Seduzida pela Divorciada da Casa ao Lado

O jovem de 24 anos fode o cu da divorciada safada de 38 anos da casa ao lado.

10 min read September 23, 2026New

Lucas tinha vinte e quatro anos e morava sozinho naquela casa de esquina há apenas três semanas. O bairro era calmo, as casas geminadas, e a piscina do quintal ao lado brilhava o dia inteiro sob o sol de verão. Foi ali que ele viu Helena pela primeira vez: trinta e oito anos, divorciada há pouco mais de um ano, corpo de mulher que sabia o que queria. Cabelos castanhos longos, seios pesados apertados num top curto, shortinho colado que quase engolia o rabo gordo e redondo. Quando ela se curvou para pegar a mangueira no jardim, o tecido subiu e mostrou a metade da bunda. Lucas engoliu seco.

— Oi, vizinho — ela gritou, sorrindo de lado, a voz rouca e safada. — Me ajuda a subir essa prateleira na sala? Tá pesada pra caralho pra mim sozinha.

Ele foi. Na sala dela cheirava a perfume doce e a sol. Helena usava só o short e um cropped branco molhado de suor. Enquanto Lucas aparafusava a prateleira, ela ficava perto demais, o peito roçando as costas dele de propósito.

— Você é bem forte, hein — murmurou, passando a mão no bíceps dele. — Meu ex era um frouxo. Depois do divórcio eu fiquei… precisando de um homem de verdade de novo. Sabe como é.

Os olhares se cruzavam. Ela mordia o lábio inferior, abaixava o olhar pro volume na bermuda dele e soltava um risinho baixo. No dia seguinte pediu ajuda pra trocar a torneira da pia. De novo o short curto, de novo o corpo colado. Comentários soltos: “Faz tempo que ninguém me come direito”, “Essas mãos grandes iam dar conta de mim fácil”. Lucas sentia o pau latejar toda vez. Ela sabia. Ele sabia. A tensão era gorda, quente, inevitável.

Na tarde mais quente da semana Helena apareceu no muro baixo que separava os quintais, de biquíni fio dental preto. Os seios quase saltavam do top, o pauzinho do fio sumia entre as nádegas.

— Lucas! Vem tomar uma cerveja gelada na piscina. Tô sozinha e o sol tá me matando de tesão.

Ele pulou o muro. A água estava morna. Tomaram as primeiras goles sentados na borda, pernas encostadas. Helena falava baixo, olhando direto pra boca dele.

— Você fica me olhando o cu toda vez que eu passo, né? Pode admitir. Eu adoro. Depois do divórcio eu descobri que o que eu mais sinto falta é de ser fodida com vontade. E adoro sexo anal. Louca pra sentir um pau grosso arrombando meu cuzinho de novo. Faz meses que ninguém mete em mim direito.

Lucas engasgou na cerveja. Ela se aproximou, a coxa quente roçando a dele, a mão subindo pela barriga molhada até parar no peito.

— Eu quero que você me domine. Que use meu cu como quiser. Me fode forte, me chama de puta, me arromba. Eu tô pedindo. Consensual, gostoso, sujo. Você quer?

— Quero pra caralho — ele respondeu, a voz rouca. O pau já estava duro pra valer dentro do short.

Helena se levantou, puxou a corda do biquíni e deixou o top cair. Os peitos pesados balançaram. Depois tirou o fio e ficou nua na beira da piscina, a buceta raspada, o cu apertado e rosado entre as nádegas grandes.

— Então vem. Minha cama tá esperando.

Eles nem secaram direito. Subiram molhados, deixando poças pelo chão. No quarto, Helena se jogou de quatro na cama king, empinou a bunda e abriu as pernas. O cu piscava pra ele.

— Chupa e enfia o dedo. Me prepara pra levar pau.

Lucas ajoelhou atrás, segurou as nádegas e abriu. A língua passou quente e molhada no cuzinho apertado. Helena gemeu alto, safada.

— Isso, lambuza esse cu de puta… ah, caralho…

Ele chupou, fuçou, depois enfiou o indicador devagar. O anel se fechou quente em volta do dedo. Depois meteu o segundo. Dois dedos enterrados até o fundo, abrindo, torcendo, fudendo o cu dela enquanto ela rebolava e gemia igual uma vadia.

— Mais fundo… ai, porra, meus dedos não chegam aí… quero pau agora, Lucas. Me come o cu.

Ele tirou a bermuda, o pau grosso e veiado latejando, a cabeça já pingando pré-gozo. Cuspiu no cuzinho, espalhou, posicionou a glande e empurrrou. O cu engoliu devagar, apertado pra porra, quente, sugando. Helena gritou no travesseiro.

— Aaaaaah, arromba… mete fundo… isso, seu filho da puta…

Lucas segurou a cintura e começou a foder de cachorrinho, estocadas longas e fortes, a porra do pau sumindo inteiro a cada investida. O som molhado de pau entrando no cu ecoava junto com os gemidos dela.

