A Mãe do Meu Melhor Amigo na Tempestade

Durante a tempestade, o programador de 24 anos fode o cu guloso da amiga divorciada de 42.

11 min read September 20, 2026New

A chuva despencava com fúria sobre o telhado, como se o céu quisesse engolir a casa inteira. Roman, um programador de 24 anos que passava os dias mergulhado em linhas de código para uma empresa de aplicativos, estava parado no meio da sala de estar, o celular na mão sem sinal. A tempestade havia chegado de repente, cortando a energia elétrica e transformando as estradas de terra ao redor da casa do seu melhor amigo em rios de lama. O amigo havia saído horas antes para resolver um problema na cidade e agora estava ilhado em outro bairro. Roman estava preso ali. Sozinho com Paulina.

Paulina, a mãe do seu amigo, tinha 42 anos, era divorciada há quatro e mandava no próprio salão de beleza que faturava bem no centro da cidade. Voluptuosa, pele morena bem cuidada, cabelos castanhos ondulados até os ombros, seios pesados que esticavam o tecido fino do vestido preto que usava em casa. A bunda era o destaque — grande, redonda, empinada, daqueles que balançavam a cada passo e faziam qualquer homem perder o fio da meada. Na luz amarelada de meia dúzia de velas espalhadas pela sala, ela parecia ainda mais perigosa.

— Que merda de tempo, né? — disse ela, servindo dois copos de vinho tinto que havia encontrado na cozinha. A voz dela era baixa, um pouco rouca, como se a tempestade tivesse despertado algo dentro dela. — As estradas tão todas bloqueadas. Você vai ter que dormir aqui, Roman. Não tem jeito.

Ele engoliu em seco. Sentou no sofá grande de couro, sentindo o calor do corpo dela quando Paulina se acomodou bem perto, as coxas grossas quase encostando na perna dele. O vestido subia devagar, revelando a pele macia. O cheiro dela — perfume doce misturado com algo mais quente, mais animal — invadia o nariz de Roman. Ele sempre achara Paulina absurdamente gostosa, mas era a mãe do seu melhor amigo. Pensar nisso fazia seu pau latejar dentro da calça jeans, mesmo contra a própria consciência.

Conversaram sobre tudo e nada. Sobre o trabalho dele, as noites viradas programando, a solidão dela depois do divórcio. Paulina ria baixo de cada piada dele, inclinando o corpo para frente, deixando o decote generoso mostrar o vale profundo entre os seios. A cada trovão, ela se aproximava mais. Até que o flerte deixou de ser sutil.

— Sabe... eu sempre te achei muito atraente, Roman — confessou ela de repente, os olhos castanhos brilhando à luz da vela. — Desde que você começou a vir aqui, magrinho, e depois foi ficando esse homem grande, ombros largos, braços definidos de quem malha mesmo sem fazer academia. Eu olhava e pensava: porra, que delícia de menino. Agora que você tá com 24 anos e eu com 42... ainda acho você um tesão.

Roman sentiu o sangue ferver. O pau dele endureceu completamente, formando uma barra visível na calça. Ele tocou o braço dela, deslizando os dedos pela pele quente.

— Paulina... você tá falando sério? — murmurou ele, a voz rouca. — Porque eu sempre te desejei pra caralho. Essa bunda, esses peitos... eu batia punheta pensando em você mais vezes do que consigo contar.

Ela sorriu, maliciosa, e colocou a mão sobre a coxa dele, subindo devagar até roçar os dedos bem perto do volume latejante.

— Então por que a gente tá conversando ainda? A casa é só nossa. Ninguém vai saber. Eu tô molhada pra caralho só de sentir o cheiro de homem jovem aqui do lado. E tem uma coisa que você precisa saber... eu adoro levar no cu. Adoro mesmo. Quero sentir esse pau grosso bem fundo na minha bunda gulosa hoje.

As palavras dela acertaram Roman como um soco no estômago. A tensão que vinha crescendo explodiu. Ele puxou Paulina pelo pescoço e a beijou com fome, língua invadindo a boca quente dela enquanto as mãos apertavam aqueles seios pesados por cima do vestido. Ela gemeu dentro do beijo, abrindo as pernas, esfregando a buceta já encharcada contra a coxa dele.

