No Vapor do Desejo Consentido
Yvonne espia o buraco na parede e começa a se masturbar sabendo que o enteado Nikolai tá assistindo tudo.
Yvonne passou o pano molhado pela bancada da cozinha e sentiu o olhar dele nas costas. Nikolai tinha chegado fazia três dias, alugando o quarto dos fundos depois que o pai dele sumira de vez da história. Vinte e oito anos, ombros largos, voz baixa, e aquela cara de quem ainda não sabia direito o que fazer com o desejo que crescia toda vez que a madrasta passava de shortinho curto. Ela tinha quarenta e dois, curvas generosas, seios pesados que balançavam sob a camiseta larga, e vivia sozinha naquela casa antiga há tempo demais.
Foi na segunda noite que ele descobriu o buraco.
Nikolai estava ajeitando a cama quando viu o furo irregular na parede que dividia os dois quartos, bem na altura dos olhos se ele se ajoelhasse. Do outro lado, a luz amarela do abajur de Yvonne. Ele chegou perto, o coração batendo duro, e enxergou o colchão desfeito, as coxas grossas dela abertas por cima do lençol. Ela sabia. Tinha de saber. Porque no instante em que ele encostou o olho, Yvonne virou o rosto exatamente na direção do buraco, sorriu devagar e abriu mais as pernas.
— Olha só o que a tia tá fazendo, menino — murmurou alto o bastante para atravessar a parede. Os dedos dela desceram pela barriga macia, entraram pela calcinha já molhada e abriram os lábios inchados da buceta. O clitóris inchado brilhou sob a luz. Ela gemeu baixinho, enfiou dois dedos até o fundo e começou a foder a si mesma com força, o polegar esfregando o botão inchado em círculos rápidos. Nikolai engoliu seco, tirou o pau duro da calça e puxou a pele para baixo, a cabeça já molhada de porra. Ele se masturbou no escuro, o olho colado no buraco, enquanto ela gemia e olhava direto para ele, provocando.
Na noite seguinte a tensão virou fogo.
Yvonne não se deu ao trabalho de fingir. Entrou no quarto nua, deitou de barriga para cima, abriu as pernas em V largo e enfiou três dedos na buceta ensopada. O som molhado ecoou. Ela arqueou as costas, os peitos pesados caindo para os lados, mamilos escuros e duros.
— Nikolai… porra, Nikolai… — gemeu o nome dele alto, sem vergonha. — Vem ver essa buceta te chamando. Tá pingando só de saber que tu tá aí com o pau na mão.
Ele batia punheta com raiva, o saco pesado, a respiração quente colada na parede. Yvonne tirou os dedos, lambeu o mel que escorria e enfiou de novo, mais fundo, o polegar martelando o clitóris até as coxas tremerem. Quando gozou, gritou o nome dele e esguichou um pouco no lençol. Depois se levantou, ainda tremendo, caminhou nua até a porta do quarto dele e bateu duas vezes.
— Abre, guri. Acabou a brincadeira de espiar.
Nikolai abriu. O pau latejava para fora da cueca. Yvonne entrou, fechou a porta com o pé e encostou o corpo quente nele.
— Eu sabia desde o primeiro dia que tu ia achar aquele buraco — sussurrou, a mão descendo e apertando o pau grosso. — E eu quis. Quis que tu me visse. Quis teu olho em mim enquanto eu gozava. Agora me fala se tu também quer de verdade.
— Quero — a voz dele saiu rouca. — Quero te foder até tu não conseguir mais andar.
Ela sorriu, puxou a camisa dele pela cabeça e o empurrou para a cama.
— Então fode.
Yvonne ficou de quatro no colchão, a bunda grande e redonda erguida, a buceta inchada e brilhando entre as coxas. Nikolai ajoelhou atrás, segurou a cintura carnuda e enfiou de uma vez só. O gemido dela foi alto, gutural. Ele meteu forte, o pau grosso abrindo a carne molhada, as bolas batendo na bunda a cada estocada. Puxou o cabelo dela para trás, forçando o arco das costas, e fodeu mais fundo, ouvindo o barulho molhado da buceta engolindo tudo.
— Isso, mete gostoso — ela gemia, a voz embargada. — Usa essa buceta. Ela é tua agora.
Ele puxou quase todo o pau para fora e enfiou de novo até o fundo, batendo o osso da bacia na carne macia. Yvonne gritava, pedindo mais. Depois ela se virou, empurrou o peito dele contra o colchão e montou. A buceta desceu engolindo o pau inteiro. Ela cavalgou com força, as coxas batendo, os peitos pesados balançando na cara dele. Nikolai mordeu um mamilo, chupou forte enquanto ela rebolava, o clitóris esfregando na base do pau a cada descida.
— Olha pra mim — exigiu ela, segurando o rosto dele. — Não tira o olho. Quero ver tua cara quando eu gozar em cima de ti.
Ele segurou as nádegas grandes, abriu e empurrou para cima, encontrando o ritmo dela. O quarto cheirava a sexo, a suor, a buceta molhada. Yvonne gemeu o nome dele de novo, a buceta apertando em espasmos, e gozou encharcando o pau e as bolas dele. Ainda tremendo, ela deitou de lado. Nikolai encaixou atrás, ergueu a perna dela e enfiou de novo, fundo, a mão passando por baixo para esfregar o clitóris inchado com dois dedos.
— Mais forte — ela pediu, virando o rosto para ele. — Olha nos meus olhos e me enche de porra.
