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Degustação Selvagem com o Marido da Amiga

Ana, 32 anos, vira sobremesa quente pro amigo tarado do marido corno enquanto ele assiste tudo.

12 min read October 08, 2026New

O apartamento de Ana e Lucas no décimo quinto andar de um prédio em Itaim Bibi brilhava com as luzes baixas e o cheiro de carne assada misturado a vinho tinto caro. Ana, trinta e dois anos, esposa de longa data e dona de um corpo que ainda fazia cabeças virarem na academia, circulava pela sala com um vestido preto curtíssimo, o decote generoso quase escondendo os peitos fartos que bounceavam a cada passo. Por baixo, nada. Nem calcinha. A buceta já úmida roçava levemente o tecido quando ela se inclinava para servir mais uma taça.

Marcos chegou pontual, trinta e oito anos, ombros largos de quem levantava peso sério, marido da melhor amiga dela — aquela que viajava a trabalho e nunca precisava saber de nada. O sorriso dele era largado demais, os olhos escuros descendo direto pelas coxas de Ana enquanto Lucas abria a porta e o abraçava com aquele aperto de quem já combinara tudo.

— Porra, Ana, tá cada vez mais gostosa — Marcos disse, a voz rouca, puxando-a para um beijo no rosto que durou um segundo a mais do que o decente. A mão dele pousou na cintura dela, dedos quentes apertando a carne macia.

Lucas, quarenta e um, o corno consentido que vivia da fantasia, só sorriu, a calça já marcando um volume. Ele serviu o vinho, sentou na poltrona de couro e encarou a mulher.

— Senta aí, Marcos. A gente te convidou pra um jantar íntimo... e pra mais. Ana tá afiada hoje. Eu fico excitado pra caralho de ver ela sendo comida por outro. Especialmente por você, que sempre babou nela. Que tal ela virar a sobremesa? Você fode ela do jeito que quiser enquanto eu assisto e gozo junto. Tudo liberado. Ela quer. Eu quero.

Ana sentiu o calor subir entre as pernas. O marido falando assim, sem rodeio, fazia a buceta latejar. Ela olhou para Marcos, viu a goela dele se mexer, o pau claramente endurecendo dentro da calça social.

— Eu quero, Marcos — murmurou ela, a voz já rouca. — Quero teu pau grosso me arrombando enquanto o Lucas bate uma. Me usa.

O jantar mal acabou. Pratos empurrados de lado. Ana se levantou, o vestido subindo até quase mostrar a bunda redonda, e foi direto até Marcos no sofá. Ela se sentou no colo dele de lado, as coxas nuas abrindo, o cheiro quente da buceta sem calcinha subindo. Marcos grurou, a mão grande descendo imediata sob o tecido, apertando a bunda carnuda, o dedo médio enfiando no meio da fenda molhada.

— Porra, tá pingando já — ele riu, baixo, sujo. — Sem calcinha, vadia. Sabia que eu ia te comer.

Ana rebolou no colo dele, o cu roçando o pau duro engatilhado, os peitos quase saindo do decote. Ela beijou o pescoço dele, mordeu a orelha.

— Enfia o dedo mais fundo. O Lucas tá olhando.

Lucas já tinha aberto o zíper. O pau grosso e veioso dele estava na mão, ele masturbando devagar, o polegar passando na cabeça úmida enquanto sorria para a cena.

— Isso, amor. Deixa ele te apalpar à vontade. Beija a boca dele. Mostra como você é puta pra ele.

Ana virou o rosto e cravou a boca na de Marcos. A língua suja, faminta, chupando, gemendo quando os dedos dele entraram de vez na buceta — dois, depois três, estocando molhado, o polegar esfregando o clitóris inchado. Ela rebolava mais forte, o vestido agora subido até a cintura, a bunda nua exposta para o marido. Marcos apertava, puxava, dava tapas secos na carne.

— Que bunda gostosa, caralho. Vou foder essa buceta até ela ficar frouxa.

O beijo ficou mais bruto. Ana puxou o cabelo dele, chupou a língua, e Lucas gemeu baixinho na poltrona, a mão andando mais rápido no pau.

— Tira o pau pra fora, Marcos. Quero ver ela engolir.

Marcos abriu a calça. O pau saltou pesado, grosso, a glande já brilhando de pré-porra. Ana desceu do colo, ficou de joelhos no tapete caro entre as pernas dele e engoliu de uma vez, a garganta se abrindo, saliva escorrendo pelo queixo enquanto engasgava no comprimento. Marcos segurou a cabeça dela e meteu fundo, gemendo.

