Primeiro Desejo no Farol Abandonado
Duas turistas safadas de 28 e 32 anos se pegam com força dentro de um farol abandonado durante a chuva.
A trilha serpenteava pela costa rochosa de Santa Catarina, o cheiro de sal e mata atlântica misturando-se no ar quente da tarde. Tamara, guia turística de vinte e oito anos, caminhava na frente com o passo seguro de quem conhecia cada pedra daquele caminho. Atrás dela, Rosa, fotógrafa de trinta e dois, ajustava a alça da mochila e observava o balanço firme das nádegas da guia sob o short apertado. Elas se conheciam há anos — encontros em festivais de turismo, conversas longas em bares de Florianópolis —, e a atração nunca tinha sido segredo. Só nunca tinham ficado sozinhas assim, longe de tudo.
— Você tá me olhando de novo, Rosa — disse Tamara sem se virar, a voz rouca de quem sorria por dentro. — Tá pensando na mesma putaria que eu?
Rosa riu baixo, o som rouco ecoando entre as árvores.
— Desde que te vi de short molhado naquela cachoeira em 2019, Tamara. Sua bunda redonda, esses peitos pesados... Eu batia siririca pensando em você chupando minha boceta. E você sabe disso.
Tamara parou, virou-se. Os olhos escuros dela brilhavam de fome. O farol abandonado surgia à frente, torre branca descascada no alto do penhasco, janelas quebradas, porta de madeira torta. Isolado. Perfeito.
— Eu sei — confessou Tamara, chegando perto o suficiente para sentir o calor do corpo da outra. — Toda vez que você mandava foto de ensaio, eu ficava molhada. Queria enfiar a cara entre as suas pernas e te comer até você gozar no meu cabelo. Anos segurando isso.
Elas entraram no farol. O interior era escuro, cheirando a mofo e ferrugem, o chão de concreto frio coberto de poeira e restos de madeira. Escadas em caracol subiam até o topo, mas nenhuma das duas se importou. Olhares famintos se cruzaram. Rosa passou a língua nos lábios.
— Me mostra então — provocou ela, a voz já embargada de tesão. — Me fala o que você quer fazer comigo aqui.
O céu roncando lá fora. A chuva veio de súbito, forte, batendo no teto do farol como se quisesse derrubar a estrutura. Gotas entravam pelas frestas. Tamara e Rosa se encostaram na parede úmida, roupas já grudando na pele pelo suor e pelo começo da chuva que as molhara na trilha.
— Seu corpo é uma putaria andando, Rosa — murmurou Tamara, os olhos descendo pelo decote da blusa molhada que colava nos seios fartos da fotógrafa, os bicos duros visíveis. — Esses peitos pesados, essa cintura... Eu quero chupar sua buceta molhada até você tremer. Quero sentir o gosto da sua porra na língua.
Rosa não esperou. Agarrou a cintura de Tamara com as duas mãos, puxando-a com força contra si. Os corpos bateram, peitos contra peitos, a umidade das roupas fazendo a pele arder.
— Vou te fazer gozar gritando meu nome, sua vadia safada — rosnou Rosa no ouvido dela, mordendo o lóbulo. — Vou sentar na sua cara e esfregar minha boceta na sua boca até você engasgar com meu gozo. Quer isso?
— Porra, quero — gemeu Tamara.
A boca delas se encontrou com fome bruta. Línguas se enrolando, dentes puxando lábios, saliva misturada. Mãos deslizaram por baixo da roupa molhada. Tamara enfiou os dedos sob o short de Rosa, sentindo a calcinha já encharcada, o calor da boceta depilada. Rosa gemeu alto no beijo e retribuiu, espremendo as nádegas firmes de Tamara, subindo pela barriga até apertar os seios por cima do sutiã.
Não houve hesitação. A vontade mútua as empurrou para o chão de concreto. Tamara puxou Rosa para baixo, deitou-a de costas na poeira fria, ajoelhando-se entre as pernas abertas dela. A chuva batia lá fora, o barulho abafando os primeiros gemidos.
— Tira essa porra — ordenou Tamara, a voz grosso de tesão.
