Primeiro Mergulho Amarrado

Roxanne, uma advogada de 32 anos, pede para Cody, seu personal trainer musculoso de 28, amarrá-la e foder forte na piscina como sua vadia sub

12 min read September 20, 2026New

Roxanne saiu da água até a cintura, o corpo ainda quente do treino que Cody acabara de comandar na área da piscina. Aos trinta e dois anos, ela era a advogada que nunca perdia o controle no tribunal, a mulher de voz firme e ternos impecáveis. Agora, de biquíni preto colado ao peito e à bunda, os cabelos escuros grudados no pescoço, ela olhava para o personal de vinte e oito anos que se apoiava na borda, peito largo, ombros densos de músculo, shorts colados na coxa. A casa dela era silenciosa. Só eles dois. A água batia mansa contra os azulejos.

— Eu não aguento mais fingir — ela disse, a voz já rouca. — Toda vez que você me manda fazer agachamento, toda vez que sua mão corrige minha postura, eu imagino você me tirando esse controle. Inteiro. Quero perder tudo pra você, Cody. Quero que você me amarre e me use como quiser.

Cody sorriu de lado, os olhos escuros fixos nela. Sem dizer nada, ele se afastou, abriu a mochila que tinha deixado na espreguiçadeira e tirou dois rolos de corda preta, impermeável, lisa, pesada.

— Trouxe isso de propósito — respondeu, a voz baixa e segura. — Porque eu também fico duro só de imaginar você amarrada, pedindo, sem poder se mexer. Eu quero te dominar, Roxanne. Quero te foder como a vadia submissa que você esconde atrás daquela caralha de toga. Você quer isso de verdade?

— Quero — ela confessou, o peito subindo rápido. — Quero bondage. Quero que você me amarre e me foda forte. Quero ser sua.

A tensão estalou entre eles como corrente elétrica. Cody entrou na água devagar, a corda na mão. Aproximou-se até o peito largar tocar o dela. Os dedos dele deslizaram pela cintura dela, subiram, apertaram um seio por cima do tecido molhado, o polegar riscando o mamilo duro.

— Então começa pedindo direito — ordenou. — Pede pra eu te amarrar. Pede por favor. Agora.

Roxanne engoliu seco, a buceta latejando debaixo da água. O controle que ela carregava o dia inteiro derreteu.

— Por favor, Cody… me amarra. Por favor, usa as cordas em mim. Eu preciso.

Ele puxou o primeiro rolo. A corda molhada envolveu os pulsos dela com firmeza, volta após volta, puxando até a pele ficar marcada, os braços unidos na frente. Depois desceu. Fez o mesmo nos tornozelos, deixando folga só o bastante para ela ainda se manter em pé, mas sem escapar. Roxanne gemeu quando sentiu a pressão. Estava encharcada, a calcinha do biquíni colada na fenda, o clitóris latejando. Cody puxou mais uma volta nos pulsos e amarrou um nó final.

— Olha pra você — ele murmurou, a boca perto do ouvido dela. — Já escorrendo só de ser amarrada.

Ela arquejou quando os dedos dele desceram entre as pernas, empurrando o tecido de lado e metendo dois dedos fundo na boceta quente e escorregadia. A água bangueava ao redor deles. Roxanne rebolou contra a mão.

— Me usa como sua puta amarrada — ela sussurrou, a voz quebrando. — Por favor, Cody. Me fode. Me faz de buraco.

Ele puxou o cabelo molhado dela com força, jogou a cabeça dela para trás e beijou com fome, língua profunda, dentes na boca. Depois a empurrou contra a borda da piscina, o peito dela batendo no azulejo frio, a bunda pra fora, as cordas esticando. A mão grande dele desceu e deu um tapa seco na nádega direita. O som ecoou. Roxanne gritou de prazer.

Cody a virou de novo. Desamarrou os pulsos só o tempo de puxar os braços para trás das costas e refazer o nó mais apertado. Depois a levou até a escada da piscina. Amarrou cada tornozelo em um degrau diferente, abrindo as pernas dela ao máximo, a buceta exposta, a água batendo na entrada. Roxanne ficou completamente rendida, peitos para frente, braços presos, coxas abertas, o corpo tremendo de antecipação.

