A Viúva e o Pão Quente da Noite
A viúva Ana não aguenta mais e acaba por comer a cona da padeira Clara na cozinha.
Ana tinha trinta e oito anos e um corpo que ainda pediu boca, mas a cama ficava fria demais desde que o marido morreu. O apartamento pequenino em Lisboa cheirava a madeira velha e a solidão. Todas as noites, por volta das nove, a campainha tocava e lá estava Clara, a padeira de vinte e quatro anos, com o cesto de pão ainda fumegante. Clara tinha ombros largos de quem amassa massa o dia inteiro, seios pesados sob a camisa branca da padaria, coxas firmes que a saia curta mal escondia. Ana abria a porta de robe fino, peitos soltos por baixo, e os dois pares de olhos demoravam mais do que o necessário.
— Boa noite, Dona Ana — dizia Clara, voz rouca de forno e fome. — Ainda quente. Como a senhora.
Ana ria baixo, aceitava o pão, os dedos a roçarem os de Clara de propósito. Uma semana depois o flerte já não se escondia. Clara encostava-se ao batente, olhava Ana de cima a baixo e soltava, sem filtro:
— Está com cara de quem precisa de ser bem comida. A cona a latejar, não é? Eu noto. O cheiro dela já me chega daqui.
Ana engolia em seco, as coxas a apertarem-se sozinhas. Sentia-se molhada só com a voz da miúda. Respondia, o peito a arfar:
— E tu, Clara? Andas a amassar pão o dia todo e a pensar em quê? Nessa língua a lamber outra coisa?
Clara sorria de lado, chupava o lábio inferior.
— Penso na senhora de joelhos. Penso nos seus peitos na minha boca. Penso em enfiar a cara entre as suas pernas até a viúva gritar. Quer que eu prove?
O pão ia para a mesa da cozinha ainda quente. Os olhares ficavam pegajosos. Ana deixava a blusa entreaberta de propósito; Clara comentava o mamilo duro que se marcava no tecido. Às vezes Clara passava a mão pela própria coxa, subia a saia um centímetro a mais, mostrava a renda da calcinha já escura de humidade. Ana masturbava-se depois, com os dedos a cheirarem a farinha, a gozar baixinho o nome da padeira.
Naquela noite a chuva batia forte nas janelas. Clara chegou encharcada, o cabelo escuro colado ao pescoço, a camisa branca transparente a revelar o sutiã e os mamilos escuros.
— Entra, rapariga. Vais apanhar uma pneumonia — Ana puxou-a para dentro, fechou a porta. — Tira isso. Dou-te uma toalha e um copo de vinho.
Clara descalçou-se no hall, os pés molhados a deixar rasto até à cozinha. Ana trouxe o vinho tinto, dois copos. O pão quente fumegava no cesto sobre o mármore. Clara bebeu um gole, olhou Ana e riu.
— Ainda está a queimar. Quer brincar?
Pegou num pão comprido, ainda quente demais, e passou-o devagar entre os seios de Ana, por cima da blusa fina de algodão. O calor subiu logo, o tecido a molhar-se com o vapor e com o suor. Ana soltou um riso curto, nervoso, os peitos a saltarem com a respiração. Clara deslizou o pão de um mamilo para o outro, apertando de leve, sentindo o bico endurecer.
— Quente que nem a sua cona deve estar agora — murmurou Clara.
O riso morreu quando os olhos se encontraram. Ana agarrou o pulso da padeira, tirou-lhe o pão da mão, empurrou Clara contra a parede da cozinha. O corpo da miúda era quente e húmido da chuva. Ana beijou-a com fome, boca aberta, língua a forçar entrada, a saborear o vinho e o sal da pele. Clara gemeu contra a boca dela, agarrou-lhe o rabo com as duas mãos, apertou as nádegas com força, puxou Ana para si até as conas se esfregarem por cima da roupa.
— Porra, Ana… — Clara falava entre beijos, mordendo o lábio inferior da viúva. — Quero-te a chupar-me. Quero os seus dedos dentro.
Ana desceu a boca pelo pescoço, mordeu a clavícula, abriu os botões da camisa molhada de Clara. Os seios saltaram, pesados, mamilos escuros e duros. Ana chupou um, depois o outro, a língua a girar, os dentes a puxar de leve. Clara arqueou as costas, enfiou os dedos no cabelo de Ana e puxou.
