A Ex Volta e Te Observa no Escuro

O vizinho Hugo espia Marisol se tocando no escuro, até ela o chamar pra foder gostoso.

23 min read September 07, 2026New

A luz da cidade filtrava fraca pelas frestas da persiana de Hugo, mas o apartamento dele ficava quase todo no escuro. Ele tinha vinte e oito anos e já se acostumara a essa rotina: chegar do trabalho, desligar as luzes, puxar a cadeira até a janela e esperar. Do outro lado do estreito vão entre os prédios, a janela da nova vizinha ficava exatamente na altura do peito dele. Marisol. Vinte e quatro anos, cabelo escuro caindo pelos ombros, corpo de curvas firmes que ele já tinha memorizado mesmo de longe.

Na primeira semana ele achou que era descuido. Cortina entreaberta, abajur baixo no canto, ela se mexendo na cama de calcinha e sutiã. Depois notou o padrão. Toda noite, por volta das onze, a fresta ficava do mesmo jeito — larga o bastante para ele ver o colchão, a silhueta dela, o movimento lento da mão. Hugo sentia o pau endurecer só de pensar que ela podia estar fazendo de propósito. A obsessão de voyeur que ele carregava desde os vinte se alimentava daquela possibilidade suja e deliciosa.

Naquela noite a cortina estava aberta um pouco mais. Marisol apareceu de roupão curto, soltou o cinto e deixou o tecido escorregar pelos braços. Debaixo só a calcinha preta colada à bunda. Ela se deitou de costas, pernas entreabertas na direção da janela, e Hugo engoliu seco. A mão dela desceu pelo ventre, entrou por baixo do elástico e começou a se tocar com lentidão deliberada. Os dedos faziam círculos no clitóris; ele via o movimento pelo tecido úmido que se marcava. O peito dela subia e descia mais rápido. Os lábios se entreabriam.

— Porra… — murmurou Hugo para si mesmo, a mão já dentro da cueca, apertando o pau grosso e quente.

Ele se masturbava devagar, no ritmo dela, o polegar passando pela glande úmida. Cada gemido abafado que atravessava o vão o fazia suar. Marisol ergueu os quadris, empurrou a calcinha para o lado e enfiou dois dedos na boceta. Hugo viu claramente o brilho da lubrificação nos knores, o jeito como ela abria e fechava as pernas, o peitinho duro se marcando contra o ar fresco do quarto. Ele gozava quase toda noite só com aquilo, mas aquela noite era diferente. Pela primeira vez ela girou o rosto exatamente na direção da janela dele.

Os olhos se encontraram.

Hugo travou. O coração bateu forte no peito. Ele esperava que ela se assustasse, puxasse a cortina, sumisse. Em vez disso Marisol sorriu de canto — um sorriso lento, safado, cúmplice. Continuou se tocando, agora mais rápido, os dedos entrando e saindo com um barulho molhado que a imaginação dele amplificava. Ela mordeu o lábio inferior, manteve o olhar fixo na escuridão onde sabia que ele estava, e gemeu mais alto de propósito.

— Isso… olha pra mim — ela murmurou, a voz baixa mas clara o bastante no silêncio da madrugada. — Eu sei que você tá aí.

Hugo sentiu um calor subir pelo pescoço. Ela sabia. Desde quando? A tensão nasceu ali, grossa, elétrica. Ele puxou a cadeira um pouco mais perto, ainda no escuro, e tirou o pau pra fora de vez. A mão subia e descia no pau inchado enquanto ele devolvia o olhar. Marisol tirou a calcinha de vez, jogaou no chão, abriu as pernas em V largo e passou os dedos molhados nos lábios, chupando o próprio gosto sem desviar os olhos da janela dele.

— Gostoso, né? — provocou ela, a voz rouca de tesão. — Fica me olhando toda noite… eu deixo a cortina assim pra você.

