Férias na Fazenda: Meu Marido Me Entregou pro Fazendeiro
Meu marido de 30 anos pediu pra eu assistir o fazendeiro de 42 arrombar ele no celeiro.
As férias na fazenda pareciam o escape perfeito da correria de São Paulo. Eu, Marcos, designer gráfico de 28 anos que passava os dias diante de telas em uma agência no centro da capital, precisava de ar puro, de silêncio e de tempo com meu marido. Lucas, de 30 anos, trabalhava como engenheiro de software e carregava no corpo o resultado de horas na academia: ombros largos, peito definido, abdômen marcado e uma bunda redonda que eu adorava apertar. Escolhemos uma fazenda isolada no interior de Minas Gerais, longe de tudo, cercada por morros verdes, riachos e um céu que à noite ficava cravejado de estrelas. O vizinho mais próximo era Roberto, um viúvo musculoso e bronzeado de 42 anos que vivia sozinho depois de perder a esposa há cinco anos. Ele nos recebeu na varanda de madeira da casa grande com uma hospitalidade exagerada, quase possessiva.
Quando descemos do carro, o sol batia forte em sua pele morena. Roberto usava uma camisa xadrez aberta até o umbigo, revelando o peito largo, coberto de pelos escuros e úmidos de suor, os músculos peitorais firmes e o sulco profundo do abdômen que descia até a cintura da calça jeans surrada. Os braços eram grossos, veias saltadas do trabalho diário com enxada, gado e cerca. Ele apertou minha mão com firmeza, mas quando cumprimentou Lucas, o aperto demorou. Seus olhos castanhos escuros deslizaram pelo corpo do meu marido como se o estivesse despindo ali mesmo: pararam no peito que a camiseta justa marcava, desceram pela barriga lisa e se fixaram na virilha e nas coxas torneadas que o short de Lucas deixava à mostra. Lucas retribuiu o olhar com um sorriso cúmplice, quase desafiador, mordendo levemente o lábio inferior. Eu vi tudo. E, para minha própria surpresa, meu pau deu uma pulsada forte dentro da cueca, endurecendo aos poucos.
“Sejam bem-vindos de verdade. Aqui é simples, mas tem tudo que um homem precisa pra se sentir vivo”, disse Roberto com aquela voz grave, rouca, que parecia vibrar no ar quente. Enquanto ele nos mostrava o quarto de hóspedes, carregando nossas malas com facilidade, notei como ele roçava o ombro largo no de Lucas “sem querer”. Meu marido não se afastava. Pelo contrário, ria baixo de algo que Roberto murmurava sobre o calor do interior. Eu caminhava atrás, sentindo o coração martelar no peito e uma confissão interna que me deixava envergonhado e excitadíssimo ao mesmo tempo: “Caralho, Marcos… ver esse fazendeiro grandão comendo o Lucas com os olhos tá me deixando louco. Meu pau nunca ficou tão duro tão rápido. Eu quero que ele continue olhando. Quero que ele faça muito mais.”
Os dias seguintes foram um crescendo lento de olhares e roçadas. Roberto nos levava para passear pela propriedade, mostrava os cavalos, o pomar, o riacho. Sempre encontrava desculpas para elogiar o físico de Lucas: “Rapaz, você tem perna de quem sabe aguentar um macho de verdade. Nada dessa fraqueza de academia de cidade.” Lucas sorria, agradecia, e devolvia o elogio tocando o braço de Roberto, sentindo o bíceps duro. Eu observava cada segundo, o cu piscando de tesão escondido, o pau meio duro o dia inteiro. À noite, quando Lucas e eu transávamos no quarto, eu gozava imaginando Roberto ali, dominando nós dois. Mas ainda era fantasia. Até o churrasco.
