Reencontro no Lago: Ele Voltou para Tomar Meu Cu
Marco, o ex de 34 anos, reencontra a designer Ana de 32 e arromba gostoso o cu dela no lago como nos velhos tempos.
Ana estacionou o carro velho sob a sombra das árvores que cercavam a casa de veraneio à beira do lago. Aos 32 anos, como designer gráfica que passava os dias mergulhada em telas e deadlines na capital, ela sentia o peso dos últimos meses nos ombros. Precisava de silêncio, de água calma e de memórias que não doessem mais. Mas assim que desligou o motor e pisou na grama alta, o coração deu um salto violento no peito.
Lá estava ele. Marco. Aos 34 anos, dono de uma pequena construtora que crescia devagar no interior, o ex-namorado que ela não via há quase sete anos martelava tábuas novas no píer que ele mesmo havia prometido reformar quando ainda eram jovens e idiotas. A camisa xadrez colada no suor do corpo musculoso, os braços bronzeados e veios saltados, o jeans justo marcando a bunda dura que ela tanto apertava antigamente. O sol batia nas costas dele, destacando os fios escuros de cabelo na nuca. Ana sentiu o estômago contrair. As lembranças vieram cruas, sem aviso: as noites naquele mesmo lugar, o corpo dela curvado sobre a cama rangente, o pau grosso de Marco forçando a entrada apertada do seu cu, metendo fundo até ela choramingar de prazer, implorando para ele não parar nunca.
Ele ergueu o olhar. Os olhos castanhos encontraram os dela. Um sorriso safado, lento, daqueles que ele dava quando sabia que ia conseguir o que queria, se abriu no rosto barbado.
— Caralho, Ana... Você por aqui? — A voz rouca dele atravessou o ar quente da tarde como uma mão descendo pela sua espinha.
Ela engoliu em seco, tentando manter a compostura. As pernas já tremiam um pouco.
— Voltei pra passar uns dias sozinha. Não esperava encontrar ninguém. Muito menos você consertando o píer que jurou que ia arrumar... quando a gente ainda transava feito louco.
Marco soltou a martelo, limpou as mãos no jeans e caminhou até ela. Parou a menos de um metro. O cheiro dele — suor, madeira, homem — invadiu as narinas de Ana e fez seu cu contrair involuntariamente, como se o corpo lembrasse antes da mente.
— Comprei a casa faz dois anos. Decidi cumprir a promessa. E você... continua a mesma. Essa bunda ainda mata um homem, Ana.
Ela corou violentamente, mas não conseguiu desviar o olhar. O tesão já subia quente pela barriga, molhando a calcinha fina por baixo do short jeans. Os dois ficaram ali, se medindo, o ar entre eles carregado de tudo que nunca tinham dito quando terminaram.
— Entra. Vou fazer um café — ele disse, virando as costas e caminhando para a varanda como se soubesse que ela iria atrás.
E ela foi.
Sentaram-se nas cadeiras de madeira velha, o lago brilhando ao fundo, o vento leve balançando as folhas. Marco serviu o café forte, sem açúcar, do jeito que ela gostava. Conversaram sobre a vida — o trabalho dele na construtora, os projetos dela como designer, as cidades grandes versus o interior. Mas o passado pairava. Marco bebia devagar, olhando para a boca dela, depois para os seios marcados pela blusa fina, depois para o colo das coxas.
De repente, ele sorriu daquele jeito perigoso.
— Sabe o que eu não esqueci nunca, Ana? O jeito que você gemia quando eu enfiava tudo no seu cu. “Mais fundo, Marco… rasga minha bundinha…” — imitou ele, a voz baixa e rouca, quase um rosnado. — Você virava uma putinha gulosa quando eu te arrombava.
Ana sentiu o rosto queimar. O café tremeu na xícara. Entre as pernas, a boceta pulsava, mas era o cu que latejava mais forte, como se já sentisse a grossura dele abrindo caminho. Ela baixou os olhos, mas não negou. Não conseguia mentir.
— Nunca mais senti isso com ninguém — confessou, a voz quase um sussurro. — Tentei. Namorei, fodi outros caras… mas nenhum conseguia me fazer gozar só com o pau no rabo como você fazia. Eu… eu sentia falta.
Marco se levantou devagar. A cadeira arranhou o piso de madeira. Ele se aproximou, parou na frente dela e segurou sua cintura com as duas mãos grandes, puxando-a para cima até os corpos quase colarem. O volume duro dentro da calça dele pressionou a barriga de Ana.
— Então me fala, safada. Você ainda quer sentir esse pau grosso abrindo seu cu de novo? Quer que eu te foda no rabo como nos velhos tempos, bem aqui nessa casa?
