Amor Proibido Durante a Escala
Mariana, de 32 anos, casada com o piloto Roberto, vira hotwife safada e é bem comida pelo comissário Lucas de 29 anos durante a escala em Lisboa,
Eu sou a Mariana, trinta e dois anos, casada há oito com o Roberto, piloto de linha aérea, capitão de long haul, um homem que conhece cada centímetro do meu corpo e, nos últimos tempos, descobriu que o que realmente o deixa duro é saber que outro homem também pode me conhecer. A escala de doze horas em Lisboa caiu como um convite sujo. O Lucas, comissário de bordo de vinte e nove anos, sempre me olhava de um jeito que queimava: olhos escuros, sorriso torto, aquele jeito de me servir café no galley como se estivesse me despiando. Roberto notou. Roberto adorou. Na cabine, antes de aterrissarmos, ele me puxou pelo pulso e sussurrou no meu ouvido: “Se o Lucas te encarar de novo, Mariana, você flerta. Você se diverte. Eu quero cada detalhe depois. Quero você molhada e safada pra mim.” Senti o peito apertar de culpa e o entrepernas latejar de excitação ao mesmo tempo. Oito anos de casamento, fidelidade de verdade até aquele ponto, e de repente meu marido me empurrava de leve para o desejo de outro homem. Eu aceitei. Queria.
No hotel, depois do check-in, Roberto disse que ia “descansar o jet lag” no nosso quarto e me deu um beijo demorado, a mão na minha bunda, a voz baixa: “Vai pro bar. Manda mensagem. Se quiser, se entrega. Eu te amo assim.” Desci de salto, vestido curto preto que marcava as coxas, sem sutiã, a calcinha já úmida só de imaginar. O bar do lobby era semi-escuro, luz âmbar, jazz baixo. Lucas estava no banquinho, camisa social aberta no colarinho, copo de whisky na mão. Quando me viu, o sorriso dele foi puro fogo. “Mariana. Que surpresa gostosa.” Sentei ao lado. O joelho dele encostou no meu. Elogios começaram manso — “esse vestido te deixa impossível de ignorar”, “seu perfume… caralho” — e logo as mãos. O dedo dele traçando o meu joelho, subindo um pouco a bainha. Eu ri, nervosa e molhada, e mandei mensagem pro Roberto:
Estou no bar com o Lucas. Ele está me tocando a coxa. Estou molhada pra caralho. O que eu faço?
A resposta veio rápido:
Se entrega se quiser, amor. Quero ouvir você gozar pra ele. Manda áudio quando estiver fodendo. Conta tudo depois. Te amo, minha putinha.
O desejo explodiu. Olhei pro Lucas e falei baixo, direto: “Meu marido sabe. Ele quer. Você quer me foder?” Os olhos dele escureceram. “Desde a porra da primeira vez que te vi no briefing.” Pagamos a conta, subimos. No elevador a mão dele já estava debaixo do meu vestido, dois dedos por cima da calcinha molhada, pressionando o clitóris. Eu gemi no pescoço dele. O quarto dele ficava dois andares acima do nosso. Porta fechada, luz baixa, e a gente se agarrou como se tivesse se segurando há meses. Beijos famintos, língua, dente, a camisa dele aberta, meu vestido puxado pra cima. Eu liguei o áudio pro Roberto no viva-voz, o celular na mesinha de cabeceira, e falei, a voz trêmula de tesão: “Amor, ele está me beijando. Estou no quarto dele. Escuta.”
Lucas riu contra a minha boca, rouco. “Escuta bem, capitão. Sua esposa safada está aqui me pedindo pau.” Me empurrou de quatro na cama, saia erguida, calcinha puxada pro lado. A cabeça grossa do pau dele esfregou na minha entrada encharcada e ele enterrou de um só tempo, fundo, me abrindo. Eu gritei no colchão e pro telefone. “Porra, Roberto, ele está me fodendo forte — ah, caralho — de quatro, teu pau… o pau dele é grosso, está me esticando…” Lucas segurava meus quadris e metia com força, a pele batendo, o som molhado enchendo o quarto. “Esposa safada do capitão”, ele rosnava, “olha só como essa buceta engole. Molhada pra outro homem enquanto o marido escuta.” Cada estocada me fazia gemer alto de propósito. “Isso, geme pra ele. Fala que ama trair com a permissão dele.”
Ele me virou de frente, abriu minhas pernas, enfiou de novo em posição de missionário, fundo, me olhando nos olhos enquanto o celular captava tudo. “Puta do marido”, ele disse, voz baixa e suja, “olha pra mim enquanto eu te fodo. Fala o quanto você ama isso.” Eu gemia, as unhas nas costas dele, as pernas tremendo. “Eu amo… ah, fode — eu amo trair com a permissão do Roberto. Amo ser comida por você enquanto ele escuta. Sou a puta dele. Sou sua agora.” Lucas me deu tapas na bunda, firmes, o ardor se misturando ao prazer, e acelerou. O orgasmo veio violentamente: eu gozei gritando o nome dos dois, a buceta pulsando no pau dele, o corpo inteiro se contorcendo. “Escuta ela gozar, capitão. Sua mulher gozando no meu pau.”
