Written by AIEvery story here is written by an AI. Tell it what you want and it writes it for you →
Ask the writer →

Reencontro no Provador: O Homem Que Nunca Esqueci

Dois ex-amantes se reencontram no provador e fodem gostoso ali mesmo.

13 min read October 01, 2026New

Roman, um arquiteto de 32 anos que passava os dias curvado sobre pranchetas e telas de computador projetando prédios de luxo no centro da cidade, entrou na loja de roupas masculinas mais sofisticada do shopping com um objetivo simples: encontrar uma camisa que transmitisse seriedade e poder para a reunião da próxima semana. O ar-condicionado gelado contrastava com o calor que ele sentia na pele só de imaginar ter que impressionar clientes exigentes. Ele escolheu três camisas de corte italiano, tecidos leves e caros, e caminhou até o fundo da loja onde ficavam os provadores amplos, daqueles com espelhos do chão ao teto, banco estofado e cortinas pesadas que prometiam privacidade.

Ao puxar a cortina do maior deles, seu corpo esbarrou direto em outro, sólido, quente, familiar demais. O impacto foi como um soco no estômago. Emmett, personal trainer de 34 anos, musculoso, com ombros largos que pareciam talhados em pedra e braços veiosos de quem erguia peso todos os dias, estava ali, sem camisa, experimentando uma calça social que mal continha as coxas grossas e a volume pesado entre as pernas. Seis anos. Seis malditos anos desde que tinham se separado por causa de agendas insanas e egos feridos. E agora o destino os jogava no mesmo provador.

Os olhos de Emmett, escuros e famintos, se fixaram nos dele. O ar ficou denso, carregado. Roman sentiu o pau mexer dentro da cueca imediatamente, inchando contra o tecido da calça como se o corpo lembrasse antes da mente. Memórias explícitas invadiram sua cabeça: o jeito como Emmett o jogava de bruços na cama, o pau grosso dele abrindo seu cu com estocadas brutais e gostosas, o suor pingando, as putarias sussurradas no escuro. Ele via nos olhos do ex que o mesmo filme passava na cabeça dele. Os dois estavam excitados. Visivelmente. A calça de Emmett já marcava uma ereção grossa, quase obscena, empurrando o tecido.

— Porra, Roman... você? — murmurou Emmett com aquela voz rouca, grave, que sempre fazia os joelhos dele fraquejarem. O personal trainer deu um passo à frente, o peito largo subindo e descendo rápido. — Seis anos e você continua um tesão do caralho.

Roman engoliu em seco, sentindo o cu contrair involuntariamente só com o som daquela voz. Seu pau já estava meio duro, latejando, pressionando a frente da calça.

— Emmett... caralho, o que você tá fazendo aqui? — conseguiu responder, mas a voz saiu baixa, carregada de desejo. Por dentro ele pensava: “Eu nunca esqueci esse homem. Nem uma noite. Meu corpo ainda reage como se fosse dono dele.”

Eles não saíram do provador. O espaço era grande o suficiente para dois homens adultos se moverem sem tocar, mas eles tocaram. De propósito. Enquanto fingiam escolher roupas, Emmett pegou uma camisa das mãos de Roman e “acidentalmente” roçou os dedos calejados pelo peito dele, sentindo o mamilo endurecer na hora. Roman retribuiu, ajustando a calça na cintura de Emmett, a palma da mão passando rente à barriga tanquinho, descendo até quase tocar a base daquele pau que ele tanto tinha chupado no passado.

— Seu corpo tá foda ainda, Roman. Peito definido, cintura fina... você malha pra mim sem saber, né? — disse Emmett, a voz baixa e safada, quase um ronronar. Ele se aproximou mais, o hálito quente batendo no pescoço do arquiteto. — Eu ainda lembro do gosto do seu cu na minha língua.

Roman sentiu o rosto queimar, mas o pau pulou dentro da calça, completamente duro agora. Ele olhou para baixo e viu a ereção de Emmett também evidente, o contorno grosso, a cabeça inchada marcando o tecido como se quisesse rasgar.

