A Vizinha Molhada Te Observa no Escuro
A vizinha Yvonne fica molhada e se toca no escuro enquanto espia o Barrett se masturbando.
O calor grudava na pele de Barrett como um segundo corpo. Eram quase três da manhã quando ele acordou no escuro do apartamento, camiseta colada nas costas, pau já meio duro sem motivo aparente — ou com todo o motivo do mundo. Fazia semanas que ele notava a vizinha da janela ao lado. Yvonne. Vinte e oito anos, curvas generosas que a blusa de dormir mal escondia nas manhãs em que ela saía para buscar o pão. Ele se lembrava do jeito que ela passava a língua no canto da boca quando o cumprimentava no elevador, daquele olhar demorado demais. Agora, suando, ele puxou a cueca para baixo e segurou o pau grosso na mão direita, sem acender luz nenhuma. Só o luar fraco entrava pela janela aberta da varanda.
Ele masturbava devagar no começo, polegar esfregando a cabeça já úmida, respiração pesada. Imaginava aquelas coxas grossas de Yvonne abrindo pra ele. A mão subia e descia com mais vontade, quadris se erguendo levemente da cama. Do outro lado do vão estreito entre os prédios, Yvonne não dormia. Ela estava de pé, atrás da cortina fina do quarto, camisola de seda preta colada nos seios pesados e na bunda redonda. Tinha sentido o mexer no escuro dele. Sempre sentia. Barrett, vinte e cinco anos, corpo atlético, aquele jeito de olhar pra ela como se quisesse devorá-la no corredor. Há semanas o desejo mútuo fermentava em silêncio — olhares no elevador, sorrisos demorados na garagem, a tensão quase palpável.
Yvonne lambeu os lábios secos e enfiou a mão por baixo da camisola. Estava encharcada. Dois dedos deslizaram entre os lábios inchados da buceta, coletando a porra melada que já escorria pela coxa interna. Ela se masturbava devagar, olhando a sombra dele se mexer na cama. O pau dele na mão. Ela via o movimento rítmico, o ombro tensionado. Porra, como ela queria aquilo dentro. Os dedos dela entraram fundo, polegar no clitóris inchado, e um gemido baixo escapou da garganta enquanto ela se encostava no batente da janela.
Barrett parou por um segundo. A silhueta dela. Ele tinha certeza. Olhou direto para a janela de Yvonne, ainda batendo punheta, mais devagar agora, provocando. O coração batia no peito. Ela percebeu o olhar. Em vez de se esconder, Yvonne puxou a cortina de lado com a mão livre, acendeu o abajur baixo do criado-mudo — luz amarela, quente, revelando tudo. A camisola preta subiu devagar pelas coxas carnudas, passou pela bunda larga, pelos seios pesados com mamilos escuros e duros, até sair pela cabeça. Nua. Completamente nua. Ela encostou as costas na parede ao lado da janela, abriu as pernas e enfiou dois dedos na buceta molhada enquanto encarava Barrett de frente. A língua passou lenta nos lábios carnudos. Olho no olho, mesmo através do vão e do escuro.
— Porra… — Barrett murmurou sozinho, a mão apertando o pau com mais força, subindo e descendo rápido agora. Ele se sentou na beira da cama, de frente pra janela, pernas abertas, pau latejando, veias saltadas, pré-porra brilhando na cabeça. Sabia que ela gostava de ser observada. Sabia que ela estava gozando com aquilo. O olhar faminto entre os dois apertava o ar. Yvonne gemia baixo, dedos molhados fazendo barulho úmido, seios balançando a cada movimento. Ela se lambuzava toda, levava os dedos à boca, chupava o gosto dela mesma sem desviar os olhos dele.
Barrett masturbava com raiva agora, quadris empurrando a mão, peito suado subindo e descendo. Yvonne sentia o clitóris latejar. Estava no limite. Então ela parou, tirou os dedos brilhantes da buceta e fez o gesto claro: cabeça inclinada, olho fixo, mão chamando ele pra dentro. Vem. Agora.