Ana ajoelhou-se no chão frio da cozinha. Levantou a saia de Clara até à cintura, viu a calcinha branca já encharcada, o tecido colado aos lábios inchados. Puxou a calcinha de lado, o cheiro forte e doce a bater-lhe no nariz. A cona de Clara estava aberta, brilhante, o clitóris inchado a pedir. Ana lambou de baixo para cima, uma única vez, longa, gulosa. Clara gritou baixo, bateu a cabeça na parede.
— Assim… come-me toda, caralho.
Ana enterrou a cara ali. Língua larga a lamber os lábios externos, a abrir caminho até ao buraco quente. Enfiou a língua dentro, chupou, voltou a lamber o clitóris com a ponta, rápido, cruel. Depois meteu dois dedos de uma vez, fundos, curvos, a procurar o ponto que fazia a padeira tremer. Os dedos entravam com um som molhado, a cona a apertar-lhes à volta. Ana chupava o clitóris enquanto fodia com a mão, o nariz esmagado contra o pêlo curto. Clara rebolava os quadris, fodia a cara de Ana, puxava-lhe o cabelo com as duas mãos.
— Mais fundo… assim, Ana, mama-me essa cona… vou gozar na sua boca…
Ana não parou. Os dedos entravam e saíam depressa, o polegar a esfregar por fora. Sentia o gosto de Clara a escorrer-lhe pelo queixo. A padeira retraiu as coxas, gemeu alto, gozou a tremer, a cona a pulsar à volta dos dedos de Ana, o líquido a escorrer pela mão da viúva.
Clara puxou Ana para cima, beijou-lhe a boca suja de sumo, chupou-lhe a língua. Depois virou a viúva, ergueu-a e deitou-a de costas sobre a mesa da cozinha. O pão rolou para o chão. Clara abriu as pernas de Ana com as mãos rudes, puxou-lhe as calças do robe, rasgou a calcinha. A cona de Ana estava inchada, a pingar no mármore. Clara baixou a cabeça, chupou um mamilo com força, dentes e língua, enquanto enfiava três dedos de uma só vez na cona molhada da viúva. Ana gritou, as unhas a arranharem a mesa.
— Porra, Clara… enche-me…
Clara fodia-a com os três dedos, fundos, o polegar a esfregar o clitóris inchado em círculos duros. Com a outra mão apertava o peito de Ana, chupava o mamilo até deixar marca. Ana arqueava, rebolava, a cona a engolir os dedos com barulho obsceno. Clara falava contra a pele:
— Goza para mim. Quero sentir esta cona a esguichar. Quero-te a gritar o meu nome.
Ana gozou aos gritos, as pernas a tremerem no ar, a cona a contrair-se com força à volta dos dedos de Clara, o líquido a escorrer pela mão e a pingar na mesa. Clara não tirou os dedos logo; continuou a massagear por dentro enquanto Ana ainda se sacudia.
Quando a onda passou, Clara puxou Ana para o chão. As duas caíram de joelhos, depois deitaram-se em 69, a cara de cada uma entre as coxas da outra. Ana abriu a cona de Clara com os dedos e enterrou a língua outra vez, agora mais desesperada, a chupar os lábios, a enfiar a língua e dois dedos ao mesmo tempo. Clara fazia o mesmo: lambia a cona de Ana de cima a baixo, chupava o clitóris, metia a língua o mais fundo que conseguia, os dedos a foderem o buraco apertado. O cheiro a sexo e a chuva misturava-se. Os gemidos saíam abafados contra a carne molhada. Ana rebolava a cara, chupava, gemia com a boca cheia. Clara enfiava a língua e os dedos juntos, lambendo tudo o que escorria.
Goaram quase ao mesmo tempo, os corpos a estremecerem um sobre o outro, as línguas ainda dentro, os sumos a misturarem-se nos queixos e nos peitos. Continuaram a lamber devagar, a limparem-se uma à outra, a respirarem fundo. Clara subiu, beijou Ana na boca, partilhou o gosto.
A chuva lá fora não parava. O pão esfriava no chão. Ana ainda tinha as pernas abertas, a cona a latejar. Clara passou o polegar pelo clitóris inchado dela e murmurou, a voz rouca:
— Ainda não acabámos. Tenho mais fome do que pão. Esta noite vais gozar até não conseguires andar, viúva.
Ana agarrou-lhe o cabelo, puxou a cara dela outra vez para baixo, entre as coxas, e abriu as pernas mais.
— Então come. E não pares.
