Amigos com Benefícios no Provador
Ana, de 32 anos, fode gostoso com o vendedor musculoso de 28 no provador enquanto o marido corno Carlos assiste tudo.
Ana entrou na loja de lingeries de luxo com o passo confiante de quem sabia exatamente o efeito que causava. Aos trinta e dois anos, o corpo dela ainda fazia cabeças virarem: peitos fartos apertados no vestido justo, cintura fina, bunda redonda balançando sob o tecido. Carlos, o marido de trinta e cinco, vinha atrás carregando a bolsa dela, o olhar já nervoso, a boca seca. Ele conhecia aquele brilho nos olhos dela. Conhecia demais.
O ar-condicionado gelado contrastava com o calor que subia pela nuca dele quando o vendedor apareceu por entre as araras de seda e renda.
— Boa tarde. Posso ajudar? — A voz era grave, segura. Lucas tinha vinte e oito anos, ombros largos esticando a camisa preta da loja, braços musculosos, peito largo, maxilar marcado e um sorriso safado que não tentava esconder nada. Os olhos escuros desceram pelo corpo de Ana sem disfarce, demorando nos seios, na curva do quadril, nas pernas longas. — Ou a senhora já sabe o que veio buscar?
Ana sorriu, mordendo o lábio inferior.
— Vim experimentar algumas peças. Meu marido… ele gosta de me ver de lingerie. Não é, amor?
Carlos engoliu em seco e assentiu, a voz saindo rouca.
— É… isso mesmo.
Lucas nem olhou para ele de verdade. Manteve o olhar colado em Ana, aproximando-se o suficiente para que o cheiro do perfume dela misturasse com o dele.
— Então veio ao lugar certo. Tenho umas peças que vão ficar perfeitas nesse corpo. Pele macia, curvas no lugar certo… — Ele pegou um body de renda preta transparente e segurou na frente dela, os dedos quase roçando o tecido dos seios. — Isso aqui vai deixar esses peitos quase caindo pra fora. E essa calcinha de fio… — Mostrou outra, minúscula. — Enfia no meio da bunda gostosa. O marido vai babar. Ou… talvez não seja só o marido.
Ana soltou uma risadinha baixa, as coxas se apertando. Carlos viu. Viu o jeito que ela se remexeu, o rubor subindo pelo peito, a respiração mudando. Ela estava ficando molhada ali mesmo, no meio da loja, com os elogios safados daquele homem.
— Você é bem direto, hein — murmurou ela, a voz já mais rouca.
— Só falo o que vejo. E o que vejo é uma mulher que merece ser bem comida, não só olhada. Quer que eu separe umas peças e te acompanhe no provador? Ajudo a ajustar. Tem detalhe que só de perto a gente confere direito.
Carlos sentiu o estômago revirar e o pau latejar ao mesmo tempo, traidor. Ana olhou para o marido só um segundo — um olhar que pedia permissão e ao mesmo tempo já anunciava que ia acontecer de qualquer jeito — e depois cravou os olhos em Lucas.
— Quero. Entra comigo. Ele fica do lado de fora segurando as sacolas.
Lucas sorriu de lado, pegou um monte de peças e guiou Ana até o fundo da loja. O provador era espaçoso para os padrões, com espelho de corpo inteiro, banquinho estofado e cortina pesada. Carlos parou do lado de fora, as sacolas penduradas nos dedos trêmulos, o coração batendo na garganta. A cortina se fechou. Mas não completamente. Sobrou uma fresta.
Lá dentro, o ar ficou quente na hora. Ana virou-se para Lucas e ele já estava em cima dela. A boca dele desceu na dela com fome, língua grossa invadindo, chupando o lábio, mordendo. Ana gemeu baixo contra a boca dele, a mão descendo direto para a calça, encontrando o volume duro e grosso que latejava atrás do tecido.
— Porra… — sussurrou ela, esfregando a palma com força, sentindo o comprimento. — Sempre quis um macho de verdade. Meu marido é manso demais. Olha o tamanho disso…
Lucas agarrou a bunda dela com as duas mãos, apertando, puxando contra o pau.
— E você tá encharcada só de ouvir elogio, não tá? Deixa eu ver.
Ele ajirou o vestido para cima. A calcinha de Ana já estava escura no meio, colada na boceta inchada. Ela mesma puxou o tecido para o lado, enfiou os dedos e tirou a calcinha toda, o fio de saliva e tesão brilhando entre as coxas. Entregou a peça molhada na mão de Lucas.