Ana não pensou. Agarrou a nuca dele e o beijou com fome, língua invadindo a boca, gemendo baixo enquanto mordia o lábio inferior dele. Quando separou o beijo, ofegante, encostou a testa na dele e sussurrou:
— Eu voltei torcendo pra te encontrar aqui, Marco. Quero sim. Quero que você tome meu cu inteiro. Agora.
Não chegaram nem a terminar o café. Marco a pegou pela mão e a levou para dentro da casa. O quarto ainda tinha a mesma cama grande de ferro, os mesmos lençóis claros. Ele a virou de costas, tirou a blusa dela com pressa e abriu o sutiã. As mãos ásperas apertaram os seios enquanto ele beijava seu pescoço, roçando a barba. Ana gemeu, empinando a bunda contra a ereção dele.
— De quatro. Na cama. Agora — ordenou ele.
Ana obedeceu, tirando o short e a calcinha com as mãos trêmulas. Ficou nua, de joelhos, o peito contra o colchão, a bunda empinada e aberta para ele. Marco se ajoelhou atrás, abriu as nádegas dela com as duas mãos e cuspiu direto no buraco rosado. O som molhado fez Ana tremer.
— Porra, como esse cu continua apertadinho… — murmurou ele antes de descer a boca.
A língua quente e larga lambeu o anelzinho enrugado com fome. Ele chupava, girava, enfiava a ponta da língua tentando entrar enquanto dois dedos grossos já pressionavam a entrada da boceta, só para lubrificar. Ana gritou de prazer, agarrando os lençóis.
— Ai, Marco… isso… lambe meu cu, por favor…
Ele enfiou dois dedos juntos no cu dela de uma vez, girando, abrindo, preparando o buraco enquanto a boca não parava de sugar e babar. Ana rebolava contra o rosto dele, gemendo alto, o corpo inteiro tremendo de tesão acumulado. O som molhado dos dedos fodendo seu rabo enchia o quarto.
Quando ele achou que ela estava pronta, Marco tirou a roupa. O pau grosso, veioso, com a cabeça inchada e brilhando de pré-gozo, bateu pesado contra as nádegas dela. Ele a puxou para a posição de conchinha, deitando atrás, levantando uma perna dela e alinhando a rola na entrada babada.
— Respira fundo, safada.
E empurrou.
O pau grosso abriu o cu de Ana centímetro por centímetro, forçando as paredes apertadas até a base desaparecer entre as nádegas redondas. Ela gritou, um misto de ardor e prazer insano, sentindo cada veia da rola dele pulsando dentro do intestino.
— Isso… mete tudo… fode meu cu, Marco!
Ele começou a meter forte, fundo, o som das bolas batendo na bunda dela ecoando. A posição de conchinha permitia que ele a abraçasse por trás, uma mão apertando o seio, a outra segurando o quadril enquanto estocava sem piedade. Ana sentia o pau dele tocando fundo, invadindo lugares que só ele conhecia. O prazer subia em ondas, fazendo sua boceta pingar no lençol.
— Nunca mais vai esquecer esse cu sendo arrombado por mim — rosnou ele no ouvido dela, acelerando as estocadas.
Depois de minutos metendo assim, Marco saiu de dentro dela com um plop molhado, deitou de costas e puxou Ana para cima.
— Vem. Cavalgada. Quero ver essa bundona quicando na minha rola.
Ana se posicionou, de costas para ele, empinou a bunda e desceu devagar, engolindo o pau inteiro no cu novamente. Começou a quicar. As nádegas batiam contra as coxas dele, o cu apertando a rola grossa a cada subida e descida. Marco dava tapas fortes na bunda, deixando marcas vermelhas.
— Isso, Ana! Quica no meu pau, sua safada gulosa por rola no rabo! Aperta esse cu… porra, como você é apertada!
Ela quicava cada vez mais rápido, gemendo sem controle, uma mão entre as pernas esfregando o clitóris inchado enquanto o cu era fodido sem dó. O suor escorria pelas costas, o quarto cheirava a sexo cru, a cu sendo arrombado.
Marco não aguentou mais ficar deitado. Levantou com ela ainda empalada, carregou até a parede mais próxima e a colocou de pé, inclinada, mãos espalmadas no reboco. Segurou os quadris dela e voltou a meter com estocadas brutais, o corpo batendo contra o dela com força animal. Cada estocada fazia os seios de Ana balançarem, o cu piscando ao redor da rola que entrava e saía sem parar.
— Toma tudo, Ana… esse cu é meu de novo — grunhia ele, metendo mais fundo, mais rápido, as bolas estalando contra a boceta molhada.