— Chupa, puta. Chupa o pau do amigo do teu marido.

Lucas se aproximou, o pau na mão, e empurrou a cabeça de Ana de lado para ela chupar os dois. Ela alternava, lambendo, engasgando, a boca esticada, o rímel começando a escorrer. O cheiro de sexo já dominava a sala.

Depois ela se levantou, o vestido ainda no peito, e se jogou de quatro no sofá de couro. A bunda empinada, a buceta inchada e escorrendo, o cu apertadinho à vista. Marcos se posicionou atrás, esfregou a cabeça grossa na entrada molhada e cravou de uma vez só.

— Aaaah, porra! — Ana gritou, a voz alta, o corpo inteiro tremendo. — Mete fundo, caralho!

Ele segurou os quadris dela e começou a foder com força, o pau grosso martelando fundo, as bolas batendo na buceta, o som molhado e sujo enchendo o apartamento. Tapas fortes na bunda, a marca vermelha aparecendo.

— Isso, vadia do meu amigo. Abre essa bunda. Toma esse pau. O Lucas tá gozando só de te ver assim.

Lucas estava bem ao lado, masturbando sem parar, o prepuce deslizando. Ele se abaixou e lambeu o suor das costas dela, depois se posicionou na frente, o pau apontado para a boca de Ana.

— Abre a boca, amor. Chupa enquanto ele te arromba.

Ana engoliu o pau do marido no mesmo ritmo em que Marcos a fodia. Sanduíche quente. Gemidos abafados, saliva pingando no sofá, a buceta fazendo barulho de xereca sendo esfolada. Marcos puxava o cabelo dela para trás, metendo mais fundo, o pau batendo no colo do útero.

— Tá apertando, puta. Vai gozar no meu pau?

— Vou... porra, vou gozar — ela gaguejou com a boca cheia.

O orgasmo veio violento. Ana tremeu, a buceta contraindo em volta do pau de Marcos, squirt molhando as bolas dele e o couro. Ele não parou. Continuou fodendo através do gozo dela até ela quase desmaiar de prazer.

Depois ele se deitou no sofá e puxou Ana por cima. Ela montou de frente, enfiou o pau grosso sozinha e começou a cavalgar com vontade, rebolando a bunda, apertando os próprios peitos, os mamilos duros entre os dedos. Lucas ficou em pé na frente dela, segurou a cabeça da mulher e enfiou o pau de novo na boca, estocando a garganta enquanto ela saltava no pau de Marcos.

— Rebola nessa pica, Ana. Aperta. Chupa o Lucas mais fundo. Vocês dois são uns putos deliciosos.

Ana cavalgava como se a vida dependesse disso, o cu batendo nas coxas de Marcos, a buceta engolindo tudo, a boca babando no pau do marido. O trio era só gemido, tapa, cuspe e cheiro de sexo sujo. Marcos segurou os peitos dela e meteu para cima com força.

— Vou encher essa buceta. Quero ver pingando.

Lucas puxou o pau da boca dela e masturbou rápido, a mão no cabelo de Ana.

— Abre a boca. Vou gozar na tua língua junto.

Os três explodiram quase juntos. Marcos cravou fundo e despejou jatos quentes e grossos dentro da buceta de Ana, enchendo até transbordar, a porra branca escorrendo pelo pau e pingando nas bolas. Lucas gemeu alto e gozou direto na boca aberta dela, cordas espessas batendo na língua e no fundo da garganta. Ana engoliu o que pôde, o resto escorrendo pelo queixo enquanto o próprio gozo ainda fazia a buceta latejar em volta do pau latejante de Marcos.

Ela desceu devagar, a porra mista escorrendo pelas coxas internas, o vestido amarrotado no peito. Lucas a puxou para um beijo fundo, sujo, compartilhando o gosto da própria porra misturada com o gosto dela. Línguas se enrolando, o casal gemendo baixinho enquanto Marcos ainda recuperava o fôlego, o pau semi-duro e brilhando de porra.

Marcos se levantou, pegou a calça, mas não vestiu tudo de uma vez. Ficou só de camisa aberta, o corpo suado, olhando Ana ainda sentada no sofá, as pernas abertas, a buceta rosada e pingando sêmen no couro.