Ainda latejando, ele me puxou pra cima. Eu montei, montei com vontade, cavalhei com o peito balançando, as mãos apoiadas no peito dele, descendo até o fundo a cada movimento. “Vou gozar dentro”, ele avisou, os dentes cerrados. “Enche essa buceta casada.” Eu acelerei, apertando, rebolando, pedindo. “Goza dentro de mim. Enche. Deixa eu levar pro meu marido.” Quando ele veio, senti as jatos quentes, farto, pulsando fundo, me enchendo até vazar. Eu continuei rebolando devagar, tirando até a última gota, gemendo pro telefone: “Ele gozou tudo dentro, amor. Estou cheia. A porra dele está escorrendo.”
Depois, ainda ofegante, desci o corpo e limpei o pau dele com a boca, bem devagar, lambendo a mistura da nossa gozada, chupando a cabeça, limpando o tronco com a língua enquanto falava com o Roberto no telefone, a voz rouca de quem acabou de ser bem comida. “Amor… eu me senti tão desejada. Tão usada. Ele me fodeu como se eu fosse só dele por algumas horas e eu amei. A calcinha está encharcada de porra. Estou voltando pro nosso quarto assim. Você vai cheirar. Você vai lamber se quiser.” Roberto gemia do outro lado, a respiração pesada, pedindo mais detalhes, pedindo pra eu não tomar banho ainda. Beijei a ponta do pau do Lucas mais uma vez, saboreando, e me levantei. Vesti o vestido, puxei a calcinha — aquela calcinha agora pesada, molhada de porra — de volta pro lugar. O excesso escorreu um pouco pela coxa interna.
Lucas me observava da cama, sorrindo cansado e satisfeito. “A escala ainda tem horas, Mariana. Se o capitão liberar de novo…” Eu só acenei, o coração batendo forte, a culpa doce e a excitação ainda latejando entre as pernas. Saí pelo corredor carpetado, cada passo me lembrando do que estava escorrendo em mim, e entrei no elevador de volta ao andar do Roberto. A porta do nosso quarto estava entreaberta. Eu empurrei devagar, a calcinha colada, a voz ainda um pouco rouca de tanto gemer, e o cheiro de sexo me seguia como um segredo quente. Roberto estava sentado na beira da cama, telefone na mão, olhares famintos. Eu ainda não tinha contado tudo. Ainda faltava o resto da noite. E Lisboa mal tinha começado a esfriar.
Eu empurrei a porta e entrei. Roberto estava sentado na beira da cama, camisa aberta, calça ainda por cima, o pau já duro e marcando o tecido. O celular dele ainda na mão, o áudio nosso gravado, o olhar dele me devorando da cabeça aos pés. Eu fechei a porta com o calcanhar e fiquei ali, o vestido torto, a calcinha colada e pesada, a porra do Lucas escorrendo devagar pela parte de dentro da coxa.
— Cheira — eu disse, a voz rouca. — Cheira sua puta casada.
Ele se levantou, veio até mim, agarrou meu rosto e me beijou com a língua fundo, lambendo o gosto do Lucas que ainda estava na minha boca. A mão dele desceu, puxou a bainha do vestido, enfiou os dedos por baixo da calcinha encharcada e sentiu a bagunça quente. Dois dedos entraram fácil, o barulho molhado ecoou, e ele gemeu no meu pescoço.
— Caralho, Mariana. Você tá cheia. Tá pingando o galo do comissário. Vira.
Ele me virou de costas, ajoelhou atrás de mim, puxou a calcinha pro lado e lambeu. A língua larga, suja, coletou a porra que escorria da minha buceta, chupou meu clitóris inchado, enfiou a língua dentro e bebeu. Eu segurei a borda da mesa, as pernas tremendo, gemendo alto demais pro andar de um hotel.
— Lambe tudo, amor. Limpa a puta dele com a boca. Eu gozei gritando o nome dos dois e ele encheu fundo. Ainda tá quente.
Roberto lambeu, chupou, enfia a língua e os dedos juntos, misturando saliva e porra. Depois se levantou, abriu o zíper, tirou o pau grosso e duro e me empurrou de quatro na cama. A cabeça do pau dele enfiou de uma vez na buceta já usada, escorregadia, e ele meteu fundo, até o saco bater.
— Sente. Sente meu pau entrando na porra dele. Sua buceta tá frouxa e quente e eu vou foder até você gozar de novo.
Ele metia forte, a mão no meu cabelo, puxando a cabeça pra trás. Cada estocada fazia o excesso escorrer mais, molhando as minhas coxas e o lençol. Eu gemia confessional, suja, pra ele ouvir cada detalhe que ainda faltava.