Ana gritava de prazer, empinando mais, pedindo mais forte, o corpo inteiro entregue. O tesão estava no limite, o cu ardendo deliciosamente, o prazer subindo como uma onda que não queria quebrar ainda. Marco segurava o ritmo, selvagem, como se aquela fosse apenas a primeira de muitas vezes naquela noite, como se o reencontro no lago estivesse apenas começando e ele tivesse planos muito maiores para aquele cu que voltara para ele.
Marco segurava os quadris de Ana com força bruta, as pontas dos dedos afundando na carne macia enquanto ele estocava sem parar. O pau grosso, latejante, entrava e saía do cu dela com um ritmo implacável, cada veia roçando as paredes internas que se contraíam ao redor dele como se nunca quisessem soltar. Aos 32 anos, depois de tantos anos mergulhada em deadlines e telas de computador na capital, Ana sentia o corpo reagir como se tivesse voltado aos 25 — o ardor no rabo misturava-se com um prazer sujo, profundo, que subia pela barriga e fazia sua boceta pingar sem controle. “Ninguém nunca vai me foder assim de novo”, pensou ela, os dentes cerrados, o rosto pressionado contra a parede áspera.
— Tá sentindo, Ana? Tá sentindo cada centímetro rasgando esse cu guloso? — rosnou Marco, a voz rouca de quem mal conseguia segurar o próprio tesão. Ele deu um tapa forte na nádega direita, o som estalando alto no quarto, deixando a pele vermelha e quente.
— Sim... caralho, sim! Mete mais fundo, Marco. Arromba tudo, não para nunca! — ela gritou, empinando mais a bunda, rebolando contra ele para sentir as bolas pesadas batendo na entrada molhada da boceta. O suor escorria pelas costas dela, colando os cabelos longos na nuca. Cada estocada fazia seus seios pesados balançarem, os bicos duros roçando na parede fria.
Marco puxou os cabelos dela com uma mão, arqueando suas costas, enquanto a outra descia entre as pernas e enfiava três dedos na boceta encharcada. O duplo preenchimento fez Ana perder o ar. O cu queimava gostoso, o intestino sendo massacrado pela rola de 34 anos do ex que ela nunca conseguiu substituir. O orgasmo veio de repente, violento, subindo das profundezas do rabo até explodir. Ela gozou com um grito rouco, o cu apertando o pau dele em espasmos fortes, a boceta esguichando um jato quente que molhou a coxa dele e o chão.
Ele não parou. Continuou metendo através do orgasmo, prolongando as contrações até Ana sentir as pernas moles. Quando finalmente saiu, um plop molhado ecoou. O cu dela ficou piscando, aberto, vermelho, com um fio de cuspe e lubrificação natural escorrendo. Marco a virou, segurou o rosto dela e enfiou a rola suja direto na boca.
— Chupa, putinha. Limpa o pau que tava enterrado no seu cu — ordenou, a voz grossa.
Ana, de joelhos, obedeceu com fome. Sentiu o gosto terroso do próprio rabo misturado com o pré-gozo dele, mas isso só a deixou mais molhada. Ela engoliu até a garganta, babando, os olhos lacrimejando enquanto ele fodia sua boca com movimentos curtos e fundos. “Eu sou mesmo uma safada pra ele”, pensou, o clitóris latejando só de chupar a rola que acabara de arrombar seu cu.
Depois de minutos, Marco a puxou pelos braços, os dois ainda nus e suados, e a levou para fora da casa. O sol da tarde batia no lago, refletindo luz dourada. Ele a guiou até o píer recém-reformado, a madeira ainda cheirando a verniz fresco. Parou na ponta, virou Ana de frente para a água e a inclinou sobre o corrimão. As mãos dela seguraram a madeira áspera enquanto ele abria suas nádegas novamente e cuspia direto no buraco já arrombado.
— Aqui, Ana. No píer que eu jurei reformar pra gente foder. Olha o lago enquanto eu tomo esse cu de novo.
Ele alinhou a cabeça inchada e empurrou. Dessa vez entrou mais fácil, mas ainda assim a grossura fez Ana gemer alto, o som se perdendo sobre a água calma. Marco segurou a cintura dela com as duas mãos grandes, bronzeadas pelo trabalho na construtora, e começou a meter com força. As estocadas faziam o corpo dela balançar, os seios pendurados balançando no ar livre, os mamilos roçando o corrimão. O vento leve refrescava a pele quente, mas não diminuía o fogo.
— Porra, como esse cu aperta... continua a mesma putinha apertada de sete anos atrás — grunhiu ele, dando tapas alternados nas duas nádegas, marcando a pele clara.
Ana rebolava, empinando, sentindo cada centímetro invadir seu intestino. O lago brilhava à frente, testemunha silenciosa. “Eu voltei torcendo por isso, mas agora que tá acontecendo... caralho, é melhor do que eu lembrava”, pensou ela, uma mão descendo para esfregar o clitóris inchado. O prazer subia novamente, mais intenso por estarem ao ar livre, expostos. Marco acelerou, o som das coxas batendo na bunda dela ecoando junto com o barulho suave das pequenas ondas.
