Colheita Proibida no Vinhedo

A madrasta Clara chupa e fode gostoso com o enteado Terrence no vinhedo, traindo o pai.

11 min read August 22, 2026New

O sol de final de tarde batia pesado nos ombros de Terrence quando o carro parou na estrada de terra que cortava o vinhedo da família. Vinte e dois anos, ombros largos de academia, calça jeans suja de viagem e uma camiseta colada no peito suado. Fazia quase um ano desde a última visita, e a casa grande no alto da colina parecia a mesma — telhado vermelho, varanda larga, o cheiro doce de uvas maduras subindo com o vento quente.

Ele desceu as malas e já sentiu o corpo reagir antes mesmo de vê-la. Clara estava no meio das fileiras, curvando a cintura para cortar um cacho. Quarenta e um anos, curvas generosas apertadas num vestido fino de alcinha que o suor transformara em segunda pele. Os seios pesados balançavam sem sutiã, os mamilos escuros marcando o tecido molhado. A saia curta subia nas coxas grossas cada vez que ela se inclinava, mostrando a virilha cheia e o começo da bunda redonda. O cabelo escuro preso num coque frouxo, fios grudados na nuca suada.

Terrence parou no meio do caminho, a boca seca. Lembrava exatamente do dia em que ela o pegara. Semana passada, ele chegara mais cedo, andara até o vinhedo sem avisar, e a encontrara quase nua sob o sol — só uma calcinha branca enfiada no rabo enquanto colhia. Ficara escondido atrás de uma parreira, punho apertado na pica dura, observando aquelas tetas balançarem e o rabo tremer a cada movimento. Clara virara de repente, os olhos escuros cravados nele. Não gritou. Não correu. Só o encarou, a língua passando devagar no lábio inferior, e murmurou “viu o bastante, moleque?” antes de puxar a blusa de volta. Desde então o ar entre os dois pesava como pedra quente.

O pai partira na manhã seguinte para uma viagem de negócios de três semanas. Clara administrava tudo: a colheita, os funcionários, a casa. E agora, com Terrence de volta nas férias, os dois sabiam que qualquer passo seria traição suja, imperdoável. Ainda assim o pau dele latejou só de vê-la se endireitar e limpar o suor entre os peitos com o dorso da mão.

— Chegou cedo — disse ela, a voz rouca de sol e vinho. Aproximou-se sem pressa, o vestido colado na buceta, o tecido transparentando o contorno dos lábios grossos. — Seu pai nem ligou ainda. Deve estar no avião.

Terrence engoliu em seco.

— Vim ajudar na colheita. Como sempre.

Clara riu baixo, o peito subindo.

— Como sempre, é? Você cresceu pra caralho, Terrence. Olha esses braços. Esses ombros. Não é mais o menino que eu botava pra dormir.

Ela passou por ele de propósito, o quadril roçando na coxa dele, o cheiro de suor feminino e uva esmagada subindo direto pro cérebro. Terrence sentiu a rola endurecer dentro da calça. Seguiu-a até as fileiras do meio, onde os cachos pesados pendiam roxos e doces. Clara lhe entregou uma tesoura de poda e começou a trabalhar ao lado, os corpos quase se tocando no corredor estreito entre as parreiras.

O calor era absurdo. O suor escorria pela coluna dela, molhando a racha da bunda. Cada vez que se curvava, a saia subia e ele via o contorno da calcinha fina, já um pouco escura no meio. Clara não se importava. Falava alto, sem filtro.

— Tá quente pra porra hoje. Tô encharcada. Olha isso.

Passou a mão pela parte de dentro da coxa, puxando o tecido da saia pra cima só o suficiente pra ele enxergar a pele brilhando. Os dedos dela roçaram de leve a própria virilha antes de voltar pro cacho.

— Você também tá suando feito animal. Tira essa camisa, porra. Não precisa de cerimônia comigo.

Terrence obedeceu, puxando a camiseta pela cabeça. O peito largado, o abdômen marcado, a linha de pelos descendo sumindo na calça. Clara parou de cortar. Os olhos dela desceram devagar, pararam na ereção óbvia marcando o jeans, e voltaram pro rosto dele com um sorriso sujo.

— Olha só. Já tá duro só de ficar perto. Sempre foi assim desde aquele dia, né? Quando me pegou semi pelada. Ficou espiando a madrasta como um tarado. Eu vi o pau latejando na sua mão, Terrence. Vi tudo.

Ele engasgou, o sangue subindo pro rosto e descendo pro pau ao mesmo tempo.

— Eu… desculpa. Não devia—

— Cala a boca — ela cortou, chegando mais perto. O peito dela quase colado no peito nu dele. O suor misturava. — Eu não te denunciei pro seu pai. Sabia por quê? Porque fiquei molhada pra caralho. Fiquei com a buceta latejando a noite inteira, esfregando nos lençóis pensando no enteado me comendo escondido enquanto o corno do meu marido viajava.