Hugo não respondeu em voz alta. Só apertou mais o pau, o polegar espalhando o pré-gozo pela cabeça rosada. Interiormente a mente dele fervia: ela queria ser vista, se exibia, transformava o voyeurismo dele em jogo a dois. A cumplicidade safada crescia a cada segundo. Marisol enfiou três dedos agora, a boceta fazendo barulho molhado, a outra mão apertando o peito, beliscando o mamilo. Os quadris balançavam contra a cama. Ela ofegava, o olhar ainda cravado nele.

— Goza pra mim aí no escuro — ordenou baixinho, quase um convite. — Quero ver você se acabar pensando na minha boceta.

Hugo obedeceu no silêncio. A mão virava punho apertado, batendo rápido, as bolas pesadas. Ele imaginava o cheiro dela, o gosto salgado, o calor apertado daquela xota molhada engolindo o pau. Quando gozou, o porra jorrou quente pelos dedos, pingando no chão de madeira. No mesmo instante Marisol arqueou as costas, soltou um gemido longo e tremeu inteira, os dedos enterrados fundo, o gozo brilhando na coxa interna sob a luz fraca do abajur.

Os dois ficaram ofegantes, olhares ainda presos um no outro através do vão escuro. Marisol tirou os dedos devagar, os mostrou molhados na direção dele, e sorriu de novo — daquele jeito que prometia mais.

— Amanhã a cortina fica igual — disse ela, a voz ainda embargada de prazer. — Ou talvez um pouco mais aberta. Depende do que você fizer com essa informação, vizinho.

Hugo limpou a mão na camiseta, o peito arfando. O pau ainda semi-duro latejava. Ele assentiu devagar na escuridão, certo de que ela enxergava o movimento. A tensão não se desfez; só mudou de forma. Agora não era mais só ele espiando. Era os dois se alimentando daquilo, trocando olhares carregados de desejo mútuo, cada noite um degrau mais fundo na safadeza compartilhada.

Marisol se levantou nua, demorou de propósito na frente da janela, o corpo suado e brilhante, a boceta ainda vermelha e inchada entre as pernas. Pegou o roupão sem vestir, só segurando contra o peito, e apagou o abajur. No escuro total a silhueta dela ainda se movia um instante antes de sumir fundo no apartamento.

Hugo ficou sentado na cadeira, o gosto metálico da adrenalina na boca. Vinte e oito anos de obsessão e nunca tinha topado com alguém que devolvesse o olhar daquele jeito — que transformasse o ato secreto em convite aberto. Ele sabia que na noite seguinte estaria ali de novo. E ela também. A cortina entreaberta não era mais acidente; era linguagem. Cada centímetro a mais ou a menos seria uma frase. Cada gemido dela, uma resposta.

Ele se levantou, ainda com o cheiro do próprio gozo nas mãos, e olhou uma última vez para a janela escura do outro lado. A promessa pairava no ar quente da madrugada: aquilo só tinha começado. O desejo mútuo latejava entre os dois prédios como um fio invisível, puxando, apertando, pedindo o próximo passo que nenhum dos dois tinha dado ainda — mas que os olhares já tinham combinado em silêncio.

A noite seguinte chegou mais cedo do que Hugo esperava. Ele mal conseguira trabalhar o dia inteiro; a imagem de Marisol nua, dedos brilhando de gozo, o sorriso cúmplice cravado na escuridão dele, não saía da cabeça. Às dez e meia já estava na cadeira, camiseta jogada no chão, só de cueca, o pau já meio duro só da espera. Do outro lado a cortina estava aberta quase até a metade. Mais do que na noite anterior. Convite claro.

Marisol apareceu de roupão outra vez, mas dessa vez nem se deu ao trabalho de fingir. Soltou o cinto na frente da janela, deixou o tecido cair e ficou nua sob a luz fraca do abajur. O corpo dela brilhava leve de hidratante ou suor residual. Peitos firmes, mamilos escuros já duros, a boceta depilada deixando à mostra os lábios inchados. Ela se deitou devagar, de lado primeiro, depois de costas, e abriu as pernas exatamente na direção dele. Olhou direto para a janela de Hugo, como se enxergasse através da escuridão.