— Toma no cu, sua divorciada vadia — ele rosnou, metendo mais forte. — Cu guloso pra caralho… aperta assim…

— Me fode mais duro! Usa meu cu! Ah, porra, eu adoro levar no cu…

Ele puxou o cabelo dela com uma mão, puxando a cabeça pra trás, e continuou martelando. Depois a virou de lado, ergueu uma perna dela e meteu de novo, mais fundo ainda, o pau batendo fundo no intestino enquanto a outra mão apertava o peito. Helena esfregava o clitóris com dois dedos, a buceta pingando no lençol.

— Vai gozar dentro… enche meu cu de porra… eu quero sentir escorrendo…

Lucas acelerou, as bolas batendo na buceta dela, o cu se contraindo em volta do pau. Helena gozou primeiro, o corpo todo tremendo, o cu pulsando e milhando o pau dele enquanto ela gritava “ai porra, tô gozando no teu pau”. Ele segurou firme e descarregou fundo, jatos quentes e grossos enchendo o cuzinho dela, gemendo baixo e sujo.

— Toma… toda a porra… no seu cu de puta…

Quando parou de jorrar, ele saiu devagar. O cu dela ficou aberto um segundo, a porra branca escorrendo. Helena se virou na hora, ajoelhou na frente dele e engoliu o pau ainda pulsando, lambendo a própria porra misturada com o gosto do cu, chupando limpo até a última gota. Olhou pra cima, boca lambuzada, sorriso satisfeito e safado.

— Pronto. Agora você tem uma puta anal disponível bem aqui do lado. Sempre que quiser meter nesse cu, é só pular o muro. Mas amanhã de manhã eu quero mais. Quero que você me acorde com a língua no cu e depois me foda de novo até eu não aguentar sentar. E traga o amigo se quiser… ou me amarre e me use o dia inteiro. Eu ainda não mostrei tudo que essa divorciada safada aguenta.

Ela lambeu o canto da boca, a porra ainda escorrendo devagar entre as nádegas, e puxou Lucas de novo pra cima dela, já roçando o cu meio aberto no pau semi-duro dele, deixando claro que a noite mal tinha começado e que o que vinha pela frente ia ser ainda mais sujo.

Lucas não precisou de mais nada. O pau já endurecia de novo sob o cuzinho escorregadio e quente dela, ainda pingando a porra grossa que ele tinha despejado minutos antes. Ele segurou a base, encaixou a cabeça inchada naquele anel frouxo e empurrou fundo de uma só vez. Helena arqueou as costas, gritou rouco contra o pescoço dele e abriu mais as pernas.

— Porra, ainda tá aberto… mete tudo, caralho. Usa esse cu enquanto ele tá mole de porra.

Ele fodeu devagar no começo, sentindo a porra antiga lubrificar cada centímetro, o pau sumindo e saindo branco de porra e saliva. Depois acelerou, estocadas secas e fundas que faziam as nádegas dela baterem na virilha com um barulho molhado e obsceno. Helena rebolava pra baixo, engolindo até as bolas, a buceta esfregando na barriga dele e pingando no lençol já destruído.

— Olha só essa puta divorciada… cu arrombado e ainda pedindo mais — rosnou Lucas, segurando os seios pesados e apertando os mamilos até ela ganir. — Fala o que você é.

— Sou tua puta anal… a vadia da casa ao lado que adora levar rola no cuzinho… aih, mais fundo, arromba esse intestino, porra!

Ele virou ela de bruços sem tirar o pau, ergueu os quadris dela e meteu de quatro de novo, agora mais bruto, a mão espalmada caindo forte na bunda gorda até deixar a marca vermelha. Cada tapa fazia o cu apertar em volta da pica. Helena gemía alto, safada, pedindo mais tapa, mais porra, mais humilhação. Lucas cuspiu na rachadura, enfiou o polegar junto com o pau e torceu, abrindo ainda mais. Ela gozou esguichando na mão que esfregava o clitóris, o corpo inteiro tremendo, o cu pulsando louco ao redor dele.

Não parou. Continuou fodendo enquanto ela ainda tremia, até sentir as bolas subirem. Puxou pra fora na última hora, jorrou jatos quentes e espessos nas costas, nas nádegas e bem na entrada do cu. Helena se virou rápido, lambeu a porra da própria bunda, depois engoliu o pau sujo até o fundo da garganta, chupando limpo com barulho nojento de puta faminta. O gosto de cu e porra misturado fazia ela gemer de prazer puro.

Ainda com o pau latejando, ela montou nele de costas, enfiou sozinha e começou a quicar o rabo gordo na pica dele. Lucas via tudo: o cuzinho engolindo e cuspingo o pau, a buceta inchada pingando, os seios balançando. Segurou a cintura e puxou pra baixo com força, metendo pra cima ao mesmo tempo. O quarto cheirava a sexo, suor e porra. Helena falava sem parar:

— Isso… usa minha bunda como se fosse um brinquedo… enche de novo… quero acordar com o cu escorrendo amanhã.