Ela arrancou o short e a calcinha de Rosa num puxão só, jogando o tecido molhado de lado. A boceta depilada apareceu, lábios inchados, brilhando de tesão, o clitóris inchado pedindo boca. Tamara não perdeu tempo. Enterrou o rosto ali, a língua enfiando fundo entre os lábios, chupando o clitóris com força, sugando como se quisesse puxar a alma da outra.
— Aah, porra, Tamara! Assim, me chupa mais forte, sua vadia gostosa! — gritou Rosa, as mãos agarrando os cabelos escuros da guia, empurrando a cara dela contra a boceta. As coxas tremiam em volta da cabeça de Tamara. — Mete a língua no meu cu também, caralho... Nossa, você mama buceta que nem uma puta faminta!
Tamara gemeu contra a carne molhada, o som vibrando no clitóris de Rosa. Ela chupava com barulho sujo, lambendo de baixo para cima, enfiando a língua no buraco apertado, degustando o gosto ácido e doce do tesão acumulado. Dois dedos entraram junto, curvando-se para dentro, masturbando o ponto que fazia Rosa arquear as costas e bater o calcanhar no concreto.
— Vou gozar na sua boca, porra — ofegava Rosa. — Continua, chupa esse clitóris duro, me fode com a língua...
Tamara subiu um pouco, olhou para cima com o queixo sujo de porra.
— Goza então, sua puta. Me alimenta.
Ela voltou com mais fúria, chupando o clitóris ritmadamente enquanto os dedos entravam e saíam molhados. Rosa gritou, o corpo inteiro contraindo, e gozou com força na boca de Tamara, um jato quente esguichando contra a língua e o queixo da guia. Tamara engoliu o que pôde, lambendo o resto com fome.
Ainda ofegante, Rosa puxou Tamara para cima e as virou. Agora era ela no comando. Tirou a blusa e o short da guia num movimento apressado, deixando Tamara nua no chão frio, a boceta também depilada e pingando. Rosa se ajoelhou sobre o rosto dela, posicionando a boceta ainda latejando bem em cima da boca aberta.
— Agora você mama de verdade — disse Rosa, descendo o quadril. — Esfrega essa cara na minha boceta, sua putinha.
Tamara agarrou as coxas de Rosa e puxou para baixo, a língua imediatamente de volta ao trabalho, lambendo o clitóris inchado enquanto Rosa se esfregava nela, rebolando a boceta molhada na boca e no nariz da guia. Ao mesmo tempo, Rosa se inclinou para frente, enfiando dois dedos grossos na boceta de Tamara, metendo fundo, o polegar pressionando o clitóris.
— Isso, me chupa mais forte, sua vadia gostosa — gemia Rosa, a voz alta ecoando no farol vazio. — Sente o gosto da minha porra, caralho. Eu vou gozar de novo na sua cara... E você também. Goza nos meus dedos, Tamara. Goza gritando meu nome, porra!
As duas se lambiam e se fodiam com os sons molhados se misturando ao barulho da chuva. Tamara chupava e gemia contra a carne, a língua batendo rápido no clitóris enquanto Rosa a dedava sem piedade, os dedos entrando até o fundo, o barulho obsceno de boceta molhada enchendo o ambiente. O cheiro de sexo era forte, suor e porra misturados.
— Rosa... porra, Rosa, me fode! — gritou Tamara contra a boceta da outra, o corpo tremendo. — Vou gozar, vou esguichar tudo...
Rosa rebolou mais rápido, quase sufocando Tamara com a boceta, e os dedos dentro dela se mexiam em círculos brutais.
— Goza junto comigo, sua puta. Agora!
O orgasmo veio em onda dupla. Rosa gozou primeiro, esguichando forte na boca e no rosto de Tamara, o líquido quente escorrendo pelo pescoço da guia. No mesmo instante, Tamara arqueou as costas, a boceta contraindo nos dedos de Rosa, e esguichou também, jatos intensos molhando a mão e o braço da fotógrafa, o corpo inteiro sacudindo no concreto.
Elas desabaram, ofegantes, cobertas de suor e porra, peitos subindo e descendo, coxas trêmulas. Rosa rolou para o lado, puxando Tamara para um beijo lento e sujo, saboreando o gosto misto das duas bocetas na língua dela.
