Reencontro no Escuro: Meu Cu Entregue a Ele

Harriet, divorciada de 34 anos, entrega o cu virgem pro ex-cunhado Callum de 38 numa casa de praia escura.

12 min read September 12, 2026New

Harriet, uma designer gráfica divorciada de 34 anos, estacionou o carro na frente da casa de praia da família pouco depois das dez da noite. Dez anos. Fazia exatamente dez anos que não pisava ali. O divórcio tinha sido feio, a família se afastou, e ela precisava de silêncio, de escuridão, de um lugar onde ninguém a cobrasse nada. A casa estava fechada, sem luzes acesas, exatamente como imaginava. Desceu do carro, sentiu o vento salgado bagunçando os cabelos castanhos longos e respirou fundo. “Só eu e o mar”, pensou, pegando a mala pequena e a chave enferrujada.

Empurrou a porta de madeira e o cheiro de mofo misturado com maresia invadiu suas narinas. Tateou a parede em busca do interruptor. Quando a luz amarelada do lustre antigo acendeu, Harriet soltou um grito baixo.

Sentado no sofá de couro velho, com uma garrafa de uísque pela metade na mão, estava Callum. Seu ex-cunhado. Trinta e oito anos, viúvo, dono de uma academia renomada na cidade. O corpo ainda mais largo e definido do que ela lembrava, os braços tatuados esticando a camiseta preta justa, o maxilar quadrado coberto por uma barba rala de dias. Os olhos verdes dele se arregalaram ao reconhecê-la.

— Harriet? — A voz grave dele soou rouca, surpresa misturada com algo mais perigoso. — Porra… o que você tá fazendo aqui?

Ela ficou parada na porta, o coração batendo tão forte que parecia querer sair pela garganta. As lembranças vieram todas de uma vez: os olhares longos nas festas de família, as vezes em que ele a ajudava a carregar caixas e seus dedos roçavam mais tempo que o necessário, a atração proibida que ambos fingiram não existir enquanto ele era casado com a irmã dela. Agora ele era viúvo. Ela era divorciada. E a casa enorme, escura, estava completamente vazia exceto por eles dois.

— Eu… precisava fugir um pouco — respondeu ela, a voz mais baixa do que pretendia. — Não esperava encontrar ninguém. Muito menos você.

Callum se levantou devagar. O volume dos músculos das coxas marcava a calça de moletom cinza. Ele era enorme. Sempre fora. Harriet sentiu um calor subir pela barriga só de vê-lo se aproximando.

— Eu também precisava esquecer a rotina — disse ele, parando a dois passos dela. — A academia, os clientes, as noites vazias. Achei que aqui ainda estaria abandonado. Parece que pensamos a mesma coisa.

O silêncio que se seguiu foi carregado. Os dois se mediam. Harriet sentiu os mamilos endurecerem contra o tecido fino do vestido leve que usava. Callum não disfarçou o olhar que desceu pelo corpo dela, parando na curva generosa dos quadris e na bunda redonda que o vestido mal cobria.

— Você tá ainda mais gostosa do que eu lembrava — murmurou ele, sem filtro.

Harriet sentiu o rosto queimar, mas não desviou o olhar.

— E você continua o mesmo brutamontes que me deixava molhada só com um olhar, Callum.

As palavras escaparam antes que pudesse segurar. A tensão sexual que sempre existira entre eles explodiu ali, no meio da sala escura iluminada apenas por aquela lâmpada velha. Nenhum dos dois se moveu para ir embora. Nenhum dos dois queria.

Ele abriu um sorriso lento, predatório.

— Então você também sentia, né? Aquela coisa que a gente fingia que não existia.

Harriet mordeu o lábio inferior. Seu corpo já traía: a calcinha estava úmida só de estar perto dele.

Eles abriram uma garrafa de vinho tinto que Callum tinha trazido. Sentaram no sofá, as pernas quase se tocando. Enquanto bebiam, as confissões começaram a cair como pedras.

— Eu sempre te desejei, Harriet — confessou ele, girando a taça entre os dedos grossos. — Nas churrascadas de família, eu imaginava te jogar na mesa e te foder até você esquecer seu próprio nome. Imaginava você de quatro, implorando.

Ela respirou fundo, o vinho descendo quente pela garganta. O desejo estava explícito agora, consensual, cru.

