans, pressionando fundo. A pele de Lucas eriçou. Diego sentiu o calor subindo pelas próprias pernas. Seu pau já marcava o tecido da calça, grosso, latejando.

Ele se aproximou mais, o peito quase encostando nas costas nuas do amigo. O joelho dele agora pressionava a coxa de Lucas de propósito. As mãos apertavam com força bruta, amassando músculo, puxando a pele, os dedos quase entrando por baixo do cós da calça.

— Assim? — a boca de Diego ficou perto da orelha de Lucas. O hálito quente.

Lucas tremeu. Não era frio. O pau dele estava duro pra caralho dentro da calça, apertado contra o zíper, latejando a cada pressão dos polegares de Diego. Ele nunca tinha sentido isso com outro cara. Nunca tinha deixado. Mas o cheiro de Diego, a força daquelas mãos, o olhar safado que ele tinha visto segundos atrás…

— Mais forte — pediu, a voz falhando. — Aperta mais forte, porra.

Diego obedeceu. Os dedos cravaram fundo, quase dolorido, massageando a lombar com violência controlada. O peito dele agora encostava de leve nas costas de Lucas. A respiração dos dois se misturava. Lucas sentia o pau duro do amigo roçando a lateral da própria coxa toda vez que Diego se mexia pra pegar ângulo melhor.

Os olhares se cruzaram de novo pelo retrovisor interno. Lucas viu a boca de Diego entreaberta, o olhar escuro, o desejo puro sem filtro. Diego viu o amigo com as pupilas dilatadas, o peito subindo e descendo rápido, a mão direita apertando o próprio joelho com força pra não descer até a propria pica.

— Tu tá duro, né? — Diego falou baixo, sem parar de apertar. Não era pergunta de verdade. Era provocação. O polegar dele deslizou bem na borda do cós da calça, por baixo um milímetro, tocando pele quente e o início da racha da bunda.

Lucas soltou o ar num som sujo.

— Cala a boca e continua a massagem.

Mas não afastou a mão de Diego. Não pediu pra parar. Só ficou ali, peito nu, costas arqueadas, o pau latejando dentro da calça enquanto as mãos do amigo — o amigo gay, o amigo que ele sempre soube que olhava — apertavam cada centímetro de tensão e transformavam dor em outra coisa completamente diferente.

Diego se inclinou mais. O pau duro dele agora pressionava de propósito contra a lateral da coxa de Lucas, grosso, quente, palpável mesmo por cima da calça. As mãos subiram de novo pelos ombros, desceram devagar pela coluna, pararam outra vez na lombar e ficaram ali, amassando, abrindo, os dedos abertos em leque quase agarrando as laterais da cintura.

— Tu pediu massagem rápida nos ombros — murmurou Diego contra a nuca suada. — Mas olha o estado que tu tá.

Lucas virou o rosto de novo. Dessa vez o olhar não desviou. Ficaram se encarando a poucos centímetros, a respiração misturada, o cheiro de tesão puro enchendo a cabine da van velha. O motor frio. A estrada vazia. Só eles dois e aquela pressão crescente entre as pernas.

— Não para — disse Lucas, a voz grossa de tesão. — Continua. Mais embaixo se precisar.

Diego sorriu de canto, safado, e cravou os polegares mais fundo ainda, descendo de propósito um pouco além da linha da calça, a ponta dos dedos tocando a pele macia logo acima da racha. O pau dele latejou forte contra a coxa do amigo. Lucas gemeu baixo, os quadris se mexendo sozinhos no banco, empurrando de leve pra trás, buscando mais contato.

O clima dentro da van estava carregado pra caralho. Pesado. Quente. Cheio de tudo o que os dois vinham engolindo a noite inteira e anos antes. Diego continuava apertando, massageando, provocando com a força das mãos e com o corpo colado. Lucas continuava gemendo baixinho, o peito nu brilhando de suor novo, o olhar preso no de Diego pelo espelho e de lado, cheio de curiosidade suja e fome reprimida.

Nenhum dos dois falava em parar. Nenhum dos dois falava em ir embora. A massagem já não era só massagem fazia minutos. E a madrugada ainda era longa demais pra fingir que aquilo ia ficar só nos ombros.