— Porra... — sussurrou Tamara, a voz rouca. — Isso foi... anos atrasados.
Elas se vestiram devagar, roupas ainda molhadas grudando na pele suada. Beijos suaves agora, bocas se encontrando com carinho misturado à safadeza residual. Rosa lambeu um resto de gozo no queixo de Tamara e riu baixo.
— A gente repete isso no farol sempre que quiser — murmurou ela, a mão ainda apertando a bunda da guia por baixo do short. — Mas da próxima vez eu quero te foder com o cintaralho que eu trouxe na mochila. Quero te ver gemendo de quatro nesse concreto.
Tamara mordeu o lábio inferior dela.
— E eu quero chupar seus peitos enquanto você me mete. Não acabou, Rosa. Longe disso.
Elas saíram de mãos dadas, sorrisos cúmplices no rosto, a chuva ainda caindo forte lá fora, molhando os cabelos e colando as blusas aos corpos. O farol ficava para trás, escuro e cheio do cheiro delas, mas a tensão no ar entre as duas só tinha engrossado — a promessa suja pairando, a vontade de mais já latejando de novo entre as pernas enquanto desciam a trilha encharcada, dedos entrelaçados apertando com força, cada uma já imaginando a próxima vez que o concreto frio receberia seus corpos gozando.
A chuva castigava a trilha encharcada e as duas desciam escorregando nas pedras molhadas, dedos ainda entrelaçados, short colado na bunda, blusas transparentes grudadas nos peitos duros. Tamara sentia a boceta latejando de novo, ainda escorrendo restos do gozo anterior misturado com a água fria que escorria pelas coxas. Cada passo fazia os lábios inchados se esfregarem e ela mordia a boca por dentro, imaginando o cintaralho que Rosa tinha prometido.
Rosa parou de repente no meio da trilha, a mochila pesada nas costas, o cabelo colado no pescoço. Olhou para Tamara com aqueles olhos escuros cheios de fome crua.
— Eu não aguento esperar a próxima vez, porra. Meu cu tá latejando só de pensar em te foder. Vamos voltar agora.
Tamara não hesitou. Virou no mesmo instante, puxando Rosa pela mão com força, subindo de novo a trilha escorregadia de volta pro farol. O coração batia forte, a boceta latejando, a saliva já enchendo a boca de vontade. Elas entraram de novo na torre escura, pingando água no concreto frio, o cheiro de mofo misturado com o cheiro grosso de sexo que ainda pairava no ar.
Rosa jogou a mochila no chão, abriu o zíper com pressa e tirou o cintaralho grosso, preto, veias falsas saltadas, a base larga. Passou a tira pelos quadris sem nem tirar o short molhado por completo, só puxando de lado o suficiente. O pau de borracha balançava pesado na frente dela, brilhando com a lubrificação que ela espremeu rápido na cabeça.
— Tira essa porra e ajoelha, Tamara. Quero te ver de quatro nesse chão sujo, essa bunda aberta me esperando.
Tamara puxou short e calcinha num movimento só, ajoelhou no concreto molhado, peitos pesados balançando pra baixo, a boceta depilada já pingando de novo. Abriu as pernas, arqueou a coluna, empinou a bunda e olhou por cima do ombro.
— Mete esse pau grosso na minha boceta, sua vadia. Fode essa puta até eu gritar.
Rosa se ajoelhou atrás dela, passou a cabeça grossa do cintaralho nos lábios molhados de Tamara, esfregando de cima a baixo, coletando o gozo que já escorria. Empurrou devagar no começo, sentindo a boceta apertada engolir o pau centímetro por centímetro. Tamara gemeu alto, a boca aberta, baba caindo no chão.
— Mais fundo, caralho. Enfia tudo.
Rosa segurou a cintura dela com as duas mãos e meteu até o fim num golpe seco. O pau sumiu inteiro dentro da boceta quente e molhada. O barulho molhado ecoou no farol vazio enquanto ela começava a foder com força, quadris batendo na bunda redonda de Tamara, pele molhada estalando contra pele.
— Olha essa boceta engolindo meu pau, sua putinha safada — rosnava Rosa, metendo fundo, puxando quase pra fora e enfiando de novo até as bolas de silicone baterem no clitóris de Tamara. — Anos te imaginando assim, gemendo igual uma cadela no cio. Sua boceta tá escorrendo na minha rola, porra. Que delícia quente e apertada.