Ele fodeu de lado, o pau deslizando na carne quente e apertada, os dedos molhados no botão sensível. Yvonne gozou de novo, gritando, a buceta pulsando e puxando. Nikolai não aguentou. Enterrou até o saco e gozou jorrando porra quente fundo nela, enchendo, sentindo o excesso já começar a escorrer enquanto ainda gozava. Os dois ficaram ofegantes, colados, o pau ainda latejando dentro.
Yvonne se virou devagar, o sêmen escorrendo branco e grosso pelas coxas internas, pingando no lençol. Beijou a boca dele com língua lenta, suja, e sussurrou contra os lábios:
— O buraco continua ali. Toda vez que tu quiser me assistir primeiro… assiste. Depois vem me foder. Combinado?
Nikolai riu baixo, ainda sem ar, a mão apertando a bunda molhada dela.
— Combinado. Toda semana. Ou toda noite.
Ela se levantou, o corpo suado e sujo de porra, e caminhou até a porta rebolando de propósito, a buceta ainda aberta e pingando. Na soleira parou, olhou por cima do ombro e mordeu o lábio.
— Amanhã eu deixo a porta do banheiro entreaberta quando for tomar banho. Se tu quiser espiar de novo antes de meter… eu vou estar te esperando com a perna no box e dois dedos já dentro. Não dorme cedo, Nikolai.
Ela saiu. O corredor ficou em silêncio. Nikolai ficou deitado, o gosto dela na boca, o cheiro de buceta e porra no quarto, e a certeza de que o buraco na parede agora era só o começo de um jogo que os dois tinham acabado de assinar com o corpo. Do outro lado da parede, ele ouviu a risada baixa dela, seguida do barulho da torneira abrindo. E soube, com o pau já retesando de novo, que na noite seguinte a provocação seria pior.
Nikolai não dormiu cedo. Ficou deitado no escuro ouvindo o barulho distante da torneira no banheiro, o pau já duro de novo só de imaginar Yvonne com a perna no box e os dedos sumindo naquela buceta que ainda escorria a porra dele. De manhã ela passou pela cozinha de roupão semiaberto, seios pesados balançando, e só disse “hoje à noite” antes de sair para o trabalho. O dia inteiro ele andou pela casa com o cheiro dela grudado na pele, a marca dos dentes no peito latejando.
Quando a noite caiu, a porta do banheiro ficou entreaberta exatamente como prometido. A luz amarela vazava pelo vão. Nikolai se aproximou descalço, o coração batendo no pescoço, e enfiou o olho no espaço. Yvonne estava de pé no box, água quente escorrendo pelos ombros largos, pelas costas carnudas, descendo pelo sulco da bunda e pingando entre as coxas. Uma perna erguida no banco baixo de plástico, o joelho aberto, a buceta raspada e inchada à mostra. Dois dedos grossos já entravam e saíam devagar, o polegar esfregando o clitóris inchado em círculos lentos. Ela olhou direto para a fresta, sorriu molhada e gemeu alto o bastante para ele ouvir claro:
— Tá vendo, guri? Já tô molhada só de saber que teu olho tá aí. Olha como essa buceta abre pra ti.
Os dedos sumiram até a base, o som molhado misturado com a água. Ela enfiou o terceiro, abriu os lábios com a outra mão e mostrou o buraco rosado, brilhando. Nikolai puxou o pau para fora da cueca, a cabeça já escorrendo pré-porra, e masturbou devagar, o polegar passando pela fenda sensível. Yvonne rebolou no próprio dedo, a bunda tremendo, peitos pesados balançando sob o jato.
— Enfia mais fundo, porra — murmurou ela, como se falasse só pra si, mas sabia que ele ouvia. — Quero teu pau grosso no lugar desses dedos. Mas primeiro goza aí olhando. Quero ver tua cara quando tu gozar espiando a tia.
Ele bateu mais rápido, o saco pesado batendo contra a mão. Yvonne tirou os dedos, lambeu o mel grosso que escorria e enfiou de novo, agora fudendo com força, o polegar martelando o botão até as coxas tremerem. A água escorria pela fenda aberta, misturando-se com o lubrificante natural. Ela gemeu o nome dele, arqueou as costas e gozou de pé, a buceta pulsando visível, um fio de líquido branco escorrendo pela coxa interna. Nikolai gozou no mesmo instante, jatos quentes caindo no chão do corredor, o corpo inteiro tensionado, o olho colado na fresta enquanto ela continuava se tocando, estendendo o orgasmo.
Quando a água parou, Yvonne saiu do box pingando, pegou a toalha mas não se secou de verdade. Andou nua até a porta, abriu de vez e puxou ele para dentro pelo pau ainda semi-duro e sujo de porra.
— Sujo pra caralho — riu ela, baixinho. — Vem limpar isso na minha boca.
Ajoelhou no tapete molhado do banheiro, envolveu a cabeça do pau com os lábios gordos e chupou fundo, limpando o gosto salgado dele, a língua girando na fenda. Nikolai segurou o cabelo molhado dela e fodeu a boca devagar, sentindo a garganta abrir. Ela engasgou de propósito, baba escorrendo pelo queixo, olhando pra cima com os olhos molhados de prazer. Depois se levantou, virou de costas contra a pia e ergueu uma perna no vaso.
— Mete. Agora. Quero sentir teu pau enquanto ainda tô quente do banho.
