Reencontro Ardente com o Ex que Ela Nunca Esqueceu
Ana, 32 anos, casada, reencontra o ex Lucas e vira hotwife dele com o consentimento safado do marido Marcelo.
Ana, uma esposa de 32 anos casada há oito com Marcelo, sentiu o ar fugir dos pulmões no momento em que seus olhos encontraram os dele no bar lotado do bairro de Pinheiros, em São Paulo. Lucas. Trinta e cinco anos, corpo largo de quem malhava religiosamente, camisa preta justa marcando os músculos do peito e dos braços. O mesmo olhar dominante que a fazia abrir as pernas sem pensar duas vezes anos atrás. Ela nunca havia conseguido esquecer o jeito como ele a fodia, o pau grosso dele esticando sua buceta até o limite, as palavras sujas que ele sussurrava enquanto gozava dentro dela. Marcelo, ao lado dela, percebeu imediatamente. Seu marido, que há anos confessava excitado o fetiche de hotwife, ficou com a respiração mais pesada só de ver a reação da esposa.
— Ana? Caralho, que saudade, gata — disse Lucas, aproximando-se com aquele sorriso safado que ainda mexia com ela.
Eles se abraçaram. O corpo dele contra o dela fez a calcinha de Ana molhar na hora. Marcelo se levantou, apertou a mão de Lucas com um sorriso cúmplice e puxou outra cadeira.
— Senta com a gente, cara. Faz tempo mesmo. A Ana fala pouco de você, mas pelo jeito que ela tá vermelha agora, acho que não esqueceu nada.
Ana olhou para o marido, o coração disparado. Marcelo piscou para ela, aquele olhar que os dois conheciam bem. O olhar que dizia “pode ir, eu quero isso”. Com a voz baixa, quase tremendo de excitação, ela murmurou para o marido:
— Você tem certeza? Aqui, na frente de todo mundo?
— Quero ver você flertando com ele, amor. Mostra pra ele o quanto ainda é safada pra esse pau. Eu tô duro só de imaginar.
A química explodiu. Os três conversavam, mas o ar estava pesado de tesão. Lucas elogiava o corpo dela sem filtro, os olhos descendo pelo decote do vestido justo que marcava os seios maduros de Ana, os quadris largos que o tempo só havia deixado mais gostosos.
— Porra, Ana, você melhorou com os anos. Essas tetas tão mais cheias, essa bunda tá pedindo tapa. Lembra como você gemia igual uma puta safada quando eu te comia? “Mais forte, Lucas, me fode como sua vadia”? Eu nunca esqueci esse som.
Ana apertou as coxas uma na outra, a buceta latejando. Marcelo, com a mão por baixo da mesa, apertava o próprio pau por cima da calça, visivelmente excitado. Ele se inclinou e sussurrou no ouvido da esposa:
— Vai, amor. Senta no colo dele. Beija ele como você quer. Eu tô adorando ver vocês dois assim. Quero que você vire a hotwife dele hoje.
Com o consentimento explícito brilhando nos olhos, Ana se levantou. Lucas abriu as pernas e ela sentou no colo dele, o vestido subindo pelas coxas grossas. No instante em que suas bocas se encontraram, o beijo foi faminto, línguas se enrolando com oito anos de desejo reprimido. Ana gemeu baixo contra a boca dele, rebolando devagar, esfregando a buceta molhada por cima da calça social de Lucas. O pau dele já estava duro como pedra, pulsando contra o tecido e pressionando o clitóris dela através da calcinha fina.
— Isso, porra… você ainda fica molhada rapidinho pra mim — rosnou Lucas entre o beijo, uma mão apertando a bunda dela por baixo do vestido.
Marcelo assistia tudo a poucos centímetros, o rosto vermelho de tesão. Ele se aproximou e sussurrou no ouvido de Ana enquanto ela continuava rebolando no colo do ex:
— Olha como ele tá duro pra você, amor. Quero ver esse pau te abrindo inteira. Quero que você peça pra ele te levar pro motel ali na esquina. Deixa ele te comer gostoso enquanto eu assisto. Você é minha esposa safada, mas hoje é a vadia dele também.
Ana estava tremendo de desejo. O beijo ficou mais molhado, mais sujo. Ela sentia o pré-gozo de Lucas molhando a calça e isso só a deixava mais louca. Finalmente, separou a boca da dele, os lábios inchados, e olhou nos olhos dominantes de Lucas.
— Me leva pro motel agora. Quero seu pau dentro de mim. Meu marido quer ver você me fodendo como antigamente. Por favor, Lucas… me come.
Eles pagaram a conta em tempo recorde. No quarto do motel simples e limpo a duas quadras dali, a porta mal fechou e Lucas já estava com a mão na nuca de Ana, empurrando-a de joelhos. Marcelo sentou na poltrona ao lado da cama, tirou o pau para fora e começou a se masturbar devagar, os olhos vidrados.
— Chupa, vadia do ex — ordenou Lucas, abrindo a calça e tirando aquele pau grosso, veioso, que Ana tanto havia sonhado. — Mostra pro seu marido como você mama bem.