Ele gozou outra vez dentro, gemendo baixo, as mãos cravadas na carne macia. Depois disso ainda chupou o cu sujo dela longamente, língua fundo, lambendo a porra que vazava, enquanto ela se masturbava até gozar na boca dele. Dormiram grudados, o pau dele ainda meio duro enfiado preguiçoso entre as nádegas.

De madrugada Lucas acordou primeiro. A luz fraca entrava pela janela. Cumpriu a promessa sem piedade. Afastou as coxas dela, abriu as nádegas e enfiou a língua quente direto no cuzinho ainda meio aberto e ressecado de porra seca. Helena acordou gemendo alto, a voz rouca de sono e tesão.

— Aih, caralho… bom dia, seu filho da puta… chupa esse cu sujo…

Ele chupou, fodeu com a língua, enfiou dois dedos e torceu até ela rebolar. Depois subiu, enfiou o pau de uma vez e meteu gostoso de colher, uma mão no peito, outra esfregando a buceta. Fodeu devagar e fundo, falando no ouvido:

— Acordando a puta da vizinha com pau no cu… como você pediu. Aperta. Goza nesse pau.

Helena gozou molhada, o cu contraindo em ondas. Lucas tirou, virou ela de quatro outra vez e meteu com vontade, as bolas batendo, o som de pele molhada enchendo o quarto. Depois pegou o cinto dela na cadeira, amarrou os pulsos dela na cabeceira da cama e falou baixo:

— Agora você não manda em nada. Eu uso esse corpo o dia inteiro.

Ela ficou de joelhos e cotovelos, bunda empinada, pulsos presos, sorrindo safada.

— Faz o que quiser. Me fode, me cospe, me chama de tudo. Eu aguento.

Lucas meteu a pica na boca dela até engasgar, fodeu a garganta, depois voltou pro cu e martelou sem dó. Tapa atrás de tapa, xingando de puta, de divorciada vadia, de buraco de porra. Enfiava até o fundo, puxava quase todo, enfiava de novo. Helena babava no travesseiro, pedia mais forte, mais fundo. Ele gozou no cu dela pela quarta vez, deixou escorrer, depois fez ela lamber tudo de novo enquanto ainda estava amarrada. Soltou as mãos só pra ela se masturbar na frente dele, dois dedos no cu e três na buceta, gozando gostoso e sujo olhando nos olhos dele.

Passaram a manhã assim. Na cozinha ele sentou numa cadeira e ela sentou no pau de costas, quicando enquanto ele tomava café frio e apertava os seios. No sofá da sala ele abriu as pernas dela no ar e fodeu o cu de peito pra cima, vendo a barriga dela marcar a cada estocada. Na beira da piscina, ainda de dia, ele a colocou ajoelhada na grama molhada e meteu por trás de novo, a água espirrando, os vizinhos longe o bastante pra não verem a divorciada gritando “arromba meu cuzinho, vizinho gostoso”.

Helena estava destruída de tesão e de gozo. O cu vermelho, aberto, latejando. Ela mal conseguia fechar as pernas. Ainda assim pediu mais uma vez dentro do banheiro, em pé no box, a água quente caindo enquanto Lucas enfiava fundo e falava no ouvido dela que aquele cu agora era dele, que ele ia pular o muro todo dia, que ela ia viver com a bunda arrombada e cheia.

No final da tarde eles caíram de novo na cama. Lucas por cima, pernas dela nos ombros, pau enterrado até as bolas no cuzinho já folgado e babado. Fodeu lento e profundo, olhando no rosto dela, os dois suados e fedendo a sexo. Helena gemia baixinho, exausta e viciada:

— Goza dentro… última vez… enche… eu quero sentir escorrendo enquanto durmo…

Ele acelerou, sentiu o cu dela milhar o pau, e descarregou jatos quentes e grossos bem fundo, gemendo o nome dela. Ficou enterrado até o pau amolecer. Saiu devagar. O cuzinho ficou aberto, a porra branca vazando num fio grosso. Helena nem se mexeu. Só sorriu de olhos fechados, satisfeita e fodida pra valer.

Lucas beijou a boca suja dela, passou a mão na bunda destruída e sussurrou que amanhã voltava mais cedo, que ia trazer corda de verdade, que o cu dela agora tinha dono. Ela murmurou um “pode vir sempre” rouco e puxou o lençol por cima do corpo marcado.

Mas quando a luz da manhã seguinte bateu no rosto de Lucas, ele estava sozinho na própria cama, o short encharcado de porra fresca e a casa ao lado hermeticamente fechada e silenciosa como sempre fora — Helena nunca existira fora da punheta mais safada da vida dele.

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