— Eu fantasiava com você todas as noites depois de te ver — admitiu ela, a voz rouca. — Depois do divórcio, comecei a me tocar pensando em você me dominando. Me usando. Especialmente… meu cu. Nunca deixei ninguém entrar ali. É virgem. E eu sempre imaginei você sendo o primeiro. Forte. Bruto. Tomando tudo.

Callum soltou um gemido baixo, o pau já marcando visivelmente o moletom. Ele se inclinou, segurou o queixo dela com firmeza.

— Eu sonhava em te possuir de forma suja, Harriet. Em abrir essa bunda gostosa, lamber esse cu virgem até você tremer e depois meter fundo, te fazendo gritar meu nome enquanto eu te chamo de minha putinha particular. Se você tá me entregando isso hoje… eu vou tomar com tudo.

O beijo veio violento. Línguas se enroscando, dentes batendo, mãos desesperadas. Harriet gemeu na boca dele, sentindo o gosto de vinho e desejo. Quando se afastaram, ofegantes, ela sussurrou contra os lábios dele:

— Então me leva pro quarto, Callum. Quero que você tome meu cu virgem hoje. Agora. Eu quero entregar tudo pra você.

Ele não respondeu com palavras. Simplesmente a pegou no colo como se ela não pesasse nada, carregando-a pelo corredor escuro até o quarto principal. A cama enorme de casal ainda tinha os lençóis velhos, mas nenhum dos dois se importou. Callum a colocou de pé e tirou o vestido dela com um puxão, deixando-a só de calcinha preta. Os seios médios empinados, os bicos rosados duros. Ele lambeu os lábios.

— De quatro. Agora — ordenou, a voz grossa de tesão.

Harriet obedeceu, subindo na cama, empinando a bunda redonda e macia. Callum se ajoelhou atrás dela, agarrou as bandas com as duas mãos grandes e abriu. O cu rosado, piscando, virgem, exposto para ele. Ele gemeu como um animal.

— Que delícia de cu apertado… — murmurou, antes de enterrar o rosto ali.

A língua quente e molhada lambeu o anel enrugado com fome. Harriet soltou um gemido alto, os dedos cravando nos lençóis. Ele chupava, lambia em círculos lentos e depois enfiava a ponta da língua dentro, fodendo o cu com a boca enquanto ela rebolava contra o rosto dele. Dois dedos grossos, lambuzados de saliva, pressionaram e entraram devagar no cuzinho virgem. Harriet gritou de prazer, o corpo tremendo.

— Ai, caralho… Callum… isso… assim…

Ele girava os dedos, abrindo-a, preparando o buraco apertado enquanto continuava chupando ao redor. O som molhado enchia o quarto. Harriet estava encharcada, o mel escorrendo pelas coxas.

Ele se posicionou atrás dela em conchinha, o pau grosso e venoso, lubrificado com cuspe e o próprio pré-gozo, cutucando a entrada. Empurrou devagar. O cu dela resistiu no começo, depois cedeu, engolindo a cabeça grossa. Harriet soltou um gemido longo, sentindo-se aberta, invadida.

— Devagar… mas não para… me fode no cu…

Callum entrou centímetro por centímetro até as bolas estarem encostadas. Começou a meter devagar, fundo, segurando o quadril dela. O quarto estava cheio dos sons obscenos de carne contra carne e dos gemidos dela.

Depois ele a virou de frente, colocou as pernas dela sobre os ombros largos e enfiou novamente no cu. Na posição missionária anal, ele podia olhar nos olhos dela enquanto metia cada vez mais forte. Harriet masturbava o clitóris inchado com dois dedos, o prazer subindo como uma onda.

— Mais forte! Me arromba esse cu, Callum! Eu sou sua putinha… — gritava ela, o corpo suado.

Quando o orgasmo bateu, Harriet gozou gritando o nome dele, o cu apertando o pau grosso em espasmos, o squirt molhando a barriga dele. Callum não parou. Virou-a de quatro novamente, deu um tapa forte na bunda que deixou a marca vermelha.

— Toma no cu, sua vadia gostosa. Esse cu virgem agora é meu. Vou encher ele de porra quente.

Metia fundo, rápido, as bolas batendo na boceta encharcada. O dirty talk sujo saía sem filtro:

— Rebola nessa pica, Harriet. Isso… aperta esse cu no meu pau. Você nasceu pra levar rola no rabo, sua safada.

Com um rugido, Callum gozou. Jatos grossos e quentes encheram o interior do cu apertado dela, transbordando um pouco enquanto ele continuava metendo devagar, espremerndo até a última gota.