Barrett não pensou duas vezes. Saiu da cama de pau duro balançando, atravessou a varanda estreita de um pulo curto — o vão entre os apartamentos quase se tocava naquele ponto —, e entrou pela janela aberta dela. O cheiro de sexo e perfume barato bateu nele. Yvonne não disse uma palavra. Empurrou o peito dele contra a parede ao lado da porta, caiu de joelhos no carpete e engoliu o pau inteiro de uma vez. Quente, molhada, fundo na garganta. Barrett soltou um gemido gutural, mãos enterradas no cabelo escuro e longo dela, segurando firme enquanto ela chupava com fome, babando, fazendo barulho obsceno. Língua rodando a cabeça, depois descendo até as bolas, chupando uma, depois a outra, voltando a engolir até o nariz encostar no osso pélvico. Ela engasgava de propósito, olhos marejados olhando pra cima, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos seios.
— Isso, porra, engole tudo — ele rosnou baixo, voz rouca, puxando o cabelo dela pra foder a boca com mais força. Yvonne aceitava, garganta aberta, mãos apertando a bunda dele pra puxar mais fundo.
Quando ela se cansou de só chupar, se levantou, virou de costas e plantou as mãos abertas no vidro da janela. Bunda empinada, pernas abertas, buceta pingando no chão. Barrett segurou a cintura larga dela, encaixou a cabeça grossa do pau na entrada molhada e enterrou de uma cajadada só até o fundo. Yvonne gritou, testa batendo no vidro.
— Ahh, caralho, mete forte!
Ele meteu. Bruto. Quadris batendo na bunda macia com estalos molhados, pau saindo brilhando de porra dela e entrando de novo até as bolas. Mão direita desceu num tapa seco na nádega esquerda, deixando a marca vermelha. Depois outro. Yvonne gemia alto, sem se importar com os vizinhos, seios balançando pesados a cada estocada. Barrett agarrou os dois peitos por trás, apertou forte, beliscou os mamilos duros enquanto fodia sem piedade, o pau grosso abrindo ela toda.
— Mais fundo, Barrett, enche essa buceta — ela ofegava, empurrando a bunda pra trás pra encontrar cada porrada. Ele puxou o cabelo dela, arqueou o corpo, meteu ainda mais fundo, a cabeça do pau batendo no colo do útero. O barulho era sujo — pele contra pele, gemidos, a cama ao fundo rangendo só de vibração.
Ele saiu devagar, virou ela de frente e a jogou na cama. Yvonne subiu em cima na hora, montou o pau dele de costas pra frente primeiro, depois se virou, encaixou de novo e começou a cavalgar com força. Mãos no peito suado dele, seios balançando na cara dele. Ela descia pesado, rebolava, esfregava o clitóris inchado na base do pau a cada subida. Barrett segurava a bunda dela com as duas mãos, abrindo as nádegas, empurrando pra cima ao mesmo tempo.
— Assim, porra, goza em mim — ele mandou, voz falhando. Yvonne cavalgava como se quisesse quebrar a cama, buceta apertando, fazendo barulho de sucção molhada. O clitóris latejava. Ela se esfregava nele com desespero, gemendo cada vez mais alto.
— Vou gozar, Barrett, caralho, vou—
O orgasmo veio em onda quente. Yvonne gritou, corpo travando, buceta pulsando em volta do pau dele, líquidos escorrendo pelas bolas dele enquanto ela tremia e rebolava devagar pra prolongar. Barrett não aguentou. Segurou a cintura dela, enterrou fundo e gozou com um gemido rouco, jatos quentes enchendo a buceta molhada dela, pulsando, até escorrer pra fora misturado com o mel dela.
Eles ficaram assim um momento, ofegantes, suor misturado. Yvonne ainda tremia quando desceu devagar, o sêmen grosso escorrendo pelas coxas internas, pingando no lençol. Sem falar nada no começo, ela puxou Barrett pra cima da cama, deitou-se de lado colada nele, uma perna jogada por cima da coxa dele. A mão dela desenhou círculos preguiçosos no peito dele. O ar cheirava a sexo. Lá fora a cidade ainda dormia.