Diego deslizou as mãos devagar pelo peito nu de Lucas, descendo dos ombros já massacrados até o peitoral quente, os dedos abertos agarrando a carne firme como se estivesse medindo cada centímetro. A camisa estava jogada no painel fazia tempo, mas ele fingiu que ainda precisava se esgueirar por baixo de alguma coisa, as palmas quentes abrindo caminho pela pele suada, roçando os mamilos duros sem pressa. O polegar direito parou bem no meio do peito, pressionando o coração acelerado do amigo.

— Porra, Lucas… tu é gostoso pra caralho. Duro assim, todo trincado, cheirando a suor de festa. Olha o estado dessa porra — murmurou Diego, a voz grossa grudada na nuca dele. A outra mão desceu mais, contornando a cintura, os dedos entrando de leve por baixo do cós da calça jeans, tocando a pele macia logo acima da racha. — Tá pedra inteiro. Até aqui embaixo.

Lucas gemeu baixinho, um som rouco que saiu direto da garganta sem filtro. Não mandou parar. Os quadris se mexeram sozinhos no banco, empurrando de leve pra trás contra o corpo de Diego, sentindo o pau grosso do amigo pressionar a lateral da coxa com mais força. Os olhos fecharam de novo. O calor daquelas mãos grandes queimava mais do que qualquer massagem. Ele nunca tinha deixado ninguém tocar assim — homem, mulher, tanto faz. Mas aquelas mãos… porra.

A respiração dele ficou irregular. A mão direita largou o joelho e subiu devagar, hesitante no começo, até encontrar a coxa de Diego por cima da calça. Apertou. Sentiu o músculo rígido sob o tecido. Depois subiu mais, a palma abrindo caminho pela barriga dele por cima da camiseta preta, sentindo o abdômen contrair.

— Continua… porra, continua — Lucas falou baixo, a voz falhando no meio. Os dedos dele agora enfiavam por baixo da camiseta de Diego, tocando pele quente, pelos ralos do peito. — Sempre quis… sempre quis sentir as mãos de um homem em mim. Assim. Forte. Sem frescura. Nunca falei pra ninguém, mano. Mas caralho… tu tá me deixando louco.

Diego soltou um riso baixo, safado, quase um rosnado. O peito dele colou de vez nas costas nuas de Lucas. As mãos desceram juntas agora, uma pela frente, outra por trás, agarrando a cintura com força bruta, os polegares cavando a carne. O pau dele latejava duro pra porra dentro da calça, roçando de propósito a bunda de Lucas toda vez que se mexia.

— Sempre quis, é? — provocou, os lábios roçando a orelha suada do amigo. — Então aguenta. Porque eu não vou ser delicado.

Lucas virou o rosto de uma vez. Os olhos se encontraram a centímetros. O ar quente misturado. O cheiro de tesão puro enchendo a cabine apertada da van. Diego não esperou mais. Avançou a boca e agarrou a de Lucas com fome, lábios batendo duro, língua enfiando sem pedir licença. O beijo saiu sujo, molhado, dentes roçando, saliva misturando. Lucas gemeu dentro da boca dele e revidou na mesma hora, a mão subindo pra nuca de Diego, puxando o cabelo curto, aprofundando aquilo como se tivesse passado a vida inteira esperando exatamente aquele gosto.

As línguas brigavam. Diego mordeu o lábio inferior de Lucas com força suficiente pra deixar marca. Lucas puxou ar pelo nariz e empurrou a língua de volta, gemendo quando a mão de Diego desceu de vez e agarrou o pau duro por cima da calça jeans. Apertou o volume grosso, latejando, o zíper já apertando demais. Lucas arqueou as costas, o corpo inteiro tremendo, o beijo virando quase briga.

— Tira essa porra — Diego rosnou contra a boca dele, a mão já abrindo o botão da calça de Lucas com pressa. O zíper desceu barulhento. Os dedos entraram por baixo da cueca boxer, agarrando o pau quente, grosso, molhado na cabeça de pré-porra. — Olha como tu tá pingando só de eu apertar.

Lucas soltou um gemido alto, a cabeça caindo pra trás no encosto. A mão dele desceu desesperada até a calça de Diego, abrindo o botão, puxando o zíper, enfiando a mão dentro. Pegou o pau do amigo com força — grosso, veias saltadas, a cabeça inchada e molhada. Puxou uma vez, duas, sentindo o peso na palma.

— Porra… Diego… teu pau é grande pra caralho — confessou, a voz quebrada de tesão. Os dois se beijavam de novo, mais sujos ainda, saliva escorrendo no queixo. As mãos se mexendo em uníssono, masturbando um ao outro com pressa bruta dentro da van escura.