— Tô te vendo, vizinho — murmurou ela, a voz baixa mas carregada de tesão. — Não precisa se esconder hoje.

Hugo engoliu seco. O pau latejou dentro da cueca. Ele puxou a peça para baixo, liberando o volume grosso e já pingando. Mas não se moveu ainda. Queria ver até onde ela ia.

Marisol começou a se tocar de um jeito diferente. Mais lento. Mais provocante. Os dedos desceram pelo peito, beliscaram os mamilos, desceram pela barriga e pararam bem em cima da boceta. Ela espalhou os lábios com duas pontas de dedo, mostrou a abertura rosada e molhada, e só então começou a circular o clitóris com uma lentidão cruel. Cada movimento era deliberado. Cada gemido era calculado para atravessar o vão e chegar até ele.

— Assim… bem devagar — sussurrou ela, encarando a janela dele sem piscar. — Quero que você veja tudo. Quero que sinta fome.

Hugo sentia o peito arfar. A mão dele descia e subia no pau, mas era pouco. O ritmo dela era tortura. Marisol enfiou um dedo só, bem fundo, tirou devagar, mostrou o brilho grosso na ponta e passou nos lábios. Chupou. Sorriu.

— Gosto de mim mesma… mas queria provar o teu porra também.

Ela abriu mais as pernas, ergueu os quadris e começou a se foder com dois dedos agora, bem lento, o polegar pressionando o clitóris a cada entrada. O barulho molhado ecoava fraco. A boceta dela engolia os dedos com uma ganância molhada, os lábios se abrindo e fechando. Hugo via o músculo interno contrair. Via o líquido escorrer pela bunda dela e manchar o lençol.

Ele não aguentou mais.

Hugo se levantou de uma vez, puxou a janela com força e a abriu de par em par. O ar da madrugada bateu no peito nu dele. A luz da rua fraca iluminou o corpo: peito peludo, abdômen tenso, o pau grosso e veias saltadas na mão. Ele se posicionou bem na janela, exatamente na altura dela, e começou a bater uma na frente dela. Sem esconder. Sem escuridão.

Marisol soltou um gemido longo e sujo ao ver. Os olhos dela brilharam.

— Porra… olha o tamanho — sussurrou ela, a voz rouca. — Tava escondendo isso de mim toda noite?

Hugo não respondeu com palavras. Só apertou o pau com mais força, o polegar espalhando o pré-gozo grosso pela glande rosada e inchada. A mão subia e descia em ritmo pesado, as bolas balançando. Ele encarava ela direto, o olhar quente, faminto.

Marisol mudou o ritmo. Ficou ainda mais lenta. Tirou os dedos, passou a mão inteira pela boceta molhada, espalhou o líquido pelos lábios, pela coxa, subiu até os peitos. Beliscou os mamilos com força enquanto voltava a circular o clitóris. Os quadris dela se mexiam em círculos preguiçosos, oferecendo tudo.

— Continua… me mostra como você goza pensando em mim — ordenou ela. — Quero ver o porra jorrar enquanto eu me acabo aqui.

Hugo obedeceu. Acelerou. O pau latejava na mão, a cabeça brilhando. Ele imaginava a boceta dela quente engolindo ele até o fundo, o cheiro dela, o gemido real no ouvido. Marisol enfiou três dedos de uma vez, o polegar no clitóris, e se fodeu mais fundo, mas ainda devagar, provocando. O corpo dela tremia. Os peitos balançavam. O olhar dela não saía do pau dele nem por um segundo.

— Isso… aperta mais — ela gemeu. — Imagina que é minha mão. Ou minha boca. Ou essa xota molhada te chupando inteiro.

Hugo soltou um grunhido baixo. A mão virava punho apertado. O pré-gozo escorria pelos dedos e pingava no peitoril da janela. Do outro lado Marisol arqueava as costas, os dedos entrando e saindo com barulho molhado obsceno. Ela abria e fechava as pernas, mostrava tudo, se oferecia.

