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Dare no Vinil: Meu Melhor Amigo Me Pede o Cu

Lucas, um designer de 28 anos, e seu melhor amigo Thiago, personal trainer de 30, transformam anos de tesão reprimido numa noite quente de putaria sem limites.

13 min read September 29, 2026New

A noite quente de verão em São Paulo parecia querer derreter as paredes do apartamento de Lucas. O ar úmido entrava pelas janelas abertas do pequeno imóvel no bairro de Pinheiros, carregando o cheiro de asfalto quente e o barulho distante de carros. Lucas, designer gráfico de 28 anos que passava os dias criando identidades visuais para marcas de roupa e startups, estava largado no sofá de couro gasto, só de regata branca e short de algodão cinza que grudava nas coxas suadas. A pele clara dele brilhava, o peito subindo e descendo devagar enquanto o ventilador de teto mal conseguia mover o ar pesado. Do outro lado do sofá, Thiago, personal trainer de 30 anos que montava treinos para executivos estressados na academia mais cara da Vila Olímpia, ocupava espaço com seu corpo largo e definido. A camiseta preta justa marcava cada gomo do abdômen, e a bermuda de nylon azul escuro deixava as pernas grossas, cobertas de pelos finos, à mostra. Os dois eram amigos há dez anos, desde que se conheceram numa festa de faculdade, e aquela era só mais uma noite deles: música, papo furado e cerveja zero álcool gelada para espantar o calor.

O toca-discos girava um vinil antigo de Tim Maia, a voz rouca preenchendo a sala com um groove lento que deixava tudo mais íntimo. Lucas mexia no rótulo da lata gelada, sentindo o frio contrastar com o suor que escorria pela nuca. Thiago estava mais quieto que o normal, os olhos castanhos fixos no amigo de um jeito que Lucas nunca tinha visto tão descarado. O personal trainer limpou o suor do maxilar marcado com as costas da mão, os bíceps inchando com o movimento simples. Lucas sentiu um calor diferente subir pela barriga. Anos de olhares roubados, de ver Thiago sem camisa depois do treino, de imaginar aqueles músculos suados pressionando ele contra a parede. Mas nunca tinham falado nada. Até agora.

Thiago respirou fundo, colocou a lata na mesinha de centro e virou o corpo inteiro para Lucas. Os joelhos deles se tocaram. A voz saiu baixa, quase rouca, carregada de anos guardados.

— Lucas, cara... a gente é irmão há tanto tempo. Mas eu não aguento mais fingir. Eu sempre fantasiei em comer o seu cu. Desde a primeira vez que te vi de jeans apertado saindo do banho na casa da praia, eu fico imaginando você gemendo meu nome enquanto eu te abro devagar e meto até o fundo. É tesão reprimido pra caralho, mano. Eu bato punheta pensando nisso quase toda semana.

As palavras caíram entre eles como um tijolo quente. A tensão sexual ficou imediata, palpável, grossa no ar já úmido da sala. Lucas sentiu o coração bater na garganta. Seus olhos verdes se prenderam nos de Thiago, e o desejo era tão claro que parecia que o ar entre os dois tinha virado eletricidade. O pau dele, traidor, começou a inchar devagar dentro do short, empurrando o tecido fino. O suor escorreu mais forte pelo peito de Lucas, molhando a regata até ela ficar quase transparente. Por dentro, a cabeça dele girava: “Porra, ele disse mesmo. Thiago, o cara que eu admiro pra caralho, o corpo que eu olho escondido desde sempre... quer meu cu. E eu quero dar. Quero sentir esse macho me usando, me enchendo. Anos imaginando essa boca falando safadeza pra mim enquanto ele me fode.”

Thiago não desviou o olhar. O peito largo dele subia e descia rápido, os mamilos marcados na camiseta. Uma gota de suor desceu pelo pescoço forte e desapareceu no decote. Ele esperou, tenso, os músculos dos antebraços flexionados como se estivesse se segurando para não pular em cima do amigo.

Lucas engoliu em seco, a boca seca apesar da lata gelada. Depois de um segundo que pareceu eterno, ele abriu a boca e deixou sair o que guardava desde sempre.

— Thiago... eu também. Já me masturbei pensando em você tantas vezes que perdi a conta. Naquela viagem pra Ilhabela, quando você dormiu sem camisa e eu ouvi você se mexendo na cama ao lado, eu fui pro banheiro e bati uma punheta imaginando você me virando de bruços e comendo minha bunda sem dó. Seu corpo, sua voz grossa, o jeito que sua rola marca a bermuda depois do treino... eu quero isso, cara. Quero de verdade.