— Agora você é só isso — ele disse, tirando o short e liberando o pau grosso e veiudo, já duro pra caralho. — Uma vadia submissa amarrada na minha piscina. Um buraco de prazer.

Ele entrou nela de uma vez, metendo fundo até as bolas, a água agitando ao redor dos quadris. Roxanne gritou, a boceta se abrindo violentamente ao redor daquele pau. Cody segurou a cintura dela e fodeu com força, estocadas longas e pesadas, a água espirrando a cada embate. Cada vez que ele enfiava até o fundo, ela gemia alto, a cabeça jogada pra trás.

— Isso, toma — ele rosnava. — Toma esse pau, sua puta. Sente como eu te abro.

A mão dele desceu e deu outro tapa forte na bunda, depois outro, marcando a pele. Roxanne gozou pela primeira vez ali mesmo, a buceta contraindo em espasmos violentos, o gozo escorrendo misturado à água da piscina. Cody não parou. Continuou metendo fundo enquanto ela ainda tremia, e quando ela ainda gemia do orgasmo, ele puxou o cabelo molhado, tirou o pau dela e empurrou a cabeça dela pra baixo.

— Abre a boca. Engole.

Ela obedeceu, a garganta se abrindo pro pau encharcado do próprio gozo dela. Cody fodeu a boca com a mesma força, segurando os cabelos, enfiando até ela engasgar e babar, os olhos marejados. Depois puxou de novo, voltou pra boceta e meteu ainda mais fundo, batendo a pelve nela. Deu um tapa no rosto dela, não forte demais, só o bastante pra queimar e deixar a bochecha quente. Roxanne gozou de novo, gritando “mais, por favor, me fode mais, me usa”.

— Você é minha vadia submissa — ele falava sem parar, a voz grossa. — Meu buraco de prazer. Olha como essa boceta aperta quando eu te chamo de puta. Continua gozando. Quero sentir você se esvaindo.

Ele alternava: três, quatro estocadas profundas na boceta, tapas na bunda, um tapa no rosto, depois o pau de volta na garganta, segurando ela pelos cabelos molhados enquanto ela engolia e choramingava de prazer. Roxanne perdeu a conta de quantas vezes gozou. O corpo dela tremeu todo, as cordas queimando gostoso nos pulsos e tornozelos, a água batendo nos seios, a mente em branco de submissão. Ela só conseguia implorar:

— Mais… me fode mais forte… me deixa toda sua… eu sou sua puta amarrada…

Cody segurou a cintura dela com as duas mãos e arrebentou o ritmo, fudendo sem piedade, o pau latejando. Com um grunhido possessivo e baixo ele gozou fundo dentro dela, jorrando porrada quente, enchendo a boceta enquanto ainda metia. Roxanne sentiu cada pulsação e gozou de novo só com aquilo, a buceta esguichando ao redor do pau dele.

Ele ficou dentro um tempo, respirando pesado, a testa apoiada no ombro dela. Depois, devagar, desamarrou os tornozelos da escada, soltou os nós dos pulsos com cuidado, massageando a pele marcada. Puxou Roxanne para os braços, o corpo dela mole e quente contra o peito largo dele, ainda dentro da água rasa. Ela tremia, a cabeça no pescoço dele, o gozo dele escorrendo pelas coxas misturado à água.

Cody beijou a têmpora dela, a voz ainda rouca:

— Isso foi só o começo, Roxanne. Eu ainda não terminei com você esta noite.

Cody ainda a segurava na água rasa, o pau mole e quente escorregando devagar para fora dela, o porra dele escorrendo grosso pelas coxas abertas. Roxanne sentia o corpo inteiro latejar — pulsos marcados, tornozelos queimando gostoso, boceta latejando aberta e usada. A voz dele ecoava no ouvido dela como uma promessa suja.

— Só o começo — ela repetiu baixinho, a garganta rouca de tanto gritar e engolir. — Então termina comigo. Me mostra o resto.

Ele riu baixo, um som grave contra o pescoço dela. Sem pressa, guiou Roxanne para fora da piscina. A água escorria pelos seios pesados, pelo ventre, pelo biquíni preto já destruído, empurrado de lado. Cody a deitou de bruços na espreguiçadeira larga, a madeira fria contrastando com a pele quente. Pegou de novo a corda impermeável, ainda molhada, e dessa vez amarrou os pulsos dela atrás das costas com um nó mais elaborado, puxando até os ombros dela abrirem, os seios esmagados contra o tecido. Depois passou a corda sob a espreguiçadeira, subindo entre as coxas, apertando a fenda dela, pressionando o clitóris inchado com a corda úmida. Cada movimento mínimo puxava o nó.