O tesão entre os dois crescia como fogo. Cada segundo de olhar trocado era uma faísca. Hugo via o clitóris dela inchado sob o polegar. Via a boceta se contrair. Via o gozo dela começar a escorrer de verdade. Marisol via as veias do pau dele saltarem. Via as bolas pesadas. Via o jeito como ele segurava a base com a outra mão, se controlando para não gozar cedo demais.

— Vem — ela disse de repente, a voz cortando o ar quente. — Não aguenta mais só olhar, né?

Hugo balançou a cabeça, o peito arfando.

Marisol tirou os dedos devagar, os mostrou brilhando, e depois fez o gesto. Claro. Direto. Incline a cabeça na direção da porta do apartamento dela, um aceno lento, safado, inconfundível. Depois apontou para si mesma, para a boceta aberta e molhada, e de novo para a porta.

— Desce. Agora. Quero esse pau dentro de mim. Quero te foder gostoso enquanto a gente ainda tá sujo dessa sacanagem.

Hugo sentiu o sangue bater nos ouvidos. O pau latejava tanto que doía. Ele assentiu uma vez, firme, e sumiu da janela só o tempo de puxar a calça, calçar um chinelo e sair. O coração batia descompassado no peito enquanto ele descia as escadas do prédio, atravessava o pequeno vão escuro entre os edifícios e subia até o andar dela. Cada degrau era tensão pura. O cheiro do próprio pré-gozo ainda nas mãos. A imagem dela se abrindo para ele.

Na porta do apartamento de Marisol ele parou um segundo, a mão no peito, o pau duro latejando contra o zíper. Ouviu passos do outro lado. A maçaneta girou. A porta se abriu só o suficiente para ele ver o rosto dela, o sorriso sujo, o corpo ainda nu e brilhante.

— Entra — murmurou Marisol, a voz grossa de tesão. — Antes que eu me arrependa de te deixar só olhar tanto tempo.

Hugo atravessou a porta. O ar dentro do apartamento dela cheirava a sexo, a perfume barato e a mulher molhada. A porta se fechou atrás dele com um clique suave. Os dois se encararam de perto pela primeira vez. Sem vão. Sem escuridão. Só o calor do corpo um do outro e a promessa crua do que vinha a seguir — o foder gostoso que os olhares já tinham combinado no escuro, agora prestes a acontecer de verdade, pele contra pele, gemido contra gemido, sem mais janelas no meio.

Hugo empurrou a porta do quarto com o ombro assim que Marisol o puxou pelo corredor. A luz do abajur ainda acesa no canto batia dourada na pele dela, suada e brilhante da sacanagem anterior. Ele já tinha se livrado da calça e da cueca no caminho, o pau grosso balançando pesado entre as pernas, as veias saltadas, a glande rosada pingando pré-gozo. Entrava pelado, cheirando a tesão contido, o peito arfando.

Marisol o recebeu de quatro na cama, a bunda erguida alta, as costas arqueadas, a boceta inchada e molhada entre as coxas abertas. Olhou por cima do ombro, o cabelo escuro caindo no rosto, e sorriu safado.

— Vem logo, vizinho. Quero sentir esse pau grosso me arrombar. Fode essa xota que você ficou olhando tantas noites.

Hugo subiu na cama de joelhos, agarrou as ancas dela com as duas mãos e enfiou de uma vez só. O pau sumiu inteiro na boceta quente e escorregadia. Marisol gritou, um gemido alto e sujo que ecoou no quarto.

— Porra! Assim… fundo pra caralho!

Ele puxou quase tudo para fora e meteu de novo com força, a pele batendo na pele num tapa molhado. As bolas dele batiam na bunda dela a cada estocada. Marisol empurrava o quadril para trás, engolindo ele até o fundo, a boceta apertando, churning barulho obsceno de sexo molhado. Hugo segurou o cabelo dela num punho e puxou a cabeça para trás enquanto fodia com força, rápido, fundo, as veias do pau latejando dentro dela.

— Mais… me fode mais forte, caralho — ela gemia alto, a voz rouca. — Quero que você destrua essa boceta. Olha como ela engole teu pau… ah, porra, assim!

