Chuva Torrencial: Meu Melhor Amigo Quis Meu Cu na Tenda
Dois amigos sarados, Lucas (28) e Bruno (30), acabam fodendo o cu virgem um do outro dentro da barraca durante a chuva torrencial.
A chuva despencou do nada, transformando o acampamento à beira do rio num lamaçal barulhento. Lucas, de 28 anos, pedreiro sarado que carregava sacos de cimento o dia inteiro na construtora, soltou uma gargalhada enquanto corria ao lado do amigo. Bruno, aos 30 anos, capataz de obra com o corpo todo definido por anos de sol, peso e cachaça controlada, vinha logo atrás, os dois encharcados até os ossos. O dia tinha sido bom: varas de pesca, cerveja gelada, papo de homem e olhares que nenhum dos dois queria admitir que duravam tempo demais. Agora, a tempestade não dava trégua. O céu parecia ter guardado água o mês inteiro só pra cair ali.
Eles tinham montado só uma barraca, pequena demais pros dois grandões. Era pra ser economia, mas virava problema quando o temporal chegava. Entraram correndo, corpos molhados colidindo no espaço apertado. Lucas tirou a camisa ensopada, ficando só de cueca boxer preta que marcava cada músculo das coxas grossas e o volume pesado entre as pernas. Bruno fez o mesmo, revelando o peito largo, peludo no centro, os gomos do abdômen brilhando de chuva e suor. Não tinha espaço. Deitaram de lado, joelhos se encaixando, coxas roçando, o braço de Bruno passando por cima do peito de Lucas. O calor subiu rápido. O ar dentro da tenda ficou úmido, grosso, cheirando a homem, terra molhada e tesão reprimido.
Lucas sentia o pau do amigo roçar de leve na curva da sua bunda toda vez que um deles respirava. Havia meses que isso acontecia nas suas cabeças. No trabalho, quando Bruno se abaixava pra medir uma viga e a calça jeans marcava aquela bunda redonda, Lucas fingia olhar pro outro lado. Bruno, por sua vez, vivia imaginando como seria abrir o cu do parceiro de cerveja e trabalho. Nenhum dos dois falava. Até agora.
O barulho da chuva torrencial batia no nylon como mil tambores, abafando o mundo lá fora. Dentro, só o calor dos corpos seminus. Lucas sentiu o próprio pau endurecer devagar, pressionando o tecido da cueca. “Caralho, ele tá sentindo isso também. Meu cu tá latejando só de encostar nele. Se eu virar agora, vai acontecer”, pensou, o coração martelando mais forte que a tempestade.
Bruno quebrou o silêncio primeiro, voz rouca, quase um sussurro:
— Lucas... tá apertado pra caralho aqui, né? Seu corpo tá quente demais, cara. Eu... porra, eu sempre fantasiei comer essa bunda tua. Desde que a gente começou a trabalhar junto. Te ver suado na obra, aquela bunda empinada quando você carrega peso... me deixa louco. Quero abrir teu cu, meter a língua, depois o pau. Quero te ouvir gemendo meu nome feito uma puta.
Lucas virou o rosto. Os olhos dos dois se encontraram na luz fraca da lanterna. Não tinha mais volta. O tesão que vinha sendo engolido por meses explodiu.
— Bruno... eu também quero dar. Meu cu é virgem, mas eu bato punheta pensando em você me arrombando. Quero sentir esse seu pau grosso me abrindo. Toca em mim, vai. Para de enrolar.
As bocas se encontraram num beijo faminto, línguas se enroscando com força, saliva escorrendo pelos queixos. As mãos desceram ao mesmo tempo, apertando os paus por cima da cueca. Lucas gemeu na boca do amigo quando sentiu o volume latejante de Bruno, grosso, pesado, já babando pré-gozo. Bruno apertava a rola de Lucas com a mão grande, massageando as bolas por baixo.
— Porra, tu tá duro pra mim, hein, seu safado? — rosnou Bruno entre beijos molhados. — Essa cueca tá encharcada de tesão. Quero te fazer minha vadia nessa barraca. Dizer na tua orelha o quanto eu vou te arrombar.