Naquela noite, o quintal cheirava a carvão, carne gorda e ervas. Roberto preparou picanha suculenta, linguiça caseira, farofa crocante e vinagrete fresquinho. As caipirinhas de limão com cachaça boa desciam geladas, batidas na hora, mas ninguém passou do limite. Estávamos os três completamente sóbrios, conscientes, pulsando de desejo. Sentados em bancos de madeira rústica sob a luz amarelada de uma lâmpada pendurada, Roberto não se conteve mais. Depois de virar um gole, olhou direto para Lucas e falou com a voz carregada:
“Porra, Lucas, que corpo bonito você tem. Peito largo, braço definido, essa bunda que parece feita pra levar vara grossa. Homem da cidade como você precisa de um tratamento de macho do interior. Alguém que te pegue firme, te faça gemer feito puta, te mostre como se mete de verdade num cu apertado.”
Lucas riu, mas o riso era rouco, excitado. Ele se inclinou para frente, deixando a camiseta subir e mostrar um pedaço da barriga tanquinho, e respondeu flertando abertamente: “Você que tá falando isso, Roberto? Porque eu confesso aqui na frente do meu marido… sempre fantasi ei em ser dominado por um caipira forte como você. Um viúvo musculoso, bronzeado, com pau grosso e mãos calejadas que me segurasse e me arrombasse sem piedade. Me chamasse de viadinho, de putinha do fazendeiro.”
O ar ficou pesado. Meu pau ficou completamente duro, latejando dolorosamente contra o tecido da bermuda. Eu sentia o pré-gozo molhando a cueca enquanto via meu marido de 30 anos admitir sua fantasia mais suja na minha frente. Roberto sorriu devagar, predatório, apertando o volume enorme que já aparecia na calça jeans. Eu estava trêmulo de tesão. “Isso tá acontecendo mesmo. E eu não quero impedir. Quero ver. Quero filmar na minha cabeça cada estocada”, pensei, respirando rápido.
Depois do churrasco, Lucas me puxou para trás do celeiro. A noite estava morna, cheiro de mato e terra molhada no ar. Ele me agarrou pelo pescoço, me deu um beijo molhado, profundo, língua invadindo minha boca com fome. Senti o pau dele duro roçando no meu. Quando se afastou, ofegante, confessou olhando nos meus olhos:
“Marcos, amor… eu quero dar pra ele. Quero que o Roberto me foda no celeiro hoje. Quero que ele me arrombe, me use, me chame de putinha. Mas só se você der o consentimento e se você estiver lá, assistindo tudo. Eu sei que você tá excitado. Vi seu pau duro o jantar inteiro. Quero que você participe também.”
Eu o beijei de volta com desespero, apertando sua bunda firme. Meu corpo todo tremia. “Eu quero ver, Lucas. Quero ver ele te dominando, metendo nesse cu que é meu. E eu quero meter na sua boca enquanto ele te fode. Vamos os três. É consensual, é o que nós três queremos agora.”
Selamos o desejo com mais um beijo quente, saliva misturada, e voltamos para Roberto. Ele já sabia. O sorriso dele era puro macho no cio. “Então vamos pro celeiro. Eu vou tratar esse viadinho da cidade do jeito que ele merece.”
O celeiro estava à meia-luz, apenas uma lanterna a querosene pendurada em uma viga, criando sombras longas nos fardos de feno seco. O cheiro era forte: terra, cavalo, suor masculino e agora tesão puro. Roberto tomou o controle imediatamente, a voz grossa e autoritária, mas sempre olhando para nós dois pedindo confirmação silenciosa. “Tira toda a roupa, Lucas. Fica de quatro no feno, empina essa bunda gostosa pra mim. Quero ver esse cu piscando pedindo rola.”
Lucas obedeceu rápido, tirando a camiseta, o short, a cueca. Seu corpo nu brilhava de suor sob a luz fraca, o pau de 18 centímetros duro, apontando para cima, a cabeça vermelha brilhando. Ele se posicionou de quatro, joelhos afundando no feno, bunda empinada, buraco rosado exposto. Roberto tirou a roupa devagar, revelando o corpo de 42 anos: músculos trabalhados, peito peludo, abdômen definido com veias descendo até o pau monstruoso. Era grosso, veioso, uns 23 centímetros, a cabeça grossa já babando pré-gozo grosso.
