Ela se Deu para o Instrutor Enquanto o Marido Limpava as Selas

Ana, de 28 anos, se deu de quatro pro instrutor Rico enquanto o corno Marcelo limpava as selas e assistia tudo.

11 min read September 19, 2026New

Ana tinha vinte e oito anos e o corpo de mulher casada que ainda fazia cabeça virar: seios firmes, cintura estreita, bunda redonda que o short jeans apertava demais. Marcelo, trinta e dois, ao lado dela no carro, já suava só de imaginar o fim de semana “romântico” no haras. Ele conhecia o olhar da mulher. Conhecia demais. E o pau dele latejava de vergonha antecipada.

O instrutor apareceu no portão como se o próprio sol tivesse descido a cavalo. Rico, trinta e cinco anos, ombros largos, peito largo esticando a camisa xadrez aberta, calça justinha marcando um volume indecente. A voz grave, o sorriso de quem sabe exatamente o tamanho do próprio pau.

— Bem-vindos. Vocês devem ser o casalzinho. Ana, né? Marcelo falou que a esposa era bonita. Ele mentiu. Você é uma puta gostosa de verdade.

Marcelo engoliu em seco. Ana sorriu, as pernas já se abrindo um milímetro no banco.

— Obrigado… Rico, né?

— Isso. Enquanto o seu marido limpa as selas sujas que os cavalos cagaram ontem, eu te mostro o estábulo. Vem.

Não era pedido. Era ordem. Marcelo abriu a boca, mas Rico já empurrava um balde, uma esponja e um pano fedido na mão dele.

— Limpa direito, corno. Quero ver brilho. E fica quieto. A mulher merece atenção de homem.

Ana sentiu o calor subir entre as pernas. O marido dela, ocupeiro de selas suadas, de joelhos do lado de fora, enquanto o macho alfa a puxava para dentro do cheiro de feno, couro e suor de cavalo. Rico não esperou. A mão grande desceu na bunda dela, apertou, escorregou por baixo do short e encontrou a calcinha já úmida.

— Olha só. Já tá pingando e eu nem te comi ainda. Seu marido limpa merda de sela e você já tá de perna aberta pra mim. Fala baixo. Ele tá logo ali.

Ela olhou pela porta entreaberta. Marcelo esfregava com força, a cara vermelha, o volume na calça óbvio. Ana lambeu o lábio.

— Eu… eu sempre fantasiei com isso — sussurrou, a voz grossa de tesão. — Dar a buceta e o cu pra um homem de verdade na frente dele. Ver ele limpar porcaria enquanto eu levo pau grosso.

Rico riu baixo, o polegar circulando o clitóris por cima do tecido molhado.

— Merece. Esse seu marido é um limpador de sela. Eu sou o cara que vai te arrombar. Olha pra ele. Deixa ele ver que você tá se esfregando em mim.

Os “acidentes” vieram rápido. O peito dela roçando o dele. A mão dele “ajudando” a tirar um fio de feno do decote e ficando tempo demais no mamilo duro. Ana gemeu. Marcelo esfregava mais forte, os olhos fixos, a humilhação latejando no pau que ele não ousava tocar ainda.

Rico inclinou a boca no ouvido dela:

— Você merece pau grosso de verdade. Esse seu corno deve gozar em dois minutos e sair mole. Eu vou te foder até você esquecer o nome dele. Quer?

Ela puxou o homem pela camisa e cravou a boca na dele. Beijo molhado, língua fundo, saliva escorrendo no queixo. As mãos de Rico desceram, abriram o short dela, enfiaram dois dedos na buceta quente e apertada. Ana gemeu alto demais de propósito.

— Porra… ele tá olhando — ela sussurrou entre beijos. — Me fode. Me fode na frente dele.

Rico abriu o zíper. O pau saltou pesado, veioso, grosso pra caralho, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Ana caiu de joelhos no feno sem nem pensar. Envolveu a porra toda com as duas mãos e engoliu o máximo que deu, babando, engasgando, os olhos marejados de tesão. Rico segurou o cabelo dela com força e fodeu a boca devagar, fundo.

