Amigos de Foda que se Apaixonaram no Mercado Noturno
Uma MILF de 42 anos reencontra o ex-amigo de foda de 24 no mercado noturno e acaba sendo comida gostoso nos fundos da barraca.
Paulina tinha quarenta e dois anos bem vividos e um corpo que ainda fazia cabeça virar no Mercado Noturno de São Paulo. Divorciada fazia três anos, dona da barraca de lanches “Sabor da Madrugada”, ela passava as noites fritando pastel, montando hot dog e servindo caldo de cana gelado enquanto o barulho de gente, música e cheiro de gordura misturava tudo numa bagunça gostosa. Era quase uma da manhã quando o capacete branco apareceu entre a multidão e o entregador de aplicativo parou bem na frente do balcão.
Wesley. Vinte e quatro anos, ombros largos de quem pedala o dia inteiro, barba rala e aquele sorriso safado que ela conhecia de cor. Ex-amigo de foda. Três meses intensos de putaria sem compromisso no ano passado, até a vida separar os caminhos. O coração de Paulina deu um pulo traidor na hora.
— Porra… Paulina? — a voz dele saiu rouca debaixo do capacete. Ele tirou, passou a mão no cabelo suado e os olhos escuros cravaram nela. — Continua gostosa pra caralho.
Ela sentiu o calor subir entre as pernas na hora. Os jeans apertados dele marcavam a coxa, a camiseta preta colada no peito. Memórias sujas voltaram rapidinho: a boca dele na buceta dela, o pau grosso abrindo ela no banheiro do bar, os gemidos abafados no carro. Paulina limpou as mãos no avental e forçou um sorriso de quem manda no próprio desejo.
— Wesley. Sumiu, hein? Agora entrega lanche de madrugada? — provocou, já montando o hot dog que ele pediu no app, mas fingindo que não sabia. — Ainda gosta de mostarda e catupiry?
— Gosto de muita coisa que você tem. — Ele riu baixo, encostou o cotovelo no balcão e não disfarçou o olhar descendo pro decote generoso dela. Os seios pesados, ainda firmes, marcavam a blusa preta justa. — Porra, Paulina. Olha esses peitos. Eu sonhava com eles. Sonhava em chupar essa gostosa madura de novo.
Ela sentiu o mamilo endurecer contra o sutiã. Entregou o lanche e o troco, roçando propositalmente os seios grandes no braço dele. O contato quente fez os dois prenderem a respiração. Paulina riu safada, a voz baixa:
— Continua falando assim que eu fecho a barraca mais cedo só pra te dar. Sente falta de comer essa buceta madura, é?
— Sinto falta de te foder até você tremer. — Wesley mordeu o lábio, olhou em volta e baixou o tom. — Tá molhada só de me ver, não tá? Eu conheço esse cheiro de tesão em você.
Paulina passou a língua nos dentes. O mercado ainda fervia, mas o desejo antigo voltava com força bruta. Ela servia outro cliente mecânica, mas os olhos não saíam de Wesley. Ele comeu o hot dog devagar, lambendo o molho do polegar de um jeito proposital, teatrando. Cada gesto era provocação. Quando a fila rareou e o relógio bateu quase duas, Paulina tirou o avental, trancou a caixa e fez sinal com a cabeça.
— Fundos. Agora. A gente fode sem compromisso, igual antes. Mas com essa química do caralho que sempre me deixava louca. Quer?
— Quero te destruir gostoso. — Ele já estava de pé, olho brilhando. — Vamos.
Eles escorregaram para trás da barraca, onde as caixas de papelão e o estoque de refrigerante formavam um cantinho escuro, cheirando a óleo e lona. Paulina puxou Wesley pela camiseta e beijou a boca dele com fome, língua quente, dente puxando lábio. As mãos dele já estavam na bunda dela, apertando forte por cima do short jeans.
— Tira essa calça. Quero chupar esse pau grosso agora — ela mandou, ajoelhando no chão irregular.
Wesley abriu o zíper, puxou a cueca pra baixo e o pau saltou duro, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Paulina lambeu da base até a glande, depois engoliu fundo de uma vez só, sentindo o grosso preencher a garganta. Wesley gemeu baixo, agarrou o cabelo dela e meteu devagar no ritmo dela.