Diego puxou a camiseta pela cabeça com a mão livre e jogou no banco de trás. Peito nu contra peito nu agora. A pele colando de suor. Ele se ajoelhou melhor no espaço apertado, o joelho enfiado entre as pernas de Lucas, abrindo as coxas dele. A mão livre desceu e puxou a calça jeans de Lucas pra baixo junto com a cueca, descendo até as coxas. O pau do amigo saltou pra fora, duro pra porra, a cabeça vermelha pingando. Diego lambeu a própria mão e agarrou de novo, masturbando com força, o polegar esfregando a fenda.

Lucas gemeu alto, os quadris empurrando pra cima, fudendo a mão do amigo. Ao mesmo tempo puxou a calça de Diego pra baixo com pressa, liberando o pau grosso que latejava contra a própria barriga. As duas picas se roçaram. Diego agarrou as duas juntas na mesma mão, grossas, quentes, esfregando uma na outra enquanto beijava o pescoço de Lucas, chupando a pele, deixando marca roxa.

— Sempre quis mãos de homem, né? — Diego falou contra a pele, a voz rouca. — Então sente. Sente como eu aperto. Como eu quero te foder nessa van até tu gozar gritando.

Lucas agarrou o rosto dele com as duas mãos e puxou pra outro beijo fome, língua fundo, dentes. A outra mão desceu e agarrou a bunda de Diego por cima da calça ainda pela metade, os dedos enfiando na racha por cima do tecido, pressionando.

— Quero… caralho, eu quero — Lucas ofegou entre beijos. — Tira tudo. Tira essa porra agora.

Diego não precisou de mais. Puxou a própria calça e a cueca de uma vez até os joelhos, se livrando como deu no espaço ridículo entre os bancos. Lucas fez o mesmo, chutando a jeans e a cueca pro lado do pedal, ficando só de tênis e meia. Nu da cintura pra baixo, pau latejando, bolas pesadas. Diego subiu de novo pra cima dele, quase sentando no colo no banco do motorista, as coxas abertas sobre as de Lucas. Os paus se esfregaram de novo, pele com pele, o pré-gozo misturando, molhando as barrigas.

As mãos de Diego subiram de novo pelo peito suado de Lucas, apertando os mamilos, puxando, enquanto a boca descia pro pescoço, chupando, mordendo. Lucas gemeu e agarrou a bunda nua de Diego com as duas mãos, abrindo as nádegas, os dedos roçando a entrada apertada sem entrar ainda. Os quadris dos dois se mexiam sozinhos, frotando os paus com força bruta, o barulho molhado enchendo a van junto com a respiração ofegante.

— Porra, tu é apertado até aqui — Diego rosnou, a mão descendo entre os corpos, agarrando o pau de Lucas de novo e puxando forte, o polegar espalhando o líquido na cabeça. — Quero te meter a boca. Quero te chupar até tu gozar na minha garganta. Depois quero te virar e abrir essa bunda com a língua.

Lucas tremeu inteiro. A confissão anterior ainda queimava na garganta. As mãos de um homem. Exatamente isso. Grossas, fortes, safadas. Ele puxou Diego pra mais um beijo, mais lento agora mas ainda faminto, as línguas se enrolando enquanto os corpos se esfregavam. A mão dele desceu e enfiou dois dedos entre as nádegas de Diego, roçando o cu apertado, sentindo o músculo contrair.

— Faz o que quiser… só não para — murmurou Lucas contra a boca dele. — Eu nunca… nunca toquei outro cara assim. Mas porra, Diego, teu pau na minha mão tá me deixando doido.

Diego sorriu safado contra os lábios dele e desceu o corpo no espaço apertado, ajoelhando melhor entre as pernas abertas de Lucas. A cabeça dele ficou na altura do pau grosso e latejante. Soprou ar quente na cabeça vermelha. A língua saiu e lambeu uma faixa longa da base até a fenda, saboreando o gosto salgado. Lucas soltou um gemido alto, a mão voando pro cabelo de Diego, agarrando firme.

— Caralho… isso… — a voz dele saiu quebrada.

Diego abriu a boca e engoliu a cabeça de uma vez, chupando forte, a língua rodando, a mão apertando a base. Lucas arqueou as costas no banco, os quadris empurrando pra cima, enfiando mais fundo na boca quente. Diego engasgou de propósito e desceu mais, o nariz quase tocando a base, a garganta apertando em volta. Saliva escorreu pelo pau e pelas bolas. Ele subiu devagar, chupando a cabeça com barulho molhado, e desceu de novo, mais fundo, mais rápido, a mão masturbando o que a boca não alcançava.