— Mama que nem vadia. Isso. Engole tudo. Seu marido limpa sela e você limpa meu pau. Olha pra ele enquanto mama.

Ana virou o rosto o suficiente. Marcelo estava na porta agora, a mão dentro da calça, masturbando devagar, a cara de quem queria morrer e gozar ao mesmo tempo. Ela lambeu a glande, babou nos ovos, falou com a boca cheia:

— Olha, Marcelo… olha o pau que eu tô chupando… gostoso pra caralho…

Rico puxou ela pelo cabelo, virou de quatro no feno e rasgou a calcinha. Enfiou de uma vez na buceta encharcada. Ana gritou. O pau grosso abriu ela, bateu fundo, a barriga dela se contraindo a cada estocada. O som molhado ecoava no estábulo. Marcelo geamia baixo, batendo punheta com a mão suja de sabão de sela.

— Porra, que buceta apertada de casada… — Rico rosnou, segurando a cintura dela e socando sem piedade. — Puta do marido limpador de selas. Fala pra ele.

— Eu sou a puta dele! — Ana gritava, a bunda rebolando contra as virilhas do instrutor. — Me fode mais forte! Me arromba na frente do corno!

Rico tirou o pau, cuspiu no cu apertado dela e enfiou o polegar primeiro, depois a cabeça, depois o pau inteiro. Ana uivou, o corpo tremendo, o cu queimando gostoso. Ele metia fundo, as bolas batendo na buceta molhada, a mão no cabelo puxando a cabeça dela pra trás pra ela continuar olhando o marido.

— Sente esse pau no cu, puta. Seu marido nunca te comeu assim. Ele só limpa merda. Eu encho você de porra.

Marcelo batia mais rápido, a respiração ofegante, os olhos vidrados na cena: a esposa dele de quatro, o cu dilatado no pau grosso do instrutor, a boca aberta gemendo, a baba escorrendo no feno. Ana gozava já, o corpo inteiro tremendo, o cu apertando o pau de Rico em convulsões.

— Goza dentro… goza no meu cu… enche a puta do seu corno…

Rico segurou os quadris dela com força bruta e despejou. Jatos quentes e grossos bombeando fundo no cu dela, enchendo, vazando pelas beiradas enquanto ele ainda metia devagar, empurrando a porra pra dentro. Ana gozou de novo, gritando o nome do marido, olhando direto nos olhos humilhados de Marcelo, o rosto contorcido de prazer sujo.

Quando Rico saiu, o cu dela ficou aberto, a porra branca escorrendo pela buceta e pelas coxas. Ela se virou ainda de quatro, puxou o instrutor pela camisa e beijou a boca dele com carinho sujo, lambendo a própria saliva e o gosto de pau, sorrindo contra os lábios do macho.

Marcelo ainda batia punheta na porta, a mão tremendo, prestes a gozar no chão do estábulo. Ana olhou pra ele por cima do ombro, a voz rouca, o sorriso de quem ainda não tinha terminado:

— Ainda tem o resto do fim de semana, amor… e o Rico disse que tem mais sela pra você limpar.

Rico riu baixo, a mão ainda na bunda dela, o dedo brincando com o cu cheio de porra, e murmurou só pra ela ouvir — mas alto o bastante pro marido escutar:

— Amanhã a gente monta de verdade. E o corno vai segurar as rédeas.

No dia seguinte o sol já queimava o telhado do estábulo quando Marcelo ajoelhou de novo diante das selas. O cheiro de couro suado e sabão barato subia pelo nariz dele enquanto esfregava. Ana apareceu de short curtíssimo e blusa amarrada sob os peitos, os cabelos soltos, a marca roxa da mão de Rico ainda estampada na coxa. Rico veio atrás, camisa aberta, o volume pesado balançando dentro da calça jeans.

— Hoje o corno limpa o dobro — falou o instrutor, jogando mais duas selas no chão. — E segura as rédeas quando eu mandar. Sua puta vai montar de verdade.