Ele se ajoelhou atrás de Lucas e, sem aviso, engoliu o pau do meu marido com força. Chupava com fome, boca quente e molhada, sugando até o fundo, língua pressionando a veia de baixo, chupando as bolas pesadas uma por uma. Lucas gemeu alto, jogando a cabeça para trás: “Ai, caralho… que boca gostosa, Roberto. Chupa mais forte, por favor. Me mama inteiro.”
Eu assistia de pé, a poucos metros, mão dentro da bermuda apertando meu pau latejante. Cada sucção fazia meu cu contrair de tesão. “Ver meu marido sendo chupado assim por esse fazendeiro grandão… porra, eu tô viciado. Meu pau tá babando só de olhar”, confessei mentalmente, o coração disparado.
Roberto se levantou, segurou o próprio pau pela base e bateu com ele no rosto de Lucas. “Agora abre essa boca de viado. Vou foder sua garganta, putinha do fazendeiro.” Segurou os cabelos curtos de Lucas e enfiou o pau grosso até o fundo. Estocadas ritmadas, pesadas, fazendo o marido babar, engasgar, lágrimas escorrendo pelos cantos dos olhos enquanto ele chupava com devoção, língua trabalhando nas veias. Os sons molhados enchiam o celeiro: gluck, gluck, saliva escorrendo pelo queixo de Lucas até pingar no feno.
Depois de minutos assim, Roberto cuspiu direto no cu de Lucas, massageou com dois dedos grossos, abriu o anel e pressionou a cabeça do pau. Entrou devagar no começo, centímetro por centímetro, até os pelos púbicos roçarem na bunda lisa. Então veio o ritmo brutal: estocadas fortes, fundas, o som de carne batendo em carne ecoando alto. As mãos grandes de Roberto seguravam a cintura de Lucas, puxando-o para trás como se fosse um brinquedo. “Toma no cu, viadinho da cidade! Isso, aperta essa bunda na rola do fazendeiro. Você é a putinha dele agora. Grita pra mim como tá gostando de ser arrombado!”
Lucas, voz rouca e quebrada de prazer, respondia entre gemidos altos: “Sim! Me arromba, Roberto! Mais forte! Seu pau é enorme… tá me rasgando gostoso! Eu sou sua putinha, me usa, me fode!”
Eu não aguentei mais só olhar. Tirei a roupa, pau duro latejando, e me ajoelhei na frente de Lucas. Segurei seu queixo, meti meu pau na boca quente e molhada dele. Enquanto Roberto metia com força por trás, fazendo o corpo de Lucas balançar inteiro, meu marido chupava meu pau com voracidade, garganta apertando, língua girando, saliva escorrendo pelo meu saco. Nossos olhares se encontravam por cima das costas suadas e arqueadas de Lucas — o meu cheio de luxúria, o de Roberto cheio de domínio. Eu sentia cada estocada que Roberto dava reverberar na boca de Lucas ao redor da minha rola.
O celeiro estava cheio de gemidos, cheiro de sexo, suor escorrendo pelos corpos. Meu tesão estava no limite, mas eu sabia que isso era só o começo da noite. Roberto sorria enquanto metia, como se estivesse prometendo que em breve as coisas ficariam ainda mais safadas, mais intensas, com os três trocando de lugar, explorando ainda mais fundo o desejo que havíamos acabado de liberar. E eu, confesso, mal podia esperar pelo que viria em seguida.
Roberto sorria enquanto metia, como se estivesse prometendo que em breve as coisas ficariam ainda mais safadas, mais intensas, com os três trocando de lugar, explorando ainda mais fundo o desejo que havíamos acabado de liberar. E eu, confesso, mal podia esperar pelo que viria em seguida.
