Pega Nua no Lago do Casamento
Carla, de 32 anos, fica nua no lago da pousada e é comida com força pelo personal trainer Rafael enquanto o marido Marcos assiste e se masturba.
Eu sou a Carla, trinta e dois anos, casada há oito com o Marcos, trinta e cinco, contador daquelas carinhas quietas que ninguém desconfia. A gente sempre foi liberal pra caralho. Desde o começo da relação falava abertamente das fantasias de hotwife: eu sendo usada por outro homem enquanto ele olhava, gozava, pedia detalhes. Nunca tinha acontecido de verdade. Só conversa quente na cama, dedos molhados, ele gemendo “conta de novo como seria”. Até essa viagem de aniversário de casamento.
A pousada no interior de Minas era perfeita — suíte nupcial com lago privativo, água escura e mansa cercada de mata. Chegamos no entardecer. O sol já baixava laranja atrás das árvores quando a gente desceu a trilha de pedra até o deque de madeira. Eu de biquíni preto, o tecido colado nos peitos e na bunda que o Marcos sempre falava que era “feita pra ser vista”. Ele de shorts, cerveja na mão, aquele sorriso de canto que eu conhecia de longe.
Foi quando apareceu o Rafael.
Vinte e oito anos, personal trainer, corpo de quem vive na academia. Corria sem camisa na trilha, peito largo suado, abdominal marcado, shorts curtos molhados de suor na virilha. Parou quando nos viu. Respirou fundo, enxugou a testa com o antebraço e sorriu.
— Boa tarde. Suíte nupcial, né? Linda pra caralho essa vista.
A voz era grave, segura. Marcos respondeu educado, mas eu senti o olhar dele em mim — aquele sorrisinho cúmplice que dizia exatamente: “olha o que a gente tem aqui, amor”. Meu estômago revirou de tesão. Eu cumprimentei, estendi a mão. A dele era grande, calejada, quente. Segurou a minha um segundo a mais.
Sentamos nos bancos do deque. A conversa fluiu fácil. Rafael contou que estava sozinho na pousada, descansando entre contratos. Eu, de pernas cruzadas, sentia o biquíni já úmido entre as coxas só de olhar o peito dele subir e descer. Ele elogiou sem rodeio:
— Porra, desculpa a sinceridade, mas esse corpo de trinta e dois anos tá absurdo. Biquíni desse jeito… homem nenhum resiste.
Eu ri baixo, retribuí na lata:
— E o seu? Personal, né? Dá pra ver. Barriga dessa, braço grosso… deve foder com força.
Marcos ao meu lado deu uma risadinha abafada. A mão dele deslizou devagar pela minha coxa, por baixo da toalha que eu tinha jogado no colo. Dedos quentes, pressionando a carne, subindo até quase a calcinha. Sussurrou no meu ouvido, voz rouca só pra mim:
— Vai até o fim se quiser, Carla. Eu adoro te ver virando puta safada pra outro cara. Quero ver ele te comendo. Quero ver você gozando com pau alheio.
O sangue subiu quente pro meu rosto e desceu direto pra buceta. Eu olhei pra ele, confirmei com o olhar. Depois virei pro Rafael. O personal já tinha notado a troca. Os olhos dele escureceram de tesão.
Eu levantei. Tirei o top do biquíni na frente dos dois. Os peitos saltaram pesados, mamilos duros com o vento frio da água. Depois empurrei a calcinha pelas coxas, fiquei nua completa no deque. Marcos engoliu seco. Rafael não disfarçou o volume que crescia no short. Eu entrei no lago devagar, a água gelada subindo pelas panturrilhas, coxas, até cobrir a buceta e os peitos. Virei de costas, chamei ele só com o olhar e um aceno de cabeça.
Rafael não hesitou. Puxou o short e a cueca de uma vez. O pau dele caiu pesado, grosso, já duro pra caralho, a cabeça rosada brilhando. Entrou na água, veio direto pra mim. Marcos ficou no deque, abriu o short, tirou o pau pra fora e começou a masturbar devagar, olhando.
