Rebote Proibido no Karaokê

Lucas, 32 anos, trai a esposa com a amiga Renata, 28, num banheiro de karaokê depois de um dueto quente.

12 min read September 23, 2026New

Lucas tinha trinta e dois anos e um casamento que, na superfície, funcionava. Sonia, a esposa, completava mais um ano de vida e o grupo inteiro lotava a cabine reservada do karaokê no centro da cidade: luzes baixas, cheiro de álcool barato e microfones grudentos. Renata chegou por último, vinte e oito anos, melhor amiga de Sonia desde a faculdade, vestido justo preto que subia quando ela se inclinava e decote generoso demais para uma amiga “só de amiga”. Lucas sentiu o estômago revirar no mesmo segundo em que ela pousou o olhar nele por cima do ombro da esposa.

Eles já se conheciam há anos. Renata nunca escondera o desejo — não com palavras, mas com demora demais nos abraços de cumprimento, com o jeito de morder o lábio quando Lucas ria. Naquela noite a tensão engrossou o ar. Sonia, animada e alheia, puxou a lista de músicas e gritou:

— Vocês dois! Dueto! Aquele slowzinho safado que eu adoro!

Lucas engoliu seco. Renata sorriu de canto, aceitou o microfone e se plantou ao lado dele no pequeno palco da cabine. A letra falava de traição doce, de corpos que se buscam no escuro. Enquanto cantavam, os olhos se travaram. A voz dela saía rouca, quase gemendo as sílabas. Lucas sentiu o pau endurecer dentro da calça social. Sonia batia palmas, bêbada de felicidade inocente, sem notar que a amiga passava a ponta da língua no canto da boca toda vez que a câmera do karaokê focava o casal improvisado. No refrão final Renata encostou o quadril nele de leve, de propósito, e Lucas quase errou a entrada. O desejo proibido latejou forte, sujo, gostoso pra caralho.

Quando voltaram aos assentos, a cabine já estava meio escura, só as luzes coloridas piscando. Renata se sentou do outro lado da mesa, mas o enough espaço sob a madeira estreita. A perna dela encontrou a dele. Primeiro um roçar “acidental”. Depois a coxa quente se esfregando de propósito, subindo devagar pela calça de Lucas até quase a virilha. Sonia ria alto com Terrence e Emmett, distraída com outra música. Renata se inclinou como se fosse pegar o copo e sussurrou bem no ouvido de Lucas, hálito quente de hortelã e desejo:

— Eu quero sentir esse pau grosso enterrado na minha buceta, Lucas. Hoje. Agora. Sempre quis.

Ele quase jorrou ali mesmo. A mão direita desceu sob a mesa, apertou a coxa macia de Renata com força, subindo até a borda da calcinha. Os dedos encontraram tecido molhado. Ela estava encharcada.

— Eu sempre fantasio em te foder, putinha — murmurou de volta, voz baixa e grossa. — Foder a melhor amiga da minha mulher enquanto ela canta no microfone. Quero te encher de porra e te devolver pra mesa pingando.

Renata abriu um sorriso safado, mordeu o lábio inferior e se esfregou mais nos dedos dele. O tesão cresceu até doer. Em algum momento da segunda rodada de shots, ela se levantou, fingindo precisar do banheiro. Dois minutos depois Lucas se desculpou, disse que ia “tomar um ar”, e sumiu pelo corredor estreito que levava aos banheiros reservados do estabelecimento. A porta com trinco pesado se fechou atrás deles. Trancaram. O barulho abafado da festa ficou do lado de fora.

Renata não perdeu tempo. Caiu de joelhos no piso frio, abriu o cinto de Lucas com pressa, puxou a calça e a cueca de uma vez. O pau grosso saltou pesado, veias latejando, cabeça já brilhando de pré-gozo. Ela lambeu os lábios.

— Porra, é maior do que eu imaginava — gemeu antes de engolir.

A boca quente e molhada desceu até quase a base. Lucas grunhiu, agarrou o cabelo dela com as duas mãos e fodeu a garganta com vontade. Renata babava sem vergonha, saliva escorrendo pelo queixo, gemendo em volta do pau como se chupar o marido da amiga fosse o melhor prêmio da vida. Ele puxava o cabelo, empurrava fundo, chamava ela do que ela queria ouvir.

