Amigos de Ringue Depois da Meia-Noite

Depois do treino, o lutador Wesley flagra o parceiro Darius vestido de lingerie no vestiário e os dois acabam fodendo gostoso como macho e putinha.

22 min read September 02, 2026New

O relógio do vestiário do clube amador já passava da meia-noite quando o último fluorescentes chiaram e apagaram em sequência, deixando só a luz amarela dos corredores. Wesley enxugava o suor do peito largo com a toalha, músculos ainda inchados do sparring pesado, quando ouviu o barulho suave de seda deslizando. Ele empurrou a porta do vestiário interno e parou seco.

Darius estava de costas, só de short de treino. As meias-calças pretas de seda subiam pelas coxas finas, brilhando sob a luz fraca. A calcinha rendada preta marcava o volume discreto entre as pernas, e as alças do sutiã apertavam os ombros magros por baixo da camiseta molhada que ele tentava tirar. O jovem de vinte e quatro anos congelou, o rosto vermelho até as orelhas.

— Caralho… — murmurou Wesley, a voz grave ecoando nas paredes de azulejo. Ele fechou a porta sem barulho e travou. — Então era isso.

Darius engoliu seco, mãos tremendo na barra do short.

— Wesley, eu… por favor, não conta pra ninguém. Eu juro que—

— Cala a boca. — Wesley deu um passo, o cheiro de suor e sabão barato misturado no ar. Os olhos escuros desceram devagar pelo corpo delicado do parceiro de ringue. Trinta e dois anos de luta tinham ensinado a ler gente; ele sempre soubera. Os treinos longos demais, o jeito que Darius se encolhia no chuveiro, o perfume suave escondido na bolsa. — Eu sempre soube do teu lado sissy, porra. Sempre. E fico louco de tesão imaginando você completamente feminizado. Toda noitinha eu gozo pensando nisso.

Darius piscou, a boca entreaberta. O pau dele já latejava dentro da calcinha, um volume confesso que a renda não conseguia esconder. O peito subia e descia rápido.

— Você… você não tá zoando?

— Zoando? — Wesley riu baixo, seco, e puxou a própria camisa molhada pela cabeça, revelando o torso marcado de cicatrizes leves e pelos escuros. O short de luta marcava o pau grosso já semi-duro. — Eu quero te ver de pernas abertas, com batom e tudo. Quero te tratar como a garota safada que você é.

A tensão engrossou o ar quente. Darius ficou corado até o pescoço, mas os olhos brilhavam de fome. Ele mordeu o lábio inferior.

— Eu… eu sonho exatamente com isso. Ser desejado assim por um homem forte igual você. Todo dia eu venho treinar e fico imaginando você me pegando. Me vestindo. Me usando.

Wesley se aproximou até quase tocar. A mão grande subiu pela coxa coberta de seda, sentindo o tecido esfriar sob os dedos calejados. Ele elogiou baixinho, a voz rouca:

— Olha esse corpinho delicado… essas coxas macias, essa cintura fina. Você nasceu pra ser putinha de macho, Darius. Eu quero te foder até você esquecer o próprio nome.

Darius tremeu, empurrando o quadril contra a mão.

— Me veste… por favor. Me veste e me usa. Eu quero ser tua.

Foi o suficiente. Wesley puxou o rosto dele e beijou com fome, língua grossa invadindo a boca, dentes puxando o lábio. Darius gemeu dentro do beijo, mãos se agarrando nos ombros largos, a barreira desabando num segundo. O beijo era quente, desesperado, suado, com gosto de adrenalina e desejo acumulado há meses.

Wesley soltou a boca só pra ir até o armário dele. Tirou a sacola preta que Darius escondia atrás dos equipamentos. Abriu. Lingerie vermelha de renda fina, meia-calça 7/8 preta transparente, uma peruca loira longa e ondulada. Ele sorriu, predador.

— Levanta os braços.

