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A Noite em que Meu Marido me Entregou ao Amigo no Vestíário

Uma noite quente no vestiário onde meu marido de 38 anos me entregou pro amigo dele de 36 pra me comer de quatro e de frente enquanto ele assistia.

13 min read October 01, 2026New

Lembro de cada segundo como se meu corpo ainda estivesse marcado por aquelas mãos. Meu nome é Nadia, tenho 34 anos e sou casada há doze anos com o Xavier, meu marido de 38. Ele sempre foi um homem intenso, daqueles que sabem exatamente onde tocar para me fazer derreter, mas nos últimos meses as conversas no escuro do nosso quarto tinham ganhado um tom mais sujo, mais perigoso. Ele confessava, com a voz rouca enquanto me fodia devagar, que fantasiava em me ver sendo comida por outro homem — especificamente pelo Silas, o melhor amigo dele, de 36 anos, ainda com o corpo de quem jogou futebol profissional até pouco tempo atrás. Silas era alto, ombros largos, coxas grossas e um pau que, segundo as piadas que eles trocavam, era tão grosso quanto o antebraço de um homem. Eu ria, fingia choque, mas minha buceta traía tudo: ficava encharcada só de imaginar.

Naquela noite, depois de um jogo importante no clube, o vestiário luxuoso estava quase vazio. As luzes amarelas batiam nos armários de metal polido, nos bancos de madeira escura, no chão de azulejos frios ainda molhados dos chuveiros. O cheiro de suor fresco, grama e vitória pairava no ar. Eu tinha torcido do lado do campo, vestida com um short de lycra preto que marcava minha bunda redonda e uma regata branca fina, colada ao corpo pelo suor. Meus seios, cheios e pesados, balançavam livres por baixo do tecido, os bicos escuros marcando o pano úmido. Sentia os olhos dos dois em mim o tempo todo.

Xavier esperou o último funcionário sair. Então puxou Silas para perto, batendo a mão no ombro do amigo, e falou baixo, mas não baixo o suficiente para eu não ouvir cada palavra:

— Cara, vou ser direto. A Nadia é hotwife. Faz tempo que eu quero ver ela sendo comida. Quero ver você metendo nela bem aqui, agora. Quero assistir meu amigo de 36 anos arrombando a buceta da minha mulher de 34 enquanto eu seguro a cabeça dela. Topa?

Silas parou com a toalha na mão, o peito ainda brilhando de suor. Seus olhos desceram pelo meu corpo devagar, parando nos meus mamilos marcados, nas coxas grossas apertadas pelo short. O volume na bermuda dele cresceu na hora. Eu senti um calor subir pela barriga, a calcinha já molhada grudando na minha buceta inchada. Meu coração batia tão forte que parecia que eles podiam ouvir.

— Porra, Xavier... você tá falando sério? — Silas perguntou, a voz grossa. — Sua mulher é um tesão. Olha pra ela... suada, toda oferecida nesse short. Se ela topar, eu como ela do jeito que você quiser. Na frente, de quatro, na boca... como vocês mandarem.

Eu não aguentei ficar quieta. Minhas pernas tremiam, mas eu sorri, mordendo o canto do lábio. Xavier veio até mim, me segurou pela nuca e me puxou para um beijo profundo, bem na frente do amigo. A língua dele invadiu minha boca com fome, possessiva, enquanto suas mãos desciam e apertavam minha bunda com força, levantando o short e expondo parte das minhas nádegas. Quando ele soltou minha boca, encostou os lábios no meu ouvido e sussurrou quente:

— Quer realizar a fantasia do seu marido, Nadia? Quer que o Silas te foda agora, enquanto eu assisto tudo? Diz pra mim, amor. Eu sei que sua bucetinha já tá pingando.

Eu olhei para Silas, que já tinha a mão dentro da bermuda, apertando o pau. Meu sorriso saiu safado, sem vergonha nenhuma.