Clara enterrou a cara outra vez entre as coxas abertas de Ana e chupou o clitóris inchado como se quisesse arrancar o gozo à força. A língua larga, áspera de farinha e de sede, rodava depressa, lambendo o sumo que ainda escorria da cona latejante da viúva. Ana arqueou as costas no chão frio da cozinha, unhas a rasparem o mármore, e empurrou a cara da padeira mais fundo.
— Assim, caralho… mama essa cona até eu me mijar toda — gemeu Ana, a voz rouca, as pernas a tremerem nos ombros de Clara.
Clara meteu quatro dedos de uma vez. A cona de Ana abriu-se com um som molhado e guloso, o buraco a engolir até aos nós. Os dedos curvavam, batiam no ponto inchado lá dentro enquanto a boca chupava o clitóris sem parar, dentes a roçarem de leve, língua a esmagar. Ana gritava, rebolava, o rabo a bater no chão. O cheiro a sexo e a chuva molhada enchia a cozinha. Clara salivava, o queixo encharcado, e falava com a boca cheia:
— Que cona gulosa… está a tremer-me nos dedos. Quero sentir-te a esguichar na minha cara outra vez. Vem, viúva, enche-me a boca.
Ana gozou com um grito rouco, a cona a apertar os dedos com força, jactos quentes a saírem e a baterem no rosto e na camisa aberta de Clara. A padeira não se afastou; engoliu o que pôde, lambeu o resto, continuou a foder com a mão enquanto Ana ainda se sacudia. Os peitos pesados da viúva saltavam, mamilos duros e vermelhos das chupadelas anteriores.
Clara levantou a cabeça, o rosto brilhante de sumo, e puxou Ana para cima. Virou-a de quatro no chão, o rabo empinado, a cona aberta e pingando no mármore. Ajoelhou-se atrás, abriu as nádegas com as duas mãos e enterrou a língua no buraco do cu de Ana ao mesmo tempo que enfia os quatro dedos outra vez na cona. Ana uivou, a cara enterrada no braço.
— Porra, Clara… lambes-me o cu como uma cadela… mais fundo, mete a língua toda.
Clara cospiu no cu, enfiou a ponta da língua, rodou, chupou. Os dedos martelavam a cona molhada, o polegar a esfregar o clitóris por baixo. Ana rebolava o rabo contra a cara da padeira, pedindo mais. Clara tirou os dedos, lambeu-os limpos com barulho, depois passou a mão sob a saia e meteu os próprios dedos na cona, fudendo-se enquanto comia o cu e a cona de Ana.
— Estou tão molhada… a minha cona a pingar no chão enquanto te como. Queres provar?
Ana virou a cabeça, olhou por cima do ombro com os olhos vidrados.
— Vem cá. Senta-te na minha cara e mete-me esses peitos na boca.
Clara despiu o resto da roupa de uma vez, a camisa molhada caiu, a saia e a calcinha rasgada foram para o lado. Ficou nua, seios pesados a balançarem, cona raspada só com um tufo escuro no alto, lábios inchados e brilhantes. Montou a cara de Ana ao contrário, 69 outra vez mas agora ajoelhada por cima, o rabo na cara da viúva. Ana agarrou as nádegas firmes e puxou a cona para baixo, enterrou a língua no buraco quente, chupou os lábios, meteu a língua o mais fundo que conseguiu enquanto Clara se rebolava e gemia.
Clara baixou a cabeça e voltou a chupar a cona de Ana, agora de cima, lambendo e chupando ao mesmo tempo que enfiava três dedos. As duas fodiam-se com a boca e com a mão, gemidos abafados contra a carne molhada. O som era obsceno — chupões, estalos, líquidos a escorrerem. Ana meteu dois dedos no cu de Clara enquanto chupava o clitóris, e a padeira gritou contra a cona dela:
— Assim… fode-me o cu com os dedos, mama-me essa cona… vou gozar-te na boca outra vez, caralho.
Gozaram juntas. Clara esguichou na cara de Ana, o jacto a bater no queixo e no peito. Ana contraiu-se, o sumo a escorrer pela língua de Clara. Não pararam. Clara deslizou para o lado, deitou Ana de costas outra vez, abriu-lhe as pernas até quase doer e esfregou a própria cona contra a dela. Lábios molhados a baterem, clitóris a roçarem um no outro com força, quadris a martelarem. O calor da fricção era bruto, o som molhado enchendo a cozinha.
— Sente… a minha cona a comer a tua — rosnou Clara, suando, os peitos a balançarem. Apertava os seios de Ana com as mãos, beliscava os mamilos até doerem. — Mais depressa. Quero que a tua cona fique vermelha e inchada de tanto se esfregar na minha.