Darius obedeceu, ofegante. Wesley tirou o short e a camiseta restantes, deixando só as meias pretas e a calcinha. Passou o sutiã vermelho, ajustando os bojos falsos pequenos, apertando o fecho nas costas. Depois a calcinha vermelha por cima da preta, o tecido colando no pau já duro e pingando. Enfiou as meias 7/8, a renda subindo até a virilha. Por fim a peruca loira, ajeitando os fios emoldurando o rosto suado de Darius.

— Porra, olha pra você. Minha putinha perfeita.

Wesley empurrou Darius de joelhos no chão frio do vestiário. Abriu o short, soltou o pau grosso e veiado, a cabeça já molhada de pré-gozo. Darius abriu a boca sem hesitação.

— Engole fundo, putinha.

Wesley fodeu a boca com força, segurando a peruca loira, metendo até a garganta. Darius engasgou, babando, lágrimas nos cantos dos olhos, mas chupava com fome, mãos nos quadris musculosos, gemendo em volta do pau. O som molhado ecoava — gurgling, saliva escorrendo pelo queixo até o sutiã vermelho.

— Isso… engole tudo. Você nasceu pra chupar pau de lutador.

Depois de alguns minutos de boca arrombada, Wesley puxou Darius pelo cabelo da peruca, virou-o e dobrou-o sobre o banco de madeira. Rasgou a calcinha vermelha de lado, o tecido estalando. Cuspiu na mão, passou dois dedos grossos na entrada apertada, sentindo o cu se abrir devagar. Darius gemeu alto, empurrando de volta.

— Me fode… por favor, me arromba…

Wesley enfiou o pau de uma vez, grosso, fundo, até as bolas baterem. Darius gritou de prazer-dor, unhas no banco. A posição de cachorrinho fazia a bunda empinada tremer a cada estocada. Wesley segurava a cintura fina e metia sem piedade, o pau sumindo e reaparecendo brilhante de lubrificação.

— Toma, putinha. Toma esse pau no teu cuzinho safado.

Ele puxou Darius pra cima, virou-o de frente, ergueu as pernas cobertas de meia até os ombros largos e fodeu mais fundo ainda, olho no olho. A peruca loira balançava, o sutiã vermelho subia e descia com o peito ofegante. Darius gemia sem parar, pedindo mais, mais fundo, mais forte.

— Assim… assim, Wesley… me usa… eu sou tua garota…

O pau de Darius latejava intocado, roçando a barriga suada de Wesley a cada investida. Sem uma mão sequer, ele gozou primeiro — jatos quentes espirrando entre os dois corpos, o cu apertando em espasmos violentos ao redor do pau grosso. Wesley grunhiu, meteu até o talo e gozou fundo, enchendo a bundinha de porra quente, jatos grossos pulando dentro enquanto chamava:

— Minha putinha… toma tudo… enche essa bundinha…

Eles ficaram abraçados ali mesmo, suados, ofegantes, o pau ainda latejando dentro. Wesley beijou Darius com carinho agora, lábios macios no pescoço perfumado de suor e sexo, mãos grandes acariciando as costas finas sob a alça do sutiã.

— Quero repetir sempre que a gente terminar o treino — murmurou contra a pele. — Toda porra de noite. Você vai vir pra cá já de lingerie por baixo. Eu te visto, te fodo, te encho… e a gente vê até onde essa putinha aguenta.

Darius ainda tremia, a porra escorrendo devagar pela coxa de meia, o coração batendo descompassado. Ele sorriu contra o peito suado de Wesley, a voz rouca de gozo e boca usada.

— Eu vou… eu quero. Mas amanhã… amanhã eu trago o batom vermelho e a collant de renda que comprei escondido. Quero que você me faça de puta o caminho inteiro até o ringue…

Wesley apertou a bunda molhada, o polegar deslizando na entrada ainda aberta e cheia. O olhar dele já estava calculando a próxima rodada, o desejo longe de saciado.

— Então a gente vai precisar de mais tempo depois da meia-noite. Porque da próxima eu quero te ver engatinhando no tatame vazio… e a gente ainda não falou de nada do que eu pretendo fazer com essa boca depois que você engolir meu pau de novo.