— Quero você agora, Roman. Me fode. Mas primeiro... quero que você chupe meu cu bem gostoso.

Ela se levantou, tirou o vestido num movimento rápido, ficando completamente nua. Os seios caíram livres, mamilos escuros e duros. A bunda grande tremia levemente enquanto ela subia no sofá, ficando de quatro, empinando aquele rabo monumental. As nádegas se abriram sozinhas, revelando o cu rosado e piscando, logo acima da buceta inchada e brilhando de tesão.

Roman se ajoelhou atrás dela como um animal. O cheiro dela era forte, almiscarado, delicioso. Ele agarrou as duas bandas daquela bunda com firmeza, abriu mais e mergulhou o rosto. A língua lambeu o cu dela devagar no começo, sentindo o gosto salgado e limpo. Paulina gemeu alto, empurrando o rabo contra a cara dele.

— Isso, porra... lambe meu cu, gostoso. Enfia essa língua bem fundo. Quero ficar bem molhadinha pro seu pau.

Ele obedeceu. Chupava, lambia, girava a língua no anel apertado enquanto enfiava dois dedos na buceta encharcada dela. Paulina rebolava, xingando baixinho entre gemidos. O pau de Roman babava pré-gozo dentro da cueca. Ele se levantou, tirou a roupa rápido. O pau grosso, veioso, cabeça inchada, bateu contra as nádegas dela.

Primeiro ele enfiou na buceta. Uma estocada só, até o fundo. Paulina gritou de prazer. Ele meteu forte algumas vezes, tirando o pau brilhando de melado, e então encostou a cabeça grossa no cu dela.

— Devagar no começo... mas quero tudo, Roman. Quero sentir cada centímetro abrindo meu rabo.

Ele empurrou. O cu dela era apertado pra caralho, mas guloso. A cabeça entrou com um estalo molhado. Paulina soltou um gemido longo, quase um uivo, as unhas cravando no sofá. Centímetro por centímetro, o pau grosso dele desapareceu dentro daquela bunda quente e apertada. Quando as bolas bateram contra a buceta dela, Roman parou, sentindo o cu pulsar ao redor dele como um punho.

— Caralho, Paulina... seu cu é uma delícia. Tão quente, tão apertado.

— Me fode, vai. Me chama de puta gulosa de cu. Eu sou isso mesmo. Uma vadia de 42 anos que adora pau no rabo.

Ele começou a meter. Estocadas fortes, saindo quase tudo e enfiando até o talo. O som de pele contra pele ecoava junto com a tempestade. A bunda dela balançava, ondas de carne a cada impacto. Paulina gritava, pedindo mais.

Eles mudaram de posição. Ela subiu nele, cavalgada reversa, de costas. Sentou devagar no pau, controlando o ritmo, rebolando aquele cu guloso em círculos lentos e depois cada vez mais rápidos. Roman agarrava a cintura dela, batendo a mão na bunda grande, chamando:

— Rebola nessa pica, sua puta gulosa de cu. Engole meu pau todo no rabo, vai.

— Sou sua puta... só sua... me arromba esse cu, Roman!

Depois ela deitou de costas, pernas por cima dos ombros dele na posição missionária anal. O pau entrava mais fundo assim. Ele metia com força, olhando nos olhos dela, suados, os seios dela pulando a cada estocada. Paulina gozou primeiro, o cu apertando o pau dele como um torno, buceta esguichando um pouco enquanto ela gritava obscenidades.

— Goza dentro, por favor... enche meu cu de porra quente!

Roman não aguentou. Com um rugido, enterrou até o fim e explodiu. Jatos grossos e quentes encheram o intestino dela, tanto que quando ele tirou o pau, um fio grosso de sêmen escorreu do cu arrombado e vermelho.

Os dois respiravam pesado, corpos suados. Paulina sorriu, safada, e puxou ele pela mão.