Ele enfiou de uma vez, o pau deslizando fácil na carne ensopada. O gemido dela ecoou no azulejo. Nikolai segurou as coxas grossas, abriu mais e meteu fundo, o osso da bacia batendo na bunda a cada estocada. A pia tremeu. Yvonne se apoiou no espelho embassado, os peitos esmagados contra o vidro frio, e pediu mais forte. Ele puxou o cabelo, forçou o arco e fodeu com raiva contida, o barulho molhado preenchendo o banheiro pequeno. Ela gozou de novo, a buceta apertando em espasmos, esguichando um pouco no chão molhado. Nikolai segurou o orgasmo, saiu, virou ela e a sentou na beira da pia. Enfiou de frente, olhando nos olhos dela, e meteu devagar e profundo, o polegar esfregando o clitóris inchado.
— Isso… olha pra mim enquanto me fode — ela ofegava. — Quero ver teu olho na minha cara igual tu via pelo buraco.
Ele gozou assim, enterrado até o fim, jorrando quente dentro dela, o excesso já escorrendo pela bunda e pingando no ralo. Os dois ficaram ofegantes, a água fria do chuveiro ainda pingando atrás. Yvonne beijou a boca dele suja de saliva e sêmen, a língua lenta.
— Amanhã a gente sobe o nível — sussurrou contra os lábios. — Eu vou deixar a porta do quarto aberta e me masturbar de quatro no chão, bem na frente do buraco. Tu vai assistir de joelhos do teu lado… mas dessa vez eu quero que tu enfie os dedos pelo furo e me toque. Quero teus dedos na minha buceta enquanto eu gozo te chamando de enteado safado. Depois tu vem e me fode no chão mesmo, com a cara na parede. Combinado?
Nikolai riu rouco, o pau ainda latejando dentro dela, já começando a endurecer de novo só com a promessa.
— Combinado. E se eu quiser te chupar pelo buraco também?
Ela sorriu suja, apertou a bunda nele e rebolou devagar, sentindo a porra escorrer mais.
— Aí eu deixo a buceta colada na parede o tempo que tu quiser. Mamando, chupando, enfiando a língua. Só não me faz gozar sozinha de novo… porque da próxima eu quero teu galo inteiro me abrindo enquanto teu olho ainda tá do outro lado, espiando. Entendeu, guri?
Ele assentiu, beijou o pescoço suado dela e mordeu de leve. Yvonne se desprendeu, limpou o excesso de porra com dois dedos e enfiou na própria boca, chupando barulhento.
— Vai dormir. Amanhã a gente brinca mais. E deixa o buraco limpo… eu quero sentir teus dedos limpos entrando em mim primeiro.
Ela saiu rebolando, a buceta ainda aberta e pingando pelo corredor, deixando um rastro molhado até o quarto. Nikolai ficou no banheiro, o cheiro de sexo e sabonete barato no ar, o pau duro de novo, a mente já no dia seguinte: ela de quatro no chão, a bunda colada na parede, a fenda aberta esperando os dedos dele atravessarem o furo irregular. Ele limpou o chão, voltou para o quarto e deitou olhando o buraco escuro. Do outro lado ouviu o colchão ranger, o gemido baixo dela começando de novo, sozinha, se tocando mais uma vez só para ele ouvir.
— Nikolai… — a voz atravessou a parede, molhada, provocante. — Tô com teu gozo escorrendo ainda. E já tô com o dedo no cu, imaginando teu pau grosso abrindo os dois buracos amanhã. Não dorme, guri. Fica duro pra mim.
Ele fechou a mão no pau e masturbou devagar no escuro, o olho no furo, ouvindo o som molhado dos dedos dela, o gemido cada vez mais alto, a certeza de que o jogo só estava começando de verdade. A tensão crescia grosso entre as paredes, o buraco agora não era só para espiar — era para tocar, chupar, invadir. E amanhã ele ia atravessar aquele pedaço de madeira com os dedos e depois com o corpo inteiro, fudendo a madrasta no chão enquanto o cheiro de buceta e porra impregnava os dois quartos. O pau latejava na mão, a respiração quente colada na parede, e ele sabia que a próxima noite ia deixar essa no banheiro parecendo brincadeira de criança.
Nikolai mal esperou o sol baixar de verdade. O dia inteiro a casa cheirara a ela — aquele rastro de sabonete barato e buceta molhada que ainda impregnava o corredor depois da noite no banheiro. Ele limpara o buraco com um pano úmido como ela mandara, os dedos já tremendo só de imaginar o que vinha. Quando a porta do quarto dela rangeu e ficou aberta o bastante para ele ver a luz do abajur, o pau latejou duro dentro da calça.
Ele se ajoelhou do lado dele da parede, olho colado no furo irregular. Yvonne já estava no chão, de quatro em cima do tapete velho, a bunda grande erguida bem na altura do buraco, as coxas abertas o suficiente para ele enxergar tudo. A buceta inchada, brilhando de lubrificante natural, o cu apertadinho e rosado logo acima, ainda um pouco aberto da imaginação da noite anterior. Ela rebolou devagar, encostando a fenda quente quase contra a madeira rachada.
— Tá aí, guri? — a voz dela saiu rouca, molhada. — Olha essa buceta te esperando. Enfia os dedos. Quero sentir teu toque atravessando a parede.
Nikolai passou dois dedos pelo furo. A madeira raspou os nós, mas ele alcançou. A ponta tocou primeiro os lábios inchados, quentes, escorregadios. Yvonne gemeu alto e empurrou a bunda para trás, engolindo os dedos dele até a segunda falange. A carne molhada apertou, quente pra caralho. Ele curvou os dedos, procurou aquele ponto rough por dentro e esfregou.
— Porra… isso — ela ofegava, a testa quase no chão, o cabelo caindo na cara. — Mais fundo, enteado safado. Fode essa buceta com os dedos enquanto eu gozo te chamando assim.