A mão dela subiu pelo peito dele, unhas roçando o mamilo. Terrence soltou um gemido baixo. O cheiro dela — suor, uva, tesão — enchia o nariz. Ao redor só havia fileiras e mais fileiras, o som distante de pássaros, nenhum funcionário por perto naquela hora. Clara roçou o quadril de propósito na pica dura dele, a saia fina e a calça jeans o único obstáculo.

— Você cresceu tanto — murmurou, a boca perto da orelha dele. — Braço forte, pau grosso marcando assim… eu fico pensando como deve ser engolir essa porra. Como deve doer entrar fundo. Tenho quarenta e um, Terrence. Casada com o seu pai. Devia estar envergonhada. Em vez disso tô aqui encharcada, a calcinha colada na xota só de sentir seu cheiro.

Ela agarrou a mão dele e enfiou por baixo da própria saia. Terrence sentiu a pele quente da coxa, depois o tecido molhado da calcinha. Clara gemeu quando os dedos dele pressionaram o clitóris inchado por cima do pano.

— Tá vendo? Pingando. Desde que você chegou. Desde que te peguei me olhando. Eu sempre quis, porra. Sempre quis foder com o enteado. Queria sentar nessa pica enquanto seu pai tá longe, chupar até engasgar, deixar você gozar dentro e escorrer pela minha perna no meio do vinhedo.

Terrence respirou fundo, os dedos apertando mais, sentindo o calor úmido. Os olhos dela cravaram nos dele, escuros, famintos, sem nenhuma dúvida.

— Eu também — confessou ele, a voz rouca. — Porra, Clara… eu bati punheta pensando em você toda noite depois daquele dia. Pensando em te comer. Em te trair o meu pai. É errado pra caralho. Se ele descobrir…

— Se ele descobrir a gente se fode — ela completou, já puxando o rosto dele pra baixo. — Mas eu quero mesmo assim. Quero essa rola na minha boca e na minha boceta. Quero que você me foda como se eu fosse puta, não madrasta. Fala que também quer. Fala agora.

— Quero — ele rosnou. — Quero te foder. Quero te chupar até você gozar na minha cara. Quero trair ele com você bem aqui, no meio das uvas. É proibido pra porra e eu tô doido pra fazer.

Clara não esperou mais. A boca dela bateu na dele com fome, língua grossa invadindo, dentes puxando o lábio inferior. O beijo era molhado, sujo, cheio de saliva e gemido. Ela esfregava a boceta na mão dele enquanto a outra mão descia e apertava o pau por cima da calça, medindo a espessura, gemendo dentro da boca dele como se já estivesse engolindo. Terrence agarrou a bunda dela com a mão livre, os dedos afundando na carne macia, puxando ela contra a ereção até doer. O vestido subiu na cintura. O suor escorria entre os corpos colados. O gosto dela era de uva e tesão puro.

Eles se beijavam como se fossem se devorar, admitindo entre lambidas e mordidas que iam transar, que o pai podia se foder, que o vinhedo inteiro podia ouvir. Clara puxou a cabeça dele pra baixo, enfiando o rosto entre os peitos suados, e sussurrou contra a pele dele:

— Ainda não. Ainda não vou te deixar meter. Primeiro quero te torturar mais um pouco. Quero que você fique com esse pau doendo a tarde inteira. Mas hoje à noite… quando escurecer… você vem me procurar no quarto. Ou eu te encontro aqui de novo. E aí a gente fode de verdade. Entendeu, enteado?

Terrence assentiu, a boca ainda colada no peito dela, o coração batendo como se fosse explodir. O sol continuava caindo sobre as parreiras. O cheiro de sexo e uva madura pairava no ar quente. E a traição, já começada naquele beijo sujo, só esperava a escuridão para virar carne.

O sol tinha sumido há horas quando Terrence desceu a colina descalço, a camiseta ainda aberta no peito e a calça jeans já aberta no cós. O vinhedo cheirava a uva esmagada e terra quente. As parreiras formavam corredores escuros, só o luar prateando os cachos. Ele a encontrou no mesmo lugar da tarde — Clara de pé entre duas fileiras, o vestido fino já no chão, só a calcinha branca enfiada no rabo gordo. Os seios pesados balançavam livres, mamilos duros de frio e tesão. Ela sorriu sujo quando o viu chegar.

— Chegou, enteado. Tava te esperando com a buceta pingando.

Não teve conversa. Clara caiu de joelhos na terra fofa, puxou a calça e a cueca dele num só movimento e engoliu o pau grosso de uma vez. A boca quente e molhada desceu até o fundo, o nariz afundando nos pelos, a garganta se abrindo com um engasgo molhado. Terrence segurou a cabeça dela com as duas mãos, os dedos enfiados no cabelo escuro, e meteu devagar. Clara chupava com voracidade, língua enrolando na veia grossa, saliva escorrendo pelo queixo e caindo nos peitos. Ela puxava ar pelo nariz e voltava a engolir até o saco bater no queixo, gemendo em volta da rola como se fosse a melhor refeição da vida.