No lago, Rafael me puxou pela cintura. A boca dele desceu na minha com fome — língua grossa, dentes puxando meu lábio inferior. Eu gemeei dentro do beijo, a mão desceu e peguei o pau dele debaixo d’água. Grosso mesmo, quente, as veias saltadas sob os dedos. Masturbei firme, do saco até a cabeça, enquanto ele apertava minha bunda com as duas mãos.
— Porra, casada gostosa… — ele rosnou contra minha boca. — Vai me deixar te foder aqui na frente do marido?
— Vai — eu respondi, ofegante. — Me come com força.
Ele me virou de costas. Água batendo nos nossos corpos. Segurou meus quadris com firmeza, posicionou a cabeça grossa na entrada da minha buceta já escorrendo. Empurrou de uma vez. O pau abriu tudo, fundo, esticando. Eu gritei baixinho de prazer. Ele começou a estocar de pé na água — golpes fortes, ritmados, a água respingando entre a gente a cada investida. Mão nos meus cabelos, puxando a cabeça pra trás.
— Isso, vadia casada safada. Toma pau grosso enquanto o corno te assiste. Apertando gostoso…
Eu gemia alto agora, as mãos na borda do deque pra me segurar. Marcos se aproximou, ajoelhou na beira, me beijou a boca enquanto Rafael me fodia por trás. Eu chupava a língua do meu marido, sentindo o pau grosso do personal martelando meu fundo, a água batendo, o barulho molhado e obsceno. Marcos murmurou contra meus lábios:
— Isso, amor. Deixa ele te usar. Você tá linda sendo comida.
Rafael acelerou. As estocadas ficaram mais profundas, mais brutais. Eu gozei ali mesmo, tremendo, a buceta contraindo forte em volta do pau dele. Ele riu baixo, safado, sem parar.
— Goza mesmo, puta. Agora sobe.
Eu saí da água cambaleando, corpo molhado, peitos pingando, buceta latejando. Deitei de quatro na grama molhada da margem, bunda pro alto, costas arqueadas. Rafael saiu atrás de mim, ajoelhou, enfiou de novo de uma tacada só. Me fodeu de quatro com estocadas secas e profundas, a mão espalmada na minha lombar empurrando pra baixo. Marcos se posicionou na minha frente. Eu abri a boca e engoli o pau do meu marido até a garganta, chupando com vontade enquanto Rafael me arrebentava por trás.
O gosto de Marcos, o cheiro de grama molhada, o pau grosso abrindo minha buceta de novo e de novo, a voz do Rafael me chamando de vadia casada, o gemido do Marcos quando eu afundava a garganta nele… tudo misturado. Eu balançava entre os dois, chupando e sendo comida, saliva escorrendo no queixo, gozo escorrendo pelas coxas. Rafael me dava palmadas na bunda, marcando a carne.
— Olha só a safada. Chupando o marido e levando porra no fundo. Vai continuar assim a noite toda, vai?
Eu soltei o pau de Marcos só o suficiente pra responder, voz rouca de puta:
— Vou. Me come até eu não aguentar mais. Quero os dois.
Marcos passou a mão no meu cabelo molhado, olhou nos meus olhos com aquele brilho de tesão puro, e eu soube que a noite mal tinha começado. Rafael segurou meus quadris com força nova, enterrou fundo e ficou lá, latejando dentro de mim, preparando o próximo round. O sol já tinha sumido. Só restava a luz fraca do deck e o barulho da água batendo na beira enquanto eu, de quatro na grama, esperava o que vinha a seguir com a buceta aberta e a boca pronta.
Rafael segurou meus quadris com força nova e puxou quase todo o pau pra fora só pra enfiar de uma vez só de novo, fundo pra caralho, até as bolas baterem na minha buceta ensopada. A grama molhada raspava meus joelhos e a palma das mãos, mas eu não ligava. Continuava chupando o Marcos com vontade, engolindo até a garganta fechar em volta daquele pau que eu conhecia de cor, saliva escorrendo pelo queixo e caindo no peito. Ele gemia baixo, mãos nos meus cabelos molhados, me guiando no ritmo enquanto olhava por cima de mim pro personal martelando.