— Porra... que degustação selvagem. Obrigado, casal. Essa vadia é viciante.

Ana sorriu, os dedos descendo e coletando um fio de porra que escorria, levando à boca e chupando enquanto olhava os dois homens. O ar ainda carregado. O pau de Marcos começando a endurecer de novo só de ver. Lucas beijou o pescoço dela e sussurrou algo baixo demais para Marcos ouvir direito, mas o olhar dele dizia que a noite estava longe de acabar. O vinho ainda estava na mesa. A porta do quarto do fundo entreaberta. E Ana, com a buceta latejando e cheia, já sentia o desejo voltar em ondas quentes, pronta para o que viesse a seguir.

Ana se espalhou no sofá, as pernas abertas sem pudor nenhum, a buceta ainda latejando e gotejando a mistura grossa de porra do Marcos com o próprio squirt. O cheiro forte de sexo subia quente, sujo, e o pau do amigo da amiga já estava de novo duro pra caralho, veias saltadas, a cabeça brilhando. Lucas se ajoelhou entre as coxas dela, lambeu um fio branco que escorria e olhou pra Marcos.

— Enfia de novo. Quero ver essa xota inchada engolir tudo outra vez enquanto eu chupo o cu dela.

Marcos não hesitou. Ele puxou Ana pelas pernas, virou ela de bruços no sofá de couro, a bunda empinada alta, a buceta inchada e aberta, o cu apertadinho piscando. Cuspiu grosso bem no meio da fenda e cravou o pau de uma vez só, fundo, até as bolas baterem. Ana gritou abafado no braço do sofá, o corpo inteiro tremendo.

— Porra, Marcos, arromba essa puta! Mete com raiva!

Ele segurou os quadris carnudos e começou a meter com força bruta, estocadas longas e pesadas que faziam a bunda dela bater molhada, o som de pele estalando enchendo a sala. Cada investida empurrava a porra antiga pra fora, escorrendo branca pelas coxas. Lucas se enfiou por baixo, a língua quente lambendo o cu de Ana enquanto o amigo fodia a buceta sem piedade. Ele abriu as nádegas dela com as mãos, chupou o buraco apertado, enfiou a língua, depois dois dedos, abrindo.

— Olha esse cu piscando, amor. Vai tomar pau aqui também. Você quer, né? Quer o Marcos te arrombar os dois buracos.

Ana rebolava contra as estocadas, a voz rouca, suja.

— Quero, caralho. Enfia no cu também. Me fode toda. Me usa até eu não aguentar mais. O Lucas adora ver eu virando puta pra você.

Marcos tirou o pau da buceta pingando, alinhou a glande grossa no cu babado de saliva e saliva do marido e empurrou devagar no começo, depois fundo de uma vez. Ana soltou um gemido alto, animal, o cu se abrindo forçado em volta da pica grossa.

— Aaaaaah, porra! Tá rasgando... continua, mete tudo!

Ele meteu até o fundo, as bolas coladas na buceta molhada, e começou a foder o cu dela com estocadas ritmadas e profundas. O pau grosso sumia e reaparecia, o anel apertado agarrando. Lucas se levantou, o pau duro de novo, e enfiou na boca de Ana, segurando o cabelo dela e enfiando até a garganta. Ela engasgava, babava, os olhos marejados de prazer sujo enquanto o cu era arrombado.

— Chupa fundo, vadia. Engole o pau do corno enquanto o Marcos te fode o cu. Que cena gostosa, puta do caralho.

Marcos puxou o cabelo dela pra trás, forçando o peito pra cima, e meteu mais forte, a bunda tremendo a cada tapa seco que ele dava. A mão livre desceu e enfiou três dedos na buceta, fudendo os dois buracos ao mesmo tempo. Ana gozou de novo, o corpo inteiro se contorcendo, a buceta esguichando nos dedos dele, o cu apertando o pau como uma porra de porca.

— Tô gozando no cu... caralho, não para!

Eles não pararam. Marcos tirou o pau do cu, puxou Ana pro chão de quatro no tapete e enfiou de novo na buceta, fodendo rápido e fundo, o pau fazendo barulho molhado de xereca sendo esfolada. Lucas se ajoelhou na frente, o pau na boca dela outra vez, e os dois se alternavam: um na boca, outro na buceta, depois trocavam. Marcos enfiava no cu, Lucas na buceta, estocando juntos no ritmo, Ana gritando abafado, a saliva escorrendo no peito, os peitos balançando pesados.