Ele a virou de frente, levantou uma perna dela sobre o corrimão e meteu de lado, olhando nos olhos castanhos dela enquanto o pau entrava e saía do cu. Ana agarrou o pescoço dele, unhas cravando na pele bronzeada, gemendo sem vergonha.
— Eu senti tanta falta disso, Marco... de você me arrombando assim, me fazendo sentir sua...
Ele a beijou com violência, mordendo o lábio inferior enquanto metia mais fundo. O segundo orgasmo dela veio rápido, as paredes do cu contraindo forte ao redor da rola, ordenhando. Ana gritou no beijo dele, o corpo inteiro tremendo, o squirt escorrendo pela coxa e pingando nas tábuas novas do píer.
Marco não aguentou esperar mais. Puxou-a para a grama macia à beira do lago, deitou de costas e fez ela subir nele de frente, mas virada de costas para ele, na posição de cavalgada reversa. Ana segurou o pau grosso, alinhou no cu ainda aberto e desceu devagar, engolindo tudo até as bolas. Começou a quicar. As nádegas redondas batiam contra as coxas musculosas dele, o som molhado e obsceno misturando-se ao canto distante de pássaros.
— Isso, quica no meu pau, safada! Mostra como você quer esse cu arrombado por mim! — ele mandou, dando tapas fortes na bunda que fazia a carne tremer.
Ana quicava cada vez mais rápido, uma mão entre as pernas esfregando o clitóris, a outra apertando um dos próprios seios. O cu dela deslizava fácil agora, totalmente acostumado à grossura, mas ainda assim sentia cada veia, cada pulsação. O suor escorria entre os corpos, o cheiro de sexo cru dominando o ar puro do lago. Marco segurava os quadris dela, guiando o movimento, subindo o quadril para encontrar as descidas.
— Eu vou gozar de novo... no seu pau no meu cu... — avisou ela, a voz falhando.
— Goza, Ana. Goza enquanto eu encho esse rabo de porra.
O terceiro orgasmo dela foi o mais forte. O corpo inteiro convulsionou, o cu apertando tanto que Marco soltou um gemido gutural. Ele a segurou firme, puxou para baixo e explodiu. Jatos quentes, grossos, invadiram as entranhas dela, enchendo o intestino até transbordar. Ana sentiu cada pulsação, cada jato, e gozou junto, gritando o nome dele enquanto o prazer a consumia completamente.
Eles ficaram assim por longos minutos, ofegantes, o pau dele amolecendo devagar dentro do cu arrombado. Quando finalmente saiu, um rio grosso de porra branca escorreu do buraco piscante, descendo pelas nádegas de Ana e manchando a grama verde. O sol começava a baixar, pintando o lago de laranja. O silêncio caiu pesado.
Ana deitou ao lado dele, o corpo ainda tremendo com os resquícios do prazer. O cu doía de forma deliciosa, latejando, lembrando cada estocada. Por um segundo, ela sentiu vontade de se aproximar, de encostar a cabeça no peito dele como nos velhos tempos. Mas algo estava errado. O sorriso satisfeito de Marco, aquele mesmo de sempre, não chegava aos olhos. Ele acendeu um cigarro, olhando para o lago como se já estivesse pensando no próximo conserto da casa, na próxima entrega da construtora.
“Eu voltei torcendo pra encontrar ele aqui... mas pra quê?”, pensou Ana, o peito apertando. O prazer físico ainda pulsava no corpo, a porra dele escorrendo devagar entre suas pernas, mas o vazio crescia rápido. Sete anos. Ela tinha construído uma vida, virado designer respeitada aos 32, e ainda assim tinha voltado como uma idiota pra deixar ele tomar seu cu de novo. Nada tinha mudado. Amanhã ele continuaria ali, dono da casa à beira do lago, e ela voltaria pra capital com o rabo dolorido e o coração mais fodido do que nunca. “Isso foi um erro. Eu não devia ter confessado que sentia falta. Agora só restou o arrependimento... e a sensação de que nada disso preencheu o buraco que ele deixou da outra vez.”
Marco virou o rosto, passou a mão na coxa dela de forma distraída, quase carinhosa. Ana forçou um sorriso pequeno, mas por dentro a dúvida crescia como uma sombra sobre o lago calmo. O reencontro tinha sido exatamente como nos velhos tempos — quente, sujo, intenso. Só que o depois... o depois continuava vazio. E dessa vez doía mais, porque ela já sabia exatamente o gosto amargo que viria depois do gozo.
Rate this story
Algo errado com esta história?
Popular Collections
Browse Categories