— Porra, Carla… olha o estado dela — Marcos falou, voz rouca de tesão puro. — Tá se entregando toda. Continua, amor. Chupa forte.
Rafael riu safado atrás de mim, deu um tapa seco na minha bunda que ecoou no silêncio da noite e acelerou as estocadas. Cada golpe fazia minha bunda balançar e a buceta apertar sozinha em volta daquele pau grosso. Eu gemia abafado no pau do marido, o som molhado da rola entrando e saindo misturado com o chapinhar da água residual no corpo. Interiormente eu pensava que nunca tinha me sentido tão puta, tão vista, tão usada do jeito que a gente sempre sonhou. O cheiro de sexo, grama e suor subia forte. Meus peitos balançavam pesados a cada investida.
Ele me puxou pelo cabelo, tirou minha boca do pau do Marcos e me virou de frente pra ele ainda de quatro. Beijou minha boca com fome, lambendo a saliva e o gosto do meu marido, depois me deitou de costas na grama fria. Abriu minhas pernas, ajoelhou entre elas e enfiou de novo sem cerimônia. Eu gritei alto quando ele enterrou até o fim, as veias latejando dentro de mim. Marcos se ajoelhou perto da minha cabeça, ofereceu o pau de novo e eu engoli na hora, chupando com a língua rodando a cabeça enquanto Rafael me fodia em missão, joelhos dobrando minha coxa pra abrir mais.
— Isso, casada gostosa — Rafael rosnava, suando, peito batendo no meu. — Aperta essa buceta. Seu corno tá vendo tudo. Quer que eu goze dentro?
— Quero — eu soltei a boca do Marcos só o suficiente pra responder, ofegante. — Enche eu. Me marca.
Marcos acariciou meu rosto, polegar na minha bochecha suja de saliva.
— Deixa ele gozar fundo, amor. Depois eu limpo. Você merece ficar escorrendo.
Rafael acelerou bruto, as estocadas curtas e profundas batendo no meu ponto certo. Eu gozei de novo ali, pernas tremendo em volta da cintura dele, buceta pulsando forte, gozo escorrendo pro saco dele. Ele não parou. Continuou me comendo através do orgasmo até eu ficar mole e gemendo alto demais. Então puxou pra fora, virou meu corpo de lado, ergueu uma perna e enfiou de novo naquela posição que me abria toda. Marcos se deitou na minha frente, pau na minha boca outra vez, e eu chupava enquanto o personal me arrebentava de lado, mão apertando meu peito, beliscando o mamilo duro.
A noite estava escura pra valer agora, só a luz fraca do deque iluminando os corpos. Eu sentia o pau do Rafael latejar mais forte, as veias saltando. Ele avisou com um grunhido:
— Vou gozar. Abre pra mim, puta.
Empurrou fundo e gozou quente, jatos grossos enchendo minha buceta, pulsando vez após vez. Eu senti cada porrada de porra quente batendo no fundo. Gemi no pau do Marcos e ele aproveitou pra foder minha boca mais fundo, gemendo meu nome. Quando Rafael saiu, o gozo escorreu grosso pela minha bunda e coxa. Marcos puxou o pau da minha garganta, se ajoelhou entre minhas pernas e lambeu tudo — língua larga limpando a porra do personal, chupando minha boceta inchada, me fazendo gozar de novo só com a boca enquanto eu puxava o cabelo dele.
— Porra, que gosto gostoso misturado — ele murmurou contra minha carne. — Minha esposa cheia de porra alheia.