Ofegantes e suados, os corpos brilhando de suor, Callum puxou Harriet contra o peito largo. Ele a beijou na boca com possessividade, a língua invadindo-a do mesmo jeito que tinha invadido seu cu minutos antes. O beijo era profundo, molhado, quase romântico depois de tanta brutalidade. Ela sentiu o pau ainda meio duro pulsar contra sua coxa, o cu latejando, vazando porra devagar.

Enquanto ele acariciava suas costas suadas, Harriet pensou que aquilo não tinha acabado. Longe disso. O desejo que tinham guardado por anos tinha acabado de acordar, e ela sabia que uma noite não seria suficiente. Callum a apertou mais contra si, mordiscando seu lábio inferior, o olhar ainda faminto. Havia muito mais que ele queria fazer com ela, e Harriet, sentindo o cu ainda cheio da porra dele, já sabia que ia deixar.

Callum a apertou mais contra si, o peito largo e suado colado nas costas dela, enquanto o vento salgado entrava pela janela e misturava o cheiro de sexo com o de maresia velha. Harriet sentia o pau dele, ainda meio duro e melado, pulsar contra sua coxa, e um calor novo subiu pela sua barriga. Aos 34 anos, divorciada e cansada de noites vazias, ela mal conseguia acreditar no latejar constante do seu cuzinho, esticado, cheio da porra grossa que Callum tinha despejado ali minutos antes. Ele, viúvo de 38 anos, dono de uma academia renomada, com aqueles braços tatuados que pareciam feitos para segurar uma mulher com força, não dava sinais de que a noite terminaria tão cedo. Os dedos dele desceram devagar pela coluna dela, parando na curva generosa da bunda, abrindo as bandas com possessividade.

— Ainda não acabou, Harriet. Longe disso — murmurou ele, a voz grave rouca de tesão renovado. Um dedo grosso pressionou o anel sensível, sentindo a porra quente vazar devagar. Ele espalhou o líquido viscoso ao redor, circulando o cuzinho piscante com calma deliberada, como se estivesse marcando território. Harriet arqueou o corpo, empinando instintivamente, o clitóris latejando só com aquele toque sujo. “Deus, eu sou completamente dele agora. Esse cu que eu guardei a vida inteira... ele está tomando posse de verdade”, pensou ela, mordendo o lábio inferior até sentir gosto de sangue.

Callum enfiou dois dedos de uma vez, girando-os devagar dentro do canal quente e escorregadio. O som molhado, obsceno, ecoava no quarto escuro junto com o barulho distante das ondas. Ele curvou os dedos, massageando as paredes internas enquanto a outra mão segurava firme o quadril dela, impedindo que escapasse. Harriet gemeu alto, rebolando contra a mão dele, sentindo o burn delicioso da extensão misturado ao prazer profundo que subia pela espinha.

— Olha como seu cu engole meus dedos... ainda apertado, mas já viciado na minha porra. Você nasceu pra isso, não nasceu, sua putinha? — ele rosnou, acelerando o movimento, metendo os dedos fundo e rápido agora. Harriet sentia as paredes do reto se abrindo mais, o lubrificante natural da ejaculação anterior facilitando tudo. Sua buceta pingava, o mel escorrendo pelas coxas e molhando os lençóis velhos da cama. Ela esticou a mão para trás, agarrando o pau dele, sentindo-o endurecer completamente na palma. O membro era grosso, venoso, latejando com força renovada.

Sem dizer nada, Harriet se virou, empurrando-o de costas na cama. Aos 34 anos, ela nunca se sentira tão ousada. Montou nele de costas, em posição de cowgirl reversa, e guiou a cabeça grossa do pau até a entrada do cu. Respirou fundo, sentindo o anel resistir por um segundo antes de ceder, engolindo a glande com um estalo molhado. A sensação de ser aberta novamente era intensa, uma mistura de ardor e prazer profundo que a fez jogar a cabeça para trás, os cabelos castanhos longos colados nas costas suadas.

— Porra... tá tão fundo assim... — gemeu ela, descendo devagar, centímetro por centímetro, até as bolas dele encostarem na sua buceta encharcada. Callum agarrou as bandas da bunda dela com as duas mãos grandes, abrindo-as para ver melhor o pau desaparecendo no cuzinho rosado. Ele deu um tapa forte, a marca vermelha brilhando na pele clara sob a luz fraca da lua.