— Vem. Vamos tomar um banho juntos. Ainda tem água quente no boiler. Quero sentir você me ensaboando no escuro.

Eles foram para o banheiro, rindo baixinho como dois adolescentes. A luz de uma única vela tremulava no box. A água quente caiu sobre eles. Paulina o beijou com calma agora, língua dançando devagar enquanto as mãos dele ensaboavam aquela bunda ainda melada de porra. Ela segurou o pau dele, que já começava a endurecer de novo, e sussurrou contra a boca dele:

— Isso foi só o começo, Roman. Sempre que a tempestade...

Um trovão mais forte estourou bem perto, fazendo as paredes tremerem. Os dois se olharam, o desejo ainda queimando forte. A noite estava longe de acabar, e o segredo entre eles acabara de ganhar um gosto ainda mais perigoso.

A água quente continuava caindo sobre eles, batendo nos ombros largos de Roman e escorrendo pelo corpo voluptuoso de Paulina, que aos 42 anos ainda tinha curvas que fariam qualquer homem perder a cabeça. Ela apertava o pau dele com força, sentindo a carne grossa e veiosa inchar na palma da mão, a cabeça inchada roçando contra a barriga dela. O programador de 24 anos respirava pesado, o peito subindo e descendo enquanto o desejo queimava como fogo no estômago. “Porra, acabei de encher o cu dessa divorciada com porra e ela já quer mais. Essa bunda grande e empinada é um vício do caralho, melhor que qualquer tela de código que eu encaro no trabalho.”

Paulina se virou de costas, plantando as mãos na parede molhada do box e empinando aquele rabo monumental. As nádegas se abriram sozinhas, o cu rosado ainda vermelho e brilhando com os restos do gozo anterior misturado à água. Ela rebolou devagar, olhando por cima do ombro com um sorriso safado.

— Para de olhar e mete logo, Roman. Meu cu tá piscando de fome. Enfia essa pica grossa e me arromba de novo, vai. Quero sentir você me rasgando por dentro enquanto a tempestade cai lá fora.

Ele cuspiu na mão, espalhou saliva e porra velha no pau latejante e empurrou. O cu dela, já acostumado, abriu com um som molhado obsceno, engolindo a cabeça grossa e depois o resto do comprimento até as bolas dele baterem contra a buceta inchada. Paulina soltou um gemido gutural, longo, quase um rosnado, as unhas arranhando os azulejos. Roman agarrou os quadris dela com as duas mãos, os dedos afundando na carne macia, e começou a meter com força bruta. Cada estocada fazia as ondas daquela bunda tremelicar, o som de carne molhada contra carne molhada ecoando mais alto que os trovões.

— Caralho, Paulina... seu cu tá mais guloso agora. Tá sugando meu pau como se não quisesse soltar nunca — grunhiu ele, puxando o cabelo castanho ondulado dela para trás com uma mão enquanto a outra dava tapas fortes nas nádegas, deixando marcas vermelhas na pele morena.

— Sou sua puta de cu, porra! Me bate mais, me chama de vadia gulosa! Uma divorciada de 42 anos que só pensa em levar rola jovem no rabo! — gritava ela, empurrando o corpo para trás para encontrar cada estocada, rebolando em círculos enquanto o pau dele entrava e saía quase todo, brilhando de melado, porra e água.

Roman sentia o cu dela pulsar ao redor da pica, um aperto quente e sedoso que fazia suas bolas contraírem. “Essa mulher é louca, melhor amiga da minha consciência de merda, mas eu não consigo parar de pensar em como o cu dela é perfeito pra foder. Apertado, quente, feito pra ser destruído.” Ele meteu mais fundo, mudando o ângulo para bater bem no fundo, fazendo Paulina gritar obscenidades entre gemidos. A água escorria entre os corpos, lavando o suor mas não o cheiro animal que subia no vapor.