— Isso, puta gostosa… engole tudo. Porra, como eu sentia falta dessa boca. Chupa mais fundo, Paulina. Usa a língua.
Ela babava, os olhos marejados de tesão, chupando com vontade, uma mão massageando o saco pesado enquanto a outra descia pro próprio short e enfiava dois dedos na buceta já encharcada. O barulho molhado da boquete misturava com o eco distante do mercado. Wesley puxou o cabelo dela pra trás, tirou o pau da boca com um estalo e a virou de quatro sobre as caixas empilhadas.
— Abre essa bunda. Quero meter forte nessa buceta molhada.
Paulina empinou, puxou o short e a calcinha pro lado. Wesley encaixou a cabeça do pau na entrada quente e enterrou de uma vez, até o fundo. Ela soltou um gemido alto, abafado no braço.
— Ai, caralho… mete. Mete forte, Wesley. Essa buceta é sua de novo.
Ele segurou a cintura larga dela e começou a foder sem piedade, a pele batendo, o pau grosso entrando e saindo brilhando de porra dela. Cada estocada fazia os seios pesados balançarem. Paulina rebolava de encontro, pedindo mais, a voz rouca:
— Mais fundo… assim, filho da puta. Me come. Me come essa madura gostosa.
Wesley puxou ela pelo cabelo, virou o corpo dela de frente, ergueu uma perna dela e encaixou de novo, metendo de pé, o ângulo profundo batendo no ponto certo. Paulina se agarrou no ombro dele, gemendo alto demais pro lugar, mas fodase. O prazer subia rápido.
— Olha pra mim enquanto eu te fodo — ele rosnou. — Fala que quer minha porra.
— Quero. Quero essa porra quente dentro. Me enche, Wesley. Me fode até eu gozar.
Ele tirou o pau, sentou numa caixa mais baixa e puxou Paulina pro colo de costas — cowgirl reverso. Ela encaixou o pau sozinha, desceu até o fundo e começou a rebolar rápido, a bunda batendo nas coxas dele, os seios quicando. Wesley segurou os quadris dela e empurrou pra cima, acompanhando o ritmo frenético. O barulho molhado era obsceno. Paulina jogou a cabeça pra trás, os cabelos colados no suor da nuca.
— Vou gozar… porra, vou gozar no seu pau —
— Goza. Goza nessa pica. Eu também tô na beira.
Eles gozaram juntos. Paulina tremeu toda, a buceta apertando em espasmos, e Wesley enterrou fundo e jorrou, enchendo a MILF de porra quente, jato atrás de jato, até escorrer pelo saco dele e pelas coxas dela. Ela continuou rebolando devagar, ordenhando cada gota, ofegante, suada, sorrindo como quem acabou de roubar alguma coisa boa.
Demoraram um minuto pra recuperar o fôlego. Wesley beijou a nuca dela, ajudou a puxar a calcinha e o short de volta, limpou o excesso de porra com um pano limpo que ela tinha no estoque. Os dois riram baixinho, iguais a velhos amigos safados que acabaram de fazer merda gostosa.
— Toda noite — ele disse, ajeitando a própria calça, ainda com o gosto dela na boca. — Eu volto toda porra de noite. Repito a dose. Essa buceta madura agora tem horário fixo.
Paulina o beijou de novo, língua molhada, lenta, cheia de promessa. O beijo demorou mais do que um simples “amigo de foda” costumava demorar. Quando se separaram, o olhar dela carregava algo além do tesão puro — um fio de curiosidade perigosa, daquelas que começam a complicar as coisas.
— Volta então. Eu fecho mais cedo se precisar. — Ela ajeitou o cabelo, ainda com o cheiro dele grudado na pele. — Mas cuidado, Wesley. A gente sempre soube foder. O resto… a gente nunca testou direito.
Ele sorriu de canto, pegou o capacete, mas não saiu na hora. Ficou olhando ela arrumar as caixas, a curva da bunda, o jeito maduro e safado de quem sabia exatamente o que o corpo pedia. Lá fora o mercado ainda vibrava. Lá dentro, algo tinha mudado de tom — o acordo de putaria limpa agora carregava um resto quente e inquieto que nenhum dos dois queria nomear ainda.