— Sanduíche de puta. Olha como ela engole os dois paus. Aperta, Ana. Aperta essa buceta no pau do Marcos enquanto eu meto no teu cu.

Lucas lubrificou o pau com a porra que ainda pingava dela e cravou no cu enquanto Marcos voltava pra buceta. Dupla penetração completa. Ana sentiu os dois paus grossos se esfregando um no outro por dentro, separadas só por uma membrana fina, enchendo tudo. Eles metiam juntos, batendo fundo, as bolas se chocando, o corpo dela sendo usado como brinquedo quente.

— Porra, sinto o pau dele batendo no meu... tá fundo demais... me arrombem!

Marcos grunhiu, segurando os ombros dela, metendo pra cima com força.

— Que buceta viciada. Vai ficar frouxa pra sempre. O Lucas vai te foder depois sentindo meu gosto ainda.

Eles fodiam sem freio, gemidos altos, tapas, cuspe. Ana gozou mais uma vez, o corpo mole, a buceta e o cu contraindo loucos em volta dos paus. Marcos não aguentou: cravou fundo na buceta e despejou outro jato quente e grosso, enchendo de novo até transbordar. Lucas tirou do cu, empurrou Ana de costas no chão, montou no peito dela e gozou direto na cara e na boca aberta, cordas espessas batendo no rosto, no cabelo, escorrendo pro peito.

Ana engoliu o que caiu na língua, espalhou a porra com os dedos, chupou, e olhou os dois com a cara suja.

Marcos ainda com o pau latejando, puxou ela de joelhos de novo e enfiou a glande suja na boca.

— Limpa. Chupa a porra da tua buceta e do teu cu. Tudo.

Ela obedeceu, lambendo, engolindo, o gosto salgado e forte. Lucas se juntou, os dois paus na cara dela, ela alternando, suja, o rímel escorrendo, a buceta ainda pingando no chão.

Eles a levaram pro quarto. Ana foi jogada de quatro na cama, o colchão balançando. Marcos enfiou de novo no cu, mais fundo, mais bruto, enquanto Lucas se deitava embaixo e enfiava a língua na buceta cheia de porra, chupando o creme que escorria. Depois Lucas subiu e meteu na buceta ao mesmo tempo, DP outra vez, os dois martelando, Ana gritando no travesseiro.

— Me enchem de novo. Quero sair daqui pingando pelos dois buracos. Me fodem como a puta que eu sou.

Marcos segurou a garganta dela por trás, apertando de leve, metendo o cu sem dó.

— Puta casada gostosa. Vou gozar no teu cu e ver escorrer enquanto o teu marido te chupa.

Ele meteu umas dez estocadas violentas e gozou fundo no cu dela, jatos quentes inundando. Tirou o pau e a porra branca começou a escorrer imediata do buraco aberto. Lucas tirou da buceta, empurrou o rosto nela e chupou a porra do amigo saindo do cu da mulher, a língua suja, depois voltou a foder a buceta até gozar dentro também, misturando tudo.

Ana rolou de costas, as pernas abertas, os dois buracos vermelhos, inchados, gotejando porra branca no lençol. Marcos se ajoelhou na cara dela e esfregou o pau mole sujo, espremendo as últimas gotas na língua. Lucas fez o mesmo, o pau ainda semi-duro esfregando no peito, no rosto.

Eles a fodaram mais uma rodada curta e brutal: Marcos de pé, segurando as pernas dela abertas, martelando a buceta enquanto Lucas enfiava o pau na boca dela de lado. Ana gozou de novo, o corpo todo molenga, a voz rouca de tanto gritar.

Quando Marcos finalmente tirou o pau pela última vez, a buceta dela ficou aberta, batendo, um fio grosso de porra escorrendo direto pro cu e pingando no colchão manchado. Ana enfiou os próprios dedos nos dois buracos, abriu e mostrou pros dois, o sorriso sujo no rosto coberto de porra seca.

— Olha só o que vocês fizeram com a esposa do corno. Cheia, frouxa e suja pra caralho.

Lucas lambeu os dedos dela e cuspiu a porra de volta na buceta. Marcos riu baixo, o pau já começando a reagir de novo só de ver o estrago, e empurrou a cabeça de Ana pra baixo pra ela limpar os dois paus com a boca uma última vez, chupando a mistura, engolindo tudo o que escorria.

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