— Cheira. — A voz dela saiu embriagada de tesão. — Quero ser comida bem aqui. Na frente do meu marido corno. Deixa ele ver tudo.
Lucas levou a calcinha ao nariz, inspirou fundo, os olhos escurecendo, e sorriu safado.
— Porra, que cheiro de puta no cio. Pode deixar. Vou te foder gostoso e ele vai assistir cada centímetro.
Do lado de fora, Carlos espiava pela fresta, a respiração presa, o pau doendo dentro da calça. Viu a mulher dele de peito pra fora, o sutiã jogado no chão, os seios pesados sendo chupados com força por Lucas. Viu Ana de pernas abertas, a mão do vendedor sumindo entre as coxas, os dedos grossos entrando com um som molhado nojento e delicioso. Ana olhou direto para a fresta, encontrou o olhar do marido, e sorriu enquanto gemia.
— Isso… mete os dedos. Mais fundo. Meu corno tá vendo, né? Tá vendo como eu fico pra macho de verdade?
Lucas tirou a camisa num movimento só, o peito definido, a barriga marcada, e abriu a calça. O pau saltou pesado, grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Ana baixou o olhar e lambeu os lábios.
— Que piroca linda…
Ele a virou de frente para o espelho, ergueu uma perna dela e encaixou a cabeça grossa na entrada molhada. Entrou de uma vez só, fundo, esticando ela. Ana soltou um grito abafado; Lucas tampou a boca dela com a mão grande, metendo forte, a bunda dela batendo contra a virilha dele com estalos úmidos.
— Shhh… a loja tá cheia. Mas grita no meu ouvido se quiser, putinha. Olha só no espelho. Olha como essa buceta engole meu pau.
Carlos via tudo: o pau grosso sumindo e saindo brilhando de porra dela, os peitos balançando, o rosto da esposa contraído de prazer puro. Ana estava encharcada, o barulho da foda ecoando baixo dentro do provador. Lucas metia sem piedade, segurando o quadril dela com força, marcando a pele.
Depois a tirou do espelho, virou-a de quatro no banquinho estofado. Ana abriu as pernas, a bunda empinada, a boceta latejando e o cuzinho franzido à mostra. Lucas cuspiu na mão, passou no cu dela e encaixou a cabeça. Empurrou devagar no começo, sentindo o anel apertar, depois enterrou tudo.
— Aaah, porra… no cu… — Ana gemeu, a face virada para a cortina, os olhos vidrados nos do marido. — Olha, Carlos… ele tá me comendo no cu. Tá me arrombando gostoso enquanto você segura sacola como um cãozinho. Goza olhando pra mim, corno. Olha nos meus olhos.
Lucas fodia o cu dela com profundidade e ritmo, uma mão puxando o cabelo dela, a outra surrando a bunda. Ana gozou escorrendo, a boceta pulsando em vazio, um fio grosso de líquido escorrendo pela coxa enquanto o cu se apertava em volta do pau. Ela não desviou o olhar de Carlos nem por um segundo. O marido estava com a mão no próprio volume, a cara vermelha de humilhação e tesão, o peito subindo e descendo rápido.
Lucas puxou o pau do cu dela, ainda duro e sujo, e enfiou de novo na boceta num só embalo. Aumentou a velocidade, as bolas batendo, o som molhado enchendo o espaço pequeno.
— Vou gozar dentro. Encher essa buceta de porra quente. Aí você volta pro seu maridinho com a calcinha encharcada de porra meu. Ele vai ver tudo escorrendo.
Ana só conseguiu gemer um “sim, goza, me enche” antes de Lucas enterrar fundo e gozar com um gemido grave, jatos quentes e espessos pulando lá dentro, enchendo ela até transbordar. Ele ficou mais uns segundos pulsando, depois saiu devagar. Um filete branco escorreu imediatamente pela coxa interna de Ana.
Lucas pegou a calcinha molhada dela, passou no pau sujo de porra e no meio da boceta escorrendo, e entregou de volta.
— Veste. Volta pra ele assim. E fala que eu quero de novo.
Ana se vestiu com as pernas tremendo, o vestido caindo sobre o corpo ainda quente, a calcinha encharcada de sêmen grudando na pele. Saiu do provador com o rosto corado, o cabelo bagunçado, o cheiro de sexo colado nela. Parou na frente de Carlos, puxou o rosto dele com as duas mãos e beijou a boca do marido fundo, a língua ainda com gosto de Lucas, o corpo colado o suficiente para ele sentir o calor e o cheiro.