Yvonne encostou os lábios na orelha dele, voz rouca de tanto gemer, e sussurrou bem baixinho, o polegar roçando o mamilo dele:
— Isso foi só o começo… tem uma amiga minha que adora assistir. Heather. Ela mora dois andares abaixo. Amanhã à noite a janela dela vai estar aberta também. Quer que a gente faça ela gozar só de olhar a gente fodendo de novo?
Barrett sentiu o pau mexer de novo contra a coxa dela, ainda sujo da porra dos dois. O coração acelerou. Yvonne sorriu no escuro, dedos descendo pela barriga dele até envolver o pau meio duro, apertando de leve, espalhando o próprio gozo misturado neles.
— Ela já me contou que te vê de manhã saindo pro trabalho… fica molhada igual eu. Imagina os três. Você metendo em mim enquanto ela se toca bem pertinho, pedindo a vez.
Ela lambeu o pescoço dele devagar, mordiscou a pele, e a mão começou a masturbá-lo de novo com lentidão cruel. Lá fora, uma luz fraca acendeu dois andares abaixo, só por um segundo, como se alguém tivesse ouvido. Barrett engoliu seco. Yvonne riu baixo contra a pele dele, buceta ainda latejando, sêmen escorrendo, e apertou o pau com mais vontade.
— Dorme um pouco se conseguir… porque quando o sol nascer eu quero esse pau duro de novo. E da próxima vez a gente deixa a janela bem aberta.
O calor da madrugada ainda grudava neles quando Barrett acordou de novo, o pau já latejando contra a mão de Yvonne, que não tinha soltado de verdade. Ela riu baixo, a boca colada no pescoço dele, e apertou mais forte, o polegar esfregando a cabeça molhada de porra seca e pré-gozo novo.
— Tu não dorme, hein? — murmurou ela, voz rouca. — Bom. Eu também não consigo. Fico pensando nela te vendo.
Ele virou o rosto e mordeu o lábio inferior dela, a língua invadindo a boca quente. Yvonne rebolou a buceta ainda escorrendo contra a coxa dele, espalhando o sêmen misturado. Barrett empurrou dois dedos nela de uma vez, fundo, e ela gemeu no beijo, apertando em volta.
— Heather… — ele rosnou contra a boca dela. — Tu falou sério?
— Porra, sério pra caralho. Ela me mandou mensagem agora pouco. Janela aberta. Luz baixa. Ela já tá se tocando só de imaginar.
Barrett tirou os dedos, chupou o gosto dela e empurrou Yvonne de costas. Montou em cima, enfiou o pau grosso de uma cajadada só e meteu duro, curto, sem piedade. A cama rangeu. Yvonne prendeu as pernas na cintura dele, unhas nas costas, seios balançando a cada porrada.
— Assim… enche de novo… quero escorrer pra ela ver amanhã.
Ele gozou segundo, jatos quentes bombeando fundo enquanto ela gozava em volta, buceta pulsando, líquidos sujos escorrendo pelo cu. Ficaram colados, ofegantes, até o sono vencer de novo.
O dia passou num borrão de trabalho e mensagens safadas. Yvonne mandava fotos da buceta molhada no banheiro do escritório, dedos abrindo os lábios. Barrett batia uma no elevador do prédio, olhando a câmera como se ela estivesse vendo. À noite, quase meia-noite, ele atravessou o vão de novo. Yvonne já o esperava nua, de quatro na cama, bunda empinada virada pra janela aberta. O abajur baixo jogava luz amarela nela. Dois andares abaixo, a janela de Heather brilhava fraca — silhueta de mulher de pé, uma mão entre as pernas.
Barrett parou na varanda dela e olhou pra baixo. Heather estava ali, camisola branca aberta, seios firmes, mão esfregando a buceta com força. Ela ergueu o rosto e acenou devagar com a cabeça, como se dissesse “pode começar”. O pau dele latejou.
Yvonne olhou por cima do ombro, sorriso sujo.
— Vem. Ela tá molhada pra caralho te vendo.