Cada estocada fazia os peitos dela balançarem para frente. Hugo via o clitóris inchado quando puxava para fora, via o líquido escorrendo pela coxa dela e manchando o lençol. A mente dele fervia: meses espionando, batendo punheta no escuro, e agora a xota dela quente engolindo ele de verdade. O cheiro de sexo encheu o quarto. Ele metia com raiva gostosa, as unhas cravando na carne macia da bunda dela, abrindo as nádegas para ver melhor o pau sumindo e saindo brilhante de gozo dela.

— Grita mais — ele rosnou, a voz baixa e rouca. — Quero ouvir você pedindo.

— Mais! Mete mais fundo, Hugo… arrebenta… ah, porra, não para!

Ele acelerou, o quadril batendo num ritmo brutal. Marisol tremia, os braços fraquejando na cama, o rosto enterrado no travesseiro um segundo antes de levantar de novo e gemer alto, pedindo mais, pedindo mais forte. O pau dele latejava, as bolas pesadas, o prazer subindo pela espinha. Mas ele segurou. Queria mais dela.

Marisol puxou o corpo para frente de repente, se livrou do pau com um pop molhado e virou-se de frente. Empurrou o peito dele para trás até ele cair sentado na cama, as costas contra a cabeceira. Subiu em cima de uma vez só, guiou o pau grosso com a mão e sentou fundo, gemendo alto quando ele abriu ela toda de novo.

— Agora eu cavalgo — sibilou ela, os olhos brilhando. — Quero gozar sentada nesse pau enquanto você chupa meus peitos.

Ela começou a rebolar com vontade, subindo e descendo devagar no começo, depois mais rápido, a boceta engolindo ele até as bolas. As mãos dela subiram e apertaram os próprios peitos com força, beliscando os mamilos escuros e duros, espremendo a carne macia enquanto o quadril trabalhava. Hugo agarrou a cintura dela, ajudando o movimento, e inclinou a cabeça. A boca encontrou um mamilo, chupou forte, a língua girando, os dentes roçando de leve. Marisol jogou a cabeça para trás e gemeu, o peito empurrando contra a boca dele.

— Isso… chupa forte… porra, chupa os dois — ela ofegava, apertando os peitos um contra o outro para ele alcançar os dois mamilos. Hugo chupava um, depois o outro, a língua molhada, a saliva escorrendo. Ela cavalhava com fome, o clitóris esfregando na base do pau dele a cada descida, a boceta contraindo, molhada pra caralho. O som era obsceno: pele batendo, gemidos, o barulho úmido dela se fodendo nele.

Hugo sentia o calor dela, o aperto, o jeito como as paredes internas puxavam ele. Pensava na janela, no vão escuro, em todas as noites em que só podia olhar. Agora a tinha no colo, suada, rebolando, os peitos na boca. A mão dele desceu e apertou a bunda dela, abrindo, sentindo o pau sumir fundo. Marisol rebolava mais rápido, os músculos das coxas tremendo, os peitos saltando nas próprias mãos enquanto ele chupava os mamilos inchados até ficarem vermelhos e sensíveis.

— Tô perto… caralho, tô perto — ela gemia. — Continua chupando… não para…

Ele mordeu de leve um mamilo e chupou com força. Marisol gritou e se agarrou nos ombros dele, o ritmo ficando irregular, desesperado. Mas ainda não. Ela queria terminar de outro jeito.

Com um movimento fluido ela se ergueu, o pau saindo dela com um fio de gozo escorrendo. Hugo se levantou de uma vez, as pernas firmes no chão ao lado da cama. Agarrou Marisol pela cintura e a ergueu no colo, as pernas dela se enrolando na cintura dele. Ela guiou o pau de novo e ele enterrou fundo numa estocada só, de pé, segurando o peso dela com as mãos fortes na bunda.

— Olha pra mim — ele disse, a voz rouca, o peito colado no dela. — Quero ver teu olho quando a gente gozar.