— Quero, amor. Quero pra caralho. Tô molhada desde que você falou pra ele que eu era hotwife. Quero os dois me usando nesse vestiário. Quero ser a puta de vocês hoje.

Silas não esperou segunda ordem. Veio até mim e me puxou pelo quadril, colando meu corpo no dele. O beijo foi bruto, urgente. A língua dele era grossa, invasiva, tinha gosto de vitória e desejo reprimido. Enquanto ele me beijava, Xavier ficou atrás de mim, apertando meus seios por cima da regata, beliscando os mamilos até eu gemer na boca do amigo. Quatro mãos grandes subiam e desciam pelas minhas coxas suadas, apertavam minha bunda, invadiam por baixo do short e sentiam o quanto eu estava encharcada. Dedos grossos roçaram minha entrada, outro beliscou meu clitóris por cima da calcinha. Eu tremia entre os dois, gemendo baixinho, completamente entregue.

— Quero os dois me comendo ao mesmo tempo — sussurrei, a voz rouca. — Aqui. Agora. Sem pressa.

O clima mudou. Silas me virou com força e me colocou de quatro sobre o banco largo do vestiário. A madeira fria encostou nos meus joelhos e palmas. Ele arrancou meu short e a calcinha de uma vez, jogando longe. Meu cu e minha buceta ficaram expostos, brilhando de tesão. Senti o pau dele, pesado e quente, roçando minha entrada.

— Olha essa buceta, Xavier. Inchada, molhada pra caralho. Sua mulher é uma vadia de verdade — disse Silas, e meteu tudo de uma vez.

O gemido que saiu da minha garganta foi alto. Ele era grosso, me abriu inteira. Começou a me foder com força, batendo fundo, as bolas pesadas batendo no meu clitóris. Xavier segurou minha cabeça pelos cabelos e enfiou o pau dele na minha boca, segurando firme enquanto eu chupava com vontade, baba escorrendo pelo queixo. Os dois me usavam no mesmo ritmo: Silas metendo forte por trás, estocando minha buceta com barulhos molhados, Xavier fodendo minha garganta devagar, controlando a profundidade.

— Isso, minha puta safada — Xavier gemia. — Chupa o pau do marido enquanto meu melhor amigo te arromba.

Eles me viraram depois de longos minutos. Silas me levantou no colo como se eu fosse leve, minhas pernas grossas enroladas na cintura dele. Seu pau encontrou minha buceta de novo e deslizou fundo. Eu quicava, sentindo cada veia, cada centímetro me rasgando de prazer. Xavier veio por trás de mim, chupando meus mamilos com força, mordendo, lambendo, enquanto falava no meu ouvido:

— Goza no pau dele, Nadia. Goza sendo a puta do marido. Mostra pra ele como você é safada quando eu te entrego.

Eu não aguentei. O orgasmo me acertou como um soco. Meu corpo inteiro tremeu, a buceta apertando o pau do Silas enquanto eu gritava, molhando a barriga dele. Silas rosnou e gozou dentro de mim, jatos quentes enchendo minha vagina até transbordar. Xavier gozou logo depois, na minha boca, e eu engoli parte, guardando o resto na língua.

Ofegante, suada, com chupões roxos nos seios e no pescoço, marcas de dedos nas coxas, eu puxei Xavier e o beijei profundamente. Passei o gosto do gozo do Silas para a língua dele. Ele gemeu no beijo, segurando minha nuca.

— Obrigada por ter me entregado pra ele, amor — sussurrei, ainda sentindo a porra do amigo escorrendo pela minha perna. — Foi melhor que qualquer fantasia. Essa noite foi só o começo... eu quero mais. Quero que você me entregue de novo, de formas ainda mais safadas.

Silas, ainda com o pau meio duro, sorriu satisfeito, passando a mão no meu cabelo.

— Vocês são foda. Eu topo repetir quando quiserem.