A outra mão de Diego desceu e roçou as bolas de Lucas, apertando de leve, depois deslizou mais atrás, o dedo médio encontrando a entrada apertada do cu. Esfregou por fora, molhando com saliva que escorria. Lucas tremeu todo, o gemido virando quase um grito abafado.

— Enfia… porra, enfia o dedo — pediu, a voz grossa de tesão puro.

Diego obedeceu. O dedo empurrou devagar, só a ponta no começo, sentindo o anel de músculo ceder. Depois mais fundo, até a segunda falange, curvado pra frente, procurando. Achou. Esfregou aquele ponto inchado por dentro enquanto chupava o pau com força bruta, a boca descendo e subindo rápido, saliva por tudo, barulho obsceno enchendo a van.

Lucas estava perdido. As duas mãos no cabelo de Diego, guiando o ritmo, os quadris fudendo a boca dele sem dó. O dedo dentro do cu mexendo, abrindo, provocando. O peito subindo e descendo rápido. O suor escorrendo pela templa. Ele olhou pra baixo e viu o amigo gay engolindo o pau dele até o fundo, os olhos escuros olhando pra cima, safados, famintos. A confissão ainda ecoava. Sempre quis. E agora estava tendo.

Diego tirou a boca com um pop molhado, saliva ligando o lábio à cabeça do pau. O dedo ainda dentro, mexendo.

— Tu vai gozar na minha boca se eu continuar — falou rouco, a voz arranhada. — Mas eu quero mais. Quero te virar nesse banco e te comer devagar primeiro. Depois forte. Quero ouvir tu gemendo meu nome enquanto eu abro esse cu.

Lucas puxou ele pra cima de novo, boca batendo na boca, o gosto do próprio pau na língua de Diego. As mãos desceram e agarraram o pau grosso do amigo de novo, masturbando rápido, sentindo as veias, a umidade.

— Então vira. Faz. Mas não vai embora com essa cara de quem vai gozar sozinho — provocou, a voz baixa e suja. — Eu quero te chupar também. Quero sentir teu pau na garganta.

Diego gemeu no beijo e se mexeu, o corpo inteiro colado, os paus esfregando de novo enquanto as mãos percorriam tudo — peito, costas, bunda, coxas. A calça de ambos ainda enroscada nos tornozelos, a camiseta de Lucas no painel, a de Diego no banco de trás. Nu o suficiente. Quentes o suficiente. A madrugada lá fora ainda escura, a estrada deserta, a van balançando de leve com o movimento dos corpos.

As mãos de Diego desceram de novo e abriram as nádegas de Lucas com força, os dedos roçando a entrada já molhada de saliva e pré-gozo. Ele empurrou a ponta do próprio pau ali, só pressionando, sem entrar, o calor da cabeça roçando o anel apertado. Lucas tremeu e empurrou de volta, pedindo mais sem palavras.

— Ainda não — Diego murmurou contra o pescoço, mordendo a pele. — Ainda quero te provar mais. Quero te deixar pedindo.

Os dois se beijavam de novo, mais devagar mas ainda famintos, as mãos se mexendo entre os corpos, masturbando, apertando, explorando cada centímetro suado. O pau de Lucas latejava na mão de Diego. O de Diego latejava contra a bunda dele. O ar dentro da van estava pesado de gemidos baixos, de pele batendo em pele, de respiração ofegante. Nenhum dos dois falava em parar. A massagem tinha virado outra coisa fazia tempo. E o que vinha pela frente ainda era só o começo da fome que os dois tinham engolido a noite inteira.

Diego puxou Lucas pelo braço com força, quase caindo os dois no vão estreito entre os bancos. A van balançou com o peso. Ele abriu a porta traseira com o cotovelo, o ar da madrugada entrando frio por um segundo antes de se misturar de novo com o cheiro de suor e tesão. Em um segundo já estavam na parte de trás, o colchão fino e velho do tio do Rafael engolindo os joelhos deles. Lucas caiu de costas primeiro, peito subindo e descendo rápido, o pau ainda duro batendo na barriga. Diego subiu em cima, ajoelhou aberto sobre o peito dele e empurrou o pau grosso na direção da boca.

— Abre. Agora.

