Viúva Que Desceu Pelas Mãos Dela
A viúva de 42 anos é comida com força pela enteada tatuada de 28 até gozarem juntas.
Bianca tinha quarenta e dois anos, quadris largos, barriga macia de mulher que já pariu e seios pesados que pesavam na blusa larga mesmo quando ela não usava sutiã. Fazia dois anos que o marido morrera e ela morava sozinha na casa de parede grossa no interior, longe de tudo, com o cheiro de terra molhada entrando pelas janelas e o silêncio pesando de tarde. A enteada Naomi, vinte e oito, divorciada havia seis meses, chegou sem avisar numa sexta quente, mala jogada no chão da sala, braços cobertos de tinta preta e vermelha até os ombros, calça jeans rasgada na coxa e um olhar que não pedia licença.
— Tia — disse Naomi, e a palavra saiu baixa, arrastada, como se tivesse gosto. — Você está mais gorda. Mais bonita.
Bianca sentiu o calor subir do peito para o pescoço. Naomi sempre fora direta, mas nunca daquele jeito. O corpo da mais nova era atlético, peitos firmes apertados numa regata preta, abdômen marcado quando ela ergueu os braços para abraçar a madrasta. O abraço durou demais. A mão de Naomi escorregou pela curva das costas de Bianca e parou logo acima da bunda, apertando de leve, quase inocente se não fosse o polegar que desenhou um círculo lento na pele por cima da roupa.
— Você sumiu depois do enterro — murmurou Bianca, a voz rouca de quem não falava com ninguém havia dias. — Eu achei que não ia querer mais saber daqui.
— Eu queria. Sempre quis. Só não sabia se você ia aguentar me olhar do jeito que eu te olho.
A tensão ficou no ar como cheiro de chuva. Bianca se afastou, ocupou as mãos com café, pratos, qualquer coisa. Naomi seguia com o olhar. Descarado. Faminto. Quando Bianca se curvava para pegar algo no armário baixo, sentia aqueles olhos cravados na fenda da calça de algodão, no embalo dos seios pesados. O corpo dela, traído, respondia: mamilo duro contra o tecido, calor entre as pernas que ela tentava ignorar abrindo a janela, ligando o ventilador, falando do tempo.
À tarde o calor ficou insuportável. Elas sentaram na varanda com copos de suco de maracujá bem gelado, gelo batendo nas bordas, suor escorrendo na garganta de Bianca e descendo pelo colo até o vão dos seios. Naomi bebia devagar, perna cruzada, olhando a madrasta como quem escolhe o pedaço.
— Eu sempre quis você — disse de repente, sem rodeio. — Desde antes de ele morrer. Eu via você lavando louça de shortinho e pensava em enfiar a língua aí. Em te comer até você esquecer o nome dele.
Bianca engasgou no suco. A mão tremeu no copo.
— Naomi…
— Fala a verdade. Quanto tempo você não é tocada? De verdade. Dedo, boca, nada.
Silêncio. O vento mexia as folhas. Bianca engoliu em seco.
— Anos. Desde… antes mesmo. Ele já estava doente. Eu… eu nem me lembrava como era ser desejada assim.
Naomi sorriu de lado, mostrou o dente. Levantou, puxou a cadeira mais perto. A coxa tatuada encostou na coxa macia de Bianca. “Acidental”. Depois a mão, ao gesticular, pousou no joelho da madrasta e subiu três dedos por cima do tecido fino da saia. Bianca não afastou.
— Seus peitos são enormes — falou Naomi, voz grossa. — Eu quero chupar eles até doer. Quero ver essa buceta gorda molhada. Você tá molhada agora, não tá? Só de eu falar.
Bianca respirou pela boca. O suor escorria. Naomi se inclinou, passou a língua quente e lenta no pescoço salgado da madrasta, lambeu até a orelha e sussurrou:
— Você quer ser comida pela sua enteada, Bianca? Quer que eu te foda com a boca e com os dedos até você gozar gritando na minha cara?
A resposta foi um beijo. Molhado, desesperado, dentes batendo, língua enfiada fundo. Bianca agarrou o cabelo curto de Naomi e puxou, gemendo dentro da boca dela. O suco tombou no chão. As duas se levantaram sem soltar a boca uma da outra, tropeçando porta adentro, mãos sob a roupa, unhas na carne.
No quarto o ventilador girava preguiçoso. Naomi empurrou Bianca na cama de casal antiga, tirou a blusa da madrasta num puxão e soltou um grunhido ao ver os seios pesados caírem livres, mamilos escuros e grossos já duros.
— Porra, tia… olha isso.
Chupou o mamilo direito com força, dentes de leve, puxando a carne enquanto a mão esquerda apertava o outro seio até deixar marca. Bianca arquejou, as pernas se abrindo sozinhas. Naomi enfiou a mão por baixo da saia, encontrou a calcinha encharcada, puxou o tecido pro lado e meteu dois dedos de uma vez na buceta quente e escorregadia.