Ana obedeceu com fome. Abriu a boca e engoliu o pau dele até a garganta, babando grosso enquanto Lucas fodia sua boca com força. O som molhado de gluck-gluck enchia o quarto. Lágrimas de tesão escorriam pelo rosto dela, mas ela não parava, chupando as bolas pesadas, lambendo a cabeça inchada.
— Caralho, que boca gostosa ainda… isso, engole tudo — grunhia Lucas, segurando o cabelo dela.
Marcelo gemia na poltrona:
— Isso, amor… mama o pau do seu ex. Ele é muito maior que o meu. Você é uma puta hotwife perfeita.
Lucas puxou Ana pelos cabelos, colocou-a de quatro na cama e subiu o vestido até a cintura. Arrancou a calcinha encharcada e deu um tapa forte na bunda redonda.
— Olha essa buceta inchada… toda molhada pra mim. Diz pra ele, Ana. Diz que você é minha vadia de novo.
— Eu sou sua vadia, Lucas! Me fode, por favor! — gritou ela, empinando a bunda.
Ele meteu fundo de uma vez. O pau grosso abriu a buceta dela até o fundo, fazendo Ana gritar de prazer. Lucas começou a estocar forte em doggy style, os tapas ecoando no quarto enquanto ele a chamava de tudo:
— Toma, puta casada! Essa buceta ainda é minha. Seu marido tá ali batendo punheta vendo eu te arrombar.
Marcelo se masturbava mais rápido:
— Isso, come ela gostoso. Olha como ela rebola pra você. Goza dentro dela, cara. Enche minha esposa de porra.
Lucas a virou de lado, levantou uma perna dela e meteu novamente, mais fundo, girando os quadris para roçar todos os pontos certos. Ana gozou pela primeira vez, o corpo convulsionando, a buceta apertando o pau dele como um punho quente e molhado.
— Agora de frente. Quero ver sua cara de puta quando eu gozar dentro — rosnou ele.
Colocou Ana em missionário, jogou as pernas dela sobre os ombros e meteu com tudo. O quarto cheirava a sexo, suor e buceta molhada. Os gemidos dela eram quase soluços de prazer. Lucas acelerou, o saco batendo contra a bunda dela.
— Vou gozar, vadia… toma toda a porra do seu ex!
Com um rugido, ele explodiu dentro dela. Jatos quentes e grossos encheram a buceta de Ana, transbordando pelos lábios inchados. Ele ficou lá dentro, pulsando, esvaziando tudo.
Quando Lucas finalmente puxou o pau de dentro, um fio grosso de sêmen escorreu da buceta aberta de Ana. Marcelo, louco de tesão, se aproximou rápido, ajoelhou entre as pernas da esposa e começou a comer aquela buceta creampied, lambendo o sêmen do ex misturado com os sucos dela. Ana ainda gemia alto, o corpo tremendo com os resquícios do orgasmo, os dedos cravados nos lençóis.
— Isso, Marcelo… limpa tudo… mas não para… — sussurrou ela, a voz rouca, os olhos ainda cheios de desejo enquanto olhava para Lucas, que assistia tudo com o pau ainda meio duro, um sorriso predatório no rosto.
Ela ainda não tinha terminado. O corpo pedia mais. Lucas e Marcelo trocavam olhares, e Ana percebeu que a noite estava apenas começando de verdade. Seu coração acelerou de novo ao imaginar o que viria em seguida, o quanto ela ainda queria ser usada pelos dois, a buceta latejando com a porra quente do ex enquanto o marido a devorava.
Ana ainda tremia com os resquícios do orgasmo, a buceta pulsando enquanto a língua de Marcelo lambia cada gota da porra grossa de Lucas que escorria por seus lábios inchados. Aos 32 anos, casada e com uma vida que ela achava organizada até aquela noite, Ana sentia o corpo implorar por mais. Seus olhos encontraram os de Lucas, o ex de 35 anos, e o desejo cru voltou como uma onda quente. Ela estendeu a mão, envolveu o pau dele que ainda pingava e começou a masturbá-lo devagar, sentindo as veias grossas incharem sob seus dedos.
— Eu quero mais de vocês dois — murmurou ela, a voz rouca de tanto gemer. — Quero sentir os dois me fodendo ao mesmo tempo. Meu marido quer ver, não é, amor?
Marcelo, o marido de 34 anos que havia confessado o fetiche de hotwife anos antes, assentiu com os olhos vidrados, o próprio pau latejando na mão enquanto ele se afastava da buceta dela.
— Quero isso, Ana. Quero ver você virando a vadia dele de verdade. Senta nesse pau grande de novo e deixa eu entrar no seu cu. Você tá molhada e aberta pra caralho.
Lucas deu aquele sorriso safado que sempre a desmontava, deitou-se no centro da cama do motel e puxou Ana para cima dele. Ela montou devagar, sentindo a cabeça grossa do pau dele pressionar sua entrada encharcada. Quando desceu, centímetro por centímetro, um gemido longo e sujo escapou de sua garganta. O pau dele a esticava até o limite, roçando fundo, misturando a porra antiga com os novos sucos que ela produzia sem parar. Ana começou a rebolar os quadris largos, os seios cheios balançando pesados, os mamilos escuros duros de tesão. Cada descida fazia um som molhado e obsceno ecoar no quarto pequeno.