Ele acelerou o ritmo de repente, as mãos calejadas cravadas na cintura de Lucas como se o dono daquelas terras quisesse marcar território de vez. Cada estocada agora era mais funda, mais bruta, o pauzão de 23 centímetros saindo quase inteiro para depois afundar até os pelos pubianos roçarem a bunda lisa e suada do meu marido. O barulho molhado de carne batendo enchia o celeiro, misturado ao cheiro forte de suor masculino, feno seco e tesão puro. Lucas gemia ao redor da minha rola, a garganta apertando e vibrando toda vez que Roberto o arrombava com força. Eu sentia o impacto atravessar o corpo dele e chegar até minha virilha. “Caralho, Marcos… ver essa rola grossa esticando o cu do Lucas assim tá me deixando louco. Meu marido de 30 anos, esse engenheiro de corpo definido que sempre foi tão controlado, agora virando uma putinha gemendo pra um fazendeiro de 42 anos. Eu quero mais. Quero tudo”, pensei, o coração martelando no peito enquanto eu metia devagar na boca quente e babada dele.
Roberto puxou os cabelos curtos de Lucas, arqueando as costas dele ainda mais. “Isso, viadinho da cidade! Aperta esse cu na rola do macho! Tá sentindo como eu te abro todo, né? Seu marido tá aí, pau na sua garganta, vendo você virar minha cadela no meio do feno. Fala pra ele como tá gostoso, porra!” A voz grave e rouca do fazendeiro ecoava nas vigas de madeira. Lucas tirou minha rola da boca por um segundo, baba grossa escorrendo pelo queixo e pingando no peito definido dele, e gritou rouco: “Tá gostoso pra caralho, Roberto! Sua rola é enorme… tá me rasgando, me enchendo… eu sou sua putinha agora, me fode mais forte! Marcos, amor… olha como ele me domina. Olha como meu cu tá tomando tudo.”
Eu não aguentei só olhar. Me ajoelhei mais perto, segurei o rosto suado de Lucas e enfiei minha rola de novo até o fundo, fodendo a garganta dele no mesmo ritmo das estocadas de Roberto. Nossos olhares se cruzaram por cima do corpo arqueado e suado do meu marido — o dele cheio de posse bruta, o meu cheio de uma excitação que eu nunca soube que existia. O suor escorria pela testa de Roberto, pingando nos ombros largos e peludos, descendo pelo sulco profundo entre os peitorais. Lucas tremia inteiro, as coxas musculosas tensionadas, o pau dele de 18 centímetros babando pré-gozo no feno sem ninguém tocar.
Depois de longos minutos assim, Roberto puxou o pau fora com um som obsceno. O cu de Lucas ficou piscando, aberto, vermelho, brilhando de cuspe e fluidos. “Agora você vai sentar, putinha. Quero ver você cavalgando minha rola enquanto seu marido assiste de perto. Mostra pra ele como você adora rola de fazendeiro.” Lucas, ofegante e com os olhos vidrados de tesão, obedeceu rápido. Roberto se deitou de costas no feno, o corpo imenso de 42 anos todo exposto — peito largo peludo, abdômen marcado pelo trabalho duro, pau monstruoso latejando no ar, cabeça grossa roxa e brilhante. Lucas se agachou por cima, de frente pra mim, segurou a base da rola com as duas mãos e começou a descer devagar.
Eu me posicionei bem na frente, de joelhos, para ver cada detalhe. A cabeça grossa pressionou o anel dilatado, forçou passagem e sumiu centímetro por centímetro dentro do cu do meu marido. Lucas gemeu alto, a boca aberta, suor escorrendo pela barriga tanquinho. “Ai, caralho… tá tão fundo, Roberto… sinto você me abrindo todo de novo.” Quando chegou no fundo, ele parou um segundo, respirando rápido, e depois começou a subir e descer. O movimento era lento no começo, depois ganhou velocidade. A rola grossa aparecia quase toda, brilhando, e desaparecia de novo na bunda redonda dele. Eu via as veias do pau do fazendeiro sendo engolidas, o cu de Lucas esticado ao máximo, o saco pesado de Roberto batendo contra a pele dele a cada descida.