Xavier me abraçou forte, orgulhoso, beijando minha testa suada.

— Você foi perfeita, minha hotwife. Amanhã mesmo a gente conversa sobre a próxima vez. Talvez em casa, com mais tempo... ou quem sabe com outro amigo junto. O que você acha, Nadia?

Eu sorri, o corpo ainda latejando, a buceta pulsando com a porra dentro de mim. Não respondi de imediato. Apenas apertei o abraço no meu marido e olhei para Silas com um olhar que prometia muito mais. O vestiário parecia pequeno demais para o que acabara de acordar entre nós três. Meu corpo ainda pedia mais, minha mente já imaginava novas entregas, novas mãos, novos paus. Essa noite tinha sido só a porta que se abriu. E eu mal podia esperar para atravessar o próximo corredor com meu marido me guiando pela mão — ou pela coleira.

Lembro de cada detalhe daquela escalada, como se o tempo tivesse parado no vestiário luxuoso. Meu corpo, aos 34 anos, ainda pulsava com a adrenalina do que havíamos feito, mas a sugestão do Xavier de talvez chamar outro amigo tinha acendido um fogo ainda maior dentro de mim. Eu não queria esperar, não queria ir para casa. Queria a intensidade agora, queria escalar aquela fantasia para algo ainda mais proibido e delicioso.

Olhei para o Silas, de 36 anos, seu corpo atlético de ex-jogador de futebol ainda reluzente de suor, o pau semi-ereto balançando pesado entre as pernas musculosas. Depois, voltei os olhos para o Xavier, meu marido de 38 anos, que me olhava com aquele misto de amor, orgulho e tesão que só ele conseguia ter. “Eu não quero esperar pela próxima vez”, eu disse, a voz saindo baixa e rouca, carregada de desejo. “Quero mais agora. Quero sentir os dois dentro de mim ao mesmo tempo. Quero que vocês me fodam juntos, um na buceta e o outro no cu. Me entreguem de verdade, me transformem na hotwife completa que vocês sonharam.”

Xavier respirou fundo, o peito largo subindo e descendo, e um sorriso safado se abriu em seu rosto. Ele se aproximou, segurando meu queixo com firmeza mas com carinho, e me beijou profundamente, a língua dançando com a minha, provando o gosto residual do gozo que eu tinha engolido antes. “Você é incrível, Nadia. Se é isso que você quer, é isso que vai ter. Silas, você topa dividir ela de verdade?”

Silas passou a mão pelo cabelo curto, os músculos dos braços se contraindo, e riu baixo, um som grave que reverberou no meu ventre. “Topar? Eu tô louco pra meter nesse cu apertado enquanto você enche a buceta dela, Xavier. A Nadia é um tesão de mulher, com essa bunda redonda e esses peitos cheios. Vamos fazer isso direito.”

O vestiário, com seu cheiro de vitória, suor masculino e agora sexo, parecia ainda mais íntimo. As luzes amarelas criavam sombras nos armários de metal, e o chão de azulejos frios contrastava com o calor que emanava dos nossos corpos. Eu me sentia exposta, marcada, desejada. Meu short ainda estava abaixado, a calcinha longe, a regata levantada expondo meus seios pesados com os mamilos duros como pedra.

Eles me guiaram para o banco mais largo, aquele de madeira escura e polida pelo uso. Xavier se deitou primeiro, seu pau de 38 anos já duro novamente, veias salientes, a cabeça brilhando. Eu subi nele, minhas pernas grossas de cada lado dos seus quadris, e desci devagar, sentindo a grossura dele separar minhas paredes encharcadas. “Hmm, amor… sua buceta ainda tá cheia da porra do Silas”, ele gemeu, segurando meus quadris e me puxando para baixo até eu engolir tudo.