— Isso, madrasta puta… engole tudo — ele rosnou, segurando firme e fodendo a boca dela. Clara boquejava, olhos marejados, babando sem parar, uma mão apertando os ovos inchados enquanto a outra esfregava a própria buceta por cima da calcinha encharcada. O barulho era obsceno: chupadas altas, engasgos, o barulho úmido da garganta sendo arrombada. Ela tirou o pau só pra cuspir em cima e lamber a cabeça roxa, olhando pra cima.

— Que pau gostoso, porra. Sempre quis engasgar nisso. Seu pai nunca me fode a boca assim…

Terrence puxou ela pelo cabelo, pôs de quatro no chão entre as videiras e rasgou a calcinha. A buceta dela abriu gorda, rosada, escorrendo fio de porra branca até a coxa. Ele ajoelhou atrás, encaixou a cabeça grossa e enterrou de uma tacada só até o saco bater na bunda. Clara gritou abafado, a testa colada na terra, as unhas arranhando o chão.

— Aih, caralho! Mete fundo, enteado safado!

Ele fodeu pesado, segurando a cintura larga e batendo a pélvis na bunda gorda. Cada estocada fazia a carne tremer. A mão dele desceu e deu um tapa seco na nádega, o barulho ecoando baixo entre as parreiras. Outro tapa, mais forte, deixando a marca vermelha.

— Madrasta safada… olha só essa buceta engolindo o pau do enteado. Toda molhada de trair o meu pai. Fala que é puta.

— Sou puta… sou a madrasta puta que adora pau de enteado — ela gemeu alto, empurrando o rabo pra trás. — Me fode mais forte, Terrence. Arromba essa boceta casada.

Ele agarrou o cabelo dela, puxou a cabeça pra trás e meteu fundo, o pau sumindo inteiro na carne quente e apertada. O suor escorria pelas costas dele, pingava na bunda dela. O cheiro de sexo misturava com uva madura. Clara gozava pequeno a cada investida, a buceta espasmando e fazendo barulho de xoxota molhada sendo arrombada. Terrence sentia o sangue bater na cabeça da pica, mas segurava. Puxou dela, deitou de costas na terra e puxou ela pra cima.

— Senta, madrasta. Quica nessa porra até gozar.

Clara montou de frente, abriu a buceta com os dedos e desceu devagar, engolindo o pau centímetro por centímetro até o fundo. Gemeu longo quando sentou por completo, o clitóris ralando na base. Então começou a quicar com força, as coxas grossas batendo, os seios pulando pesados na cara dele. Terrence mordeu um mamilo, chupou forte, enquanto as mãos agarravam a bunda e ajudavam a metida. Ela cavalgava como louca, gemendo alto sem se importar se alguém ouvia, o cabelo solto colado no suor do rosto.

— Aih, aih, porra… esse pau me fode tão gostoso… tô gozando, Terrence… tô gozando na rola do meu enteado!

A buceta dela apertou violento, contrações quentes esmagando o pau dele. Clara tremeu inteira, a boca aberta num grito abafado, o líquido escorrendo pelo saco dele. Terrence não aguentou. Segurou a cintura dela com força, cravou fundo e gozou jatos grossos dentro, enchendo a buceta casada de porra quente. Cada jato fazia ele gemer rouco, o corpo rígido, os ovos latejando enquanto esvaziava tudo lá no fundo. Clara ainda quicava devagar, espremendo até a última gota, sentindo o creme escorrer pra fora misturado com o gozo dela.

Ficaram assim um tempo, ofegantes, suados, o pau ainda latejando dentro dela. O luar batia nas folhas. O cheiro de sexo era denso. Clara desceu devagar, a porra escorrendo pela coxa interna e pingando na terra. Os dois riram baixinho, o riso nervoso e sujo do risco que tinham corrido.

— Se alguém tivesse passado… — ela sussurrou, pegando o vestido e enfiando sem calcinha.

— Tinha visto a madrasta cheia de porra do enteado no meio do vinhedo — Terrence completou, puxando a calça. O sorriso era largo, ainda ofegante.

Eles se vestiram rápido, as mãos se roçando de propósito. Clara chegou perto, a boca colada no ouvido dele.

— Seu pai fica fora mais duas semanas e meia. Todas as noites, entendeu? Aqui. Mesma hora. Eu quero essa rola de novo. Quero engolir, quero sentar, quero que você me foda até eu não conseguir andar.

— Vou te foder todas as noites, madrasta. Enquanto ele estiver longe a gente se encontra escondido. Pactinho sujo. Ninguém precisa saber.

Ela puxou o rosto dele e beijou sujo, língua lambendo o gosto de buceta e porra que ainda estava na boca dele. O beijo foi longo, molhado, selando o acordo proibido. Depois se separaram. Clara ajeitou o cabelo, ele fechou a camisa. Caminharam lado a lado pela estrada de terra de volta pra casa, sem se tocar, como se tivessem só colhido uvas tarde da noite.

A porta da frente fechou atrás deles com um clique suave. A casa grande ficou em silêncio.

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