— Eu nunca esqueci do seu pau grosso, Emmett. Nunca. Aquela coisa me arruinou pra qualquer outro homem. Eu me masturbo até hoje pensando em como ele me abria inteiro — confessou Roman, sem filtro, a voz tremendo de tesão.

Os olhares se cruzaram no espelho. Desejo puro. Consentimento claro. Nenhum dos dois queria parar. Roman virou rápido, puxou a cortina grossa e girou a tranca com um clique que soou como um tiro de largada. Quando se virou de novo, Emmett já estava em cima dele. O beijo foi violento, faminto, línguas se enroscando com força, saliva trocada, dentes mordendo lábios. As mãos de Emmett agarraram a bunda de Roman por cima da calça, apertando as bandas com vontade, separando-as como se já estivesse imaginando meter ali.

— Quero te foder aqui mesmo, agora — rosnou Emmett entre beijos, mordendo o queixo de Roman. — Quero te ouvir gemendo baixinho enquanto te arrombo. Ainda quer meu pau, arquiteto safado?

— Quero. Me fode, Emmett. Me domina gostoso como você sempre fez. Esse cu é seu desde a primeira vez — respondeu Roman, já abrindo o cinto do ex-amante, desesperado para sentir aquele comprimento pesado na mão de novo.

Emmett assumiu o controle com aquela dominação consensual e bruta que Roman tanto amava. Empurrou o arquiteto contra a parede fria, o espelho ao lado refletindo cada movimento. Caiu de joelhos e abriu a calça de Roman com um puxão, libertando o pau duro que bateu contra seu rosto. Sem aviso, engoliu tudo até o fundo da garganta. A boca quente, molhada, apertada, descia e subia com fome, a língua pressionando a veia por baixo, a garganta engolindo a cabeça inchada sem ânsia. Babava inteiro, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nas bolas de Roman.

— Caralho... Emmett... que boca gostosa da porra — gemeu Roman baixinho, uma mão no cabelo curto do personal trainer, controlando o ritmo só um pouco. Ele mordia o lábio inferior com força para não gemer alto, os quadris se mexendo devagar, fodendo aquela boca quente.

Emmett chupou com vontade por longos minutos, olhando para cima com olhos cheios de luxúria, as bochechas côncavas. Depois se levantou, virou Roman de frente para a parede e cuspiu duas vezes na mão grande. Espalhou a saliva no próprio pau grosso, veioso, e depois no cu de Roman, massageando o anel enrugado com o dedo médio até sentir ele relaxar e piscar pedindo mais.

— Abre pra mim, gostoso. Esse cu ainda sabe que é meu — sussurrou Emmett, mordendo a orelha de Roman.

Alinhou o pau e empurrou. A cabeça grossa abriu caminho, esticando as paredes internas com aquela ardência deliciosa que Roman tanto tinha saudade. Quando entrou até o meio, Emmett não esperou: meteu fundo com estocadas brutais, em pé, o corpo musculoso colado nas costas do arquiteto. O som molhado de pele batendo ecoava baixinho no provador. Uma mão forte tampava a boca de Roman para abafar os gemidos, a outra segurava o quadril, puxando-o para trás a cada estocada.

— Toma esse pau grosso que você nunca esqueceu. Aperta ele com esse cu guloso. Me arromba esse cu que é meu — grunhia Emmett no ouvido dele, o suor escorrendo do peito definido para as costas de Roman.

— Me arromba... porra... mais forte, Emmett... me usa — pedia Roman entre os dedos que cobriam sua boca, o cu piscando e apertando o pau invasor, o prazer subindo pela espinha como fogo.

Depois de foder daquele jeito por um tempo que pareceu eterno, Emmett sentou no banco, o pau brilhando de saliva e pré-gozo, apontando para cima como uma arma. Puxou Roman pelo quadril.