— Agora você não foge de nada — murmurou, ajoelhando atrás dela. — Essa boceta continua pingando meu porra. Eu quero ver.

Roxanne gemeu quando ele abriu as nádegas dela com as duas mãos grandes, o polegar esfregando a entrada melada, empurrando o sêmen de volta para dentro. Dois dedos entraram fundo, curvados, procurando aquele ponto que fazia a advogada de trinta e dois anos se desmanchar. Ela rebolou contra a mão, a corda esticando nos pulsos e cortando gostoso a buceta.

— Cody… por favor… me fode de novo. Me usa forte. Eu ainda quero.

Ele não respondeu com palavras. Tirou o short de uma vez, o pau já duro outra vez, veias saltadas, a cabeça inchada e brilhante. Enfiou de uma cajadada só, fundo até as bolas baterem na pele molhada dela. Roxanne gritou no tecido da espreguiçadeira, a boceta se abrindo violentamente ao redor daquele pau grosso de novo. Cody segurou o quadril dela com força, os dedos cravando, e fodeu sem piedade — estocadas curtas e brutais no começo, depois longas, saindo quase inteiro e metendo até o fundo, a água da pele deles espirrando, o som molhado e obsceno ecoando no quintal silencioso.

— Olha essa puta amarrada — ele rosnava, a voz grossa, cada palavra um tapa na mente dela. — Advogada fodida, braços presos, corda na buceta, tomando pau grosso na piscina da própria casa. Você pediu pra ser minha vadia sub. Então segura.

A mão direita dele desceu e deu um tapa seco na nádega esquerda, depois na direita, marcando vermelho. Roxanne gozou ali mesmo, o corpo inteiro travando, a boceta esguichando ao redor do pau dele, o clitóris latejando contra a corda. Ele não parou. Continuou metendo enquanto ela tremia e gemia alto, perdendo o fôlego, a mente branca de submissão. Cada estocada empurrava o ar para fora dos pulmões dela.

Cody puxou o cabelo molhado, levantou a cabeça dela e enfiou três dedos na boca.

— Chupa. Limpa. Mostra que você sabe ser buraco de verdade.

Ela obedeceu, lambendo e chupando os dedos dele enquanto a boca se enchia de saliva e o pau martelava fundo. Quando ele tirou a mão, deu um tapa leve na bochecha dela — quente, possessivo — e Roxanne gozou de novo só com aquilo, um espasmo seco que fez a corda apertar ainda mais o clitóris. As lágrimas de prazer escorriam misturadas à água dos cabelos.

Ele desamarrou rápido a corda que passava entre as pernas, puxou o pau para fora e a virou de frente com facilidade, os braços ainda presos atrás. Roxanne ficou deitada de costas na espreguiçadeira, peitos pra cima, pernas abertas, a buceta vermelha e aberta, o porra dele ainda escorrendo. Cody subiu nela, ajoelhou sobre o peito largo dela e enfiou o pau na boca de novo.

— Engole até o fundo. Quero sentir sua garganta.

Roxanne abriu, olhos marejados, e ele fodeu a boca com a mesma força com que tinha fodido a boceta — fundo, ritmado, segurando a base do crânio dela. Ela engasgava, babava, o queixo encharcado, mas não pediu pra parar. Cada vez que ele saía, ela gemia “mais”, a voz rouca. Depois ele desceu de novo, abriu as coxas dela com os joelhos e meteu fundo outra vez, a água ainda pingando dos corpos, o azulejo da piscina ao lado brilhando sob as luzes baixas do jardim.

Agora ele falava sem parar, sujo, possessivo, a boca perto do ouvido dela:

— Essa boceta é minha. Esses seios. Essa garganta. Você perdeu o controle inteiro pra mim. Olha como aperta. Olha como goza quando eu te chamo de puta amarrada. Continua. Quero mais um. Me dá mais um gozo, Roxanne.