Marisol prendeu o olhar no dele. Os rostos quase se tocavam, o suor misturando. Hugo metia fundo e rápido, as coxas dela tremendo, o pau saindo quase todo e entrando com força a cada movimento. Ela se segurava nos ombros largos dele, as unhas cravando, gemendo alto direto no rosto dele.

— Mais fundo… mais rápido… porra, Hugo, me fode até o fundo — ela pedia, a voz quebrada de prazer. — Quero teu porra quente dentro de mim… quero gozar te olhando…

Ele acelerou, o corpo inteiro trabalhando, o suor escorrendo pelo peito peludo, pela barriga, misturando com o dela. O pau latejava dentro da boceta apertada, o barulho molhado preenchendo o quarto. Os olhos deles presos, sem piscar. Marisol via as pupilas dilatadas dele, a fome, o voyeur agora virado em foder cru. Hugo via o rosto dela se contorcendo de prazer, a boca entreaberta, os gemidos saindo quentes contra a boca dele.

O ritmo ficou selvagem. Ele a erguia e baixava no pau com força, metendo fundo, rápido, as bolas batendo. O tesão subia quente pela espinha dos dois. Marisol apertou as pernas na cintura dele, a boceta contraindo em ondas.

— Vou gozar… caralho, vou gozar no teu pau — ela gritou, o olhar ainda cravado.

— Junto… goza comigo — ele rosnou.

Os dois explodiram juntos. Marisol tremeu inteira no colo dele, a boceta espremendo o pau em espasmos violentos, o gozo dela escorrendo quente pelas bolas dele. Hugo enterrou fundo uma última vez e jorrou, o porra grosso e quente enchendo ela, jato atrás de jato, o corpo rígido, o olhar preso no dela enquanto gemiam um contra o outro. O suor escorria pelos rostos, pelos peitos, o cheiro de sexo puro no ar quente do quarto. Eles ficaram ali, ofegantes, ele ainda dentro dela, o pau latejando, os olhares se consumindo.

Mas o silêncio que veio depois não era descanso. Marisol ainda tinha as pernas enroladas nele, o corpo suado colado, e o sorriso safado voltou devagar aos lábios, o olhar brilhando com algo a mais — uma fome que o gozo não tinha apagado. Hugo sentiu o pau ainda semi-duro dentro dela e soube, pelo jeito como ela apertava de propósito, que a noite só tinha virado a página. A janela do outro prédio ainda estava aberta lá fora, a cortina batendo no vento, e a promessa suja entre os dois latejava mais forte agora que o gosto um do outro estava na boca e na pele.

Hugo ainda estava enterrado fundo nela, o pau latejando em espasmos residuais, o porra quente escorrendo devagar pela coxa dela e pingando no chão entre os pés dele. O peito de Marisol subia e descia colado ao dele, o suor misturando, o cheiro grosso de sexo puro impregnando o ar quente do quarto. Ela riu baixinho, um som rouco e cúmplice que vibrava contra a clavícula dele, e deslizou as pernas para baixo até os pés tocarem o piso. O pau saiu dela com um pop molhado, um fio grosso de porra e gozo ligando a glande à boceta inchada por um segundo antes de se partir.

— Vem cá, porra — murmurou ela, a voz ainda embargada, puxando-o pela mão suada até a cama. Os dois caíram de lado no colchão amarrotado, ofegantes, rindo baixinho daquela bagunça deliciosa. Hugo rolou de costas, o peito arfando, o pau semi-duro ainda brilhando de porra e do líquido dela. Marisol se ajeitou colada nele, a perna jogada por cima da coxa dele, os peitos macios esmagados contra o peito peludo. Os dedos dela traçaram círculos preguiçosos no abdômen tenso dele, descendo até a base do pau e subindo de novo, espalhando o gozo que escorria.

Ele sentia o coração ainda descompassado, a mente rodando nas imagens: a janela aberta, o vão escuro, meses de punheta solitária agora transformados naquela xota quente engolindo ele até as bolas. O cheiro dela no nariz, o gosto salgado da pele no lábio. Marisol ergueu a cabeça, o cabelo escuro grudado na testa suada, e encostou a boca no ouvido dele. O riso baixinho voltou, quente, safado.

