Proibida na Adega do Marido

A Mariana, casada com o dono da adega, deixa o Lucas, sócio e amigo do marido, foder ela gostoso bem na frente dele.

6 min read August 24, 2026New

Eu sou a Mariana, trinta e dois anos, casada há oito com o Ricardo, dono de uma adega de vinhos premium encravada na serra. Nunca imaginei que a vida de casada ia me empurrar para um desejo tão sujo e tão gostoso. Tudo começou numa sexta à noite, depois de uma safra que tinha dado certo demais. O Ricardo me puxou para a cama, me beijou devagar e, com a voz rouca colada no meu ouvido, confessou que fantasiava em me ver sendo fodida por outro homem. Não qualquer um. Pelo Lucas. Sócio, melhor amigo, aquele homem alto, ombros largos, braços de quem carrega barril o dia inteiro e um pau que eu já tinha sentido pressionar contra a minha coxa num abraço “inocente” de fim de ano. Ele sempre me olhava com fome contida. Eu fingia não perceber. Mentira. Eu percebia e molhava a calcinha.

O Lucas estava passando a semana na casa de campo ao lado da adega. Reformas no apartamento dele, desculpa perfeita. Eu andava pela cozinha de camisola fina e sentia o olhar dele queimar minhas costas. O Ricardo não só aprovava: ele me puxava para o canto da adega, me enfiava dois dedos e sussurrava que queria que eu tomasse a iniciativa. Que quisesse. Que pedisse. A tensão ficou tão densa que o cheiro de carvalho e vinho tinto parecia excitante demais. Eu masturbava no banho pensando no Lucas me abrindo enquanto o meu marido assistia. Proibido. Errado. Perfeito.

Na noite da degustação, só nós três. Luz baixa, taças de cristal, um cabernet reserva que o Ricardo abriu com solenidade falsa. Ele se sentou num canto, perna cruzada, copo na mão, fingindo que era só um observador curioso. Eu e o Lucas ficamos de pé entre as mesas de degustação. Eu usei um vestido preto curto, sem sutiã, calcinha de renda que já estava úmida só de imaginar. O Lucas serviu meu copo. Nossos dedos se roçaram. O vinho desceu quente pela garganta.

— Esse aqui tem gosto de cereja madura e um fundo de couro — ele disse, voz grave, olhando direto para a minha boca.

— Couro e pecado — respondi, sem desviar. — Como certas coisas que a gente não deveria provar.

O Ricardo soltou uma risada baixa do canto. Eu sentei no banco alto, abri um pouco as pernas. O Lucas se aproximou para “mostrar o rótulo”. A coxa dele encostou na minha. Calor. O pau dele já marcava a calça. Eu girei o copo, finjo que entendo de taninos, e deixo o joelho roçar de propósito o volume duro. Ele engoliu em seco.

— Mariana… — murmurou.

— Meu marido quer me ver sendo tua — confessei, baixo, só para ele, o coração batendo na garganta. — Ele quer que eu seja tua putinha aqui, na adega dele. E eu quero. Porra, Lucas, eu quero tanto.

O copo dele bateu na mesa. Em dois segundos a mão grande dele estava na minha nuca e a boca dele cobriu a minha. Beijo faminto, língua grossa, dente puxando meu lábio inferior. Eu gemi dentro da boca dele. As mãos dele desceram, apertaram minha bunda por cima do vestido, subiram pela lateral e acharam meus peitos duros. Ele pinçou um mamilo e eu soltei um ai alto o bastante para o Ricardo ouvir. Meu marido se ajeitou na cadeira, a mão já descendo para a própria calça.

— Isso, amor — disse o Ricardo, voz embargada de tesão. — Deixa ele te comer com vontade.

O Lucas me puxou para o fundo da adega, entre os barris de carvalho. O cheiro de madeira e vinho ficou mais forte. Ele me virou de costas, ergueu meu vestido até a cintura e puxou a calcinha para o lado. Dois dedos grossos entraram de uma vez na minha boceta ensopada. Eu gemi alto, apoiando as mãos na mesa de degustação de carvalho escuro.

— Porra, tá pingando — ele rosnou. — Casada safada.