O silêncio do vestiário ficou carregado outra vez, o cheiro de sexo flutuando, os dois corpos colados, a promessa crua pairando no ar quente como o próximo golpe.

O treino do dia seguinte arrastou até quase meia-noite outra vez. Wesley manteve o ritmo pesado de propósito, monitores de cardio gritando, cotovelos cerrados, cada golpe no saco pesado ecoando como aviso. Darius suava por baixo da roupa de luta, a collant de renda preta colada na pele fina, o sutiã push-up apertando os peitos falsos, a meia-calça 7/8 subindo até a virilha e a calcinha já encharcada de pré-gozo. O batom vermelho vivo ele só passou no vestiário interno, espelho embaçado, mão trêmula, coração martelando. Quando a última luz do ginásio chiou e morreu, Wesley trancou a porta externa, olhou o corredor vazio e empurrou o parceiro para dentro.

— Tira tudo. Só fica com a putaria que você trouxe pra mim.

Darius obedeceu sem respirar direito. A camisa molhada voou, o short de luta desceu, revelando a collant rendada preta que marcava cada curva delgada, o volume do pau ereto forçando o tecido transparente, as alças finas cavando os ombros. Wesley deu a volta nele devagar, mão calejada passando na bunda empinada, dedos enfiando por baixo da renda e abrindo as nádegas.

— Porra, olha essa collant... cola no teu cuzinho que nem segunda pele. E esse batom vermelho de puta de esquina. Abre a boca.

Darius abriu. Wesley enfiou dois dedos grossos, sujos de suor de treino, e pintou a língua com o próprio gosto. Depois puxou a peruca loira da sacola — a mesma da noite anterior, agora penteada — e ajeitou nos ombros finos. O contraste era absurdo: corpo de lutador magro coberto de renda, rosto afeminado sob fios loiros, batom lambuzado, e o olhar faminto de quem queria ser destruído.

— Engatinha até o tatame. Agora.

O tatame vazio do ringue amador cheirava a borracha e suor velho. Darius caiu de quatro, collant esticando na bunda, meias brilhando sob a luz amarela fraca que ainda sobrava do corredor. Wesley andou atrás, short de luta já aberto, pau grosso batendo semi-duro contra a coxa. Cada passo do sissy fazia a collant riscar o chão e o pau preso pingar fiozinho transparente.

— Mais devagar. Empina essa bundinha. Quero ver o cu se movendo por baixo da renda.

Darius obedeceu, costas arqueadas, rosto quente de vergonha gostosa e tesão puro. Wesley ajoelhou atrás, rasgou a collant no meio com os dentes e a força das mãos — o barulho do tecido estourando fez Darius gemer alto. A entrada rosada piscou, ainda meio inchada da noite anterior. Wesley cuspiu direto nela, espalhou com o polegar e enfiou a língua inteira de uma vez.

— Aaah, caralho… Wesley…

Ele chupou o cu da putinha como se estivesse faminto há semanas, língua grossa revirando, dentes roçando a borda, salivando até escorrer pela virilha e encharcar as meias. Darius empurrava a bunda pra trás, gemendo de boca aberta, batom borrando no tatame. Wesley meteu dois dedos junto com a língua, abriu, chupou mais fundo, o barulho molhado ecoando no ginásio deserto.

— Esse cuzinho já tá viciado no meu pau. Cheiro de porra velha ainda. Sua putinha safada.

Quando a entrada já estava mole e brilhante, Wesley se ergueu, puxou o cabelo da peruca e enfiou o pau na garganta de Darius de um só tempo. A collant rasgada balançava, o sutiã apertava os peitos falsos a cada engasgo. Wesley fodeu a boca sem piedade, quadris batendo no nariz, bolas pesadas tapando o queixo. Darius babava, lágrimas escorrendo, unhas cravadas nas coxas musculosas do lutador, mas chupava com fome de quem queria se afogar nisso.