Depois de minutos martelando sem parar, ele tirou o pau com um plop molhado, o cu dela ficando aberto por segundos, piscando e soltando um fio grosso de porra diluída. Paulina se virou de joelhos no chão do box, o rosto molhado, olhos cheios de luxúria pura. Sem dizer uma palavra, ela engoliu o pau dele até a garganta, chupando o gosto do próprio cu com fome. A língua girava na cabeça, lambendo cada veia, sugando o resto de porra e sucos que cobriam a carne.

— Isso, chupa sua própria bunda no meu pau, sua safada — ordenou Roman, segurando a cabeça dela com as duas mãos e fodendo a boca com estocadas curtas. Paulina engasgava, baba escorrendo pelo queixo, mas não parava. Os olhos lacrimejavam de prazer enquanto ela massageava as bolas dele.

Eles saíram do banheiro ainda molhados, corpos pingando no chão. Paulina o puxou pelo pau duro até o quarto, jogando-se na cama de casal desfeita. De quatro novamente, ela abriu as nádegas com as próprias mãos, mostrando o cu arrombado e brilhante.

— Volta pra dentro. Quero mais. Quero que você me foda até eu não conseguir sentar amanhã. Esse cu é seu, Roman. Usa ele como um buraco de puta barata.

Ele mergulhou o rosto ali primeiro, língua enfiando fundo no anel esticado, sentindo o sabor forte e sujo do cu dela misturado com o próprio gozo. Paulina rebolava contra a cara dele, gemendo como uma cadela:

— Lambe tudo, vai. Come meu cu sujo. Depois me arromba de novo, quero sentir essa língua e essa pica me destruindo.

Roman se levantou, alinhou o pau e meteu até o talo de uma vez. A posição de quatro permitia estocadas brutais. Ele batia com o quadril, as bolas estalando contra a buceta encharcada dela, que babava melado nas coxas grossas. Cada tapa na bunda fazia a carne tremer, vermelha, quente. Paulina gritava, o rosto enterrado no travesseiro, o corpo suando apesar da água do banho.

— Mais forte, caralho! Me quebra no meio! Sou só um cu pra você foder, uma vadia de 42 anos que adora ser rasgada por pau de 24! — berrava ela, a voz rouca de tanto gemer.

Eles trocaram de novo. Paulina deitou de lado, uma perna erguida alto, e Roman entrou por trás, o pau deslizando fácil no cu já destruído. Ele metia fundo, uma mão no pescoço dela, apertando levemente, a outra beliscando os mamilos duros dos seios pesados que balançavam. O ritmo era selvagem, a cama rangendo, os corpos se chocando com força bruta. Interiormente Roman pensava que nunca tinha sentido um cu tão bom, tão viciado, pulsando e apertando como se quisesse ordenhar cada gota dele.

Por fim ela pediu a posição que mais gostava para gozar: de costas, pernas dobradas sobre os ombros dele, quase dobrada ao meio. O pau entrava absurdamente fundo, batendo no intestino dela a cada estocada. Paulina gozou primeiro, o cu contraindo como um punho de ferro ao redor da pica grossa, a buceta esguichando jatos claros que molhavam a barriga dele e o lençol. Ela gritava xingamentos sem parar, o corpo convulsionando.

— Goza agora, porra! Enche meu intestino de porra quente de novo! Quero vazar sêmen pelo cu a noite toda!

Roman rugiu, enterrando até o fundo e explodindo. Jatos grossos, quentes e abundantes jorraram direto no fundo do cu arrombado dela, tanto que sentia o volume inchando o ventre da mulher. Quando finalmente puxou o pau, o cu ficou grotescamente aberto, vermelho, pulsando, e uma avalanche de porra branca e grossa escorreu pra fora, descendo pela buceta inchada e pingando na cama. Paulina respirava como um animal, olhou para ele com olhos vidrados de puta e falou a última frase com a voz rouca e suja:

— Olha esse cu arrombado vazando porra grossa como uma puta barata, agora me fode a boca com ele sujo pra eu engolir o resto, seu filho da puta.

Rate this story

Thanks for rating
Algo errado com esta história?
Tagged rimming anal creampie doggy-style rough-sex

Fresh filth, nightly

The best new stories in your inbox every morning. Free, 18+, unsubscribe anytime.