Ele enfiou o terceiro. O buraco na parede limitava o movimento, mas ele metia o que dava, o polegar do lado de fora apertando a madeira, a respiração quente colada no furo. Do outro lado Yvonne enfiava o próprio polegar no cu, gemendo sujo, o som molhado dos quatro dedos (três dele, um dela) enchendo os dois quartos. Nikolai masturbava o pau com a mão livre, a cabeça já escorrendo pré-porra no chão.
— Olha pra mim pelo buraco — ela mandou, virando o rosto o bastante para o olho verde encontrar o dele através da fresta. — Quero ver tua cara de tarado enquanto tu me deda. Fala o que tu tá vendo.
— Tô vendo tua buceta abrindo pros meus dedos — ele rosnou, a voz baixa, rouca. — Tô vendo teu cu engolindo teu polegar. Tô vendo essa bunda tremendo e pingando no tapete. E tô vendo que tu adora ser espiada, madrasta puta.
Yvonne riu sem fôlego e rebolou mais forte. Os dedos dele sumiam e saíam, cobertos de mel grosso. Ela tirou o polegar do cu, lambeu e enfiou de novo, agora mais fundo, enquanto a outra mão ia pro clitóris e esfregava em círculos rápidos.
— Goza nos meus dedos — ele ordenou. — Quero sentir essa buceta pulsando através da parede.
Ela obedeceu. O corpo inteiro tremeu, a bunda empurrando contra a madeira, a buceta apertando os dedos dele em espasmos quentes e molhados. Um fio de líquido escorreu pelos nós dos dedos, pingou do outro lado no quarto dele. Yvonne gritou o nome dele misturado com “enteado safado”, a voz quebrada, e continuou rebolando mesmo depois do orgasmo, estendendo, molhando mais.
Quando os tremores diminuíram, ela se afastou só o suficiente para colar a boca no buraco e chupar os próprios dedos sujos que ainda estavam lá, limpando o gosto dela da pele dele.
— Agora a língua — sussurrou contra a fresta. — Chupa. Quero tua boca na minha buceta pelo buraco.
Nikolai puxou os dedos, lambeu o mel grosso e enfiou a língua no furo o mais fundo que conseguiu. A ponta alcançou os lábios inchados. Yvonne empurrou a buceta colada na parede, abrindo com as duas mãos, e ele chupou o que deu — clitóris, entrada, o gosto salgado e doce dela misturado com o cheiro de madeira velha. A língua não entrava fundo o bastante, e isso só deixava os dois mais loucos. Ele lambia, gemia contra a fenda, a barba raspando a madeira. Ela gozou de novo só com aquilo, esguichando um pouco que escorreu pela parede abaixo do buraco, quente na mão dele.
— Chega — ela ofegou, se afastando. — Agora vem. Quero teu pau inteiro. No chão. Cara na parede.
Nikolai se levantou de uma vez, o pau roxo e latejando, atravessou o corredor em três passos e entrou no quarto dela. Yvonne ainda estava de quatro, a bunda erguida, a buceta aberta e brilhando, o rastro de saliva e gozo dela na parede. Ele ajoelhou atrás, segurou as nádegas carnudas com as duas mãos, abriu e enfiou de uma tacada só até o saco bater.
O gemido dela foi gutural, alto. Nikolai meteu com força, o pau grosso abrindo a carne já folgada dos orgasmos anteriores, as bolas molhadas batendo. Cada estocada empurrava o rosto dela contra a parede, bem na altura do buraco. Ela virava os olhos, olhava pelo furo como se ainda tivesse alguém do outro lado espiando, e gemia mais alto por causa disso.
— Isso, fode a tia no chão — ela babava contra a madeira. — Usa essa buceta que tu acabou de chupar pelo buraco. Mete fundo. Quero sentir teu osso na minha bunda.
Ele puxou o cabelo, forçou o arco das costas e fodeu mais rápido, o barulho molhado e pesado enchendo o quarto. A mão livre desceu, dois dedos acharam o cu dela ainda lubrificado do polegar anterior e enfiou devagar. Yvonne gritou, a buceta apertando o pau dele em volta, e gozou de novo esguichando no tapete. Nikolai segurou, saiu quase inteiro, enfiou os dois buracos de novo — pau na buceta, dedos no cu — e meteu em ritmo duplo até ela chorar de prazer, pedindo porra.
— Me enche — ela ofegava, olhando por cima do ombro, o olho vidrado. — Jorra tudo. Quero escorrer enquanto tu ainda tá olhando pro buraco como se tivesse gente assistindo a gente.
Ele gozou assim, enterrado até o fim, os jatos quentes enchendo a buceta, o excesso já saindo em volta do pau e pingando no chão misturado com o gozo anterior dela. Os dedos no cu sentiram as contrações. Nikolai ficou pulsando dentro, ofegante, a testa suada colada na costa dela.
Yvonne se desprendeu devagar, virou de costas no chão, ergueu as pernas e abriu a buceta com os dedos para ele ver a porra branca escorrendo do buraco inchado, descendo pelo cu e encharcando o tapete.
— Limpa com a língua — mandou baixo. — E enquanto limpa, pensa no que a gente vai fazer amanhã.
Ele obedeceu, ajoelhou entre as coxas grossas e lambeu o sêmen quente que saía dela, a língua entrando, chupando, misturando o gosto dos dois. Yvonne segurou a cabeça dele e rebolou na boca, gozando mais uma vez fraca, só de ver o enteado engolindo a própria porra dela.