— Sempre soube que você me observava, vizinho — sussurrou ela, a língua roçando de leve a orelha. — Desde a primeira noite. Eu deixava a cortina assim de propósito. Me tocava mais devagar, abria mais as pernas, gemia mais alto… sabendo que você tava lá no escuro com a mão no pau. E isso me deixava molhada pra caralho. Molhada pra porra. Às vezes eu gozava só de imaginar teu olhar, o jeito como você devia apertar esse pau grosso pensando na minha boceta.

Hugo soltou um gemido baixo, a mão dele descendo pela coluna dela, apertando a bunda macia, os dedos escorregando pela fenda ainda úmida e aberta. Ele sentia o próprio porra escorrendo dela, quente, sujo, perfeito. A mente fervia: ela sabia. Tudo aquele tempo. A obsessão dele virada em combustível pra tesão dela. O peito dele apertou de um jeito gostoso, a cumplicidade latejando mais forte que o gozo.

— Porra, Marisol… — a voz dele saiu rouca, o polegar massajando devagar o clitóris inchado dela, sentindo o tremor residual. — Eu batia punheta toda noite. Imagina o cheiro, o gosto, o jeito que essa xota ia apertar. E você me olhando… caralho. Quase gozei seco a primeira vez que você sorriu pra mim.

Ela riu de novo, o corpo inteiro vibrando contra o dele, e mordeu de leve o ombro. Os dedos dela envolveram o pau dele, ainda meio duro, espalhando o resto do porra pela glande sensível. Ele contraiu os quadris, um espasmo gostoso percorrendo a espinha. Marisol se ergueu um pouco, o peito balançando, e olhou direto nos olhos dele, o sorriso safado iluminado pela luz fraca do abajur.

— Então a gente mantém o jogo vivo — disse ela, a voz baixa, intensa, os dedos apertando a base do pau dele num ritmo lento. — Amanhã à noite você fica aí na sua janela, no escuro. Eu deixo a cortina bem aberta. Me deito, abro as pernas e me toco pensando nesse pau. Devagar. Quero que você veja tudo: os dedos entrando, a boceta molhada, o gozo escorrendo. E você bate uma olhando. Sem vir aqui. Só olhando. Me fazendo gozar de novo só com o olhar. Depois… aí a gente decide se eu te chamo pra foder ou se deixo você se acabar sozinho no peitoril.

Hugo sentiu o pau latejar na mão dela, o sangue voltando devagar, a fome renovada mesmo depois do gozo. Ele puxou ela pra cima, a boca encontrando a dela num beijo molhado, a língua explorando o gosto de sexo e saliva. As mãos dele apertaram os peitos dela, beliscando os mamilos ainda sensíveis, sentindo o tremor. O quarto cheirava a porra, a suor, a mulher fodida. Lá fora a cortina da janela dele batia fraca no vento, o vão escuro entre os prédios como um convite permanente.

— Combinado — ele murmurou contra a boca dela, o polegar voltando ao clitóris, circulando devagar, sentindo ela se contorcer de leve. — Vou ficar na cadeira, pau na mão, te vendo se foder com os dedos. Imagina eu entrando. Imagina o porra jorrando. E você geme meu nome alto o bastante pra eu ouvir atravessando o vão. Depois eu venho se você quiser. Ou fico só olhando até a gente gozar de novo. Mais intenso. Mais sujo.

Marisol gemeu baixinho, o quadril se movendo contra a mão dele, a boceta ainda escorrendo o gozo misturado. Ela se ajeitou de lado, a bunda encaixada no pau semi-duro dele, as costas coladas no peito. Os dedos dela alcançaram atrás e guiaram a glande entre os lábios molhados, só esfregando, sem enfiar, espalhando o resto do porra pela fenda. O calor dela contra ele era um fogo lento. Hugo beijou a nuca suada, a mão livre apertando um peito, o polegar no mamilo.