— Isso, chupa direito, vadia safada. Olha só a amiguinha da minha esposa ajoelhada no banheiro engasgando no meu pau. Você é uma puta barata, Renata. Uma traidora gostosa pra caralho.

Ela gozava só de ouvir. Os dedos dela entraram na própria calcinha, esfregando o clitóris inchado enquanto engolia mais fundo, engasgando de propósito, olhos marejados de tesão. Lucas puxou o pau para fora, deu um tapa leve na cara dela com o pau babado e a puxou para cima.

— Levanta. Quero foder essa buceta agora.

Ele virou Renata de frente para a parede suja de azulejo, ergueu o vestido até a cintura, puxou a calcinha para o lado e enfiou de uma vez. A buceta molhada engoliu o pau inteiro num único empurrão. Renata soltou um gemido alto que ele abafou com a mão.

— Quietinha, putinha. Sua amiga tá ali fora.

Metia fundo, batendo a bacia com força, mãos grandes espalmadas na bunda dela, abrindo as nádegas para ver o pau sumindo e saindo brilhando de porra dela. Depois a girou de novo, empurrou o peito dela contra a pia de mármore frio, abriu as pernas com o joelho e fodeu ainda mais fundo naquela posição. A cada estocada ele falava putaria no ouvido quente:

— Toma o caralho do marido da sua amiga. Sente como eu te abro, vadia. Essa buceta foi feita pra ser usada escondido. Sonia nunca vai saber que a melhor amiga dela goza no meu pau.

Renata empurrava a bunda para trás, pedindo mais, gemendo abafado contra o próprio braço. Os peitos escapavam do decote, balançando a cada investida. Lucas apertava os seios, beliscava os mamilos duros, metia até as bolas baterem na pele molhada. O banheiro cheirava a sexo, a suor, a traição pura.

Quando as pernas dela começaram a tremer, Lucas se sentou na tampa fechada da privada, puxou Renata para o colo dela de frente, vestido ainda erguido. Ela se encaixou sozinha, guiou o pau grosso de volta para dentro e começou a cavalgar com fome. Subia e descia devagar no começo, sentindo cada veia, depois mais rápido, quadris rodando, buceta apertando, gemidos engasgados no pescoço dele. Lucas chupava os peitos expostos, mordia a carne macia, segurava a cintura dela com força bruta e empurrava para cima ao mesmo tempo.

— Goza no meu pau, sua puta. Goza sabendo que a Sonia tá cantando parabéns enquanto eu te encho.

Renata gozou primeiro, corpo inteiro se contorcendo, buceta latejando em espasmos molhados em volta do pau. O aperto foi demais. Lucas segurou a bunda dela aberta, enterrou até o fundo e jorrou grosso, porra quente pulsando dentro dela em jatos longos e sujos. Os dois gemeram abafados um na boca do outro, beijos molhados e desesperados enquanto ele ainda jorrava. Quando pararam de tremer, a porra já escorria para fora, misturada com o gozo dela, pingando devagar na tampa da privada e nas coxas internas de Renata.

Eles se arrumaram em silêncio febril. Renata puxou a calcinha de volta no lugar, sentindo o sêmen grosso e quente escorrer pelas coxas, escondido sob o vestido curto. Lucas limpou o pau na papel higiênico, fechou a calça, ainda latejando. Olharam um para o outro no espelho sujo — cúmplices, sujos, saciados só pela metade.

Renata saiu primeiro. Dois minutos depois Lucas voltou pela outra porta, pegou outra cerveja no balcão e se sentou de novo ao lado de Sonia como se tivesse só ido mijar. A esposa sorriu para ele, beijou a bochecha, cantou a próxima música. Do outro lado da mesa, Renata cruzou as pernas devagar. Lucas viu o brilho quase invisível de porra escorrendo um pouquinho mais para baixo, no meio da coxa, antes dela ajeitar o vestido. Os olhares se encontraram por cima dos copos. Ela lambeu o canto da boca. Ele passou a língua nos próprios dentes. Nenhum dos dois precisou falar.