Quando ele subiu o corpo, ela beijou a boca suja, dividindo o gosto, e sussurrou contra os lábios:
— Amanhã eu quero os dois. Pau no cu e dedos na buceta ao mesmo tempo. E quero que tu me filme com o celular… não. Melhor: quero que tu deixe o buraco livre e chame alguém. Um amigo. Ou o porteiro. Alguém que assista a gente pelo furo enquanto tu me fode os dois buracos no chão. Eu quero ser vista de verdade. Quero gemer sabendo que tem olho estranho na minha bunda aberta. Tu topa?
Nikolai sentiu o pau endurecer de novo só com a ideia, ainda com o gosto dela na língua. O jogo tinha subido de nível mais uma vez. Ele mordeu o lábio inferior dela e respondeu rouco:
— Topo. Mas antes disso eu quero te amarrar de quatro bem na frente do buraco a noite inteira. Dedo, língua, pau, o que eu quiser, e tu sem poder se fechar. E se eu trouxer alguém… tu vai deixar o cara gozar na tua cara enquanto eu tô enterrado no teu cu. Combinado, madrasta?
Yvonne sorriu suja, puxou a mão dele de volta pra buceta ainda pingando e enfiou os dedos dele nela mesma.
— Combinado, guri. Agora dorme um pouco. Porque amanhã o buraco não vai ser só nosso. E eu quero estar bem aberta e molhada quando o olho novo aparecer do outro lado.
Ela se levantou, cambaleando de propósito, a porra escorrendo pelas coxas internas até o joelho, e foi até a cama sem limpar nada. Nikolai ficou ajoelhado no tapete molhado, o cheiro grosso de sexo impregnando o quarto, o pau duro de novo, a mente já no dia seguinte: corda, o buraco, um terceiro par de olhos, e Yvonne pedindo mais fundo nos dois buracos enquanto alguém desconhecido gozava vendo. A tensão latejava mais grossa que nunca entre as paredes. O buraco na madeira agora era convite aberto — e a próxima noite prometia atravessar qualquer limite que ainda restasse.
Nikolai passou o dia inteiro com o pau duro batendo na costura da calça. A casa cheirava ainda a sexo ressecado no tapete do quarto dela, o rastro branco seco nas coxas que ela nem se dera ao trabalho de limpar de manhã. Yvonne saíra pro trabalho de saia curta e sem calcinha, o tecido grudado na bunda, e só olhara por cima do ombro antes de fechar a porta:
— À noite eu quero as cordas apertadas. E o cara que tu trouxer tem que gozar vendo. Não esquece.
Ele ligou pro único amigo que topava qualquer merda sem fazer pergunta demais. Diego, trinta e poucos, solteiro, olho sujo e boca calada. Às nove da noite o cara apareceu no portão com uma cerveja na mão e um sorriso torto.
— É a madrasta mesmo? — perguntou baixo no corredor.
— É. E ela quer que tu assista pelo buraco. Sem tocar. Só olho e punheta. Depois jorra na cara dela se ela pedir. Topa?
Diego engoliu seco e assentiu. O pau já marcava a calça.
No quarto de Yvonne a luz do abajur era baixa e amarela. Ela já estava nua de quatro no meio do tapete, bem na frente do buraco, as coxas abertas, a bunda erguida. Nikolai ajoelhou atrás e começou a amarrar. Corda grossa de varal nos pulsos, puxada pra trás e fixada nas coxas, obrigando o peito a ficar colado no chão e a bunda permanentemente alta. Outra volta na cintura carnuda, apertando a carne macia até ficar marcada. Os tornozelos amarrados separados, abertos o bastante pra qualquer um ver o cu e a buceta sem esforço. Yvonne testou a tração, gemeu quando a corda mordeu e rebolou devagar, a fenda já brilhando.
— Mais apertado — pediu, a voz rouca. — Quero ficar assim a noite inteira se precisar. Sem poder fechar as pernas. Sem poder esconder nada do olho que vai aparecer aí.
Nikolai puxou mais um nó e enfiou dois dedos na buceta dela só pra checar. Estava ensopada, quente, o mel escorrendo pela corda que passava entre as coxas. Ele chupou os dedos e se levantou.
— O cara tá do outro lado. Já se ajoelhou. Olho colado. Vai começar.
Yvonne virou o rosto o bastante pra enxergar a fresta escura e sorriu suja, babando um pouco no tapete.
— Então olha, desconhecido. Olha essa bunda de madrasta puta aberta e amarrada esperando pau. Eu sei que tu tá batendo punheta aí. Mostra o pau no buraco se quiser. Quero ver a cabeça vermelha enquanto meu enteado me fode.
Do outro lado da parede Diego respirou fundo e enfiou o pau pelo furo o máximo que deu. A cabeça grossa, veias saltadas, pré-porra já brilhando, ficou à mostra bem na altura dos olhos dela. Yvonne lambeu os lábios e empurrou o rosto pra frente, a língua quase alcançando.
— Porra… grosso também. Jorra nessa cara depois. Mas agora cala a boca e só assiste.
Nikolai ajoelhou de novo entre as pernas abertas dela. Passou a língua inteira da boceta ao cu, demorado, sentindo o gosto salgado e o cheiro forte de mulher excitada há horas. Enfiou a língua no cu apertado, abriu com os polegares e chupou até Yvonne tremer nas cordas. Depois subiu, alinhou o pau e enfiou na buceta de uma vez só até o saco bater. O gemido dela foi alto, gutural, ecoando nos dois quartos. Diego do outro lado masturbava mais rápido, o olho colado, vendo o pau grosso do amigo sumir e sair coberto de mel, as bolas molhadas batendo na carne macia.