A mão dele desceu entre eles e esfregou o clitóris com o polegar, circular, firme, enquanto o pau martelava o ponto certo lá dentro. Roxanne gritou, o corpo arqueando apesar das cordas, e gozou violentamente — um orgasmo longo que fez a visão tremer, a boceta contraindo em ondas quentes, o líquido escorrendo pela bunda e pingando no chão molhado. Cody segurou o ritmo, fodendo através do orgasmo dela, prolongando, forçando cada espasmo a durar mais.

Quando ela ainda tremia, ele desamarrou os pulsos com cuidado rápido, massageou os braços marcados por um segundo, e a puxou para a borda da piscina de novo. Fez ela ajoelhar na água rasa, de costas pra ele, mãos na borda, e amarrou os pulsos nela outra vez — agora na própria borda de azulejo, os braços esticados pra frente. As pernas dela ele abriu com os pés, ajeitando a postura.

— Última vez esta noite — ele disse, a voz rouca de tesão. — Depois eu te solto de verdade. Mas agora você leva tudo.

Entrou de uma vez. O ângulo era mais fundo. Roxanne sentiu o pau bater no fundo dela a cada estocada, a água batendo nos seios, os mamilos duros raspando no azulejo frio. Cody segurou a cintura com uma mão e o cabelo com a outra, fodendo pesado, o som molhado e alto, a piscina se agitava ao redor deles. Ele deu tapas na bunda em ritmo com as estocadas — um, dois, três — e Roxanne só conseguia gemer e implorar:

— Isso… me fode… me arrebenta… eu sou sua… sua puta… sua vadia sub amarrada… enche de novo…

Cody acelerou. O pau latejava dentro dela. Com um grunhido gutural ele gozou fundo outra vez, jatos quentes enchendo a boceta já destruída, o corpo dele travando contra o dela, a respiração quente no ombro. Roxanne sentiu cada pulsação e gozou junto, um último orgasmo rasgado, o corpo mole, a mente vazia, só o prazer e as cordas existindo.

Ele ficou enterrado nela por um tempo longo, ofegante. Depois, devagar, saiu. O porra escorreu grosso, misturado à água. Cody desamarrou os pulsos com cuidado, beijou as marcas vermelhas, massageou os ombros dela. Puxou Roxanne para os braços outra vez, os dois sentados na escada da piscina, a água na cintura, o peito largo dele aquecendo as costas dela. Ela tremia ainda, a cabeça caída no ombro dele, o coração batendo descompassado.

— Você foi perfeita — ele murmurou, a voz mais baixa agora, quase mansa. — Tão fodidamente perfeita. A vadia que eu queria.

Roxanne não respondeu na hora. Os dedos dela tocavam as marcas das cordas nos próprios pulsos, sentindo a pele latejar. O corpo estava satisfeito de um jeito que ela nunca tinha experimentado — usado, aberto, cheio. Mas alguma coisa fria começava a subir pelo peito, misturada ao calor residual do orgasmo. Ela olhou para a casa escura, para os ternos que sabia que estavam no closet, para a pasta de processos em cima da mesa da sala. A advogada de voz firme que nunca perdia o controle no tribunal. A mulher que mandava em tudo.

Agora estava ali, com a boceta escorrendo porra do personal trainer, marcas de corda, a garganta doendo, o rosto ainda quente dos tapas. E doía de um jeito estranho perceber que, por algumas horas, ela tinha sido exatamente o que pediu: só um buraco amarrado. Só uma puta.

Cody beijou a têmpora dela de novo, distraído, já pensando talvez no dia seguinte, no treino de outro cliente, na vida normal. Roxanne sentiu o abraço dele, quente e forte, e pela primeira vez desde que pediu as cordas, uma pontada de dúvida atravessou o prazer. Será que ela conseguia voltar amanhã para o tribunal e fingir que essa mulher rendida, gritando “me usa”, não existia? Será que ele ainda ia olhar pra ela do mesmo jeito quando a corda estivesse guardada de novo na mochila?

Ela se encolheu um pouco no peito dele, a água batendo mansa, o silêncio da casa pesando. O sexo tinha acabado. O corpo ainda latejava gostoso. Mas alguma coisa — um vazio pequeno, um arrependimento quieto, a sensação de ter entregue demais e não saber como recolher — já estava ali, fria, se instalando entre as costelas dela enquanto Cody respirava calmo contra o pescoço molhado.

Roxanne fechou os olhos e não disse nada.

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