— Isso… engole até o talo. Quero ver esse batom vermelho todo sujo de porra e saliva. Você nasceu pra ser buraco de macho.

Ele gozou a primeira vez na garganta, jatos grossos que Darius engoliu quase todos, o resto escorrendo pelo queixo até o sutiã. Wesley puxou o pau babado, virou o sissy de quatro de novo e cravou o cu de uma estocada só. O grito de Darius saiu rouco, abafado pelo tatame. Wesley agarrou a cintura fina e meteu fundo, batendo forte, a collant rasgada esvoaçando, as meias esticando quando ele puxava as pernas pra trás.

— Toma, garota. Toma esse pau de lutador no teu buraquinho. Sente ele latejando.

Darius empurrava de volta, pau intocado latejando preso na renda molhada, gotejando sem parar. Wesley mudou de ângulo, ergueu um joelho, fodeu mais fundo ainda, a cabeça do pau esfregando aquele ponto que fazia a putinha tremer inteira. A cada estocada ele falava sujo:

— Você treina comigo o dia inteiro se segurando. Imagina o que os caras pensariam se vissem a collant por baixo do kimono. Se vissem você engatinhando no tatame pedindo pau.

— Me fode mais… por favor… eu sou tua putinha… usa meu cu…

Wesley puxou ele pra cima, costas coladas no peito suado, pau ainda enterrado até as bolas. Uma mão desceu e abriu a collant na frente, libertou o pau fino e duro de Darius, masturbou seco e rápido enquanto metia. A outra mão apertou o pescoço de leve, forçando o rosto pra trás pra beijar a boca lambuzada de batom e porra.

— Goza só com o cu. Sem mão. Quero sentir você espremendo.

Darius gozou gritando, jatos quentes espirrando no tatame, o cu se contraindo em ondas violentas ao redor do pau grosso. Wesley segurou firme, meteu mais três, quatro vezes e despejou tudo dentro outra vez — porra quente enchendo, transbordando, escorrendo pela collant rasgada e pelas meias pretas. Eles caíram de lado, ainda conectados, ofegantes, o cheiro de sexo grosso pairando sobre a borracha do tatame.

Wesley não tirou o pau. Ficou latejando lá dentro, dedos acariciando a barriga suada sob a renda, beijando o ombro marcado pela alça do sutiã.

— Ainda não acabou. Levanta.

Darius tremeu, mas se ergueu. Wesley o levou de volta ao vestiário, sentou no banco e puxou a putinha pro colo, de frente, pernas abertas. Enfiou de novo, agora olho no olho, mãos na bunda, controlando o sobe-e-desce lento e fundo. O pau de Darius já começava a endurecer outra vez, esfregando na barriga marcada de Wesley.

— Quero que você goze de novo. Em mim. Enquanto eu te encho pela terceira vez.

Ele masturbou o sissy devagar, polegar no freio, enquanto o cu engolia o pau até o talo. Darius gemia baixinho, peruca loira grudada de suor, batom manchado, collant destruída. A segunda gozada saiu mais fraca, mas quente, sujando o peito peludo de Wesley. O lutador grunhiu, agarrou os quadris e despejou o resto da porra que ainda tinha, profundamente, até não sobrar nada.

Eles ficaram assim longos minutos, o pau amolecendo devagar dentro do cu cheio. Wesley beijou a testa, a boca, o pescoço.

— Amanhã você traz o plug de metal que eu sei que tem naquela sacola. O grande. Vai treinar o dia inteiro com ele no cu, por baixo da collant. Eu quero te sentir andando torto no ringue, suando, o plug te abrindo pra mim. Depois da meia-noite eu tiro, te chupo limpo e te fodo no chuveiro até a água ficar fria. E se aguentar… a gente sobe pro terraço do clube. Quero te foder debaixo do céu, com a cidade embaixo, você de quatro de novo, gemendo baixo pra ninguém ouvir.