Lucas abriu. A cabeça grossa entrou quente, salgada, já pingando. Diego segurou o cabelo escuro com as duas mãos e enfiou fundo de uma vez. A garganta de Lucas apertou, engasgou, saliva escorreu pelos cantos da boca e desceu pelo queixo. Ele não recuou. Puxou ar pelo nariz e engoliu mais, a língua achatada embaixo do pau, sentindo as veias latejando. Diego gemeu baixo e começou a foder a boca de verdade — quadris empurrando, mão firme na nuca, controlando o ritmo. O pau sumia quase inteiro a cada estocada. Lucas sentia a ponta bater no fundo da garganta, os olhos marejando, mas a mão dele subiu e agarrou a bunda de Diego, puxando mais pra dentro.

— Isso, caralho… engole tudo — Diego rosnou, a voz rouca, suada. Ele olhou pra baixo e viu o amigo hétero com a boca esticada em volta do pau dele, lábios vermelhos, saliva por tudo, o peito nu brilhando. O cu de Lucas estava exposto entre as pernas abertas, a entrada ainda molhada do dedo de antes. Diego meteu mais fundo, segurou a cabeça e ficou parado um segundo, o pau inteiro engolido, as bolas encostando no queixo. Lucas engasgou de novo, o corpo inteiro tremendo, mas chupou com vontade quando Diego voltou a se mexer — boquete sujo, barulhento, a boca fazendo barulho molhado toda vez que o pau saía e entrava.

Diego fodia a boca com força bruta agora. As estocadas vinham curtas e profundas, a mão puxando o cabelo, o outro polegar abrindo o canto da boca pra ver melhor. Lucas estava perdido nisso. O gosto do pau do amigo, o cheiro de suor na base, o peso das bolas batendo. Ele chupava com fome, a língua girando na cabeça quando Diego saía, a garganta se abrindo quando entrava. Pré-porra misturada com saliva escorria pela garganta dele. O pau de Lucas latejava sozinho, esquecido entre as pernas, pingando no colchão.

— Porra, Lucas… tu chupa igual um puto faminto — Diego falou, a respiração ofegante. Ele tirou o pau de uma vez, a cabeça brilhando de saliva, e bateu duas vezes na língua estendida do amigo. Depois enfiou de novo até o fundo, segurou a cabeça com as duas mãos e fodeu a boca rápido, curto, brutal. Lucas gemeu em volta do pau, o som abafado, as unhas cravando na coxa de Diego. Ele queria mais. Queria engolir tudo. A confissão de antes ainda queimava — mãos de homem, pau de homem, e agora a boca dele cheia daquilo.

Diego puxou pra fora de novo, o fio de saliva ligando a cabeça aos lábios inchados de Lucas. Sem falar nada, ele virou o amigo com força. Lucas foi pro colchão de quatro, joelhos abertos, peito baixo, a bunda erguida. A racha estava exposta, o cu apertado piscando. Diego ajoelhou atrás, segurou as nádegas com as duas mãos e abriu. Cuspiu. O cuspe grosso caiu direto no meio, escorreu pela entrada. Ele espalhou com o polegar, empurrou a ponta do dedo só pra sentir o anel ceder, depois cuspiu de novo, mais grosso, molhando tudo.

— Aguenta — avisou, a voz baixa e suja.

A cabeça do pau grosso encostou. Diego empurrou devagar no começo, só a ponta abrindo o cu de Lucas. O anel esticou, queimou, cedeu. Lucas soltou um gemido alto, a testa caindo no colchão, as mãos apertando o tecido velho. Diego meteu mais. Metade. O pau grosso sumindo centímetro por centímetro naquele cu apertado e virgem de homem. Lucas tremia inteiro, o suor escorrendo pelas costas, o pau dele balançando duro entre as pernas.

— Caralho… Diego… é grosso pra porra — a voz saiu quebrada.

Diego segurou a cintura com força e enfiou o resto de uma vez. Fundo. Até as bolas baterem. Lucas gritou baixinho, o corpo inteiro se contraindo, o cu engolindo o pau até o fundo. Diego ficou parado um segundo, sentindo o aperto quente, a carne pulando em volta. Depois puxou quase todo pra fora e meteu de novo, seco, fundo. A foda começou bruta de verdade.