Tamara rebolava pra trás, encontrando cada estocada, os peitos balançando pesados, os bicos duros arranhando o concreto frio. A língua dela saía da boca, gemidos sujos saindo sem vergonha.
— Mais forte, Rosa! Fode essa vadia! Bate nessa bunda enquanto mete!
Rosa deu um tapa seco na nádega direita, depois na esquerda, a marca vermelha aparecendo na pele molhada. Meteu mais rápido, o cintaralho entrando e saindo com barulho obsceno de porra batendo. Com uma mão livre escorregou por baixo, achou o clitóris inchado de Tamara e esfregou em círculos brutais enquanto fodia.
— Goza nessa rola, sua puta. Quero sentir essa boceta apertar e esguichar tudo.
Tamara gritou, o corpo inteiro tremendo, a boceta contraindo forte em volta do pau grosso. Gozo jorrou em jatos quentes, molhando as coxas de Rosa, escorrendo pelo concreto. Rosa não parou. Continuou metendo no meio do orgasmo dela, forçando o corpo de Tamara a gozar de novo logo em seguida, outro esguicho mais fraco mas ainda quente.
Ainda ofegante, Tamara se virou, deitou de costas no chão sujo, puxou as próprias pernas pra cima, abrindo a boceta latejante e vermelha.
— Agora me fode de frente. Quero ver sua cara enquanto você enfia esse pau em mim. E chupa meus peitos, caralho.
Rosa obedeceu. Enfiou o cintaralho de novo, agora olhando direto nos olhos de Tamara, peitos pesados balançando acima dela. Se inclinou e engoliu um mamilo grosso, chupando forte, dentes roçando enquanto metia fundo. A outra mão apertava o peito restante, dedos pinçando o bico até Tamara gritar de prazer misturado com dor gostosa.
— Isso, mama esses peitos enquanto me fode, sua puta faminta — gemia Tamara, as unhas cravadas nas costas de Rosa. — Mais fundo. Quero sentir esse pau no fundo da minha boceta.
Rosa mudou o ângulo, enfiando o polegar no cu apertado de Tamara ao mesmo tempo que o cintaralho fodia a boceta. O dedo entrou fácil de tanto gozo escorrendo. Tamara arqueou as costas, um gemido gutural saindo da garganta.
— Porra, meu cu também! Mete o dedo, fode os dois buracos!
Rosa enfiou o polegar até a base, mexendo em círculos enquanto o pau de borracha martelava o ponto doce lá dentro. O cheiro de sexo grosso, suor e chuva enchia o farol. Gotas caíam do teto quebrado nas costas nuas delas. Rosa sentia a própria boceta latejando sem alívio, escorrendo pela tira do cintaralho.
Ela puxou o pau pra fora de repente, tirou a tira rápido e se jogou por cima de Tamara de novo, virando na posição 69 no concreto frio. Enfiou a cara na boceta inchada e gozada da guia, chupando o clitóris ainda sensível com fome, enquanto empurrava a própria boceta molhada na boca de Tamara.
— Chupa minha boceta agora, sua vadia. Engole meu gozo enquanto eu te como de novo com a língua.
Tamara agarrou a bunda de Rosa e puxou pra baixo com força, a língua enfiando fundo no buraco molhado, chupando, lambendo, enfiando dois dedos no cu da fotógrafa ao mesmo tempo. Rosa gemia contra a carne dela, o som abafado, a língua trabalhando rápido no clitóris inchado. As duas se fodiam com a boca, dedos entrando em buracos apertados, saliva e gozo escorrendo pelos queixos, pelos peitos, pingando no chão.
Rosa sentiu o orgasmo subindo de novo. Rebolou com força na cara de Tamara, quase sufocando ela, e gozou com um grito abafado, esguichando direto na boca aberta da guia. Tamara engoliu tudo que pôde, a língua ainda lambendo enquanto o próprio corpo contraiu outra vez, um gozo seco e convulsivo sacudindo as coxas.