Ele subiu na cama atrás dela, segurou a cintura larga e enterrou o pau até as bolas de uma vez. Yvonne gritou alto de propósito, testa no colchão, bunda tremendo. Barrett meteu bruto, estalos molhados ecoando pela janela aberta. Cada porrada fazia os seios dela balançarem e a buceta engolir ele inteiro, barulho obsceno de sucção.
— Olha pra ela — ele mandou, puxando o cabelo de Yvonne até ela erguer o tronco e olhar pra baixo. — Mostra pra puta como tu goza no meu pau.
Yvonne abriu as pernas mais, rebolou pra trás encontrando cada estocada, e gritou:
— Heather, olha… ele tá me fudendo toda… ahhh, caralho, mete mais fundo!
Lá embaixo Heather se apoiou no parapeito, camisola caindo dos ombros. Empurrou dois dedos na buceta e se fodia no mesmo ritmo, seios balançando, boca aberta. Barrett via tudo. O pau latejava mais grosso só de imaginar a porra dela escorrendo. Ele deu tapas fortes na bunda de Yvonne, marcas vermelhas aparecendo, depois abriu as nádegas com os polegares e cuspiu no cu apertado dela. O polegar entrou devagar enquanto o pau continuava martelando a buceta.
Yvonne gozou gritando, corpo travando, jato quente escorrendo pelas bolas dele. Barrett não parou. Virou ela de frente, puxou as pernas pra cima dos ombros e enfiou de novo, fundo, a cabeça batendo no colo. A janela aberta enquadrava os dois. Heather, dois andares abaixo, agora estava sentada no peitoril, pernas abertas, três dedos entrando e saindo, o polegar no clitóris. Dava pra ver o brilho da porra dela nas coxas.
— Ela tá gozando te olhando — Yvonne ofegava, olhos vidrados. — Fala pra ela. Deixa ela ouvir.
Barrett olhou direto pra baixo, voz rouca e alta:
— Abre essa buceta mais, Heather. Quero ver tu gozar enquanto eu encho a da sua amiga.
Heather gemeu alto o bastante pra subir o vão, corpo arqueando. Yvonne riu suja, puxou Barrett pra um beijo molhado e sussurrou:
— Tira. Quero chupar teu pau sujo de mim na janela. Pra ela ver.
Ele saiu, o pau brilhando de gozo. Yvonne rastejou até o peitoril, ajoelhou de frente pra rua e engoliu ele inteiro, nariz no osso, garganta aberta. Barrett segurou a cabeça dela e fodeu a boca devagar, olhando pra Heather. A mulher de baixo se masturbava mais rápido, seios apertados com a mão livre, mamilos duros. Yvonne babava, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos peitos, fazendo barulho de engasgo molhado de propósito. Depois tirou o pau da boca, lambeu as bolas, chupou cada uma, e falou alto pra Heather ouvir:
— Gosto da porra dele misturada com a minha… amanhã tu chupa também, puta.
Barrett puxou ela de volta pra cama, deitou de costas e mandou Yvonne montar. Ela encaixou o pau e desceu pesado, rebolando, seios balançando na cara dele. Ele mordeu um mamilo, chupou forte, enquanto as mãos abriam a bunda dela. Yvonne cavalgava como se quisesse quebrar, buceta fazendo barulho sujo a cada descida. De vez em quando ela olhava pra janela de baixo e acenava com o dedo molhado, mostrando o brilho.
— Vem pra cá amanhã — ela gritou pra Heather. — Ou só fica aí gozando. Tanto faz. Eu quero te ver gozar enquanto ele me come o cu.
Barrett sentiu o cu dela contra os dedos. Empurrou um, depois dois, abrindo. Yvonne gemeu alto e rebolou mais forte. Ele tirou o pau da buceta, alinhou na entrada apertada do cu e empurrou devagar. A cabeça grossa abriu ela. Yvonne gritou, unhas no peito dele, mas empurrou pra trás até engolir tudo.
— Porra… todo… mete no cu…
Ele fodeu o cu dela com força controlada no começo, depois bruto, quadris batendo. A buceta vazia pingava no peito dele. Yvonne se esfregava, clitóris inchado roçando a barriga suada. Lá embaixo Heather estava de quatro agora no peitoril, bunda pra eles, se tocando por trás, olhando por cima do ombro. Dava pra ver os dedos sumindo nela.