As estocadas vinham pesadas. Diego segurava a cintura de Lucas com as duas mãos, puxava a bunda pra trás e enfiava com força, o pau sumindo inteiro a cada vez. O barulho molhado de pele batendo em pele encheu a van. Suor pingava do peito de Diego nas costas de Lucas. Ele alternava — três, quatro estocadas profundas e fortes, depois uma mais rápida, depois parava fundo e dava um tapa seco na nádega direita. O som ecoou. Lucas gemeu alto e empurrou a bunda pra trás, pedindo.

— Mais… porra, mete mais forte — Lucas ofegou, a voz rouca de tesão puro. Uma mão dele desceu entre as pernas e agarrou o próprio pau, masturbando rápido, no mesmo ritmo das estocadas. O pré-gozo molhava a palma. — Assim, caralho… tapa de novo.

Diego deu outro tapa, mais forte, a marca vermelha aparecendo na pele clara. Depois meteu fundo e ficou socando curto e duro, o pau inteiro enterrado, as bolas batendo nas coxas de Lucas. O suor escorria pelos dois. A van balançava. O cheiro de sexo bruto — suor, saliva, cu molhado — enchia tudo. Diego puxou o cabelo de Lucas pra trás, arqueou o corpo dele e fodeu mais fundo ainda, olhando o pau sumir e aparecer brilhando de saliva e do próprio cuspe.

— Tu pediu mãos de homem… agora sente pau de homem te abrindo — Diego rosnou, dando outro tapa na bunda, depois outro do outro lado. A pele já ardia. Ele voltou a estocar forte, longo, o ritmo pesado, o corpo inteiro suado colando nas costas de Lucas a cada investida. Lucas se masturbava desesperado, a mão apertando a cabeça do pau, os dedos escorregando. Cada estocada de Diego batia nele por dentro, naquele ponto que fazia a visão embacar.

— Não para… caralho, não para — Lucas pedia, a voz falhando, a bunda empurrando de encontro às estocadas. O cu dele já estava mais solto, engolindo fácil, mas ainda apertava a cada saída. Diego cuspiu de novo na racha, viu o cuspe escorrer em volta do pau enterrado e meteu com tudo. As mãos dele desceram e abriram as nádegas com força, abrindo o cu pro próprio pau, assistindo a carne esticar. Depois voltou a dar tapas — um de cada lado, no mesmo ritmo das estocadas — enquanto fodia bruto, suado, sem delicadeza nenhuma.

O colchão rangia. A van se mexia. Lucas estava vermelho de tesão, o peito no colchão, o rosto virado de lado, a boca aberta gemendo sem parar. A mão dele no pau ia mais rápido agora, apertando forte, o polegar esfregando a fenda. Diego sentia o cu contrair em volta dele a cada tapa. Ele metia fundo, puxava quase tudo, metia de novo com força, o corpo inteiro trabalhando. O suor escorria pela testa, pingava na lombar de Lucas. Ele se inclinou, peito colado nas costas suadas do amigo, e mordeu o ombro enquanto enfiava até o fundo e ficava lá, só rebolando, abrindo mais.

— Pede direito — Diego falou no ouvido, a voz grossa, o pau latejando dentro.

— Mete… mete mais fundo, porra… tapa na minha bunda e fode mais forte — Lucas pediu, a voz suja, quebrada. A mão no pau acelerou. — Quero gozar com teu pau me abrindo assim.

Diego sorriu safado contra a pele e obedeceu. As estocadas ficaram mais pesadas, mais suadas, o ritmo quase selvagem. Ele dava um tapa seco, metia fundo três vezes, dava outro tapa, puxava o cabelo, metia de novo. O cu de Lucas fazia barulho molhado agora, aceitando tudo. O pau de Diego entrava e saía brilhando, grosso, veias saltadas. Lucas se masturbava com força bruta, a mão escorregando de pré-porra, os gemidos saindo altos, sem vergonha.

Diego sentiu o aperto aumentar. Sentiu o próprio pau latejar mais forte. Mas não parou. Continuou fudendo bruto, alternando as estocadas longas e profundas com as curtas e secas, os tapas caindo ritmados na bunda já vermelha. O suor escorria entre os corpos. A madrugada lá fora ainda escura. A estrada vazia. Só o barulho da carne batendo, dos gemidos, da respiração ofegante enchendo a van. Lucas pedia mais a cada estocada, a mão no pau cada vez mais desesperada, o cu engolindo o amigo como se tivesse nascido pra aquilo.