“Rebola mais, viado. Mostra pro Marcos como você vira uma puta quando senta em rola de verdade”, ordenou Roberto, as mãos grandes subindo para apertar os mamilos de Lucas, beliscando com força. Lucas rebolava, girando os quadris, gemendo sem parar. Eu me inclinei e chupei a cabeça do pau dele, sentindo o gosto salgado forte enquanto ele era arrombado. Meu próprio pau latejava no ar, babando. “Porra, eu tô viciado nessa visão. O cu do Lucas engolindo essa rola enorme, o corpo dele todo suado brilhando na luz da lanterna… eu nunca gozei tanto na vida só de olhar. Quero que ele sente até o último centímetro”, pensei, lambendo as bolas dele enquanto Roberto começava a estocar pra cima, encontrando as descidas de Lucas com tapas fortes.
A escalada continuou quando Roberto me puxou pelo braço. “Vem cá, Marcos. Beija seu marido enquanto ele cavalga minha rola.” Eu obedeci, me ajoelhei ao lado e enfiei a língua na boca de Lucas. O beijo foi molhado, desesperado, saliva misturada com gemidos. Enquanto isso, Roberto metia com mais força de baixo, fazendo o corpo de Lucas tremer entre nós. Depois do beijo, Lucas voltou a chupar meu pau, agora com mais fome, garganta apertando enquanto rebolava cada vez mais rápido. O celeiro estava tomado pelos sons: gemidos roucos, carne batendo, saliva escorrendo, o cheiro de macho suado e porra prestes a sair.
Roberto então mudou de novo, virando Lucas de costas no feno e levantando as pernas dele até quase encostar nos ombros largos. A posição missionária permitia que o fazendeiro olhasse direto nos olhos do meu marido enquanto metia. “Agora eu vou te destruir de verdade, putinha. Vou gozar bem fundo nesse cu que seu marido me entregou.” Ele cuspiu no pau e enfiou tudo de uma vez, estocando fundo e rápido. Lucas gritava de prazer, as mãos agarrando os braços de Roberto. Eu me posicionei na cabeça dele, ajoelhado, e meti minha rola na boca novamente. Cada estocada de Roberto fazia Lucas engasgar no meu pau.
O ritmo ficou animal. Roberto suava em bicas, o peito peludo molhado, os músculos dos braços tensionados. “Toma, Lucas! Toma a rola do fazendeiro! Goza pra mim, viado!” Lucas não aguentou. O corpo dele convulsionou, o cu apertando forte ao redor da rola grossa, e ele gozou sem tocar no próprio pau. Jatos grossos de porra branca espirraram no peito dele, no queixo, alguns até molhando minha coxa. O aperto levou Roberto ao limite. Ele enterrou fundo, grunhiu alto como um touro e gozou, o pau pulsando visivelmente enquanto enchia o cu de Lucas de porra quente e grossa. Eu vi o excesso branco escorrendo quando ele deu as últimas estocadas lentas.
Aquilo me quebrou. Tirei o pau da boca de Lucas, bati punheta rápido e gozei forte no rosto dele — jatos quentes acertando a língua, as bochechas, o nariz, misturando com o suor e a porra dele mesmo. Lucas lambia tudo que conseguia, gemendo baixo, o corpo ainda tremendo dos espasmos.
O sexo tinha terminado. Nós três caímos juntos no feno, corpos suados e pegajosos colados — o peito peludo de Roberto contra as costas de Lucas, meu braço sobre a barriga dele, nossas respirações pesadas e irregulares ecoando no celeiro silencioso. O afterglow nos envolvia, quente e denso, o cheiro forte de porra, suor e sexo ainda pairando no ar enquanto nossos corações ainda martelavam e o prazer residual pulsava nas veias, sem pressa de acabar.
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