— Eu vou me tocar pensando em você me comendo de quatro de novo — ela sussurrou, a voz rouca de cumplicidade. — Em você me erguendo no colo. No jeito como você me olhava enquanto jorrava dentro. E quando eu gozar na frente da janela, vou te mostrar os dedos molhados de novo. Quero ver o porra escorrendo na sua mão do outro lado. Quero saber que você tá se acabando por mim, mesmo sem me tocar.

Ele riu baixinho, o peito vibrando contra as costas dela, a mão descendo de novo pela barriga, pelos pelos suados do monte de Vênus, dois dedos entrando devagar na boceta ainda aberta e escorregadia. O porra dele misturado com o gozo dela fazia um barulho úmido obsceno. Marisol arqueou as costas, o gemido abafado contra o travesseiro. O pau dele latejava entre as nádegas, o pré-gozo novo já pingando de novo. A mente dele girava nas noites que viriam: a escuridão, o vão, o olhar dela cravado nele enquanto os dedos trabalhavam. A tensão elétrica que nunca ia sumir, só crescer.

— E se eu não aguentar? — ele provocou, a voz baixa, os dedos curvando dentro dela, massageando o ponto que fazia as coxas tremerem. — Se eu descer as escadas de novo no meio da sacanagem?

Ela apertou os dedos em volta do pau, esfregando a glande contra a entrada, o calor molhado sugando de leve. O riso dela foi puro tesão contido.

— Aí eu te deixo entrar. Mas só depois de te fazer sofrer um pouco olhando. Quero te ver se controlando. Quero te ver gozando no escuro primeiro. Depois você limpa essa boceta com a boca. Ou enfia de novo até eu gritar. O jogo continua, Hugo. Mais vivo. Mais intenso. Cada noite um pouco mais perto da beira.

Hugo enterrou o rosto no cabelo dela, o cheiro de sexo e perfume barato, os dedos entrando e saindo devagar, sentindo as paredes ainda sensíveis se contrair. O corpo dela tremia em ondas suaves, o afterglow quente misturado com a promessa suja. Ele imaginava a cadeira dele, a janela aberta, ela de pernas abertas no abajur fraco, os dedos brilhando, o olhar cúmplice atravessando o vão. O pau latejava contra a bunda dela. A mão dela apertava e soltava, espalhando o líquido. O silêncio do quarto era só respiração ofegante, pele grudada, o barulho molhado dos dedos.

Marisol virou o rosto o suficiente pra beijar o canto da boca dele, a língua passando devagar. Os olhos brilhavam na penumbra.

— Dorme aqui hoje — sussurrou ela. — Mas amanhã você volta pro seu lado. Eu quero a distância de novo. Quero a fome de te ver no escuro. Quero gozar sabendo que você tá gozando comigo sem me tocar. E depois a gente fode até o corpo não aguentar. Combinado?

Ele assentiu, a boca nos lábios dela, o polegar pressionando o clitóris num círculo lento que fazia ela ofegar. O peito arfava contra as costas dela. Lá fora a cidade murmurava fraca, a cortina batia, o vão entre os prédios guardava o segredo deles como um fio tenso. O porra ainda escorria quente entre as coxas dela, manchando o lençol. Hugo sentia o peso gostoso da cumplicidade, a obsessão agora compartilhada, o voyeurismo virado em linguagem viva entre os dois. A mão dela no pau, a dele na boceta, o suor esfriando devagar na pele.

Eles ficaram assim, ofegantes, rindo baixinho de vez em quando quando um espasmo residual fazia o corpo tremer, os dedos explorando o resto do prazer sem pressa. Marisol rebolava de leve contra ele, a boceta se contraindo em volta dos dedos, o sorriso safado colado na boca dele. Hugo apertava a carne macia da bunda, imaginando a noite seguinte, o escuro, o olhar, o jogo que só ia ficar mais sujo, mais intenso, mais viciante. O afterglow os envolvia quente e lento, o gozo ainda escorrendo, a promessa latejando no ar entre as janelas abertas.

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