— Tão apertada… e tão molhada pra mim. Abre mais.
Os dedos entravam e saíam com barulho molhado, o polegar esfregando o clitóris inchado. Naomi chupava os peitos como se fosse se alimentar, saliva escorrendo, enquanto fodia Bianca com a mão. A viúva rebolava, gemendo alto, unha cravada no ombro tatuado da enteada.
— Mais fundo… assim, porra, Naomi—
Naomi tirou os dedos, lambeu limpo na frente dela, e virou Bianca de quatro na cama. A saia ficou amontoada na cintura. A calcinha foi rasgada no meio. Naomi ajoelhou atrás, abriu as nádegas grossas com as duas mãos e enterrou o rosto.
Primeiro a língua na buceta, larga, lambendo do clitóris até a entrada, enfiando, chupando os lábios inchados. Depois subiu e fodeu o cu com a ponta da língua, girando, molhando, enquanto dois dedos voltavam a entrar na buceta e foder forte. Bianca gritava com a cara enterrada no travesseiro, bunda empurrando pra trás, pedindo mais.
— Come essa buceta… come meu cu, filha da puta— a palavra saiu sem vergonha, suja, boa.
Naomi lambeu e chupou até o queixo ficar brilhando de porra e saliva. Os dedos faziam curva dentro, achando o ponto que fazia a coxa de Bianca tremer. Quando a língua voltou a foder o cu ao mesmo tempo que os dedos martelavam a buceta, Bianca gozou gritando, gozo escorrendo nos dedos da enteada, corpo inteiro tremendo, seios balançando pesados a cada espasmo.
Naomi não deu tempo de ela descer. Deitou de costas, puxou a madrasta pra cima.
— Agora senta nessa cara. Me afoga. Eu quero sentir você gozar de novo na minha boca enquanto chupa minha buceta.
Bianca obedeceu tremendo. Ajeitou os joelhos dos dois lados da cabeça de Naomi, abaixou a buceta ainda pulsando direto na boca aberta da mais nova e sentiu a língua entrar de novo, faminta. Ao mesmo tempo se curvou no 69, abriu a calça de Naomi, puxou a calcinha e engoliu o clitóris duro, chupando com vontade, dois dedos entrando na buceta apertada da enteada.
As duas gemiam abafadas uma na carne da outra. Bianca rebolava pesado no rosto de Naomi, esfregando o clitóris no nariz e na língua, suando, falando putaria com a boca cheia:
— Chupa essa buceta de viúva… toma todo esse gozo… sua puta tatuada, eu vou gozar de novo na sua cara—
Naomi respondia gemendo e enfiando a língua mais fundo, mãos agarradas nas nádegas grossas, puxando Bianca com força pra baixo. Os sons eram obscenos: chupada molhada, gemido alto, cama rangendo. Bianca chupava o clitóris de Naomi sem parar, dedos entrando e saindo rápido, salivando, babando, o gosto salgado e doce misturado com o cheiro de sexo no quarto quente.
Naomi gozou primeiro, coxas fechando em volta da cabeça de Bianca, gemendo longo e rouco dentro da buceta da madrasta. O tremor dela fez Bianca estourar de novo: gozou sentada na cara da enteada, rebolando sem controle, líquido escorrendo no queixo e no pescoço tatuado de Naomi, as duas gritando juntas, suadas, tremendo, até o corpo não aguentar e Bianca desabar ao lado, ofegante.
Ficaram um tempo sem falar, peitos subindo e descendo, pele colada de suor. Naomi lambeu os lábios, saboreando o que restava, e puxou Bianca para um beijo lento, compartilhando o gosto das duas.
— Fim de semana inteiro — murmurou. — Eu ainda não terminei com você.
Bianca riu baixo, exausta, a mão preguiçosa desenhando as linhas de uma tatuagem no peito de Naomi. Os olhos já pesavam. Em pouco tempo a respiração da viúva ficou regular, profunda, o corpo pesado de satisfação rendido ao sono ali mesmo, nua, coxa ainda encostada na da enteada.
Naomi ficou acordada. Olhou o rosto relaxado da madrasta, a boca entreaberta, os seios caídos para o lado. Passou o dedo devagar na marca roxa que ela mesma deixara no pescoço de Bianca e sorriu sem mostrar dente.
No bolso da calça jogada no chão, o celular vibrara três vezes durante o sexo e ela lera a mensagem sem Bianca ver: o advogado confirmara. A partilha do terreno dos fundos, aquele que valia mais que o resto da casa, saíra no nome dela — Naomi — por uma cláusula antiga que o marido morto deixara só para a enteada, e que Bianca ainda achava que ia dividir “quando desse jeito”. Naomi beijou a testa suada da viúva adormecida, ajeitou o lençol sobre os dois corpos e fechou os olhos.
Ela tinha a mulher. E, sem a outra saber, já tinha a terra também.
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