— Isso, mete fundo enquanto ele vê — Yvonne babava, a testa no chão, o cabelo grudado de suor. — Fala pra ele o que tu tá sentindo, guri.
— Tô sentindo essa buceta molhada te engolindo inteiro — Nikolai rosnou, segurando as nádegas abertas pra Diego ver melhor pelo buraco. — Tá pingando no tapete. O cu dela tá piscando, pedindo. Olha como fica vermelho cada vez que eu meto até o osso.
Ele tirou o pau, esfregou a cabeça no cu lubrificado de saliva e enfiou devagar. Yvonne gritou, o corpo inteiro tensionando nas cordas, a buceta vazia contraíndo no ar. Nikolai enterrou até o fim no cu quente e apertado, ficou parado um segundo sentindo as contrações, depois começou a foder com força. Cada estocada empurrava o rosto dela mais perto do buraco, a boca aberta quase no pau de Diego que ainda sobressaía da madeira.
— Dedos na buceta agora — ela ofegava. — Os dois buracos. Quero sentir cheio enquanto o olho estranho goza vendo.
Nikolai obedeceu. Enfiou três dedos na buceta ensopada e meteu em ritmo duplo — pau no cu, dedos na boceta — o polegar esfregando o clitóris inchado por baixo. O barulho molhado era obsceno, carne batendo, corda rangendo, gemidos altos. Diego não aguentou. Jorrou pelo buraco, jatos quentes espirrando na cara e na boca de Yvonne, escorrendo pelo queixo até o tapete. Ela lambeu o que alcançou, engoliu, e gozou com a porra alheia no rosto, a buceta esguichando nos dedos de Nikolai, o cu apertando o pau dele em espasmos violentos.
Ele segurou o próprio orgasmo, tirou o pau do cu, enfiou de novo na buceta e fodeu rápido, fundo, olhando o buraco onde o pau de Diego ainda latejava semi-duro, coberto de porra. Yvonne rebolava nas cordas, pedindo mais, pedindo pra ser vista, pedindo pra ser usada.
— Me enche os dois — ela gemeu, virando o olho vidrado pro furo. — Jorra no cu e deixa escorrer na boceta. Quero que o desconhecido veja tua porra saindo de mim.
Nikolai gozou enterrado no cu, jatos quentes enchendo, o excesso já vazando em volta do pau e descendo pela buceta aberta, misturando com o mel dela e pingando grosso no chão. Ele pulsava, ofegante, ainda metendo devagar pra empurrar tudo pra dentro. Depois tirou, abriu as nádegas dela com as duas mãos e mostrou pro buraco o cu semi-aberto, branco de porra, a buceta inchada e pingando.
Diego do outro lado gemeu baixo e voltou a bater punheta, o pau endurecendo de novo só de ver.
Yvonne riu rouca, a voz quebrada de prazer, a cara suja de sêmen alheio.
— Ainda não acabou. Quero mais. Quero que tu me chupe limpa enquanto ele assiste. E depois me fode de novo com o pau dele no buraco quase na minha boca. Quero tentar chupar os dois ao mesmo tempo — o teu quando tu tirar e o dele pelo furo. E amanhã… amanhã a gente chama mais um. Ou deixa a porta aberta pra qualquer um que passar no corredor. Eu quero fila. Quero gemer sabendo que tem gente desconhecida gozando só de olhar essa madrasta amarrada e cheia de porra.
Nikolai ajoelhou na frente dela, lambeu a porra que escorria do cu e da buceta, a língua suja entrando nos dois buracos, chupando, limpando, fazendo ela tremer de novo nas cordas. O gosto era grosso, salgado, deles dois misturados. Yvonne rebolava na boca dele, gozando fraco mais uma vez, o corpo inteiro mole e aberto.
Do outro lado Diego enfiou o pau de novo no buraco. Yvonne esticou a língua, alcançou a cabeça e chupou o que deu, a boca aberta pra receber os dois — o pau estranho pela fresta e o pau do enteado quando Nikolai se levantou e esfregou a cabeça suja de porra nos lábios dela. Ela engolia, babava, pedia mais fundo, os olhos molhados olhando direto pro furo como se quisesse que o mundo inteiro estivesse do outro lado assistindo.
Nikolai enfiou de novo no cu dela ainda frouxo e quente, metendo devagar enquanto ela chupava Diego pelo buraco. O quarto cheirava a sexo pesado, corda, suor e porra. A tensão não baixava; só engrossava. Yvonne já falava em trazer o porteiro amanhã, em deixar a janela entreaberta pro vizinho do lado, em passar a noite inteira amarrada com o buraco livre pra qualquer olho que quisesse.
— Continua — ela ofegava entre uma chupada e outra. — Não para. Me fode até o sol nascer se precisar. E quando o próximo chegar… eu quero estar ainda mais aberta. Quero que tu me use na frente dele até eu não conseguir mais falar. Combinado, guri?
Nikolai meteu fundo, mordeu a nuca suada dela e respondeu rouco contra a pele:
— Combinado. E o buraco vai ficar ocupado a noite toda. Um atrás do outro se tu aguentar. Agora engole direito e rebola. Tem mais porra vindo.
Do outro lado Diego já gozava de novo, espirrando na língua dela. Nikolai sentia o pau latejar pronto pra encher o cu outra vez. A corda rangia, o tapete encharcava, e a próxima madrugada prometia atravessar a parede com mais olhos, mais porra, mais gemidos sujos que a casa antiga nunca tinha ouvido. O jogo não tinha teto. Só buraco. E ele estava cada vez mais fundo.