Ana lambeu o lábio inferior e se esfregou de leve na coxa de Rico. Marcelo sentiu o pau endurecer dentro da calça suja só de ouvir. A humilhação era um fio quente que descia pela barriga e apertava os ovos. Ele queria mais. Queria ver a mulher dele destruída de novo.

Rico puxou Ana pelo cinto do short e a levou até o meio do estábulo, onde um potro de treino estava amarrado. Não era o animal que importava. Era o banco de madeira ao lado, as rédeas de couro penduradas, o cheiro forte de macho e feno. Ele abriu o short dela de um puxão. A calcinha branca já estava translúcida de porra ressecada e suco novo. Rico rasgou o tecido e enfiou três dedos de uma vez na buceta inchada.

— Ainda frouxinha do cu de ontem, mas a boceta continua apertada de casada. Olha pra ele, Ana. Mostra como você pinga.

Ela obedeceu, virando o rosto para Marcelo enquanto rebolava nos dedos. O gemido saiu grosso, sujo.

— Tá vendo, amor? Tá vendo como ele me abre? Meu cu ainda arde da porra dele… quero mais.

Rico tirou o cinto, baixou a calça e o pau caiu pesado, já latejando, a glande vermelha e brilhante. Sem cerimônia, virou Ana de quatro em cima do banco de montaria. As tetas dela balançaram pesadas quando ele enfiou de uma cajadada só. O som molhado ecoou. Ana gritou, os dedos se cerrando no couro.

— Porra, que fundo… arromba essa buceta de corno!

Marcelo esfregava a sela com força besta, a mão esquerda suja de sabão agora dentro da própria calça, batendo punheta devagar para não gozar cedo. Cada estocada de Rico fazia a bunda redonda de Ana tremer. O instrutor segurava a cintura dela com uma mão e com a outra puxava o cabelo, obrigando-a a olhar o marido.

— Fala, puta. Fala o que você é.

— Sou a puta do limpador de sela! — Ana cuspiu saliva no feno, os olhos marejados de tesão. — Me fode mais forte, Rico… faz ele ouvir o barulho da minha buceta engolindo seu pau grosso!

Rico acelerou. As bolas batiam molhadas contra o clitóris dela. Ele cuspiu na mão, esfregou no cu ainda semiaberto de ontem e enfiou dois dedos enquanto metia na buceta. Ana gozou na hora, o corpo inteiro tremendo, um jato quente escorrendo pelas coxas e pingando no chão de terra. Marcelo gemeu baixo, a cara vermelha, a vergonha e o tesão se misturando num gosto metálico na boca.

— Agora as rédeas, corno — mandou Rico, sem parar de foder. — Pega logo.

Marcelo largou a esponja, as mãos tremendo. Pegou as rédeas de couro que pendiam do suporte. Rico as amarrou nos pulsos de Ana, puxando os braços para trás, deixando-a imobilizada de quatro, peitos pendurados, bunda alta. Depois jogou a outra ponta para Marcelo.

— Segura firme. Cada vez que eu meter fundo, você puxa. Quero ela engasgando de prazer e de vergonha.

Marcelo puxou. Ana arqueou as costas, o pescoço esticado, a boca aberta num grito rouco. Rico enterrou o pau até o fundo, a barriga batendo na bunda dela. O couro rangeu. Ana babava, os peitos balançando no ritmo brutal.

— Isso… puxa mais, Marcelo… me mostra que você gosta de ver sua mulher virando cadela!

O instrutor tirou o pau da buceta encharcada, alinhou na entrada do cu e empurrou devagar, millímetro por millímetro, até as bolas encostarem de novo. Ana uivou, o cu dilatado engolindo cada veia. Rico começou a meter com força, o pau sumindo e reaparecendo brilhante de porra e saliva. Marcelo puxava as rédeas no mesmo compasso, o pau latejando na mão suja, prestes a explodir.

— Olha o cu da sua esposa, corno. Tá vendo como ele abre pra mim? Ontem eu enchi. Hoje eu vou encher de novo e você vai limpar com a língua.