— Senta. Quero ver você cavalgando meu caralho. Quero sentir essa bunda batendo nas minhas bolas.

Roman obedeceu, virando de frente para ele, posicionando a entrada dilatada sobre a cabeça grossa e descendo devagar, sentindo cada centímetro abrir caminho novamente. Quando estava todo empalado, começou a quicar. Subia até quase sair e descia com força, a bunda estalando contra as coxas musculosas de Emmett. O personal trainer batia forte nas bandas, tapas vermelhos que faziam a pele arder gostoso, as mãos grandes apertando a carne enquanto guiava o ritmo.

— Isso, cavalga gostoso, seu putinho. Quica no pau que te arruinou. Me arromba esse cu que é meu. Diz que quer minha porra dentro — mandou Emmett, a voz rouca, os olhos fixos no ponto onde seus corpos se conectavam.

— É seu... esse cu é seu, Emmett! Me enche, me arromba mais... tô quase gozando — respondeu Roman, quicando cada vez mais rápido, o pau dele babando pré-gozo no abdômen tanquinho do outro.

Os gemidos foram ficando mais difíceis de controlar. Eles se beijavam para abafar o som, línguas se chupando enquanto os corpos suados se chocavam. O cheiro de sexo, suor e porra iminente tomava conta do provador. Emmett segurou a cintura de Roman com força e começou a estocar de baixo para cima, batendo fundo, acertando a próstata a cada vez.

O orgasmo veio junto. Emmett rosnou baixo, o corpo tensionando, e começou a jorrar porra quente e grossa bem no fundo do cu de Roman, enchendo-o até transbordar. Ao mesmo tempo, Roman explodiu, jatos brancos e abundantes caindo no peito e no pescoço de Emmett, pintando os músculos definidos enquanto o cu dele ordenhava cada gota do pau grosso.

Eles ficaram ofegantes, colados, o pau de Emmett ainda latejando dentro, a porra começando a escorrer devagar pela coxa de Roman quando ele se mexeu. O arquiteto olhou para o espelho e viu o reflexo deles: corpos suados, marcas de tapas na bunda, sêmen brilhando na pele. Ainda não era suficiente. Nem de longe.

Emmett passou o dedo na porra que escorria do cu de Roman e levou até a boca dele, que chupou sem hesitar. Seus olhos se encontraram novamente, o desejo ainda queimando forte, longe de terminar. O som de vozes e passos do lado de fora da cortina os trouxe de volta à realidade — outro cliente esperando o provador. Mas o fogo entre eles tinha sido reacendido com força total. Roman sabia que iam precisar de muito mais tempo, de um lugar onde pudessem gritar, onde Emmett pudesse realmente destruí-lo do jeito que os dois precisavam. E pelo olhar que o personal trainer lhe deu enquanto se limpavam às pressas, ele também sabia.

Eles ainda não tinham terminado. Nem perto disso.

Roman sentiu o pau de Emmett amolecer devagar dentro dele, ainda latejando, enquanto um fio grosso de porra quente escapava do cu dilatado e escorria pela coxa interna. O arquiteto de 32 anos apoiou a testa no espelho frio do provador, o peito subindo e descendo rápido, o corpo inteiro suado e marcado pelos tapas que ainda ardiam gostoso nas bandas da bunda. Emmett, o personal trainer de 34 anos, passou os dedos calejados pela pele dele, recolhendo um pouco da própria porra que vazava e levando até a boca de Roman, que chupou sem hesitar, o gosto salgado e almiscarado explodindo na língua.

— Ainda não acabou — murmurou Emmett, a voz rouca e baixa, quase um rosnado. — Isso foi só pra abrir o apetite.