Nikolai meteu mais fundo no cu dela ainda quente e frouxo da porra anterior, o pau deslizando fácil na carne dilatada enquanto Yvonne esticava a língua pra alcançar de novo a cabeça grossa de Diego pelo buraco. O gosto misturado de sêmen e saliva escorria pelo queixo dela, pingando no tapete já encharcado. Diego gemia baixo do outro lado, a mão bombando o pau, o olho colado vendo tudo: as cordas marcando a carne macia da madrasta, a bunda aberta, o enteado enterrado até o saco.
— Chupa mais forte — Nikolai rosnou, puxando o cabelo molhado dela pra trás. — Quero ver esse desconhecido gozar de novo na tua cara enquanto eu te fodo o cu. Mostra pra ele como a tia é puta.
Yvonne engoliu o que deu da cabeça de Diego, a boca aberta e babando, os olhos vidrados fixos no furo. Ela rebolava nas cordas, o peito colado no chão, a buceta vazia contraindo no ar a cada estocada. Nikolai tirou o pau do cu devagar, viu o buraco semi-aberto brilhando de branco, e enfiou três dedos grossos na buceta ensopada ao mesmo tempo que voltava a meter no cu. O ritmo duplo era brutal — pau fundo, dedos curvados procurando o ponto áspero por dentro. O barulho molhado ecoava grosso, carne batendo, corda rangendo, gemidos altos que a casa antiga absorvia como se tivesse nascido pra isso.
Diego não aguentou. Jorrou de novo pelo buraco, jatos quentes espirrando direto na língua e no nariz dela, escorrendo pelos lábios até o pescoço. Yvonne engoliu barulhento, riu rouca entre engasgos e gozou violentamente, a buceta esguichando nos dedos de Nikolai, o cu apertando o pau dele em espasmos que puxavam mais porra pra fora. Ele segurou, meteu mais umas cinco vezes profundas e gozou enterrado, enchendo o cu dela outra vez, o excesso vazando imediatamente pelas coxas internas e misturando com tudo que já estava no chão.
Os três ficaram ofegantes um instante. Diego puxou o pau pro lado dele, ainda latejando. Nikolai saiu devagar, abriu as nádegas dela com as duas mãos e mostrou pro buraco o cu branco e aberto, a buceta inchada pingando.
— Ainda quero mais — Yvonne ofegava, a voz rouca de tanto gemer. — Desamarra as pernas só. Quero virar de frente pro buraco. Quero que o cara veja minha cara suja enquanto tu me fode a buceta de novo. E depois… deixa a porta do quarto aberta. Qualquer um que passar no corredor pode olhar. Eu quero fila de olho, guri. Quero gemer sabendo que tem gente estranha batendo punheta só de ver essa madrasta cheia de porra.
Nikolai desfez os nós dos tornozelos e da cintura com dedos trementes, o pau já endurecendo de novo só com a ordem. As marcas vermelhas da corda ficaram gravadas na pele dela. Yvonne se virou de quatro ainda com os pulsos presos nas costas, o rosto agora bem na altura do buraco, a bunda erguida de novo. Nikolai ajoelhou atrás, passou a língua suja do cu à buceta, limpando o excesso grosso, chupando o gosto dos dois homens misturado nela. Ela tremeu, gozou fraco só com a boca dele, o corpo mole e aberto demais.
— Enfia — ela mandou. — Agora. E fala pra ele olhar bem.
Ele enfiou na buceta de uma tacada, o pau deslizando na carne já folgada e encharcada. Cada estocada empurrava o rosto dela contra a madeira, a boca aberta quase no furo onde Diego tinha voltado a enfiar a cabeça do pau. Yvonne chupava o que alcançava, babava, pedia mais fundo nos dois. Nikolai segurou os quadris carnudos e fodeu com raiva contida, o osso da bacia batendo forte, as bolas molhadas estalando. O cheiro no quarto era pesado demais — sexo, suor, porra, corda, madeira velha.
Diego do outro lado masturbava rápido de novo, o olho vidrado. Yvonne virou o rosto o bastante pra olhar o enteado por cima do ombro, o sorriso sujo escorrendo branco.
— Abre a porta — sussurrou. — Agora. Quero que qualquer um veja.
Nikolai hesitou um segundo, o pau latejando dentro dela, depois se levantou sem sair de verdade, deu dois passos e empurrou a porta do quarto até ficar escancarada pro corredor escuro. O ar da casa entrou frio. Ele voltou, ajoelhou e meteu de novo, agora mais lento, mais fundo, imaginando o que um vizinho ou o porteiro veria se passasse: a madrasta amarrada pelos pulsos, cara suja de sêmen alheio, bunda aberta, enteado enterrado até o fim.
Yvonne gozou gritando, a buceta apertando em ondas longas, esguichando no tapete outra vez. Nikolai não segurou. Enterrou, jorrou quente dentro dela, enchendo a buceta até o excesso sair em volta do pau e descer pelo cu ainda frouxo. Ele pulsava, ofegante, a testa suada colada na costa dela. Diego gozou pela terceira vez no buraco, menos jato, mas ainda quente na língua dela.
O silêncio que veio depois foi grosso. Só a respiração dos três e o pingar distante de alguma torneira. Nikolai saiu devagar, o pau amolecendo, coberto de tudo. Desfez o último nó dos pulsos dela. Yvonne caiu de lado no tapete encharcado, as coxas abertas, a porra dos dois homens escorrendo misturada pelas dobras, as marcas da corda latejando vermelhas. Diego, do outro lado, puxou a calça em silêncio e murmurou um “valeu” rouco antes de sumir pelo corredor, a porta da frente fechando com um clique suave.