Darius ainda tremia, porra escorrendo pela coxa, o cu pulsando vazio agora que Wesley saiu. Ele sorriu cansado, faminto, voz rouca:

— Eu trago. E trago também a saia plissada curta e os saltos. Quero que você me vista completa… e me faça engatinhar o caminho inteiro até o terraço.

Wesley apertou a bunda molhada, polegar enfiando na entrada bagunçada, sentindo a porra quente.

— Então a gente vai precisar trancar tudo melhor. Porque da próxima eu pretendo te deixar marcado. E ainda tem o que eu quero fazer com essa garganta depois que o plug sair… e o que eu quero te obrigar a pedir quando a gente estiver lá em cima, no vento frio, com o cu já arrombado e a boca cheia outra vez.

O vestiário ficou em silêncio outra vez, só a respiração pesada e o cheiro grosso de sexo. A collant rasgada no chão, a peruca torta, o batom borrado no peito de Wesley. A promessa do terraço e do plug pairava entre eles como o próximo round — mais sujo, mais arriscado, mais fundo.

O treino do dia seguinte foi uma tortura deliciosa. Darius mal conseguia andar direito desde o momento em que enfiou o plug de metal grosso no cu, ainda no banheiro de casa, a collant de renda preta por cima, o sutiã push-up apertando e a saia plissada curta dobrada no fundo da bolsa junto com os saltos. Cada passo no ringue fazia o brinquedo se mexer, a bola fria pressionando fundo, abrindo-o devagar enquanto Wesley o olhava por cima das luvas, sorriso de predador mal escondido. O monitores de cardio gritavam, o suor escorria pela coluna fina, e o pau de Darius latejava preso na calcinha encharcada, pingando sem parar. Wesley apertava o ritmo de propósito — combinações pesadas, clinch no canto, cotovelo no saco — só pra ver a putinha tremer e morder o lábio quando o plug batia naquele ponto.

— Anda torto, garota — sussurrou Wesley quando o árbitro do sparring se afastou. A mão grande escorregou por baixo da saia improvisada que Darius usava por cima do short de luta no intervalo, dedos calejados apertando a bunda e sentindo o metal sob a renda. — Tá te abrindo pra mim o dia inteiro. Quero ver você suando com isso enfiado até eu tirar.

Darius engoliu seco, o rosto quente, o cu se contraindo em volta do plug a cada movimento.

— Tá me matando… Wesley… eu mal consigo pensar. Meu cu já tá mole e molhado de tanto me abrir.

— Bom. É pra isso que serve. Depois da meia-noite eu te limpo com a língua e te fodo no chuveiro até a água gelar. E se aguentar a gente sobe.

Quando a última luz do ginásio chiou e apagou, Wesley trancou tudo. No vestiário interno ele mandou Darius se despir até ficar só com a collant, o sutiã, as meias 7/8 e o plug ainda enterrado. Depois tirou a saia plissada preta da bolsa, ajeitou na cintura fina, subiu o zíper e calçou os saltos altos nos pés delicados. A peruca loira veio em seguida, o batom vermelho passado devagar nos lábios trêmulos. O resultado era obsceno: sissy completa, collant marcando o pau duro, saia curta demais que mal cobria a bunda, saltos fazendo o cu empinado e o plug se mexer a cada passo.

— Olha pra você. Minha putinha de salto e saia. Engatinha até o chuveiro. Agora.

Darius caiu de quatro no azulejo frio, a saia subindo, a collant esticando, o metal brilhando entre as nádegas quando Wesley puxou a renda de lado. O lutador ajoelhou atrás, segurou a base do plug e puxou devagar. O gemido de Darius saiu alto, longo, o cu se abrindo e se fechando vazio, pingando o lubrificante que ele mesmo tinha usado de manhã. Wesley não esperou. Enterrou o rosto e chupou limpo, língua grossa revirando a entrada afrouxada, dentes roçando, sugando o gosto metálico e de porra velha da noite anterior. Darius empurrava a bunda pra trás, saltos trementes, mãos no chão, gemendo de boca aberta.