Paulina trancou o estoque e voltou pro balcão com as pernas tremendo gostoso. Wesley colocou o capacete, mas antes de ligar a moto mandou mensagem pelo app mesmo, só pra ela ver no celular:
“Amanhã. Mesma hora. E vem sem calcinha.”
Ela leu, mordeu o sorriso e sentiu a porra dele ainda escorrer quente entre as coxas enquanto atendia o próximo cliente. O jogo tinha recomeçado. E dessa vez o tabuleiro parecia maior do que só foda.
Paulina passou o dia seguinte com a cabeça longe do balcão. Cada vez que o celular vibrava ela abria na esperança de ver o nome dele, e quando a mensagem de “tô saindo agora” chegou perto das onze ela já estava molhada só de ler. Tirou a calcinha no banheiro improvisado atrás da barraca, enfiou no bolso da jaqueta e voltou pro fogão com o short jeans frouxo, a bunda livre, a buceta latejando contra o denim. O cheiro dele ainda parecia grudado na pele desde a noite anterior — porra seca, suor, óleo de fritura misturado com tesão.
Quase duas da manhã o capacete branco cortou a multidão de novo. Wesley parou a moto, tirou o capacete e o sorriso safado veio junto com o cheiro de chuva fina que começava a cair. Paulina não esperou ele pedir nada. Fechou a caixa, apagou a luz da frente e puxou ele pelos fundos sem falar uma palavra. Assim que entraram no cantinho escuro de caixas e lonas ela já estava de joelhos, abrindo o zíper dele com pressa.
— Sem calcinha, como pediu — murmurou, a voz rouca. — Olha o estado que você me deixou o dia inteiro.
O pau dele saltou duro, quente, a cabeça já brilhando. Paulina engoliu fundo de uma vez, sentindo o grosso preencher a garganta, o gosto salgado de pré-gozo explodindo na língua. Wesley gemeu baixo, agarrou o cabelo dela e meteu no ritmo dela, devagar no começo, depois mais fundo, ouvindo o barulho molhado de babinha escorrendo pelo queixo dela.
— Porra, Paulina… essa boca madura ainda é a melhor do caralho. Chupa tudo. Usa a língua na veia, assim… isso, puta gostosa.
Ela massageava o saco pesado com uma mão enquanto a outra subia por baixo do short e enfiava três dedos na própria buceta encharcada. O mercado lá fora ainda gritava, música alta, gente rindo, mas ali atrás só existia o pau grosso batendo na garganta dela e o cheiro de foda que voltava com força. Wesley puxou ela pelo cabelo, tirou o pau com um estalo e a virou de quatro sobre as caixas de refrigerante.
— Empina essa bunda. Quero ver essa buceta sem calcinha me pedindo porra.
Paulina puxou o short pro lado, abriu as pernas e empinou. A buceta inchada, rosada, pingando no chão irregular. Wesley ajoelhou atrás, lambeu de cima a baixo, chupou o clitóris inchado com fome, enfiou a língua fundo e sentiu ela tremer. Depois se levantou, encaixou a cabeça grossa e enterrou de uma estocada só até o saco bater na bunda dela.
— Ai, caralho… assim, mete forte — ela gemeu, a voz abafada no braço. — Me fode como se eu fosse só sua puta de novo.
Ele segurou a cintura larga, os dedos cravando na carne macia, e começou a meter sem piedade. A pele batendo, o pau saindo brilhando de porra dela, entrando de novo até o fundo. Cada estocada fazia os seios pesados balançarem dentro da blusa. Paulina rebolava de encontro, pedindo mais fundo, mais duro, a buceta fazendo barulho obsceno de sucção.
— Olha só essa madura se abrindo toda pro meu pau — ele rosnou, puxando o cabelo dela pra trás. — Três meses sem te comer e você ainda aperta igual putinha faminta. Fala que ama levar essa pica.
— Amo… porra, amo levar seu pau grosso — ela respondeu ofegante, os olhos marejados. — Mais fundo, Wesley. Bate nesse ponto… ai, assim, filho da puta.