Yvonne riu baixo, ainda sem ar, a mão preguiçosa descendo pra abrir a buceta e mostrar o branco saindo.
— Foi… foi bom pra caralho — disse, a voz rouca. — Amanhã a gente chama o porteiro de verdade. Deixa a janela aberta também. Eu quero…
A frase morreu. Nikolai estava ajoelhado entre as pernas dela, o olhar baixo no rastro grosso que manchava o tapete velho, o cheiro impregnando a madeira, as paredes, a própria pele. Ele passou a mão no rosto, sentiu o gosto dela e de Diego ainda na boca, e algo gelado subiu pela espinha. A porta aberta pro corredor escuro parecia maior agora. O buraco na parede, irregular e escuro, parecia um olho que não piscava.
Yvonne se sentou devagar, as coxas tremendo, a porra pingando no chão. O sorriso sujo falicou um pouco quando viu a cara dele.
— O que foi, guri? Cansou?
Nikolai sacudiu a cabeça, mas a voz saiu estranha, baixa demais.
— Não. Só… olha pra isso. O quarto. A gente. O cara que nem conhece teu nome gozou na tua cara duas vezes e foi embora como se fosse normal. E tu quer mais amanhã. Fila. Janela aberta.
Ela limpou o queixo com o dorso da mão, o gesto automático, e pela primeira vez o silêncio entre os dois pesou de verdade. O abajur amarelo fazia as manchas no tapete parecerem maiores. As cordas jogadas no canto cheiravam a suor e sexo. Yvonne abriu a boca pra responder com alguma provocação suja, mas a palavra não veio. Em vez disso olhou pro buraco na parede — aquele furo irregular que começara tudo — e sentiu um frio estranho na barriga, como se a madeira tivesse engolido alguma coisa que não dava pra devolver.
Nikolai se levantou, o pau mole e sujo, e foi até a porta. Fechou devagar. O clique soou alto demais. Ele voltou, ajoelhou de novo, mas não tocou nela. Só ficou olhando o excesso branco escorrer devagar pela coxa interna dela até o joelho, pingando no mesmo lugar de sempre.
— A gente foi longe demais numa semana — murmurou. — Teu pai… o meu pai… sumiu e a gente transformou a casa dele nisso. Numa putaria com buraco na parede e desconhecido gozando na tua cara. E tu tá falando em fila. E eu topando.
Yvonne puxou os joelhos contra o peito, o corpo ainda marcado, ainda aberto, ainda cheio. O prazer ainda latejava fraco entre as pernas, mas por baixo dele crescia uma dúvida grossa, pegajosa, que o orgasmo não tinha lavado. Ela passou os dedos na corda marcada na própria coxa e sentiu o ardor. Olhou pro enteado — ombros largos, boca suja dela, olhos que agora evitavam o buraco — e pela primeira vez desde a noite em que descobriram o furo, o desejo veio misturado com um gosto de cinza.
— Combinado a gente tinha — disse baixo, a voz sem a rouca de antes. — Mas… porra, Nikolai. Olha o estado do tapete. Cheira a porra de homem que eu nem sei o sobrenome. E eu pedi. Eu quis. E agora que ele foi embora… eu não sei se quero a porta aberta de verdade amanhã. Ou se só falei isso porque tava com teu pau no cu e o olho dele em mim.
Ele assentiu devagar, o peito ainda subindo e descendo rápido. Pegou a toalha molhada jogada num canto e passou devagar entre as pernas dela, limpando o excesso grosso com um cuidado que não batia com nada do que tinham feito. O gesto era íntimo demais, quase triste. Yvonne deixou, as pernas abertas, sentindo a toalha quente e a mão dele, e o silêncio engrossou mais.
Do outro lado da parede o buraco continuava escuro, vazio. Nenhum olho. Nenhuma respiração. Só a madeira rachada e o cheiro que não ia embora com nada. Nikolai jogou a toalha de lado, deitou no tapete sujo ao lado dela e puxou o corpo quente contra o peito. Yvonne encostou a cabeça no ombro dele, a porra ainda escorrendo fraca, as marcas da corda latejando, e os dois ficaram quietos ouvindo a casa antiga ranger como se também tivesse arrependimento nos assoalhos.
— A gente continua — ela sussurrou depois de um tempo, mas a frase saiu sem força, quase pergunta. — Só… talvez sem o buraco amanhã. Só a gente. Sem porta aberta. Sem desconhecido. Eu… eu acho que precisei demais ser vista. E agora que fui, dói um pouco num lugar que o pau não alcança.
Nikolai beijou o cabelo suado dela, o gosto de sexo ainda na língua, e não respondeu logo. A mão dele apertou a bunda marcada, mas o aperto era diferente — não de fome, de dúvida. Lá fora um carro passou distante. Dentro, o abajur continuava amarelo e baixo, iluminando as manchas, as cordas, o furo irregular que agora parecia acusado. O jogo tinha subido de nível até o teto e, no silêncio depois da última porra, os dois sentiram o chão ceder um pouco sob os joelhos.
Yvonne fechou os olhos, o corpo ainda latejando de prazer residual, e pela primeira vez desde que tudo começou perguntou baixinho, quase pra si:
— O que a gente virou, guri?
Nikolai não tinha resposta. Só puxou ela mais pra perto no tapete sujo, o pau mole contra a coxa dela, o cheiro grosso impregnado demais pra fingir que era só brincadeira de buraco na parede. A noite ia acabar assim: corpos gastos, porra secando, e uma rachadura no meio de tudo que nenhum orgasmo conseguia fechar.
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