Barrett gozou primeiro no cu apertado, jatos quentes enchendo, pulsando. Yvonne sentiu e gozou em cascata, gritando o nome dele, líquidos escorrendo. Ele saiu devagar, o sêmen grosso vazando do cu dela. Yvonne se virou, ajoelhou na beira da cama de frente pra janela e abriu as nádegas com as duas mãos, mostrando o cu e a buceta escorrendo pra Heather.
— Olha… tudo teu se tu quiser amanhã.
Heather gozou visível, corpo tremendo, uma mão na boca pra abafar o grito. Depois acenou, dedos brilhando, e sumiu um segundo. Voltou com o celular, mas só mostrou a tela apagada — sem foto, só o gesto de “eu vi tudo”. Barrett puxou Yvonne de volta, chupou a boca suja dela e falou baixo:
— Amanhã ela sobe. Ou a gente desce. Eu quero foder as duas enquanto uma assiste a outra.
Yvonne sorriu no escuro, a mão descendo de novo pro pau dele que já endurecia outra vez. O sêmen ainda escorria pelas coxas dela, pingando no carpete perto da janela aberta. Lá embaixo a luz de Heather piscou duas vezes, como um código. Depois ficou acesa, constante. Yvonne lambeu o peito de Barrett, voz rouca de tanto gritar:
— Ela não vai só assistir. Eu conheço a puta. Vai querer chupar o pau sujo de mim. Vai querer que tu meta nela enquanto eu seguro a cabeça dela. Imagina… eu lambendo o clitóris dela enquanto tu fode o cu da amiga.
Barrett empurrou ela de quatro de novo, enfiou o pau na buceta ainda molhada de tudo e meteu devagar, profundo, olhando direto pra janela de baixo. Heather reapareceu, agora nua completamente, sentada na cadeira perto da janela, pernas abertas, um vibrador grosso sumindo dentro dela no mesmo ritmo das estocadas dele. O zumbido baixo quase subia o vão.
Yvonne olhou pra baixo, riu e gritou:
— Mais forte o brinquedo, vadia. Quero te ver gozar de novo antes dele me encher outra vez.
Barrett acelerou, mão no cabelo dela, outra na cintura. O pau entrava e saía brilhando. Ele sentia o cu dela ainda frouxo do gozo anterior, o sêmen escorrendo misturado. Pensava em Heather subindo amanhã, a boca quente nos dois, o cheiro de três corpos. Yvonne gozou mais uma vez, quieta dessa vez, só tremendo e apertando, e sussurrou pra ele:
— Não goza ainda. Guarda. Quero que ela veja teu pau inchado amanhã de manhã quando a gente for buscar pão juntos… e ela estiver no elevador.
Ele saiu, o pau latejando vermelho, veias saltadas. Yvonne se virou, chupou só a cabeça, limpou com a língua, e depois se deitou de lado, puxando ele pra colar atrás. O pau encaixou entre as nádegas sujas dela. Lá fora a cidade roncava baixo. A luz de Heather continuava acesa. De vez em quando a silhueta mexia, se tocando devagar, como se não quisesse parar nunca.
Yvonne agarrou a mão de Barrett e levou até a buceta dela, fazendo ele enfiar os dedos no próprio gozo misturado.
— Dorme com o pau duro em mim — ela mandou. — Quando o sol nascer a gente fode de novo com a janela aberta. E eu mando mensagem pra ela: “sobe ou só goza aí. Escolhe”.
Barrett empurrou os dedos fundo, sentiu ela apertar, e olhou pra luz de baixo. O coração batia forte. O pau latejava entre as nádegas dela. Yvonne rebolava de leve, espalhando tudo, e ria baixo contra o travesseiro.
— Isso ainda é só o aquecimento… amanhã a puta sobe e a gente deixa a porta destrancada. Ou a janela. Ou os dois. Quero ver ela de joelhos te chupando enquanto eu sento na cara dela. Quero o gosto dela na minha boca depois que tu gozar nela.