A sensação era divina, a buceta sensível depois do primeiro round reagindo com espasmos ao redor dele. Eu comecei a me mover, subindo e descendo, os seios balançando no rosto dele, que os capturava com a boca, sugando forte, mordendo os bicos até eu arquear as costas e gemer alto. Cada descida fazia o pau dele bater fundo, roçando aquele ponto que me deixava molhada demais, o som molhado e obsceno ecoando entre os armários vazios. Eu pensava em como meu marido, depois de doze anos juntos, agora me olhava com tanto orgulho enquanto me via quicar no pau dele, sabendo que logo outro homem me invadiria por trás. Isso me deixava ainda mais excitada, a buceta contraindo, espremendo ele.

Enquanto isso, Silas se ajoelhou atrás de mim no banco, suas coxas grossas roçando as minhas. Ele cuspiu na mão, lubrificando o pau enorme, e depois passou os dedos entre minhas nádegas. O toque frio no meu cu me fez tremer. “Vou te abrir devagar, gata. Quero que você sinta cada dedo antes de levar o pau”, ele disse, enfiando o indicador com facilidade graças à lubrificação da nossa excitação anterior. O dedo girava dentro de mim, pressionando as paredes internas, abrindo espaço com paciência de quem sabia exatamente o que fazia.

Eu gemi, o som ecoando. “Isso, Silas… dedo meu cu. Prepara ele pra teu pau grosso. Eu quero sentir dor e prazer, quero ser arrombada por você.” Meu interior era um caos de pensamentos: ‘Como eu cheguei aqui? Doze anos de casamento e agora estou sendo preparada para uma dupla penetração no vestiário do clube. Meu marido assistindo e participando, me entregando como a puta que eu descobri que sou. E eu amo cada segundo, minha buceta latejando, o corpo pedindo mais.’ O contraste entre o pau quente e grosso do Xavier na frente e o dedo invasivo atrás me fazia rebolar, buscando mais, esfregando meu clitóris inchado na base do pau do meu marido.

Silas adicionou um segundo dedo, depois um terceiro, girando, abrindo, fazendo um movimento de tesoura que me deixava louca. A pressão na minha buceta com o pau do Xavier e os dedos no cu era quase demais. Eu quicava mais rápido, o barulho molhado enchendo o ar, meus sucos misturados com a porra anterior escorrendo pelas bolas dele. “Olha como ela tá gostando, Xavier. Sua mulher é uma safada mesmo. O cu dela tá piscando pedindo pau”, Silas comentou, a voz cheia de admiração e luxúria, os dedos entrando e saindo com um ritmo constante que me fazia tremer as coxas.

Xavier, de baixo, segurava meus seios e respondia: “Então dá pra ela, amigo. Mete no cu da minha hotwife. Faz ela gozar com nós dois dentro.” Ele beliscava meus mamilos com força, puxando eles, enviando choques diretos para o meu clitóris. Eu olhava para o espelho na parede lateral e via o reflexo: uma mulher de 34 anos, suada, marcada de chupões roxos no pescoço e nos seios, sendo dedada no cu enquanto cavalgava o marido. A imagem me excitava tanto que eu sentia outro orgasmo se formando, ainda só com os dedos.

Silas retirou os dedos e posicionou o pau. A cabeça grossa, larga como nunca, pressionou o anel apertado. Eu parei de me mover, respirando fundo, relaxando o máximo possível. Com um empurrão firme mas controlado, ele entrou. A sensação foi de ser rasgada, um ardor intenso que me fez gritar, unhas cravando no peito do Xavier. Mas logo, quando ele passou o ponto de maior resistência e deslizou para o fundo, virou um prazer profundo, cheio, completo. Os dois paus se encontravam dentro de mim, separados por uma membrana fina, roçando um no outro através da minha carne. Eu me sentia esticada ao limite, possuída, usada de forma perfeita.

“Caralho! Tô sentindo o pau do Xavier roçando no meu através da parede”, Silas exclamou, parando para nos acostumarmos, as mãos grandes apertando minha cintura com força, dedos deixando marcas vermelhas na pele suada.