Ele tirou, virou ela de frente, ergueu as duas pernas dela e encaixou de novo, metendo de pé, o ângulo fundo batendo no colo do útero. Paulina se agarrou nos ombros largos dele, as unhas cravando, gemendo alto demais. O prazer subia rápido, misturado com alguma coisa que apertava o peito — o jeito que ele olhava pra ela, o suor escorrendo pela barba rala, a boca roçando no pescoço dela como se quisesse marcar território.
— Eu pensei em você todo dia — ele confessou entre estocadas, a voz rouca. — Sonhava com esses peitos, com esse cheiro de buceta madura, com você gozando no meu pau. Não é só foda, Paulina. Nunca foi só foda pra mim.
Ela sentiu o peito apertar. As lágrimas de tesão misturaram com outra coisa. Paulina beijou a boca dele com fome, língua quente, dente puxando lábio, enquanto ele continuava metendo fundo.
— Então me fode como se fosse amor — ela sussurrou contra a boca dele. — Me come até eu não conseguir mais pensar em nada além de você.
Wesley sentou numa caixa baixa e puxou ela pro colo de frente. Paulina encaixou o pau sozinha, desceu até o fundo e começou a rebolar devagar no começo, sentindo cada veia, cada pulsar. Depois acelerou, a bunda batendo nas coxas dele, os seios quicando na cara dele. Ele chupou um mamilo, mordeu de leve, chupou o outro, enquanto empurrava pra cima no ritmo frenético dela.
— Goza pra mim — ele mandou, a mão descendo pro clitóris inchado, esfregando em círculos rápidos. — Goza no pau do cara que te ama, porra.
Paulina jogou a cabeça pra trás, os cabelos colados no suor da nuca, e gozou gritando abafado no ombro dele. A buceta apertou em espasmos fortes, escorrendo porra quente pelo saco dele. Wesley segurou os quadris dela, enterrou fundo e jorrou junto, jato atrás de jato, enchendo ela de novo, quente, espesso, até escorrer pelas coxas e pingar no chão. Eles ficaram abraçados, ofegantes, o pau ainda latejando dentro dela, o coração batendo descompassado.
Ela não desceu na hora. Ficou rebolando devagar, ordenhando as últimas gotas, beijando o pescoço dele, a barba, a boca. Wesley acariciava as costas nuas dela por baixo da blusa, o toque agora mais lento, mais carinhoso, como se o acordo de “só foda” tivesse rachado de vez.
— Eu volto todo dia — ele murmurou na orelha dela. — Não quero mais sumir. Quero acordar com cheiro da sua buceta na cara, quero te foder de manhã, de tarde, de madrugada. Quero… porra, Paulina, eu acho que te amo.
Ela riu baixo, um som meio choroso, meio safado, e beijou ele de novo, longo, molhado, cheio de língua. Quando se separaram, limparam o excesso de porra com o mesmo pano de ontem, puxaram as roupas, riram baixinho iguais a dois viciados que acabaram de se dar o que precisavam. Paulina ajeitou o short, sentindo a porra dele ainda escorrendo quente entre as pernas, e olhou pra ele com o sorriso de quem já não disfarçava mais.
— Então volta. Eu fecho a barraca cedo todo dia se for pra você me comer assim. A gente sempre soube foder… agora a gente descobre o resto junto.
Wesley colocou o capacete, beijou a testa dela uma última vez e saiu pro barulho do mercado. Paulina voltou pro balcão com as pernas tremendo, o coração disparado, o short manchado por dentro. Atendeu o próximo cliente ainda com o gosto dele na boca, o corpo inteiro marcado, a cabeça cheia de planos sujos e doces ao mesmo tempo. O jogo tinha mudado de regra. O tabuleiro agora era grande demais pra caber só putaria.
Mas quando o sol nasceu e o mercado esvaziou, Paulina trancou tudo sozinha e descobriu no bolso do avental o bilhete que ele tinha deixado escondido entre as caixas: “Mentira. Era só foda mesmo. Não volto.”
Rate this story
Algo errado com esta história?
Gente de verdade na cam, agora.
Assista grátis. Sem cartão, sem cadastro.
Ver ao vivo →Popular Collections
Browse Categories