Pelo resto da noite eles trocaram sorrisos safados cada vez que Sonia se distraía. Quando o grupo se levantou para ir embora, Renata passou perto de Lucas no corredor e deixou o celular vibrar uma vez no bolso dele — mensagem curta que ele leu no elevador, corpo ainda quente:

“Próxima semana. Meu apartamento. Quero que você me foda sem camisinha de novo e me mande de volta pra jantar com a Sonia com sua porra ainda dentro. Não para por aqui.”

Lucas apagou a mensagem, guardou o celular e passou o braço nos ombros da esposa. O pau já começava a endurecer de novo só de imaginar o que vinha pela frente. A traição tinha gosto bom demais para acabar naquela noite.

A mensagem queimava no bolso de Lucas a semana inteira. Sonia falava de jantar, de contas, de um novo sofá, e ele respondia com monossílabos enquanto a cabeça só repetia as palavras de Renata: sem camisinha de novo, porra ainda dentro, de volta pra jantar com a Sonia. Na quarta-feira ele inventou reunião extra. Mentira limpa, voz firme. Às nove em ponto bateu na porta do apartamento de Renata, no décimo segundo andar de um prédio quieto do Brooklin.

Ela abriu já de camisola preta curta, sem sutiã, mamilos marcando o tecido fino. Vinte e oito anos, corpo quente de quem tinha acabado de sair do banho, cabelo solto ainda úmido na ponta. O olhar dela desceu direto para a calça dele.

— Entrou. Tranca.

Lucas fechou a porta com o pé, puxou Renata pela cintura e beijou a boca dela com fome de sete dias. Língua grossa, dentes no lábio inferior, mão subindo sob a camisola e pegando a bunda nua. Ela não usava calcinha. A buceta já estava úmida contra a coxa dele.

— Tira tudo — mandou ela, voz rouca. — Quero ver esse pau que me encheu no banheiro sujo.

Ele se despiu sem pressa, só para torturar. Camisa, cinto, calça, cueca. O pau saltou pesado, já duro, veias latejando. Renata lambeu os lábios, ajoelhou no carpete macio da sala e engoliu até a garganta. Saliva escorreu pelo queixo. Lucas agarrou o cabelo dela com as duas mãos e fodeu a boca devagar, fundo, sentindo a glote apertar.

— Isso, putinha. Chupa o pau que fodeu você no aniversário da sua amiga. Engasga direito.

Renata gemeu em volta do pau, mãos na própria buceta, dois dedos entrando com barulho molhado. Lucas puxou ela para cima, carregou até o sofá, sentou e afeiou de costas para ele. Ela abriu as pernas, guiou a cabeça grossa e desceu de uma vez. A buceta quente engoliu tudo. Os dois soltaram um gemido sujo.

Ela começou a cavalgar. Bunda batendo no colo dele, peitos balançando, a camisola subida até o pescoço. Lucas segurou os quadris com força, empurrou para cima batendo fundo, e falou no ouvido quente:

— Sente. Sente como eu te abro. Essa buceta foi feita pra levar porra de homem casado. Sonia tá em casa achando que eu tô em reunião e você tá gozando no meu caralho.

— Mais forte — pediu Renata, voz quebrada. — Me fode como se eu fosse a vadia barata que eu sou. Enche. Quero pingar na calça quando eu for jantar com ela amanhã.

Lucas ergueu ela, virou de quatro no sofá e enterrou de novo de trás. Mãos abrindo as nádegas, olhando o pau sumir brilhante de porra dela. Cada estocada fazia a buceta dela chapinhar. Ele cuspiu na bunda, esfregou o polegar no cu apertado e enfioi o dedo devagar enquanto metia. Renata gritou no braço do sofá, corpo inteiro tremendo.

— Porra, Lucas… vou gozar…

— Goza. Goza no pau do marido da sua melhor amiga. Deixa eu sentir essa puta apertar.

Ela gozou forte, buceta latejando em espasmos molhados, gozo escorrendo pelas bolas dele. Lucas não parou. Continuou metendo duro, sujo, falando putaria sem freio.

— Olha só. A amiguinha da Sonia de quatro levando porra no sofá novo. Você é uma traidora gostosa pra caralho. Uma cadela que pediu pra ser usada.

Ele puxou o pau, virou Renata de barriga pra cima, abriu as pernas dela até doer e enfiou de novo. Agora cara a cara. Beijos molhados, dentes no pescoço, mão no pescoço dela só pra sentir o gemido abafado. Renata enfiou as unhas nas costas dele.