Diego segurou a cintura com força de novo, puxou a bunda pra trás e enfiou até o fundo uma última vez naquele ritmo, ficou parado latejando dentro, o peito colado nas costas suadas, o hálito quente na nuca de Lucas. O pau dele pulsava forte. O de Lucas latejava na mão. Nenhum dos dois tinha gozado ainda. A fome só tinha crescido. A van continuava balançando de leve com a respiração pesada dos dois, o cheiro de foda bruta impregnado em tudo, e o que vinha depois ainda era só o começo do que os corpos pediam.

Diego segurou a cintura com força de novo, puxou a bunda pra trás e enfiou até o fundo uma última vez naquele ritmo, ficou parado latejando dentro, o peito colado nas costas suadas, o hálito quente na nuca de Lucas. O pau dele pulsava forte. O de Lucas latejava na mão. Nenhum dos dois tinha gozado ainda. A fome só tinha crescido. A van continuava balançando de leve com a respiração pesada dos dois, o cheiro de foda bruta impregnado em tudo.

Diego recuou quase todo o pau e cravou de novo com violência, o barulho molhado ecoando na cabine apertada. Lucas gritou baixinho contra o colchão, o cu engolindo cada centímetro grosso, as veias latejando lá dentro. Diego começou a socar de verdade — estocadas curtas, secas, rápidas, as bolas batendo nas coxas do amigo com estalo úmido. Suor escorria da testa dele e pingava na lombar de Lucas. A mão direita desceu e agarrou o cabelo escuro, puxando a cabeça pra trás até o pescoço arquear.

— Aguenta essa porra, caralho — rosnou Diego, a voz rouca de tesão. — Tô perto. Teu cu tá me milking o pau inteiro.

Lucas se masturbava desesperado, a mão escorregando de pré-porra, o polegar esfregando a fenda inchada. Cada investida de Diego batia naquele ponto que fazia as pernas tremerem. O cu já estava aberto, molhado de saliva e do próprio fluidos, engolindo fácil mas ainda apertando na saída. Lucas empurrou a bunda pra trás no mesmo ritmo, fudendo-se no pau grosso.

— Mete… mete até o fundo, porra — pediu, a voz quebrada. — Quero sentir tu gozando dentro. Enche esse cu.

Diego obedeceu. As estocadas ficaram selvagens, o corpo inteiro trabalhando, peito colado nas costas suadas, quadris batendo sem dó. Ele deu um tapa seco na nádega já vermelha, depois outro do outro lado, a pele arder. O pau sumia e aparecia brilhando, grosso, a cabeça inchada abrindo o anel a cada entrada. Lucas gemeu alto, a mão no próprio pau acelerando, os dedos apertando a base pra não gozar cedo demais.

Diego sentiu as bolas subirem. O aperto quente, a carne pulsando em volta, o cheiro de sexo bruto — suor, cu, pré-gozo — enchendo o ar da van. Ele cravou fundo, até as bolas baterem, e começou a gozar. O primeiro jato saiu forte, quente, enchendo o cu de Lucas. Diego gemeu rouco, os quadris tremendo, e continuou socando enquanto jorrava mais, mais, o porra escorrendo pelas bolas e descendo pelas coxas do amigo. O pau latejava a cada espasmo, despejando tudo lá dentro.

— Toma, caralho… toma essa porra toda — rosnou contra a orelha de Lucas, ainda metendo curto enquanto gozava. — Teu cu tá cheio do meu leite.

Lucas sentiu o calor explodir dentro, o líquido quente enchendo, escorrendo. A sensação puxou ele pra beira. A mão no pau apertou forte, masturbando em ritmo frenético, o polegar esfregando a fenda molhada. O cu contraiu em volta do pau de Diego ainda latejando, e Lucas gozou. O primeiro jato saiu grosso, branco, caindo direto no colchão sujo da van. Depois outro, e outro, jorrando no chão, no tecido velho, espirrando nas próprias coxas enquanto o corpo inteiro tremia. Ele gritou o nome do amigo, a voz rouca, a bunda empurrando pra trás pra sentir o pau ainda duro dentro enquanto esvaziava as bolas no chão.

— Porra… Diego… tô gozando… caralho — ofegou, a mão ainda puxando os últimos jatos, o porra pingando no colchão em fios brancos. O cu apertava em volta do pau de Diego, ordenhando os últimos respingos.