Lucas tremia de excitação. Tirou a própria cueca com um movimento rápido, virou de quatro no espaço apertado da tenda, empinando a bunda musculosa, o cu piscando exposto, rosado e virgem. A chuva caía ainda mais forte, como se aprovasse.
— Abre meu cu com a língua, Bruno. Por favor, caralho. Me lambe gostoso, enfia fundo. Quero sentir tua boca me comendo inteira.
Bruno não esperou. Agarrou as nádegas firmes de Lucas, separou elas com força e mergulhou o rosto ali. A língua quente e molhada passou devagar pelo buraco, circulando, lambendo o suor e a chuva que ainda escorria. Depois pressionou a ponta, forçando entrada. Lucas soltou um gemido alto, quase um grito de puta:
— Aaaahhh, porra! Isso, Bruno! Lambe meu cu, vai! Enfia essa língua toda dentro, me fode com ela! Que delícia, caralho!
Bruno chupava com fome, fazendo barulhos obscenos de sucção. Cuspiu no buraco, viu o cuspe escorrer pelo períneo, e voltou a enfiar a língua o mais fundo possível. O cu de Lucas piscava ao redor dela, apertando, relaxando. O pedreiro mais novo empurrava a bunda contra o rosto do amigo, rebolando, gemendo feito uma cadela no cio. “Eu nunca imaginei que ia ser tão bom. A língua dele me invadindo, me abrindo. Meu pau tá babando no chão da barraca. Quero mais. Quero ele me rasgando”, pensava Lucas, a testa suada encostada no saco de dormir.
Bruno se afastou só o suficiente pra cuspir bastante saliva na própria mão, lubrificar o pau grosso, veioso, com a cabeça inchada e vermelha. Encostou a glande no cu molhado e começou a empurrar devagar.
— Relaxa, putinho. Vou te abrir. Mas tu pediu mais forte, então aguenta.
O cu virgem de Lucas cedeu aos poucos. Centímetro por centímetro, o pau grosso entrava, abrindo as paredes apertadas. Lucas gemia, mordeu o antebraço, o prazer misturado com a ardência inicial.
— Mete, Bruno! Mete esse caralho no meu cu! Me arromba de uma vez, porra! Quero sentir tudo!
Quando Bruno estava todo dentro, as bolas batendo na bunda de Lucas, começou a meter de verdade. O som molhado de estocadas se misturava ao barulho da chuva. De quatro, ele segurava os quadris do amigo e socava forte, pele contra pele, o pau saindo quase todo e voltando com força.
— Toma, Lucas! Toma no cu virgem! Tá gostando de levar rola do melhor amigo, né? Sua bunda engole tudo, safado. Fala pra mim!
— Mete mais forte! Arromba meu cu! Me usa como uma puta, Bruno! Eu sou teu hoje!
Mudaram de posição. Bruno deitou Lucas de lado, levantou uma das pernas musculosas dele e meteu por trás, mais fundo ainda, o peito colado nas costas suadas. Beijava o pescoço do amigo enquanto socava ritmado, mão masturbando o pau de Lucas ao mesmo tempo.
— Quero gozar bem fundo em você. Encher esse cu de porra quente.
Por último, Lucas assumiu o controle. Empurrou Bruno de costas, subiu por cima no estilo amazona, segurou o pau do amigo e sentou devagar até engolir tudo. Começou a quicar, subindo e descendo com força, a bunda batendo nas coxas de Bruno. O pau dele próprio balançava, duro, babando, enquanto ele rebolava e quicava cada vez mais rápido.
— Olha como eu quico gostoso no teu caralho, Bruno! Tá sentindo meu cu apertando? Mete pra cima, me arromba! Eu quero levar porra!
Bruno segurava a cintura dele, empurrando pra baixo em cada descida.
— Rebola, vadia! Quica mais! Esse cu foi feito pra minha rola. Toma leitinho, toma!
Os gemidos viraram gritos abafados pela chuva. A putaria rolava solta:
— Me fode, caralho! Arromba meu cu virgem! Goza dentro, me enche!