— Tua — consegui dizer. — Fode tua casada.

Ele abriu o zíper. O pau saiu pesado, grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Maior do que eu tinha imaginado nas minhas punhetas secretas. Ele esfregou a glande nos meus lábios inchados, molhou o comprimento inteiro no meu mel e, sem avisar, enfiou até o fundo num só embalo. Eu gritei. A mesa tremeu. Ele me preencheu por completo, esticando, doendo gostoso, as bolas batendo na minha clitóris.

— Amante — eu gemia, de quatro sobre a madeira fria. — Me fode, amante, assim, fundo…

O Lucas segurou meus quadris com força de homem que carrega caixas o dia inteiro e meteu. Estocadas longas e brutais. Cada vez que entrava, um gemido saía da minha garganta. O vestido amassado na cintura, os peitos balançando para fora do decote. Eu olhava por cima do ombro e via o Ricardo bem perto agora, pau na mão, punhetando devagar, olhos vidrados, sorrindo como se tivesse ganhado o prêmio máximo da vida.

— Mais forte, Lucas — mandou meu marido. — Ela aguenta. Minha mulher é puta pra caralho. Goza nela. Quero ver tua porra escorrendo da boceta dela.

O Lucas obedeceu. Me fodeu como se quisesse me marcar. A mesa rangia. Eu gozei a primeira vez com ele me pegando daquele jeito, contrações violentas apertando o pau grosso, fluidos escorrendo pela minha coxa e pingando no chão de pedra. Ele não parou. Me virou, deitou minha costas na mesa, ergueu minhas pernas e abriu bem. Entrou de novo no papai-e-mamãe, fundo, tão fundo que eu sentia ele no fundo da barriga. As mãos dele prenderam meus tornozelos abertos. Cada estocada fazia meus peitos quicarem. Eu gritava o nome dele, gritava “amante”, gritava “não para”.

— Olha pra ele — ordenou o Lucas. — Olha teu marido enquanto eu te encho.

Eu olhei. O Ricardo estava a um metro, punheta rápida agora, respiração ofegante.

— Goza pra ele, Mari — pediu o Ricardo. — Goza no pau do meu sócio.

Gozei de novo, ainda mais forte, a visão embassando, a boceta latejando e esguichando em volta do pau do Lucas. Ele gemeu grave, as estocadas ficaram irregulares e profundas.

— Dentro — rugiu o Ricardo. — Goza dentro dela. Enche minha mulher.

O Lucas enterrou até o osso e gozou. Jatos quentes e grossos inundando minha boceta, pulsando, enchendo, vazando pelas laterais enquanto ele ainda empurrava. Eu sentia cada espasmo. Quando ele saiu, um fio branco escorreu. Ele subiu na mesa, ajoelhou ao lado da minha cabeça, pegou meu cabelo e enfiou o pau sujo de porra e de mim na minha boca.

— Limpa — ordenou.

Eu chupei com fome, lambendo a própria porra misturada com o gosto dele, engolindo o que sobrou enquanto o Ricardo gozava na própria mão, gemendo meu nome. O Lucas ainda gozou mais um pouco na minha língua, quente, salgado, e eu engoli tudo, olhando para o meu marido o tempo todo.

Ficamos ali, ofegantes, o cheiro de sexo misturado com carvalho e vinho caro. O Lucas beijou minha testa suada. O Ricardo veio, me beijou na boca suja e sussurrou que me amava mais do que nunca. Eu ri, ainda com as pernas tremendo, a boceta latejando cheia.

Voltei para a casa de campo naquela mesma noite, andando devagar, sentindo a porra do Lucas escorrer devagar pela coxa a cada passo. O Ricardo me segurou pela cintura o caminho inteiro, orgulhoso, como se eu fosse um troféu que ele tinha decidido compartilhar.

Só que a confissão verdadeira é outra: a fantasia sempre foi minha desde o primeiro olhar do Lucas na festa de confraternização, e fui eu quem plantei a semente no ouvido do Ricardo noite após noite, gemendo o nome do sócio dele no escuro, até ele acreditar que o desejo tinha nascido nele.

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