— Aaah, caralho… chupa meu cu… limpa tudo… eu sou tua…

Wesley lambeu até o buraco ficar brilhante e mole de novo, depois se ergueu, abriu o short e cravou o pau de uma vez no chuveiro ligado. A água quente escorria pelos corpos, a saia encharcada colando na pele, a collant rasgada de novo. Ele agarrou a cintura fina e meteu fundo, batendo forte, as bolas molhadas estalando contra a bunda. Darius gritava de prazer, o pau fino balançando intocado sob a renda, o batom borrando na parede de azulejo.

— Toma, putinha. Dia inteiro com o plug te preparando e ainda fica apertado. Sente esse pau de lutador te arrombando de novo.

Ele puxou Darius pra cima, costas coladas no peito peludo, uma mão no pescoço e a outra libertando o pau da collant pra masturbar seco enquanto fodia. A água já esfriava, mas nenhum dos dois ligava. Darius gozou primeiro, jatos quentes se perdendo no ralo, o cu se espremendo em espasmos. Wesley segurou firme, meteu mais fundo e despejou tudo dentro — porra grossa enchendo, transbordando, escorrendo pelas meias e pelos saltos.

Mas não parou. Puxou o pau babado de porra, virou a putinha de frente e enfiou de novo na garganta, segurando a peruca, fodendo a boca até Darius engasgar e babar tudo de volta no sutiã encharcado. Só então o tirou, o cu ainda pulsando aberto, e o carregou quase no colo até o corredor que levava à escada do terraço.

— Sobe. De salto. Engatinhando os últimos degraus se precisar. Quero te foder debaixo do céu com a cidade embaixo e o vento frio na tua bunda arrombada.

O terraço do clube era escuro, só as luzes distantes da cidade. O vento gelado bateu na pele molhada de Darius quando ele engatinhou os últimos metros, saia plissada subindo, collant destruída, cu pingando porra. Wesley ficou de pé atrás, o pau já duro de novo, e cuspiu direto na entrada antes de cravar até as bolas de uma estocada só. Darius gritou baixo, abafado, unhas no concreto frio. Wesley agarrou os quadris e meteu sem piedade, o som molhado ecoando no vento, a saia balançando, os saltos arranhando o chão.

— Gime baixo. Ninguém pode ouvir. Mas eu quero que você peça. Pede pra eu te marcar. Pede pra eu te encher de novo aqui em cima.

— Me marca… por favor… me fode até eu não aguentar mais… enche meu cu de porra outra vez… eu sou tua putinha… usa meu buraco…

Wesley puxou o cabelo da peruca, forçou o rosto pra trás e beijou a boca lambuzada enquanto fodia mais fundo, o ângulo fazendo Darius tremer inteiro. Uma mão desceu e apertou o pau fino já duro de novo, masturbando no ritmo das estocadas. O vento frio contrastava com o calor dos corpos, o cheiro de sexo misturado com a noite. Darius gozou outra vez, fraco, sujando o concreto, o cu se contraindo violentamente. Wesley grunhiu, meteu até o talo e começou a descarregar — mas parou no meio, o pau latejando, a porra quente só começando a jorrar.

Ele saiu devagar, virou Darius de costas no chão frio, ergueu as pernas cobertas de meia até os ombros e enfiou de novo, olho no olho, mais lento, mais fundo, controlando cada centímetro.

— Ainda não. Quero te ver pedindo pra engolir de novo depois. Quero te deixar com o cu aberto e a boca cheia ao mesmo tempo. E amanhã… amanhã a gente fala do que eu pretendo fazer quando te levar pra minha casa. Porque o ringue e o terraço já não bastam. Eu quero te vestir de puta completa na minha cama e te foder até o sol nascer.

Darius tremia, o cu cheio pela metade, a porra escorrendo, o olhar faminto e o corpo rendido sob o peso do lutador. O vento gelado batia na pele suada, a cidade piscava embaixo, e a promessa suja pairava entre eles como o próximo round — mais íntimo, mais longo, mais possuidor.