Eu estava empalada, cheia como nunca. Dois paus, dois homens, meu marido e o amigo dele, me possuindo completamente. “Eu tô tão cheia… parece que vou explodir de tesão. Me fodam, por favor. Me usem forte.” Meu pensamento girava em torno do quanto eu me sentia poderosa naquela submissão, quanto confiava no Xavier para me guiar até esse ponto sem nunca me sentir coagida, só desejada.

Eles começaram devagar, encontrando o ritmo. Xavier empurrava de baixo, Silas de cima, alternando no começo. Cada estocada enviava ondas de prazer pelo meu corpo. Meus gemidos viraram gritos, o corpo suando profusamente, o suor escorrendo entre os seios e pelas costas, pingando no banco de madeira. O cheiro de sexo dominava tudo: suor fresco, porra, buceta molhada. Silas dava tapas estalados na minha bunda, deixando a pele vermelha e quente. “Toma no cu, sua puta! Leva o pau do amigo do teu marido bem fundo. Você é nossa agora, hotwife safada.”

Xavier beliscava meus mamilos, olhando nos meus olhos com intensidade. “Goza, Nadia. Goza sentindo a gente te enchendo. Mostra o quanto você ama ser entregue.” As estocadas sincronizaram, os dois metendo ao mesmo tempo, me levantando e me jogando para baixo entre seus corpos fortes. O banco rangia sob nós. Eu sentia cada veia, cada pulsação, a fricção insana me levando ao limite.

O orgasmo me atingiu como uma onda gigante, começando no fundo da barriga e explodindo para fora. Minha buceta contraiu, o cu apertou o pau do Silas como um torno, e eu squirtei forte, molhando a barriga e o peito do Xavier, o líquido escorrendo quente pelas nossas coxas. Eu gritei sem controle, o corpo convulsionando, visão embaçada, unhas arranhando a pele deles. Eles não pararam. Continuaram metendo através do meu gozo, prolongando as contrações, me levando a um segundo orgasmo seguido, este mais profundo, mais emocional. Eu chorava de prazer, o corpo mole entre eles, baba escorrendo pelo canto da boca.

Eles mudaram o ritmo para algo mais bruto, quase animal. Silas segurava meu cabelo, puxando minha cabeça para trás enquanto metia no cu com força. Xavier subia o quadril com estocadas curtas e profundas na buceta. O vestiário inteiro parecia vibrar com nossos sons: pele contra pele, gemidos roucos, o barulho molhado e obsceno da porra se misturando.

Finalmente, senti eles incharem dentro de mim. Silas primeiro, rosnando “Tô gozando no cu dela, Xavier!” e disparando jatos quentes e grossos dentro do meu intestino, o calor se espalhando, transbordando quando ele se movia. Isso fez Xavier explodir também. “E eu na buceta da minha mulher! Toma tudo, amor!” O calor dos dois gozando ao mesmo tempo me levou a um último clímax, fraco mas intenso, o corpo exaurido, tremendo sem parar.

Quando acabou, eles saíram devagar de mim, com cuidado, quase reverentes. Eu desabei entre eles no banco, o sêmen escorrendo dos meus dois buracos, misturando no banco de madeira, escorrendo pelas minhas coxas grossas até o chão frio de azulejo. Meu corpo estava coberto de suor, marcas roxas, porra seca e fresca, o cabelo grudado no rosto. Eles me abraçaram, um de cada lado, beijos suaves agora nos meus ombros, na testa, sem pressa nenhuma. Xavier acariciava meu cabelo, Silas passava a mão leve pela minha barriga.

Não dissemos nada mais. As respirações foram se acalmando, os corações voltando ao normal. O vestiário ficou em silêncio absoluto. Nenhum som, nenhuma palavra. Apenas o silêncio, profundo e completo, enquanto eu fechava os olhos, sentindo o peso delicioso da noite se assentando sobre nós. O silêncio.

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