— Rebola nesse pau, Harriet. Mostra pra mim como você quer ser arrombada. Esse cu virgem agora é minha propriedade — ordenou ele, a voz carregada de dominação. Ela obedeceu, movendo os quadris em círculos amplos, depois subindo e descendo, sentindo cada veia do pau grosso raspar nas paredes sensíveis. O prazer era diferente agora, mais cru, mais profundo. Cada descida fazia as bolas dele baterem na sua boceta, estimulando o clitóris inchado indiretamente. “Eu nunca imaginei que seria tão bom. Anos me tocando pensando nisso, e a realidade é mil vezes mais suja e perfeita”, pensou Harriet, acelerando o ritmo, quicando com força enquanto os seios médios balançavam livremente.

Callum se sentou atrás dela, o peito tatuado colado nas costas suadas da mulher. Uma mão dele desceu até o clitóris dela, esfregando em círculos rápidos e precisos, enquanto a outra apertava um dos mamilos rosados com força. Ele mordia o ombro dela, deixando marcas leves com os dentes, e metia o quadril para cima, encontrando as descidas dela com estocadas brutas. O quarto se encheu de sons molhados e carne batendo: o cu dela engolindo a pica, o mel escorrendo, os gemidos roucos dos dois.

— Isso, caralho... aperta esse cu na minha rola. Você é uma vadia anal de verdade. Eu sempre soube que por trás daquela cara de boa moça tinha uma safada louca pra levar no rabo — ele sussurrou no ouvido dela, o hálito quente causando arrepios. Harriet sentiu o orgasmo subir como uma onda violenta. O cu contraiu forte ao redor do pau grosso, ordenhando-o, e ela gozou com um grito longo, o corpo inteiro tremendo, squirtando forte na barriga e nas coxas dele. As pernas fraquejaram, mas Callum não deixou que parasse. Segurou-a pela cintura e continuou fodendo de baixo, estocadas curtas e profundas que prolongaram o orgasmo dela até ela ver estrelas.

Ele a tirou de cima com facilidade, o pau saindo do cu com um som obsceno, e a colocou de bruços na cama, pernas abertas. Deitou-se sobre ela em posição de prone bone, o corpo pesado e musculoso prendendo o dela contra o colchão. O pau encontrou o cu novamente sem esforço e entrou até o talo de uma vez só. Harriet soltou um gemido abafado no travesseiro, sentindo-se completamente dominada, o peso dele aumentando a sensação de ser preenchida.

— Agora eu vou te foder de verdade, Harriet. Sem piedade — avisou ele, começando a meter forte e rápido, o quadril batendo contra a bunda redonda com estalos altos. Cada estocada empurrava o corpo dela contra a cama, o pau invadindo fundo, roçando em pontos que a faziam verborragiar incoerências de prazer. O suor dos dois se misturava, escorrendo pelas costas dela. Callum enfiou uma mão por baixo, dois dedos entrando na buceta encharcada enquanto o pau arrombava o cu sem parar. A dupla penetração com os dedos fez Harriet perder o controle completamente.

— Eu sou sua... sua putinha do cu... me arromba, Callum... me usa até eu não aguentar mais! — gritava ela, a voz rouca, o rosto vermelho de esforço e tesão. Ele metia sem parar, as bolas batendo contra a buceta, o ritmo implacável. O cuzinho dela estava inchado, sensível, mas o prazer era tão grande que ela gozou pela terceira vez, o corpo convulsionando debaixo dele, o cu apertando o pau em espasmos violentos.

Callum não aguentou. Com um rugido animal, enterrou-se até o fundo e gozou pela segunda vez, enchendo o intestino dela com jatos grossos e quentes que transbordaram ao redor do pau, escorrendo pelas coxas e molhando os lençóis. Ele continuou metendo devagar, espremendo até a última gota, o corpo tremendo sobre o dela.

Ofegantes, suados e exaustos, ele saiu de cima e puxou Harriet para os seus braços, beijando-a com uma mistura de brutalidade e carinho profundo. O quarto estava silencioso agora, apenas o mar ao fundo. Ele acariciou os cabelos bagunçados dela, o olhar faminto ainda presente, mas com algo mais suave por baixo. Harriet sentiu o cu latejar, vazando porra devagar, e sorriu contra o peito largo dele, sabendo que aquele reencontro tinha acabado de virar o começo de algo muito maior.

Callum levantou o queixo dela com dois dedos, olhou nos seus olhos e perguntou com a voz ainda rouca:

— Harriet, você topa me entregar esse cu todo dia pelo resto da vida?

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