Ele mordeu o ombro dela, marcou a pele, e respondeu só com o quadril empurrando pra frente, o pau deslizando no caminho sujo. Lá embaixo Heather apagou a luz de repente… e acendeu de novo, três vezes rápidas. Convite claro. Yvonne sentiu e apertou o pau dele com a bunda.
— Ela topou. Agora é contigo. Tu aguenta as duas?
Barrett não respondeu com palavra. Enfiou o pau de novo na buceta quente, meteu fundo uma vez só e parou enterrado, latejando, segurando o gozo. Yvonne gemeu longo, e a luz de baixo ficou acesa a noite toda, como uma promessa suja que nenhum dos três ia conseguir dormir de verdade.
O sol mal tinha subido e Barrett já estava de novo dentro de Yvonne, a janela aberta de par em par, o pau enterrado fundo enquanto ela gemia de quatro no colchão sujo da noite anterior. Lá embaixo a silhueta de Heather ainda se movia devagar, o vibrador sumindo e voltando. Yvonne gritou o nome da amiga alto o bastante pra ecoar no vão:
— Sobe agora, puta. A porta tá destrancada.
Dez minutos depois a porta do apartamento rangeu. Heather entrou sem bater, nua debaixo de um robe curto branco que abriu na hora. Seios firmes, mamilos rosados duros, a buceta depilada brilhando de tanto se tocar a noite inteira. Ela cheirava a perfume doce e porra própria. Olhou os dois fodendo e lambeu os lábios.
— Porra, vocês são barulhentos pra caralho — disse, voz rouca. — Eu gozei três vezes só de ouvir.
Barrett saiu de Yvonne com um ploc molhado, o pau grosso e vermelho balançando, coberto de porra e mel. Heather não esperou convite. Caiu de joelhos entre as pernas dele, engoliu até o fundo de uma vez só, garganta aberta, nariz grudado no osso. Yvonne riu suja, se ajoelhou ao lado e chupou as bolas enquanto a amiga mamava. As duas línguas se encontravam na cabeça inchada, babando juntas, dividindo o gosto. Barrett segurou os cabelos das duas, fodeu a boca de Heather primeiro, depois a de Yvonne, alternando, cuspe escorrendo pelos queixos e pingando nos peitos.
— Isso… chupem juntas, porra — ele rosnou. Heather engasgou de propósito, olhos marejados olhando pra cima, e Yvonne puxou o pau pra si, lambeu a veia saltada até a base e devolveu pra amiga.
Heather se levantou, empurrou Yvonne de costas na cama e sentou na cara dela de frente pra Barrett. A buceta molhada abriu sobre a boca de Yvonne, que chupou com fome, língua entrando fundo, nariz esfregando o clitóris inchado. Barrett ajoelhou atrás de Heather, abriu as nádegas firmes dela e enfiou a língua no cu apertado, lambendo devagar enquanto os dedos brincavam na entrada da buceta. Heather rebolava entre as duas bocas, gemendo alto:
— Ahh, caralho… come meu cu com a língua… isso, Yvonne, chupa mais forte…
Barrett trocou. Alinhou o pau grosso na buceta pingando de Heather e enterrou de uma cajadada. Ela gritou, corpo arqueando, seios balançando. Yvonne embaixo continuava lambendo o clitóris da amiga enquanto o pau entrava e saía bem pertinho do rosto dela, sujo, molhado. Cada estocada fazia a buceta de Heather se abrir e o mel escorrer direto na boca de Yvonne. Barrett meteu bruto, mãos apertando a cintura de Heather, quadris batendo com estalos molhados.
— Olha ela te comendo — Yvonne falou entre lambidas, voz abafada. — Ela tá te engolindo inteiro, Barrett… ahhh, que porra gostosa…
Heather gozou primeiro, corpo travando, jato quente espirrando na cara de Yvonne. Barrett não parou. Saiu, puxou Yvonne pra cima, deitou ela de lado e enfiou de novo na buceta já usada dela. Heather se encaixou na frente, abriu as pernas e enfiou a buceta na boca de Yvonne de novo enquanto Barrett fodia por trás. As três se moviam juntas — pau martelando, língua chupando, mãos apertando peitos e bundas. Barrett cuspiu na mão, esfregou o cu de Yvonne e empurrou dois dedos enquanto metia. Ela gemeu longo, rebolando pra trás.