Ana erguia o rabo, encontrava o ritmo, gemia alto.
— Fode-me assim… esmaga-me o clitóris… mais forte, padeira puta.
Clara agarrou um dos pães que ainda estava no cesto, quente o bastante para queimar de leve, e passou-o pelos peitos de Ana, pelos mamilos, depois desceu e esfregou o pão quente contra a cona inchada enquanto continuava a esfregar a própria. O calor extra fez Ana gritar e tremer. Clara riu sujo, meteu o pão entre as duas conas e esfregou as três coisas juntas — pão, cona, cona — o vapor e o sumo a misturarem-se.
— Quente… quente que nem a tua puta da cona. Vais gozar outra vez só de sentir este pão a esfregar-te.
Ana gozou de novo, as pernas a tremerem violentamente, o líquido a banhar o pão e a cona de Clara. A padeira tirou o pão, lambeu-o todo, chupou o sumo misturado, depois enfiou-o na boca de Ana para ela provar.
— Come o teu próprio gozo misturado com o meu. E com o pão.
Ana chupou o pão sujo, os olhos vidrados de prazer. Clara deitou-se por cima, abriu as pernas de Ana e meteu a mão inteira até aos nós. A cona da viúva engoliu, os lábios esticados à volta do pulso. Clara fodia-a com o punho, devagar no início, depois mais fundo e mais depressa, o polegar de fora a esfregar o clitóris.
— Olha para ti… a cona aberta a engolir a minha mão. Que puta esfomeada. Queres que te foda o cu também?
Ana balbuciava sim, pedindo, a voz partida. Clara tirou a mão, lambendo os dedos e o pulso, depois virou Ana de lado, ergueu uma perna e meteu três dedos no cu enquanto quatro voltavam à cona. Fodia os dois buracos ao mesmo tempo, a mão a martelar, a boca a chupar um mamilo. Ana gozava sem parar, um orgasmo atrás do outro, o corpo a sacudir, a cona e o cu a pulsar, líquidos a escorrerem sem controlo pela mão e pela coxa.
Clara montou-lhe a cara outra vez, sentou-se pesada, a cona a abafar Ana.
— Chupa. Mama-me até eu me cagar de gozo. Quero escorrer-te pela goela.
Ana chupava desesperada, língua e dentes e sucção, enquanto Clara se fodia contra a boca dela e enfiava os próprios dedos no cu. Gozou jorrando, o corpo a tremer violentamente, o sumo a escorrer pelo pescoço e peito de Ana. Deslizou para baixo, beijou a boca suja, partilhou o gosto grosso, depois voltou a abrir as pernas de Ana e enterrou a cara ali outra vez, lambendo tudo, chupando o clitóris inchado e vermelho até Ana gritar mais uma vez e gozar na boca dela.
As duas estavam encharcadas de suor, de sumo, de saliva. O chão da cozinha brilhava. Clara puxou Ana para cima, deitou-a de costas na mesa outra vez, espalhou as pernas e enfiou a língua e quatro dedos juntos na cona latejante. Fodia e chupava sem piedade, a outra mão a beliscar o clitóris. Ana agarrava o cabelo dela com as duas mãos, empurrava a cara contra a cona, gozava mais uma vez, o corpo a convulsionar, o grito a rasgar a cozinha.
Clara subiu, esfregou a cona na cara de Ana até gozar outra vez, o líquido a pingar nos olhos e na boca da viúva. Depois desceu, montou a coxa de Ana e esfregou-se com força, a cona a deslizar molhada na pele, até gozar mais uma vez, o corpo a tremer.
Ana ainda tinha as pernas abertas, a cona aberta, vermelha, a pingar. Clara meteu os dedos outra vez, três, quatro, o punho quase, e fodia devagar, fundo, enquanto chupava o clitóris com a boca. Ana gozou fraca, o corpo mole, o sumo a escorrer pela mão de Clara até ao cotovelo.
Clara tirou os dedos, empurrou-os pela goela de Ana até ela engolir o próprio sumo misturado com o dela, depois lambeu a cona aberta uma última vez, longa, gulosa, e murmurou com a boca colada aos lábios inchados:
— Esta cona vai ficar a latejar e a pingar a noite toda, viúva. Amanhã quando eu trouxer o pão quente vais estar de pernas abertas outra vez a mandar-me comer esta puta escorrida até gozar-me na cara.
Rate this story
Popular Collections
Browse Categories