— Quando a gente chegar em casa — sussurrou contra os lábios dele, baixinho, só para ele ouvir —, você vai ajoelhar e lamber tudinho. Cada gota que ele deixou em mim. Entendeu, meu corno gostoso?
Carlos tremia, o pau tão duro que doía, um mancha úmida já aparecendo na calça. Conseguiu só assentir, a voz falhando.
Eles foram até o caixa. Lucas estava lá, impecável de novo, o sorriso profissional no rosto como se nada tivesse acontecido. Passou as lingeries que Ana nem chegou a provar direito, olhou para Carlos enquanto ele passava o cartão com a mão suada, e depois piscou para Ana, discreto e safado.
— Qualquer coisa, a senhora volta. Tenho outras peças… e outros horários. Inclusive depois do expediente.
Ana sorriu, ajeitando o vestido, sentindo a porra dele ainda escorrer devagar dentro da calcinha enquanto andava.
— Pode deixar que eu volto. E trago ele de novo. Ele gosta de assistir.
Carlos pegou as sacolas em silêncio, o rosto queimando, o pau ainda latejando. Na saída da loja, Ana passou a mão na bunda dele por baixo da camisa, apertando, e murmurou:
— Ainda não acabou, amor. Em casa você vai me limpar direito. E talvez… a gente chame ele de novo mais cedo do que você imagina.
Do outro lado do vidro, Lucas já digitava algo no celular, o olhar acompanhando a silhueta dela na rua. O telefone de Ana vibrou no segundo seguinte com um número desconhecido e uma mensagem curta que fez ela sorrir de canto, as coxas se apertando de novo em volta da calcinha suja:
“Quando o corno dorme, me chama. Tenho a chave do estoque.”
Ana mal fechou a porta do apartamento e já empurrou Carlos contra a parede. O cheiro de sexo ainda impregnava a pele dela, misturado ao perfume caro e à porra quente que escorria devagar pela coxa interna, manchando a calcinha encharcada. Ela puxou o vestido para cima, enfiou os dedos na própria boceta e tirou dois fios grossos de porra do Lucas, brilhantes sob a luz da sala.
— Ajoelha. Agora.
Carlos caiu de joelhos como se as pernas tivessem desistido. O pau dele latejava dolorido dentro da calça, a mancha úmida já bem visível. Ana abriu as pernas, segurou a nuca dele e esfregou a boceta suja na boca do marido.
— Lambe. Cada gota. Suga tudo que o macho deixou dentro de mim.
A língua de Carlos tremeu no começo, mas logo se afundou na carne inchada, chupando o gosto salgado e amargo da porra alheia. Ana gemeu baixo, rebolando no rosto dele, os dedos puxando o cabelo.
— Isso… limpa a puta do seu marido. Olha como ele me encheu. Tá sentindo o gosto de homem de verdade? Tá, corno?
Ela não esperou resposta. Puxou o celular do sutiã — ainda sujo de saliva e pré-gozo — e abriu a mensagem. Digitou rápido enquanto Carlos chupava com desespero:
“O corno já tá de joelhos limpando. Vem agora. Porta dos fundos do estoque. Ele vai assistir de novo.”
A resposta veio em menos de um minuto. Lucas: “Chego em quinze. Deixa a porta aberta. Quero ele de quatro ao lado te segurando as pernas.”
Ana sorriu, puxou Carlos pelo cabelo e cuspiu na boca dele.
— Levanta. Vamos voltar. Ele quer te ver bem de perto dessa vez.
Eles desceram de novo. Carlos dirigiu com as mãos suadas no volante, o pau escorrendo pré-gozo na cueca. Ana no banco do passageiro mantinha as pernas abertas, a calcinha puxada de lado, os dedos brincando com o fio de porra que ainda saía dela. De vez em quando enfiava os dedos na boca dele e fazia chupar.
Na porta dos fundos da loja, Lucas já esperava de camisa aberta, peito suado, o volume grosso marcado na calça. Abriu sem falar nada, puxou Ana para dentro do estoque escuro cheio de caixas de lingerie e espelhos de prova. A porta bateu. Carlos ficou parado, respiração ofegante.