Bruno apertou os dedos na carne de Lucas, deu uma estocada forte de baixo pra cima e gozou. Jatos grossos, quentes, dispararam fundo no intestino do amigo. Lucas, sentindo o pau do outro pulsar dentro dele, agarrou o próprio caralho e bateu punheta rápido. Gozou forte, jorrando longos fios brancos no chão de plástico da barraca, o corpo inteiro tremendo, o cu contraindo ao redor do pau que ainda descarregava.
Ofegantes, suados, os dois se beijaram devagar, línguas preguiçosas se tocando enquanto a chuva continuava caindo sem parar lá fora. Bruno ainda estava enterrado até o talo. Com cuidado, puxou o pau de dentro. O cu de Lucas ficou aberto, piscando, e um filete grosso de porra branca começou a escorrer. Bruno olhou hipnotizado, enfiou dois dedos e empurrou tudo de volta pra dentro, girando devagar, sentindo as paredes quentes e meladas.
— Olha só o estrago que eu fiz nesse cu gostoso... Agora toda vez que chover a gente vai repetir isso nessa tenda, seu puto. Toda chuva torrencial vai ser sinônimo de eu te arrombando.
Lucas, ainda recuperando o fôlego, virou o rosto com um sorriso safado, o cu latejando mas o pau já começando a endurecer de novo. A tempestade não mostrava sinal de diminuir. Ele apertou a bunda contra os dedos de Bruno que ainda brincavam ali dentro e sussurrou rouco:
— Então aproveita que a chuva tá forte ainda, Bruno... Porque quando você tirar esses dedos, vou querer meu turno. Quero sentir meu caralho abrindo essa sua bunda sarada também. A noite é longa e a barraca é pequena demais pra gente parar agora.
A chuva caía mais forte, como se concordasse. Os dois se olharam, corpos suados colados, o cheiro de sexo pesado preenchendo a tenda, a promessa de mais putaria pairando no ar úmido enquanto os dedos de Bruno continuavam mexendo devagar no cu recém-arrombado de Lucas, preparando o terreno para o que viria em seguida.
Lucas sentiu os dedos de Bruno saindo devagar de dentro do seu cu, o buraco sensível piscando vazio, ainda melado de porra quente que ameaçava escorrer pela coxa. O ar dentro da barraca estava denso, cheirando a suor masculino, porra fresca e terra molhada. A chuva torrencial batia no nylon como se quisesse derrubar tudo, mas só servia para deixar os dois mais excitados. Lucas virou o corpo no espaço minúsculo, o pau já meio duro de novo roçando na perna de Bruno, e olhou nos olhos dele com fome pura.
— Tira esses dedos de uma vez, Bruno. Agora é minha vez de comer você. Quero abrir esse cu sarado que eu passo o dia olhando na obra. Sempre que você se abaixa pra medir alguma coisa, eu fico imaginando como seria te arrombar. Vira de quatro pra mim, vai.
Bruno, o capataz de 30 anos com o corpo marcado por anos de sol e cimento, sorriu safado, o peito largo subindo e descendo rápido. Ele se posicionou de quatro no saco de dormir encharcado, empinando a bunda musculosa, as nádegas redondas se abrindo sozinhas e revelando o buraco rosado, cercado por pelos escuros e úmidos de suor.
— Então vem, Lucas. Meu cu é virgem também, cara. Nunca deixei ninguém meter aqui. Quero sentir você me preparando, me lambendo, depois me rasgando com esse pau grosso que eu senti latejando na minha mão mais cedo. Me come, porra. Faz eu virar sua puta nessa barraca.
Lucas agarrou as nádegas firmes de Bruno com as duas mãos calejadas de pedreiro, separando elas com força e mergulhando o rosto ali sem aviso. A língua quente e molhada passou devagar pelo períneo, subindo até o anel apertado, circulando devagar, sentindo o gosto salgado de suor e chuva que ainda restava na pele. Bruno soltou um gemido grave, quase um ronco, empurrando a bunda para trás.
— Aaaah, caralho... Isso, Lucas. Lambe meu cu virgem. Enfia essa língua fundo, me abre com a boca. Que delícia, porra!