— Mete no cu dela agora — Heather mandou, olhos brilhando. — Quero ver.
Barrett tirou o pau, alinhou na entrada apertada do cu de Yvonne e empurrou devagar. A cabeça grossa abriu, Yvonne gritou, unhas nas coxas de Heather, mas empurrou pra trás até engolir tudo. Ele fodeu o cu com força controlada no começo, depois sem piedade, bolas batendo. Heather desceu, lambeu a buceta vazia de Yvonne enquanto o pau sumia no cu, depois chupou as bolas de Barrett. O barulho era obsceno — gemidos, pele, sucção.
Yvonne gozou com o cu cheio, corpo inteiro tremendo, líquidos escorrendo. Barrett saiu, o pau brilhando de porra anal, e Heather engoliu na hora, limpando com a língua, chupando fundo. Depois ela montou em Yvonne, face a face, e Barrett enfiou de novo na buceta de Heather por trás enquanto as duas se beijavam sujas, seios esmagados um no outro. Ele alternava — três estocadas em Heather, três em Yvonne, o pau passando de uma buceta pra outra, misturando tudo. Heather gritou pra ele meter mais fundo, Yvonne pediu tapas na bunda. As marcas vermelhas apareceram rápido.
— Vou gozar — Barrett avisou, voz falhando. — Onde?
— Dentro de mim — as duas falaram juntas, rindo.
Ele escolheu Yvonne. Enterrou fundo na buceta dela, jatos quentes bombeando, enchendo até transbordar. Heather desceu rápido, chupou o pau ainda pulsando, depois lambuzou a boca na buceta de Yvonne, chupando o sêmen que escorria, dividindo com beijos molhados. Barrett se jogou ao lado, peito subindo e descendo. As duas ainda se tocavam, dedos entrando e saindo, lambendo umas às outras até Heather gozar de novo, quietinha, só tremendo e mordendo o ombro de Yvonne.
Ficaram emaranhadas no lençol sujo, suor e porra misturados, o cheiro pesado de sexo impregnando o quarto. A janela ainda aberta, a cidade acordando lá fora. Heather se levantou devagar, pegou o robe, beijou a boca de cada um e sussurrou:
— Amanhã de novo. Eu deixo a janela aberta… ou subo. Vocês escolhem.
Ela saiu. A porta fechou. Barrett puxou Yvonne pra cima do peito, o pau ainda semi-duro contra a coxa dela, o sêmen escorrendo entre as pernas da mulher. Yvonne desenhou círculos preguiçosos no peito dele, rindo baixo.
— Ela é viciada em assistir… e em participar. Tu aguentou bem as duas.
Barrett beijou o pescoço suado dela, mão descendo pra enfiar os dedos de leve na buceta ainda latejando e cheia. Yvonne gemeu gostoso, rebolou devagar.
— Dorme — ela mandou. — Depois a gente toma banho juntos e eu te chupo no chuveiro com a porta do box aberta… caso ela volte.
Eles ficaram quietos. O coração de Barrett batia calmo agora, o corpo pesado de tanto gozar. Yvonne fechou os olhos, a respiração ficando regular, o sorriso ainda no canto da boca. Barrett olhou o teto manchado, os dedos ainda dentro dela, e pensou na luz fraca que tinha visto acender e apagar três vezes na janela de Heather na madrugada anterior — e na mensagem curta que ela tinha mandado pro celular dele enquanto Yvonne dormia a primeira vez: “Eu te vi sozinho semanas antes dela. Aquela punheta no escuro era pra mim. Ela não sabe. Amanhã eu chupo teu pau primeiro e deixo ela só assistir um pouco. Segredo nosso.”
Ele sorriu no escuro, apertou Yvonne contra si sem dizer nada, o pau mexendo de novo só de lembrar. Yvonne não fazia ideia. E ele não ia contar.
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