Rafael já estava duro de novo, aquele corpo de personal se recuperando rápido. Me puxou pra cima, me fez montar nele de frente pro Marcos. Eu encaixei o pau grosso ainda escorrendo e desci devagar, sentindo o volume abrir tudo de novo. Comecei a rebolar, subindo e descendo, peitos balançando na cara do meu marido. Marcos se ajoelhou na minha frente, pau na minha boca outra vez, e eu chupava no mesmo ritmo que cavalgava o Rafael. Era um vai-e-vem sujo, eu subindo e descendo no pau grosso enquanto engolia o do Marcos até as bolas. Palmadas na bunda, gemidos, xingamentos baixos de vadia casada, de puta que adora pau alheio.
— Olha pra ele — Rafael mandou, segurando minha cintura e me fazendo quicar mais forte. — Mostra pro seu marido como você goza em pau de personal.
Eu olhei nos olhos do Marcos enquanto rebolava fundo, via o brilho de tesão puro nele, a mão dele masturbando o que restava enquanto eu chupava. Gozei de novo cavalgando, tremendo, buceta escorrendo mais gozo misturado em volta do pau do Rafael. Ele me ergueu um pouco, saiu, me virou de costas ainda em cima e me fodeu de quatro de novo, mais rápido, mais fundo. Marcos se deitou debaixo de mim, pau pra cima, e eu desci a boca nele outra vez enquanto levava por trás.
A grama já estava toda amassada e molhada de sexo. Rafael me deu umas palmadas fortes que arderam gostoso e falou:
— Vou gozar de novo. Onde você quer?
— Na cara — eu pedi, soltando o pau do Marcos. — Os dois na cara.
Eles se levantaram. Eu fiquei de joelhos na grama, boca aberta, língua pra fora, peitos pra frente. Rafael gozou primeiro, jatos quentes batendo no meu rosto, boca, peito. Marcos logo em seguida, gozando grosso nos mesmos lugares, misturando as porras. Eu lambi o que deu, chupei as cabeças sujas pra limpar, engoli o que escorreu. O gosto salgado dos dois juntos me fez gemer de novo.
Cansados, a gente subiu cambaleando pro deque e depois pra suíte. No chuveiro quente Rafael me prendeu contra a parede molhada e me fodeu de pé mais uma vez, perna erguida, enquanto Marcos beijava minha boca e apertava meus peitos. Água misturada com porra escorrendo pelas pernas. Na cama king da suíte nupcial eu fiquei no meio dos dois: chupava um enquanto o outro me comia, depois trocavam, depois me comiam os dois ao mesmo tempo — um na buceta, o outro na boca, ritmos sincronizados. Eu gozei tantas vezes que perdi a conta, corpo mole, voz rouca de tanto gritar “me fode”, “mais forte”, “goza em mim”.
Rafael gozou pela terceira vez dentro de mim de madrugada, deitado de colherinha enquanto Marcos me beijava devagar. Depois o personal se retirou pro quarto dele com um beijo na minha bunda marcada e um “foi foda, casada”. Eu e Marcos ficamos sozinhos. Ele me puxou pra cima, me comeu devagar e fundo, olhando nos meus olhos, me chamando de amor e de puta no mesmo suspiro. Gozamos juntos pela última vez, abraçados, suados, o cheiro de sexo alheio ainda colado em mim.
Deitamos quietos ouvindo o silêncio do lago lá fora. Marcos traçava círculos na minha barriga com o dedo e sussurrava que eu tinha sido perfeita, que nunca tinha gozado tanto na vida só de me ver daquele jeito. Eu sorri contra o peito dele, satisfeita, completa, a buceta latejando gostoso de tanto uso. Fechei os olhos sentindo o corpo pesado e o coração leve, certa de que o nosso casamento tinha ganhado uma camada nova e suja e maravilhosa.
Foi só quando o primeiro raio de sol entrou pela janela que eu abri os olhos de verdade na cama do nosso apartamento em São Paulo, suada, com a mão ainda dentro da calcinha molhada e o Marcos dormindo do meu lado — a viagem pra Minas marcada só pro mês que vem, e a certeza deliciosa de que eu ia transformar cada detalhe daquela confissão quente em realidade assim que a gente chegasse no lago.
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