O vento gelado do terraço ainda lambe a pele molhada de Darius quando Wesley descarrega o resto da porra fundo, jatos quentes pulando dentro do cu já frouxo e brilhante. O lutador segura a peruca loira com força, força o rosto da putinha pra trás e cospe na boca aberta, misturando saliva e batom borrado enquanto o pau lateja até a última gota. Darius engole, treme, o concreto frio marcando os joelhos, a saia plissada encharcada colada na bunda exposta.

— Ainda não chegamos no fim, garota — Wesley rosnou contra a orelha, a voz rouca de tesão que não esgota. — Casa. Agora. Quero te ver completa na minha cama.

Ele puxa o pau babado de porra, o cu de Darius se abrindo e fechando vazio, fio branco escorrendo pela meia e pelo salto. Levanta o sissy quase no colo, desce a escada escura, passa pelo vestiário só pra pegar a sacola preta e a toalha. No carro, Darius já está de quatro no banco de trás, saia erguida, collant destruída, enquanto Wesley dirige com uma mão e enfia dois dedos no buraco molhado com a outra. O plug de metal volta a sumir dentro, frio e grosso, empurrado até a base. Darius geme baixo, pau fino pingando no couro do banco.

— Anda torto pra mim o caminho inteiro — ordena Wesley. — Quero te ouvir gemendo cada curva.

A casa do lutador fica a poucos quarteirões, apartamento simples no terceiro andar, cheiro de sudoreiro e sabão de roupa. Porta trancada, luzes baixas. Wesley empurra Darius pra dentro, tira a peruca só pra ajeitar de novo, mais perfeita, fios loiros caindo nos ombros finos. Abre a sacola: collant nova de renda branca, sutiã push-up com bojos maiores, meia-calça 7/8 preta com costura atrás, calcinha fio dental vermelha, e um vestido curto de cetim preto que mal cobre a bunda. Vista peça por peça. O sutiã aperta os peitos falsos até doer gostoso. A collant cola no pau já duro de novo. A meia sobe devagar, seda contra pele suada. A calcinha prenda o volume. Por fim o vestido, zíper subindo nas costas, saia plissada velha jogada fora. Saltos de novo. Batom fresco, vermelho vivo, passado pelo próprio Wesley com o polegar sujo.

— Olha o espelho — mandou. — Minha putinha completa. Pronta pra ser arrombada até o sol nascer.

Darius se vê: corpo delicado de lutador magro transformado em sissy perfeita, pau marcando a collant sob o cetim curto, cu ainda aberto pelo plug, olhos brilhando de fome. Wesley tira a própria roupa, torso marcado, pau grosso já duro outra vez, veias latejando. Puxa a putinha pela cintura fina até a cama grande, lençóis escuros. Joga de costas, ergue as pernas cobertas de meia até os ombros, puxa o plug devagar — o gemido de Darius é longo, o cu se abrindo num pop molhado, lubrificante e porra velha escorrendo.

Wesley enterra o rosto. Língua grossa revira a entrada afrouxada, chupa fundo, dentes roçando a borda inchada, sugando até Darius arquear e gritar. Dois dedos, três, abrindo, cuspindo, lambendo o gosto metálico e de sexo acumulado.

— Cheiro de plug o dia inteiro e ainda fede a porra minha. Viciada.

Quando o buraco brilha mole e pulsante, Wesley sobe, encaixa a cabeça grossa e crava até as bolas duma estocada só. Darius grita, unhas nas costas largas, o vestido de cetim subindo até a cintura. Wesley fode sem piedade, quadris batendo, bolas estalando na bunda, o pau sumindo e reaparecendo brilhante. A cama range. Ele muda ângulo, dobra Darius ao meio, mete mais fundo, a cabeça roçando aquele ponto que faz a putinha tremer e babar.

— Fala o que tu é.