— Jorra dentro. Quero voltar pra casa dela com sua porra escorrendo. Quero cheirar sexo quando eu abraçar ela.

Lucas fodeu até o limite. Quando gozou, enterrou até as bolas e jorrou grosso, jatos quentes enchendo a buceta dela. Pulsava, soltava mais, enchia. Renata apertou as pernas em volta da cintura dele e recebeu tudo, gemendo sujo contra a boca dele.

Ficaram assim um tempo, suados, fedendo a sexo. Quando ele saiu, a porra escorreu grossa, branca, pelas coxas dela até o sofá. Renata passou dois dedos, recolheu um pouco e chupou, olhando nos olhos dele.

— Delícia de traição.

Lucas foi ao banheiro, lavou o pau, voltou. Ela ainda estava de pernas abertas, porra pingando. Ele se ajoelhou e lambeu a buceta dela limpa de gozo misturado, língua larga, chupando o clitóris inchado até ela gozar de novo, gemendo o nome dele e o de Sonia no mesmo fôlego. Depois fodeu mais uma vez, mais devagar, mais fundo, no quarto dela, de frente pro espelho do armário. Fez ela olhar.

— Olha a puta que você é. Olha o pau casado te arrombando. Amanhã você vai sentar na mesa dela com isso tudo dentro.

Renata gozou de novo, fraca, molhada. Lucas jorrou outra carga dentro, mais suja, mais quente. Quando terminaram de verdade, ela se vestiu com uma calça jeans justa e uma blusa fina. Sem calcinha. A porra ainda escorria devagar. Ele vestiu a camisa social, o cinto, o rosto de marido que volta tarde.

No elevador ela encostou nele e sussurrou:

— Segunda-feira de novo. Aqui. Ou no banheiro do shopping se você quiser mais risco. Eu quero que você me foda em todo lugar que a Sonia pudesse estar.

Lucas beijou o pescoço dela, marcou com dente, e saiu primeiro. No carro, o celular vibrou. Mensagem dela:

“Ainda pingando. Dirigindo com sua porra na calça. Te amo foder, marido da minha amiga.”

Ele apagou, foi pra casa. Sonia estava no sofá, de pijama, sorrindo. Beijou a boca dele — a mesma boca que tinha chupado a buceta de Renata meia hora antes — e perguntou se a reunião tinha sido boa. Lucas disse que sim. Tomou banho longo. Dormiu com o pau ainda latejando de memória.

Na sexta o grupo marcou outro karaokê. Mesma cabine. Sonia de vestido azul. Renata de preto curto de novo. Lucas sentou entre as duas. Debaixo da mesa a mão de Renata encontrou a coxa dele, subiu, apertou o pau pela calça. Sonia cantava alto, feliz, alheia. Ou quase.

No meio da terceira música, Renata se levantou “pro banheiro”. Lucas esperou dois minutos e foi atrás. Mesmo corredor, mesma porta pesada, mesmo trinco. Dentro, ela já estava de vestido erguido, encostada na pia. Ele abriu a calça, enfiou de uma vez, fodeu rápido e bruto, mão na boca dela. Porra quente jorrando de novo dentro em menos de cinco minutos. Ela ajeitou a calcinha molhada, ele limpou o pau no papel, voltaram separados.

Do outro lado da mesa, Renata cruzou as pernas. Lucas viu o brilho. Olhares sujos por cima dos copos. Sonia ria, batia palmas, puxava a próxima música.

No elevador do prédio, quando o grupo se despedia, Renata passou o celular no bolso dele de novo. Mensagem curta:

“Domingo. Meu ap. Traga a Sonia. Ela já sabe de tudo desde o começo e quer assistir a gente te fodendo eu até você gozar na minha cara na frente dela.”

Lucas leu, o sangue gelando e esquentando ao mesmo tempo. Levantou os olhos. Sonia estava do outro lado do elevador, sorrindo devagar para ele — o mesmo sorriso inocente de sempre, só que agora com um brilho sujo e cúmplice que ele nunca tinha enxergado. Renata lambeu o canto da boca. A porta abriu no térreo.

A traição nunca tinha sido só dele.

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