Lucas pensava enquanto chupava: “Essa bunda que eu fantasiava todo dia no trampo, agora tá aqui, piscando na minha cara. O cheiro dele é tão macho, tão bom... Quero deixar ele molhado, babando pra meu pau entrar.” Ele cuspiu direto no buraco, viu o cuspe escorrer devagar pelo rego e mergulhou de novo, enfiando a língua o máximo possível. Fazia barulhos molhados, obscenos, sugando e fodendo o cu de Bruno com a boca. Bruno rebolava devagar, os músculos das coxas grossas tremendo, o pau dele já duro de novo roçando no saco de dormir e deixando uma mancha de pré-gozo.
Lucas enfiou a língua mais fundo, girando, sentindo as paredes quentes se contraindo ao redor dela. Bruno gemia cada vez mais alto, a voz rouca abafada pela tempestade:
— Porra, tu tá me comendo inteiro com essa boca! Lambe gostoso, vai! Meu cu tá relaxando pra você, caralho! Nunca senti nada assim... Me prepara direito que eu quero sentar nesse pau depois.
Depois de longos minutos devorando aquela bunda, Lucas se afastou, o queixo brilhando de saliva e suor. Cuspiu na mão grande e enfiou o dedo médio devagar no cu de Bruno. O interior era apertadíssimo, quente como um forno, as paredes pulsando ao redor do dedo invasor. Ele curvou o dedo, procurando, e quando acertou a próstata, Bruno quase berrou, o corpo inteiro dando um solavanco.
— Ali! Porra, Lucas, massageia bem aí! Tá me fazendo sentir uma cadela no cio... Meu pau tá babando sem parar. Coloca mais dedo, abre meu cu virgem pra você.
Lucas adicionou o indicador, os dois dedos esticando as paredes com movimentos de tesoura lentos e firmes. Ele girava, entrava e saía, cuspindo mais saliva para lubrificar, sentindo o cu de Bruno relaxar aos poucos. O som era molhado, squish squish, misturado aos gemidos do capataz e ao barulho incessante da chuva. Lucas observava hipnotizado o jeito como o buraco piscava ao redor dos seus dedos, ficando cada vez mais vermelho e aberto. “Ele tá entregando tudo pra mim. Esse macho todo definido, gemendo feito puta... Meu pau tá doendo de tão duro”, pensava o pedreiro de 28 anos.
Satisfeito com o preparo, Lucas tirou os dedos, segurou o próprio pau grosso e veioso — a cabeça inchada, vermelha, babando pré-gozo — e encostou no buraco molhado de Bruno.
— Relaxa agora, Bruno. Vou meter. Primeiro devagar, depois vou te arrombar de verdade como você fez comigo. Tá querendo, né?
— Mete logo, caralho! Quero sentir você me abrindo inteiro. Enfia esse pauzão no meu cu!
Lucas empurrou a glande com firmeza. Houve resistência no começo, o anel virgem de Bruno cedendo centímetro por centímetro com um ardor que fez o capataz morder o antebraço. A cabeça entrou com um pop audível, e Lucas parou, deixando o amigo se acostumar. Bruno respirava pesado, suor escorrendo pelas costas largas.
— Porra... Tá ardendo mas tá bom. Continua, Lucas. Me enche.
Lucas foi empurrando devagar até as bolas encostarem na bunda de Bruno. O calor interno era insano, o cu apertando o pau dele como um punho quente e molhado. Quando estava todo dentro, começou a estocar de verdade. Primeiro ritmado, depois mais forte, o som de pele batendo em pele ecoando dentro da barraca. Lucas segurava a cintura de Bruno com força, puxando ele contra si a cada investida, o pau saindo quase todo e voltando com força.
— Toma no cu, seu puto! Olha como sua bunda engole minha rola inteira. Tá gostando de levar caralho do melhor amigo, né? Rebola pra mim!
Bruno empinava mais, rebolando a bunda musculosa, gemendo feito louco:
— Mete mais forte, Lucas! Arromba meu cu virgem! Eu sou sua vadia hoje, caralho! Socão gostoso, vai! Tá batendo bem no meu ponto, porra!