O flerte descarado explodiu entre eles como fogos. Thiago soltou uma risada baixa, safada, cheia de alívio e tesão. Ele se inclinou para frente, o joelho pressionando mais forte contra a coxa de Lucas.

— Então você é um putinho safado igual eu, hein? Olha pra essa boca... aposto que ela fica linda gemendo “me come, Thiago”. E essa bunda que eu passei anos olhando disfarçado? Eu quero ver ela vermelha depois de uns tapas enquanto eu te como devagar, depois forte, até você não aguentar mais e implorar pra eu gozar dentro.

Lucas sentiu o cu piscar involuntariamente com as palavras. O short já estava apertado, o pau completamente duro, uma manchinha úmida aparecendo no tecido cinza. Ele sorriu de lado, entrando na brincadeira com o mesmo entusiasmo.

— E você, seu tarado? Essa rola grossa que eu sempre suspeitei... eu quero sentir ela abrindo meu cu. Quero você me chamando de seu macho, me segurando com esses braços que parecem feitos pra me dominar. Vamos parar de só falar, porra. Eu tô molhando o short inteiro só de te ouvir.

Eles se aproximaram ao mesmo tempo. As mãos grandes de Thiago pousaram nas coxas de Lucas, apertando a carne suada por cima do tecido. O toque queimava. Lucas soltou um suspiro trêmulo e colocou as próprias mãos no peito do amigo, sentindo os músculos duros, os batimentos acelerados. Os dedos dele desceram devagar, roçando os mamilos duros por baixo da camiseta, depois continuaram até o volume enorme que esticava a bermuda de Thiago.

— Posso tocar de verdade? — perguntou Thiago, a voz rouca, os olhos escuros fixos nos de Lucas, buscando consentimento claro.

— Pode, caralho. Toca em mim. Eu quero isso faz tempo. Me toca, me aperta, faz o que você quiser — respondeu Lucas sem hesitar, a voz cheia de entusiasmo e desejo puro. — Eu consinto, Thiago. Tô louco pra virar sua putaria hoje.

Com a permissão explícita, Thiago não perdeu tempo. A mão direita dele subiu pela coxa até cobrir o pau de Lucas por cima do short, apertando o comprimento latejante, sentindo ele pulsar contra a palma. Lucas gemeu baixo, o som misturando-se à música do vinil. Sua própria mão apertou o pau de Thiago, traçando o contorno grosso, impressionado com o tamanho e o calor que irradiava através do nylon. Os dois se beijaram então, primeiro um roçar de lábios suados, depois línguas se encontrando com fome, gemidos abafados saindo enquanto as bocas se devoravam.

As mãos não paravam. Thiago puxou a regata de Lucas para cima, expondo o peito liso e suado, beliscando um mamilo rosado enquanto a outra mão continuava a masturbar o pau dele por cima da roupa. Lucas tirou a camiseta de Thiago, jogando-a no chão, e passou as mãos abertas pelos gomos do abdômen definido, sentindo cada músculo tremer sob seus dedos. O suor dos dois se misturava, o cheiro masculino forte, de pele quente e tesão reprimido, enchendo a sala.

— Porra, você é gostoso demais — murmurou Thiago contra a boca de Lucas, mordendo o lábio inferior dele. — Esse cu vai ser meu hoje. Vou te lamber, te abrir com a língua, te preparar até você ficar babando pra minha rola.

Lucas arqueou o corpo, empurrando o pau contra a mão do amigo, o cu latejando de expectativa.

— Faz isso. Me prepara, me usa. Eu sou seu agora, Thiago. Sem pressa, mas eu quero tudo. Quero sentir você me comendo como sonhou todos esses anos.

Thiago virou Lucas de lado no sofá, colando o peito suado nas costas dele. A mão dele deslizou por dentro do short por trás, os dedos grossos acariciando a pele macia das nádegas, roçando de leve na entrada enrugada sem penetrar, só provocando, circulando. Lucas gemeu alto, empinando a bunda contra a mão, o pau vazando tanto que o short estava encharcado na frente. Thiago roçou a própria rola dura, ainda dentro da bermuda, contra a curva da bunda de Lucas, esfregando devagar, marcando território.

Os dois respiravam pesado, corpos colados, pele escorregadia de suor, mãos explorando cada centímetro por cima e agora por baixo das poucas roupas que ainda restavam. O tesão estava no limite, a fantasia virando carne e gemido ali mesmo, sem pressão, só desejo cru e anos de repressão explodindo. Thiago sussurrou no ouvido de Lucas, mordendo o lóbulo:

— Vira de quatro pra mim agora. Quero ver esse cu que eu sonhei tanto. A noite tá só começando, e eu vou te dar tudo que você merece, bem devagar, até você pedir pra eu meter mais fundo.