Mas não pararam. Rosa se levantou trêmula, enfiou o cintaralho de novo, puxou Tamara pelas coxas até a beira de uma tábua caída e a virou de lado. Enfiou o pau grosso de novo na boceta já folgada e escorrendo, metendo de lado, uma mão segurando a perna dela aberta, a outra esfregando o clitóris sem piedade.
— Olha só essa boceta destruída, cheia da minha porra falsa. Você é uma puta barata, Tamara. Uma guia safada que deixa turista te foder no farol abandonado.
— Sou sua puta — gemia Tamara, a voz rouca, a boca aberta. — Fode mais forte. Quero acordar amanhã com a boceta latejando da sua rola.
Rosa meteu até o limite, o corpo inteiro batendo, suor escorrendo entre os peitos colados. Sentiu Tamara apertar de novo e acelerou, o barulho molhado e sujo enchendo tudo. As duas gozaram juntas mais uma vez, Tamara esguichando em jatos fracos mas constantes, Rosa tremendo por cima dela, a boceta dela mesma contraindo no vazio, escorrendo pela coxa.
Elas caíram no concreto encharcado de gozo e chuva, peitos subindo e descendo, bocetas latejando abertas e vermelhas. Rosa ainda com o cintaralho preso na cintura, o pau preto brilhando de porra mista. Tamara estendeu a mão, agarrou o pau de borracha e chupou a cabeça suja, lambendo o gosto das duas bocetas misturado.
Rosa riu baixo, o som rouco e sujo.
— Ainda não acabou, caralho. Vira de quatro de novo. Agora eu quero enfiar esse pau no seu cu até você gozar sem nem tocar na boceta.
Tamara obedeceu na hora, empinando a bunda outra vez, abrindo as nádegas com as próprias mãos, o cu pisquinho e pronto. Rosa passou o gozo que escorria da boceta dela pelo buraco apertado, enfiou a cabeça do cintaralho devagar e empurrou até sumir inteiro no cu quente. Tamara gritou, o corpo inteiro sacudindo, mas empurrou pra trás pedindo mais.
Rosa fodeu o cu dela com estocadas longas e profundas, uma mão batendo na bunda, a outra alcançando por baixo pra esfregar a boceta molhada. O farol inteiro ecoava com gemidos sujos, o barulho de pau entrando no cu, pele batendo em pele.
— Aperta esse cu na minha rola, sua putinha. Goza só com o cu sendo fodido.
Tamara gozou gritando, a boceta esguichando no concreto sem ninguém tocar direito, o cu contraindo forte em volta do pau grosso. Rosa meteu até o fim uma última vez e tirou de uma vez, o cu de Tamara piscando aberto e vermelho, escorrendo.
Rosa se ajoelhou na frente dela, enfiou os dedos na boceta e no cu ao mesmo tempo e enfiou a cara entre as pernas, lambendo tudo, chupando o gozo que saía. Tamara agarrou a cabeça dela e esfregou a boceta na boca até gozar de novo, jatos fracos molhando o rosto sujo da fotógrafa.
Quando finalmente pararam de tremer, Rosa puxou o cintaralho pra fora de vez, olhou pro pau coberto de porra e cu e enfiou na boca de Tamara.
— Limpa essa porra. Chupa tudo que saiu do seu cu e da sua boceta.
Tamara chupou fundo, a língua limpando cada veia falsa, engolindo o gosto ácido e sujo. Rosa segurou a cabeça dela e meteu a boca no pau até o fundo algumas vezes só pra ver a guia engasgar.
Elas se olharam, corpos suados, cobertos de gozo, chuva ainda caindo pelos buracos do farol. Rosa passou a mão na boceta inchada dela mesma, coletou o líquido grosso nos dedos e esfregou nos lábios de Tamara.
— Mama isso também.
Tamara chupou os dedos sujos até limpar. Rosa se inclinou e cuspiu na boca aberta dela, misturando saliva e resto de gozo. Tamara engoliu.
A chuva lá fora batia mais forte. Rosa enfiou três dedos de uma vez na boceta latejante de Tamara, mexeu rápido e tirou, mostrando os fios grossos de porra escorrendo entre os dedos.
— Essa boceta é minha agora. Vou te foder nesse farol sempre que eu quiser, sua puta esguichadeira.
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