Eles se limparam depressa, usando os lenços da loja, mas o cheiro de sexo impregnava o ar: suor masculino, porra fresca e o almíscar de dois machos no cio. Roman vestiu a calça com dificuldade, o pau meio duro roçando no tecido, o cu piscando a cada movimento como se ainda sentisse o volume grosso lá dentro. Pensou em como sua vida de pranchetas e reuniões tinha se tornado uma merda sem essa brutalidade gostosa, sem esse homem que sabia exatamente como destruí-lo. Emmett vestiu a camiseta justa, os músculos do peito e dos braços esticando o tecido, o olhar escuro fixo nele como se quisesse devorá-lo ali mesmo outra vez.

Saíram do provador um de cada vez, pagaram as roupas com expressões neutras, mas o tesão entre eles era uma corrente elétrica. No estacionamento, Emmett puxou Roman para dentro do SUV preto pelos quadris, trancou as portas e, antes mesmo de ligar o motor, enfiou a mão grande dentro da calça dele, apertando o pau latejante.

— Meu apê fica a quatro minutos. Você vai subir pelado mentalmente o caminho inteiro — disse, masturbando-o devagar enquanto dirigia, o polegar espalhando o pré-gozo que molhava a cabeça inchada.

Roman gemia baixo, quadris se mexendo no banco de couro, uma mão agarrada na coxa grossa de Emmett. Interiormente, ele se rendia: o corpo lembrava cada estocada, cada ordem sussurrada, e agora que o reencontro tinha acontecido, não existia mais volta. O cu dele contraía, melado, pedindo para ser usado de novo, sem pressa, sem medo de gemer alto.

Assim que a porta do apartamento se fechou, a escalada virou selvageria. Emmett não deu tempo para conversa. Prensou Roman contra a parede da sala, rasgando os botões da camisa nova com um puxão, boca atacando o pescoço, dentes marcando a pele enquanto descia as mãos para apertar as bandas da bunda com força bruta. Roman retribuiu, puxando a camiseta dele, sentindo os gominhos duros do abdômen contra sua palma, o pau grosso já completamente duro batendo contra sua coxa.

— Tira tudo. Quero você pelado e de quatro na minha cama agora — ordenou Emmett, a voz grave vibrando no peito largo.

Roman obedeceu, coração martelando, pau balançando duro enquanto caminhava pelo corredor. No quarto, a luz suave da tarde entrava pela janela, iluminando o corpo musculoso do personal trainer que se livrava das últimas roupas. Emmett era puro músculo: ombros largos, peitoral definido, braços veiosos, coxas que pareciam troncos. O pau dele, grosso como o pulso de Roman, apontava para cima, veias pulsando, a cabeça vermelha brilhando.

Emmett jogou Roman de bruços na cama king, separou as pernas dele com os joelhos e cuspiu direto no cu ainda sensível. A saliva quente escorreu pelo vinco, misturando-se com a porra que ainda vazava. Sem aviso, ele mergulhou o rosto ali, língua larga lambendo tudo, chupando a própria semente misturada ao gosto de Roman. A língua entrava fundo, fodendo o anel enrugado com movimentos circulares e brutais, enquanto as mãos grandes seguravam as bandas abertas ao máximo.

Roman gemeu alto, rosto enterrado no travesseiro, mãos agarrando o lençol. O prazer era sujo, molhado, intenso. Cada lambida enviava choques pela coluna. “Caralho, ele tá comendo o cu sujo dele mesmo… eu sou um puto completo pra esse homem”, pensou, empinando mais a bunda, esfregando-se no rosto barbado de Emmett. O som molhado de língua e saliva enchia o quarto, junto com os grunhidos baixos do personal trainer.

— Porra, que cu guloso… ainda tá aberto do meu pau e continua pedindo mais — disse Emmett, mordendo de leve uma das bandas antes de enfiar dois dedos grossos de uma vez, abrindo-o, curvando-os para massagear a próstata inchada.

Roman arqueou as costas, gemendo sem controle. O pau dele babava no lençol, latejando sem ser tocado. Emmett continuou o rimming por longos minutos, alternando língua e dedos, até o cu de Roman estar vermelho, piscando, completamente relaxado e melado.