Lucas obedeceu, o corpo tremendo de tesão e antecipação, o cu exposto e piscando enquanto Thiago puxava o short dele para baixo devagar, os olhos famintos fixos no que estava prestes a devorar. O vinil continuava girando, mas nenhum dos dois ouvia mais. A putaria sem limites estava prestes a começar de verdade, e o ar entre eles ainda carregava a promessa de muito mais.

Lucas obedeceu imediatamente, o corpo tremendo de expectativa. Ele se virou de quatro sobre o sofá de couro, os joelhos afundando no material quente e úmido de suor. Empinou a bunda com naturalidade, abrindo as pernas o suficiente para expor tudo. Thiago terminou de puxar o short cinza pelas coxas grossas dele, jogando a peça no chão da sala. O pau de Lucas, rosado e latejante, balançava pesado entre as pernas, a cabeça inchada pingando fios grossos de pré-gozo que escorriam até o estofado. Aos 28 anos, Lucas sentia cada músculo do corpo formigar, o coração disparado como se tivesse corrido uma maratona.

Thiago, o personal trainer de 30 anos, ficou de joelhos atrás dele, as mãos grandes e calejadas de tanto segurar pesos abrindo as nádegas suadas do amigo com firmeza consensual. Os dedos afundaram na carne macia, separando-as devagar, revelando o cu rosado, enrugado e completamente exposto. “Porra, Lucas... olha esse cuzinho piscando pra mim. Anos imaginando isso e agora tá aqui, todo meu”, murmurou Thiago, a voz rouca carregada de dominação safada. Ele se inclinou, o rosto enterrando entre as bandas, e deu a primeira lambida longa, quente e molhada, da base das bolas até o topo do buraco.

Lucas soltou um gemido alto, quase um grito abafado, quando a língua grossa de Thiago circulou o anel apertado. “Ahhh, caralho, Thiago! Isso... lambe meu cu, por favor...” O designer cravou os dedos no encosto do sofá, empinando mais a bunda contra a boca do amigo. Thiago não teve piedade. Chupou o cu com fome, os lábios grossos sugando a pele sensível enquanto a língua entrava e saía, fodendo o buraco devagar, molhando tudo com saliva quente. Ele alternava lambidas largas com chupadas fortes, o nariz pressionado contra a pele, inalando o cheiro masculino de suor e tesão reprimido. Lucas gemia cada vez mais alto, o corpo inteiro suando, gotas escorrendo pelas costas lisas e caindo no sofá. “Meu Deus, sua língua é enorme... tá me abrindo todinho. Eu sou sua puta, mano. Chupa mais forte!”

Por dentro, Lucas pensava: “Anos me tocando no banho imaginando essa boca no meu cu e agora é real. Ele tá me dominando como eu sempre quis. Eu aguento tudo que ele quiser dar.” Thiago grunhia enquanto comia, as mãos apertando as nádegas com pegada firme, deixando marcas vermelhas na pele clara. Ele enfiou a língua o mais fundo que conseguiu, girando, abrindo o anelzinho devagar até Lucas começar a rebolar involuntariamente, gemendo sem controle, a voz rouca ecoando pela sala junto com o vinil que ainda girava baixo.

Depois de longos minutos deixando o amigo babando e aberto, Thiago se levantou, o queixo brilhando de saliva e suor. Tirou a bermuda de nylon de uma vez, liberando a rola grossa, veiada e extremamente dura. O pau dele media uns 22 centímetros, a cabeça roxa inchada, um fio grosso de pré-gozo pendurado na glande. “Agora vou te comer de verdade, Lucas. De quatro primeiro, como você merece.” Ele cuspiu na palma, passou na rola e posicionou a cabeça latejante contra o cu molhado de saliva. Empurrou devagar, sentindo o anel ceder, e meteu até o talo com uma estocada firme e ritmada.

Lucas soltou um gemido gutural, longo, quando sentiu o pau grosso abrindo ele inteiro. “Porra... tá tão fundo... me fode, Thiago. Me usa.” Thiago segurou os quadris do amigo com força, os dedos cravados na pele, e começou a meter com estocadas profundas e cadenciadas. O som molhado de pele contra pele enchia a sala — ploc, ploc, ploc — misturado aos gemidos dos dois. Cada vez que Thiago enterrava até as bolas, Lucas sentia a cabeça da rola bater direto na próstata, enviando choques de prazer pelo abdômen. O suor escorria dos dois, pingando das costas definidas de Thiago nas costas de Lucas. “Tá gostoso, né, seu putinho? Aguenta essa rola grossa que eu sonhei tanto meter em você”, rosnou Thiago, dominando completamente, acelerando o ritmo mas mantendo a profundidade.