Lucas não perdeu tempo. Beijou Ana com fome, mão grande descendo direto na bunda, apertando forte o suficiente para marcar. Virou-a de costas para Carlos e ergueu o vestido.
— Tira a calcinha e mostra pra ele o que eu deixei.
Ana puxou o tecido encharcado, agachou um pouco e abriu os lábios da boceta com os dedos. A porra branca ainda escorria misturada ao tesão novo. Lucas enfiou dois dedos, coletou um pouco e passou nos lábios de Carlos.
— Chupa, corno. Depois você limpa de novo quando eu acabar.
Carlos obedeceu, gemendo de humilhação enquanto o gosto forte invadia a boca. Lucas já tinha o pau pra fora — grosso, veias saltadas, ainda com cheiro da foda anterior. Empurrou Ana de quatro em cima de uma mesa de embalagem, a bunda empinada, o cuzinho ainda rosado e frouxo da metida anterior.
— Segura as pernas dela, Carlos. Abre bem. Quero que você sinta cada estocada.
Carlos se ajoelhou ao lado, mãos trêmulas segurando as coxas da mulher. Lucas encaixou a cabeça grossa na boceta e enterrou de uma vez, fundo, até as bolas baterem. Ana gritou, o som abafado pelas paredes de estoque.
— Porra… que pau grosso… mete, Lucas, arrebenta essa buceta na frente dele!
Lucas fodeu com força brutal, estalos molhados ecoando, a bunda de Ana balançando. A cada embalo ele olhava para Carlos.
— Olha o jeito que ela engole. Seu pauzinho manso nunca chegou nem na metade. Sente o cheiro? É foda de homem.
Ele puxou o cabelo de Ana, virou o rosto dela para o marido e cuspiu na boca dela. Ana engoliu e sorriu, babando.
— Mais fundo… quero gozar com ele te olhando nos olhos.
Lucas tirou o pau escorrendo, passou a cabeça suja nos lábios de Carlos — que abriu a boca por reflexo — e depois enfiou de novo na boceta. Acelerou. Ana gozou primeiro, a boceta se contraindo violentamente, jatos de líquido escorrendo pela mesa e pingando no chão. As pernas tremeram nas mãos de Carlos.
Ainda pulsando, Lucas saiu, virou Ana de bruços na mesa e cuspiu no cu dela. Empurrou devagar no começo, o anel se abrindo com dificuldade, depois enterrou tudo até a base.
— Aaaaah caralho… no cu de novo… Carlos, olha… ele tá me arrombando o cuzinho gostoso…
Carlos via de perto o pau grosso sumindo no cu da esposa, a pele esticada, a boceta vazia ainda pingando. Lucas metia fundo, uma mão no ombro dela, a outra puxando o cabelo. O ritmo ficou selvagem. Ana gritava sem se importar mais com o volume, pedindo mais, pedindo porra.
— Goza dentro do cu… enche meu rabo… quero voltar pra casa vazando dos dois buracos…
Lucas tirou, enfiou de novo na boceta só para molhar, depois voltou pro cu e detonou. Gemeu grave, jatos quentes e espessos explodindo lá dentro, enchendo o cu de Ana até transbordar e escorrer pelas bolas dele. Ficou enterrado, pulsando, suando.
Quando saiu, um fio grosso de porra escorreu imediatamente. Ele puxou Carlos pela nuca e enfiou o rosto na bunda da mulher.
— Limpa. Língua no cu. Engole o que sobrou.
Carlos lambeu, chupou, engoliu a mistura de porra e saliva enquanto Ana rebolava no rosto dele, rindo baixo, ainda ofegante. Lucas se vestiu devagar, o pau ainda semi-duro, e acariciou o cabelo de Ana.
— Próxima vez trago um amigo. Dois paus te comendo enquanto o corno segura a porta. Topa?
Ana, ainda de quatro, a porra escorrendo pela coxa e pela bochecha de Carlos, só conseguiu assentir com um sorriso sujo. O peito dela subia e descia rápido, a boceta latejando vazia, o cu formigando. Lucas beijou a nuca suada dela, olhou para Carlos ainda ajoelhado e lambia, e murmurou:
— Bom menino.
O ar do estoque cheirava a sexo puro. Ana puxou o marido para cima, beijou a boca suja dele com língua lenta, e suspirou contra os lábios, o corpo ainda quente e mole debaixo das mãos de Lucas que continuavam acariciando a bunda marcada.
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