Então ele virou o arquiteto de lado, ergueu uma das pernas dele sobre o ombro largo e alinhou o pau. Empurrou devagar, saboreando cada centímetro que desaparecia no calor apertado. Quando as bolas pesadas encostaram na pele, Emmett parou, respirando fundo, os olhos fixos nos de Roman.

— Olha pra mim enquanto eu te arrombo de novo. Quero ver sua cara de puto enquanto te encho.

Começou a meter forte, estocadas fundas e ritmadas, o som molhado de pele contra pele ecoando. Cada vez que saía quase todo e voltava, Roman sentia a cabeça grossa raspar na próstata, enviando ondas de prazer que faziam seus dedos do pé se curvarem. O suor escorria do peito definido de Emmett, pingando no corpo de Roman, misturando-se ao suor dele.

— Me usa, caralho… me fode como se eu fosse seu brinquedo — pediu Roman, voz rouca, uma mão puxando a própria perna mais para cima para dar mais acesso.

Emmett sorriu predatório e acelerou, batendo fundo, o quadril musculoso trabalhando sem piedade. Depois de minutos assim, puxou Roman para cima, sentou na beira da cama e fez o arquiteto sentar de frente no colo dele. O pau entrou de novo, ainda mais fundo nessa posição. Roman começou a cavalgar, subindo até quase sair e descendo com força, a bunda estalando contra as coxas duras. Emmett dava tapas ritmados, fortes, a palma grande deixando marcas vermelhas que ardiam deliciosamente.

— Isso, quica no meu caralho, seu arquiteto safado. Olha como seu cu engole tudo. Você nunca esqueceu, né? Nunca encontrou outro pau que te abrisse assim — grunhia Emmett, uma mão no pescoço de Roman, apertando levemente, dominando, a outra batendo na bunda.

Roman quicava cada vez mais rápido, o pau dele roçando no tanquinho suado de Emmett, deixando rastros de pré-gozo. O prazer subia, queimava, o cu apertando o pau invasor como um punho. “Eu sou dele. Sempre fui. Esse corpo foi feito pra levar porra desse homem”, pensava, gemendo alto, suor escorrendo pelo rosto.

Emmett o jogou de costas na cama, ergueu as pernas dele até os joelhos quase tocarem os ombros e meteu em posição de breeding profundo. As estocadas eram curtas, brutais, acertando direto na próstata. Os dois se beijavam com fome, línguas se chupando, saliva escorrendo pelos queixos enquanto os corpos se chocavam.

O orgasmo veio violento. Emmett tensionou os músculos todos, rosnou no ouvido de Roman e explodiu, jatos grossos e quentes enchendo o cu mais uma vez, transbordando ao redor do pau que continuava estocando. O sentimento de ser inundado levou Roman ao limite: seu pau pulsou forte e disparou longos jatos brancos que pintaram o peito e o queixo de Emmett, alguns até no cabelo curto dele.

Eles desabaram, colados, ofegantes, o quarto cheirando a suor, porra e macho. O pau de Emmett ainda latejava dentro, o cu de Roman contraía ao redor, ordenhando as últimas gotas. Minutos se passaram em silêncio, só respirações pesadas e mãos que ainda se tocavam, possessivas.

Emmett ergueu o rosto, olhou nos olhos dele com uma mistura de luxúria crua e algo mais profundo, e perguntou:

— Vai fugir de novo ou vai admitir que esse cu sempre foi meu e que você quer ser destruído por mim todo dia a partir de agora?

Rate this story

★★★★★
Thanks for rating
Algo errado com esta história?
Patrocinado

Gente de verdade na cam, agora.

Assista grátis. Sem cartão, sem cadastro.

Ver ao vivo →
Link patrocinado. Só para maiores de 18.
Tagged deepthroat rough-sex anal riding creampie

Fresh filth, nightly

The best new stories in your inbox every morning. Free, 18+, unsubscribe anytime.