Lucas empurrava a bunda para trás, encontrando cada estocada. “Mais forte... me arromba mais forte, Thiago! Eu aguento. Quero sentir você até o talo.” Seus pensamentos eram puro fogo: “Ele tá me destruindo do jeito certo. Nunca senti um pau tão grosso me preenchendo assim. Tô virando puto de verdade pra ele.” Thiago meteu mais fundo, as bolas pesadas batendo contra as de Lucas, o sofá rangendo com a força. Depois de minutos naquela posição, Thiago puxou a rola para fora com um plop molhado, o cu de Lucas piscando vermelho e aberto.

“Vira de lado agora. Quero te olhar enquanto te como.” Lucas obedeceu, deitando de lado no sofá, uma perna esticada e a outra flexionada para cima. Thiago se encaixou atrás dele, colando o peito suado nas costas do amigo, e meteu novamente, dessa vez mais devagar, saboreando cada centímetro. A mão dele passou por baixo, apertando o pau de Lucas enquanto estocava ritmado, profundo. Os dois gemiam juntos, o suor misturando-se, o cheiro de sexo puro dominando o ar quente da noite de São Paulo. Lucas virou o rosto e Thiago o beijou de lado, línguas se enroscando com tesão enquanto a rola grossa entrava e saía sem parar.

Por fim, Thiago tirou novamente e virou Lucas de frente, abrindo as pernas dele e se encaixando no papai-mamãe clássico. Os olhos dos dois se encontraram, cheios de desejo cru. Thiago desceu o corpo, colando os peitos suados, e meteu fundo enquanto os dois se beijavam com fome absoluta. Línguas se devoravam, gemidos sendo engolidos na boca um do outro. “Me arromba mais, porra! Mais forte! Eu quero gozar com você me fodendo assim”, implorou Lucas entre beijos molhados. Thiago acelerou, as estocadas virando marteladas ritmadas, o pau grosso desaparecendo completamente no cu aberto de Lucas.

Lucas aguentou cada centímetro até o talo, o corpo inteiro tremendo. O atrito constante na próstata foi demais. Sem tocar no próprio pau uma única vez, ele gozou forte, jatos grossos e brancos explodindo no abdômen definido, sujando os gomos suados enquanto o cu apertava a rola de Thiago como um punho quente. “Tô gozando... caralho... sem nem tocar!” Thiago grunhiu alto, sentindo as contrações, e enterrou até o fundo, gozando logo em seguida. Porra quente e abundante jorrou fundo dentro da bunda de Lucas, enchendo ele até transbordar, escorrendo pelas bolas enquanto Thiago pulsava e gemia no beijo.

Ofegantes, suados, os corpos colados e tremendo, Thiago puxou Lucas para um beijo lento e carinhoso, bem diferente da fome de minutos antes. As línguas agora se tocavam com suavidade, respirando um na boca do outro. Eles riram baixinho, ainda conectados, o pau de Thiago amolecendo devagar dentro do cu cheio de porra. “Porra, Lucas... nossa amizade acabou de ganhar um nível delicioso pra caralho”, sussurrou Thiago, sorrindo contra os lábios do amigo. Lucas riu também, o peito subindo e descendo rápido. “Melhor noite da minha vida, mano. Você me comeu exatamente como eu precisava.”

Ainda colados, decidiram tomar um banho juntos. Thiago saiu de dentro dele devagar, um fio grosso de porra escorrendo do cu aberto de Lucas. Foram para o banheiro pequeno, rindo enquanto a água fria caía sobre os corpos quentes. Debaixo do chuveiro, trocaram carinhos lentos — Thiago ensaboando as costas de Lucas, as mãos deslizando pela bunda ainda sensível, dando beijos suaves no pescoço. Lucas retribuía, passando as mãos nos músculos do abdômen do amigo, masturbando a rola mole dele com carinho, sem pressa. “Isso foi só o começo, Thiago. Quero muitas noites de putaria assim. Toda semana, se possível”, disse Lucas, os olhos verdes brilhando.

Thiago sorriu, beijando-o na boca com ternura enquanto a água escorria entre eles. “Pode deixar. Vamos transformar isso em rotina, gostoso.” Enquanto Lucas fechava os olhos, relaxado e feliz nos braços do melhor amigo, Thiago guardava um segredo só seu: ele estava perdidamente apaixonado por Lucas há quase os dez anos inteiros de amizade, muito além do tesão, e aquela confissão no sofá ao som do vinil tinha sido o começo de algo que ele esperava que virasse um namoro de verdade. Lucas ainda não sabia. Por enquanto, o segredo ficaria guardado no peito largo de Thiago, junto com a porra que ainda escorria devagar das coxas do homem que ele amava em silêncio.

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