Eles mudaram de posição no espaço apertado. Lucas deitou Bruno de lado, levantou uma das pernas grossas dele e meteu por trás, colando o peito suado nas costas do amigo. Assim conseguia abraçar Bruno, morder o pescoço dele enquanto socava fundo. A mão livre foi para o pau de Bruno, masturbando no mesmo ritmo das estocadas. O cheiro de sexo estava pesado, o ar úmido da barraca quase palpável.
— Sente como eu tô fundo em você? Quero gozar bem no seu intestino, encher esse cu de leitinho quente. Tu tá apertando tanto que eu não vou durar muito.
Bruno virava o rosto, beijando Lucas de forma molhada, línguas se enroscando enquanto era fodido.
— Goza dentro, então. Me usa. Meu cu foi feito pra sua rola agora. Mais forte, Lucas! Me quebra!
A escalada ficou ainda mais suja quando Bruno assumiu o controle. Empurrou Lucas de costas, subiu por cima dele no estilo amazona e segurou o pau do amigo, sentando devagar até engolir tudo de uma vez. Começou a quicar pesado, a bunda batendo forte nas coxas de Lucas, o cu subindo e descendo no pau inteiro. O pau de Bruno balançava duro na frente, batendo na barriga do pedreiro mais novo a cada descida.
— Olha como eu quico no seu caralho, Lucas! Sente meu cu apertando? Tô rebolando gostoso pra você, tá vendo? Mete pra cima, arromba minha bunda sarada!
Lucas segurava a cintura dele com as duas mãos, empurrando para baixo em cada quicada, as bolas batendo no cu aberto. Os gemidos viraram gritos quase competindo com a chuva:
— Rebola mais, Bruno! Quica fundo, sua puta! Esse cu virgem tá me ordenhando tão bom... Eu vou gozar, caralho! Toma minha porra!
Bruno acelerou, batendo punheta no próprio pau rápido, o suor voando dos dois corpos colados.
— Eu também tô quase! Goza dentro de mim enquanto eu gozo! Arromba meu cu, Lucas! Me enche!
Lucas deu várias estocadas fortes de baixo para cima, segurando Bruno no lugar, e explodiu. Jatos grossos e quentes dispararam fundo dentro do cu de Bruno, enchendo ele até transbordar. Bruno, sentindo o pau do amigo pulsar e a porra quente invadindo suas entranhas, apertou a própria rola e gozou violentamente. Longos fios brancos jorraram no peito e no abdômen de Lucas, alguns atingindo até o queixo dele. O corpo inteiro de Bruno tremia, o cu contraindo forte ao redor do pau ainda enterrado, ordenhando até a última gota.
Os dois ficaram ali, ofegantes, suados, colados, o pau de Lucas amolecendo devagar dentro do cu arrombado e cheio de porra de Bruno. A chuva não dava trégua, tamborilando sem parar. Eles se beijaram devagar, línguas preguiçosas se tocando, corpos exaustos mas satisfeitos. Bruno puxou o pau de Lucas para fora com cuidado e sentiu a porra escorrendo pelo rego, quente e grossa. Ele sorriu, passando dois dedos no cu aberto e empurrando um pouco da porra de volta para dentro, gemendo baixinho com a sensação.
A tempestade continuava lá fora, mas dentro da barraca o silêncio depois do sexo era quase sagrado. Enquanto Lucas fechava os olhos, ainda recuperando o fôlego com um sorriso bobo no rosto, Bruno olhava para ele com carinho misturado a algo mais. Havia um segredo que Lucas nunca saberia: Bruno tinha checado a previsão do tempo dias antes, escolhido exatamente esse fim de semana sabendo da chuva torrencial que viria só para forçá-los para dentro daquela barraca pequena demais e finalmente realizar a fantasia que consumia os dois há meses. Era o segredo dele, guardado com cuidado, e agora, com o cu latejando cheio de porra do melhor amigo, Bruno sorria internamente pensando que cada detalhe do planejamento tinha valido a pena.
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