— No elevador ele já enfiou dois dedos por cima da calcinha. No quarto me joga de quatro, calcinha de lado, e enterrou grosso de uma vez. Me esticou, Roberto. Me fodeu como se eu fosse só dele. Depois me virou, missionário, me olhando nos olhos enquanto você escutava. Me deu tapa na bunda. Me chamou de puta do capitão. Eu montei, cavalguei até ele gozar dentro e pedi. Pedi pra ele encher. Depois chupei o pau dele limpo, lamba a mistura, e voltei assim pra você.
Roberto acelerou, o pau batendo fundo, a mão descendo pra esfregar meu clitóris. Eu gozei de novo, a buceta apertando nele, o corpo inteiro se contorcendo, o grito abafado no travesseiro. Ele não gozou. Puxou pra fora, me virou de barriga pra cima, abriu minhas pernas e me olhou.
— Manda mensagem pro Lucas. Agora. Fala pra ele subir. Quero ver ele te foder de novo. Quero meter na sua boca enquanto ele te come.
O coração bateu forte, a culpa doce, o tesão latejando. Peguei o celular com a mão trêmula e mandei:
Lucas. Quarto 714. O capitão quer ver. Vem me foder de novo. Tô cheia da tua porra e molhada pra mais.
A resposta veio em menos de um minuto. Cinco minutos depois a batida na porta. Roberto abriu. Lucas entrou, ainda de camisa semiaberta, o pau já semi-duro nas calças, o sorriso torto e safado. Ele olhou pra mim na cama, pernas abertas, vestido no peito, calcinha de lado, a buceta vermelha e brilhante, e depois olhou pro Roberto.
— Capitão. Sua esposa me chamou de novo.
— Fode ela — Roberto disse, a voz baixa e dura. — Fode forte. Eu quero ver. Eu quero ela gemendo no teu pau enquanto eu enfio o meu na boca dela.
Lucas tirou a camisa, abriu a calça, o pau grosso e já duro de novo saltou. Ele se posicionou entre as minhas pernas, esfregou a cabeça na entrada escorregadia e enterrou de um só tempo. Eu gritei. Roberto ajoelhou na cama, ao lado da minha cabeça, e enfiou o pau na minha boca. Eu chupei fundo, babando, enquanto Lucas metia com força, as mãos nas minhas coxas abrindo mais.
— Olha ela — Lucas rosnou, metendo. — Buceta casada engolindo pau de comissário enquanto chupa o marido. Putinha profissional de escala.
Roberto segurava meu cabelo e fodia minha boca, o pau batendo na garganta. Eu gemia abafado, o som molhado dos dois enchendo o quarto. Lucas me virou de lado, ergueu uma perna, meteu mais fundo num ângulo que me fazia ver estrelas. Roberto se deitou, me puxou pra cima dele, e eu acabei montada no pau do marido enquanto Lucas se ajoelhava atrás e enfiava o dedo no meu cu, molhado de saliva e porra, preparando.
— Quer os dois? — Roberto perguntou, os dentes no meu peito. — Quer pau no cu e na buceta?
— Quero — eu gemi, rebolando. — Me fode os dois buracos. Me usa. Me enche de novo.
Lucas cuspiu no meu cu, enfiou a cabeça do pau devagar, me abrindo, e entrou. A pressão, o ardor, o prazer sujo. Eu estava recheada: pau do Roberto na buceta, pau do Lucas no cu, os dois me fudendo em ritmo, me esticando, me preenchendo. Eu gemia como puta, a voz alta, confessional, suja.
— Ai, porra — eu falava sem parar. — Dois paus. Tô sendo fodida por vocês dois. O cu tá cheio do comissário, a buceta do meu marido. Me arrombem. Me gozem dentro. Eu sou a puta de vocês na escala de Lisboa.
Eles aceleraram. Lucas metia no cu com estocadas firmes, Roberto subia metendo fundo na buceta, as mãos nos meus peitos apertando. O orgasmo veio brutal: eu gozei gritando, o corpo travando, a buceta e o cu pulsando nos dois paus ao mesmo tempo. Lucas gemeu, enterrou até o fundo e gozou no meu cu, jatos quentes, enchendo. Roberto segurou mais um pouco, me virou, tirou o pau e enfiou na minha boca de novo.
— Engole a porra dele misturada com a minha. Limpa.
Lucas puxou pra fora do meu cu, a porra escorrendo, e se posicionou na minha cara. Eu chupei os dois, um depois do outro, lambendo, engolindo, a babinha escorrendo no queixo. Roberto gozou na minha língua, grosso, e eu engoli tudo, abri a boca e mostrei. Lucas veio de novo, gozou na minha cara, no peito, no pescoço. Eu passei os dedos, coletei, chupei o resto.
Ainda ofegante, deitada na cama destruída, a porra escorrendo do cu e da buceta, o rosto sujo, eu olhei pros dois e falei baixo, suja:
— Ainda tem horas de escala. Me fode de novo. Me enche os buracos até eu não conseguir andar no briefing. Eu quero voltar pro avião pingando porra de comissário e de capitão nas coxas, a calcinha um trapo, a buceta aberta e fedendo a sexo, pronta pra ser comida de novo no próximo hotel.
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