Ana soluçava de tesão, a voz quebrada:

— Faz isso, amor… limpa a porra dele do meu cu… quero sentir sua boca aí enquanto ele me fode a buceta…

Rico tirou do cu, enfiou de novo na boceta e gozou fundo, jatos quentes bombeando, enchendo, vazando pelas beiradas enquanto ele ainda socava. A porra escorreu pelo cu aberto e desceu até o clitóris inchado. Ele saiu, puxou Ana pelo cabelo e a virou sentada no banco, pernas abertas, o buraco do cu piscando e derramando porra branca.

— Ajoelha, Marcelo. Limpa.

O marido obedeceu como se tivesse nascido para aquilo. Ajoelhou entre as coxas da esposa, o cheiro forte de sexo e sêmen batendo no rosto. A língua saiu tremendo e lambeu o fio grosso que escorria. Ana segurou a cabeça dele e esfregou a boceta suja na boca do marido, gemendo alto.

— Isso, chupa tudo… limpa a puta que você deixou… beija meu cu cheio…

Marcelo chupou, engoliu, a língua entrando no cu frouxo, o gosto salgado e amargo de outro homem explodindo na garganta. Rico riu, o pau ainda semi-duro, e empurrou a cabeça de Marcelo com o pé.

— Mais fundo, corno. Sua mulher merece ficar limpinha pra eu sujar de novo.

Ana puxou o marido pelo cabelo, beijou a boca dele suja de porra e sussurrou contra os lábios:

— Eu te amo tanto por isso… me fode também. Quero seu pau mole e humilhado dentro de mim agora.

Marcelo se levantou cambaleando, tirou o pau pedra-dura da calça e enfiou na buceta escorregadia de porra alheia. Foi rápido, desesperado. Ana ria e gemia, as unhas nas costas dele, enquanto Rico se masturbava ao lado, cuspinha caindo no peito dela. Marcelo gozou em menos de dois minutos, gemendo baixo, a humilhação completa, os jatos fracos se misturando ao que já estava lá dentro. Ana beijou o pescoço suado do marido e olhou para Rico.

— Mais uma. Quero os dois. Um no cu, um na boceta. Agora.

Rico não precisou de convite. Deitou no feno, pau ereto de novo. Ana montou nele de costas, enfiando o cu devagar no pau grosso até sentar por completo. Depois puxou Marcelo pela camisa.

— Enfia na boceta, amor. Sente o pau dele batendo no seu através da parede.

Marcelo obedeceu. O pau dele deslizou fácil na buceta frouxa e quente. Por dentro ele sentia o volume grosso de Rico se movendo no cu da mulher, as duas rolas separadas só por uma membrana fina. Ana gritava, rebolando, os peitos balançando, a boca aberta.

— Que porra gostosa… dois paus… a puta tá completa… gozem… encham a casada…

Rico segurou a cintura dela e meteu para cima com força. Marcelo segurou os peitos e socou. Os dois homens gozaram quase juntos: Rico despejando mais jatos quentes no cu, Marcelo descarregando o que restava na buceta. Ana gozou em cascata, o corpo inteiro em espasmos, um squirt molhando a barriga dos dois. Quando saíram, ela ficou de quatro de novo, os dois buracos abertos, porra branca escorrendo em fios longos até o feno.

Rico se levantou, limpou o pau na coxa dela e jogou a esponja suja no colo de Marcelo.

— Limpa as selas e limpa ela. Amanhã tem mais cavalo pra cuidar.

Ana se virou, ainda ofegante, o sorriso sujo no rosto, e puxou o marido para um beijo lento, lambendo a própria porra da boca dele. Depois olhou nos olhos de Marcelo com um carinho estranho, quase doce, e falou baixo o bastante para só ele ouvir — mas claro o bastante para ecoar no estábulo inteiro como sentença final:

— E pensar que tudo isso só aconteceu porque fui eu quem alugou o haras, contratei o Rico e te obriguei a limpar selas… meu lindo corno de estimação.

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