— Tua putinha… tua garota de collant e salto… me usa… arromba meu cu…

Wesley puxa ele pra cima, senta na beira da cama, enfia de novo com Darius no colo de frente, pernas abertas, saltos no chão. Controla o sobe-e-desce lento e fundo, mãos na bunda, abrindo as nádegas pra ver o pau sumir. O pau fino de Darius lateja intocado entre eles, esfregando na barriga peluda. Wesley masturba seco, polegar no freio, enquanto mete.

— Goza em mim. Suja meu peito. Quero teu leite enquanto te encho.

Darius goza gritando, jatos quentes espirrando no peito suado de Wesley, o cu se contraindo em ondas violentas. Wesley segura firme, mete mais três vezes e despeja tudo — porra grossa enchendo, transbordando, escorrendo pela collant e pelas meias. Não tira. Fica latejando dentro, beijando a boca lambuzada de batom, língua suja.

— Mais. Ainda tem a garganta.

Puxa o pau babado, joga Darius de joelhos no chão. Segura a peruca e enfia na boca até a garganta. Fode o rosto com força, bolas batendo no queixo, o sissy engasgando, babando, lágrimas escorrendo, mas chupando com fome, mãos nos quadris musculosos. Wesley goza de novo na garganta, jatos que Darius engole quase todos, o resto escorrendo pelo sutiã até os peitos falsos.

Eles descansam só o bastante pra respirar. Wesley pega o plug maior da sacola — metal ainda mais grosso, com joia na base — e enfia devagar no cu já arrombado, vendo Darius tremer e morder o lençol. Depois o veste de novo: calcinha nova por cima do plug, vestido ajeitado. Manda engatinhar até a varanda pequena do apartamento, vento da madrugada batendo na pele. Lá, de quatro no chão frio, Wesley tira o plug e fode de novo, mais lento, mais fundo, olho no olho quando vira o sissy de costas.

— Amanhã no ringue você vai treinar com meu leite escorrendo. Vai sentir o cu aberto a cada golpe. E eu vou te olhar sabendo que essa bundinha é minha.

Darius goza outra vez, fraco, só com o pau no cu, jatos molhando o vestido. Wesley enche pela quarta vez, porra quente demais, até escorrer pelo concreto da varanda. Carrega a putinha de volta pra cama, tira tudo menos as meias e o sutiã, deita por cima, pau ainda semi-duro esfregando entre as nádegas. Beijos mais calmos agora, mãos grandes acariciando as costas finas, o pescoço, os fios loiros da peruca.

— Tu aguenta mais uma? Quero te foder de ladinho até o sol.

Darius sorri cansado, faminto, voz rouca de boca usada e gozo.

— Me fode até eu não aguentar ficar de pé no treino. Eu sou tua.

Wesley enfia de novo, devagar, colado, uma perna da putinha erguida, estocadas longas e profundas. A madrugada vira manhã. Luz cinza entra pela janela. Eles gozam juntos pela última vez — Darius primeiro, esguichando fraco, o cu espremendo; Wesley logo depois, enchendo até não sobrar nada, gemendo o nome da putinha contra a pele.

Ficam abraçados, suados, fedendo a sexo grosso, porra escorrendo pelas meias pretas, o vestido de cetim jogado no chão, a collant rasgada, o plug brilhando na mesa de cabeceira. Wesley acaricia a bunda molhada, o polegar brincando na entrada bagunçada.

— Toda noite depois do treino. Casa. Lingerie. Plug. Eu te visto e te arrombo até tu esquecer que um dia foi só meu parceiro de ringue.

Darius murmura que sim, corpo rendido, coração ainda disparado. O sol sobe de verdade. Wesley se levanta, pega a collant destruída e o sutiã vermelho que sobrou da primeira noite. Em vez de guardar, ele mesmo veste — o tecido estica no peito largo, a renda marca o pau grosso pela primeira vez do outro lado. Ajoelha na frente de Darius ainda deitado, olha pra cima com um sorriso torto e predador ao contrário.

E foi só então que Darius entendeu: desde o primeiro barulho de seda no vestiário, o verdadeiro jogo sempre tinha sido quem finalmente se ajoelharia de putinha.

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