Diego ficou enterrado até o fim, sentindo as contrações do cu do amigo sugar o resto. O peito dele subia e descia rápido, suor escorrendo pelo peito nu e pingando nas costas de Lucas. Ele puxou o pau devagar, a cabeça saindo com um pop molhado, e o porra dele escorreu imediato do cu aberto de Lucas, branco, grosso, descendo pela racha e pingando no colchão misturado com o gozo do amigo. A entrada piscava, inchada, vermelha, o leite escorrendo sem parar.

Lucas caiu de lado no colchão fino, o peito ofegante, o pau ainda semi-duro e molhado de porra. Diego sentou no canto, as pernas abertas, o pau brilhando de porra e saliva, ainda latejando. O ar dentro da van estava pesado, quente, cheirando a foda bruta — suor de festa misturado com sêmen fresco e o ambientador de pinho que já não disfarçava nada.

Lucas riu primeiro, um riso baixo, rouco, a mão passando pelo cabelo suado.

— Porra, mano… que porra foi essa.

Diego riu também, safado, a barba por fazer brilhando de suor. Ele se esticou e puxou a camiseta preta velha que tinha jogado no banco de trás. Era a dele, suja de festa, cheirando a cerveja e desodorante barato. Rasgou um pedaço com os dentes e jogou o resto pra Lucas.

— Limpa essa merda. Tá escorrendo teu cu ainda.

Lucas pegou o tecido e passou entre as pernas, limpando o porra que ainda pingava do cu. O tecido áspero roçou a entrada sensível e ele tremeu, um gemido baixo escapando. Passou a camiseta no pau, na barriga, nas coxas onde o gozo tinha espirrado no chão da van. Diego fez o mesmo, limpando o pau grosso com o outro pedaço, esfregando a cabeça ainda sensível, o tecido encharcando de porra branca.

— Tu gozou pra caralho no chão — Diego falou, rindo de novo enquanto amassava a camiseta suja e jogava no canto. — Olha o estado dessa van. O tio do Rafael vai cheirar sexo se a gente não limpar direito.

Lucas se sentou, ainda nu da cintura pra baixo, a calça e a cueca enroscadas num canto junto com os tênis. Passou a mão no peito suado e olhou pro amigo — o pau de Diego ainda grosso, mole agora mas impressionante, as bolas pesadas. O cu dele ardia gostoso, cheio ainda do resto do gozo que não tinha escorrido tudo.

— Foda-se o tio do Rafael — Lucas respondeu, a voz rouca de quem tinha gozado forte. Ele riu de novo, o som sujo, os olhos escuros brilhando na penumbra. — Porra, Diego… eu pedi massagem nos ombros e tu me fodeu o cu até eu jorrar no chão. Sempre quis mão de homem, falei. Mas porra… teu pau me abriu inteiro.

Diego se inclinou, a mão grande apertando a coxa suada de Lucas, os dedos subindo até quase a racha ainda molhada.

— E tu engoliu tudo igual puto. Chupou meu pau até engasgar e depois pediu pra meter mais forte. Olha teu cu ainda pingando meu leite.

Os dois riram de novo, o som baixo e sujo enchendo a van. Lucas pegou o resto da camiseta e passou mais uma vez na bunda, limpando o que restava do porra escorrendo. O tecido encharcado fedia a sexo. Ele amassou e jogou junto com o outro pedaço.

— Essa massagem entre amigos… — Lucas falou, olhando pro amigo com um sorriso safado, o peito ainda ofegante. — Toda vez que a gente pegar essa van emprestada. Combinado. Tu me aperta os ombros e depois enfia o pau até eu gozar no chão de novo.

Diego riu alto, a mão apertando a coxa de Lucas com força, o polegar roçando de propósito perto do cu ainda aberto.

— Combinado, caralho. Toda vez. Eu te deixo de quatro nesse colchão merda e encho esse cu de porra até escorrer pela perna. E tu limpa com a camiseta velha depois, rindo igual agora.

Lucas se inclinou e agarrou o pau mole de Diego na mão, apertando de leve, sentindo o peso ainda quente.

— E eu chupo essa porra de novo até tu gozar na minha garganta antes de me foder. Sem frescura. Massagem bruta de amigo hétero curioso e amigo gay safado.

Diego puxou ele pela nuca e beijou sujo, língua fundo, o gosto de porra ainda na boca dos dois. Depois afastou e deu um tapa na bunda de Lucas, o som seco ecoando.

— Agora veste essa calça e dirige. Mas da próxima vez que a gente pegar a van, eu quero te ver gozando de novo com o cu cheio do meu leite escorrendo no chão enquanto eu te fodo até as bolas secarem.

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