"Porra, como eu senti falta disso. Ele me preenche de um jeito que o Marcelo nunca conseguiu", pensou ela, o clitóris roçando na base do pau de Lucas a cada movimento. Lucas segurava sua cintura com força, dedos cravados na carne macia, e dava tapas ritmados na bunda redonda dela, deixando a pele avermelhada.
— Rebola gostoso, vadia casada. Mostra pro seu corno como essa buceta ainda é minha depois de oito anos — rosnou ele, empurrando os quadris para cima com estocadas curtas e brutas que faziam Ana quicar.
Marcelo se posicionou atrás dela, cuspiu na mão e esfregou o cusinho piscante de Ana com o dedo, preparando o caminho. Ele encostou a cabeça do pau e empurrou devagar, respeitando o ritmo dela. Ana sentiu a ardência inicial dar lugar a um prazer cheio, proibido, quando o marido entrou completamente. Os dois paus agora se moviam dentro dela, separados por uma parede fina de carne, roçando um no outro através dela. A sensação de estar completamente tomada, buceta e cu esticados ao máximo, fez seus olhos revirarem.
— Ai, caralho... vocês vão me rasgar... mas continua, por favor... me fode assim — suplicou ela, a voz saindo em soluços entrecortados.
Os dois homens encontraram um ritmo cruel. Lucas metia de baixo, forte e profundo na buceta, enquanto Marcelo estocava o cu dela com movimentos mais curtos e precisos. O corpo de Ana, suado e brilhando, tremia inteiro entre eles. Seus gemidos viraram gritos roucos, o suor escorrendo entre os seios, o cabelo colado no rosto. Lucas apertava seus mamilos com os dedos, torcendo levemente, enquanto Marcelo segurava seus cabelos e puxava a cabeça dela para trás.
— Olha como você tá tomando rola dos dois, Ana. Uma hotwife perfeita, toda cheia de porra de ex e de marido — sussurrou Marcelo no ouvido dela, a voz carregada de excitação doentia. — Goza pra gente, amor. Goza sentindo nós dois te arrombando.
Ana sentiu o orgasmo subir como uma explosão. Sua buceta apertou o pau de Lucas com força, esguichando um jato quente que molhou a barriga dele e escorreu até as bolas. O cu piscava ao redor do pau de Marcelo, ordenhando-o. Ela gritou alto, o corpo convulsionando violentamente, unhas cravando nos ombros de Lucas enquanto onda após onda de prazer a destruía. Lágrimas de tesão escorriam pelo seu rosto, misturando-se ao suor.
Eles não pararam. Viraram-na de lado, mantendo a dupla penetração. Lucas agora por trás na buceta, Marcelo na frente enfiando no cu enquanto beijava sua boca com fome. Os sons eram nojentos e deliciosos: pele batendo contra pele, o gluck-gluck molhado da buceta dela, os grunhidos dos homens. Ana sentia cada veia, cada pulsação. Lucas metia com raiva, como se quisesse marcar território dentro dela de novo.
— Essa buceta ainda aperta igual quando você era minha namorada. Toma, puta. Leva toda a rola do ex enquanto o marido te vê virar uma cadela — grunhia Lucas, uma mão descendo para esfregar o clitóris inchado dela.
Marcelo, ofegante, respondia:
— Ela é minha esposa, mas hoje é sua vadia. Goza dentro dela de novo, cara. Enche minha mulher.
O segundo orgasmo de Ana veio mais forte, quase doloroso. Seu corpo inteiro se contraiu, a visão escurecendo por segundos. Lucas rugiu e explodiu dentro da buceta dela, jatos grossos e quentes pulsando fundo, transbordando pelos lábios esticados e escorrendo até o pau de Marcelo que ainda metia no cu. Isso foi o suficiente para o marido gozar também, enchendo o intestino dela com porra quente, o corpo dele colado nas costas suadas de Ana.
Eles ficaram assim por longos minutos, os três ofegantes, paus ainda enterrados dentro dela, pulsando os últimos resquícios. Finalmente, saíram devagar. Um rio de porra branca e espessa escorreu da buceta e do cu de Ana, manchando os lençóis do motel. Ela ficou deitada de barriga para cima, pernas abertas, corpo marcado por tapas vermelhos, chupões no pescoço e seios, o cabelo uma bagunça úmida. Lucas e Marcelo caíram ao lado dela, respirando pesado, um sorriso satisfeito no rosto de cada um.
Lucas passou a mão na coxa dela carinhosamente.
— Você ainda é a melhor foda da minha vida, Ana. Podemos repetir quando quiser.
Marcelo beijou o ombro da esposa.
— Eu amei cada segundo, amor. Você foi perfeita como hotwife.
O silêncio se instalou. O ar do quarto cheirava a suor, buceta, porra e sexo cru. Ana sentiu o corpo saciado, dolorido de um jeito bom, mas quando o tesão começou a baixar, algo frio se instalou em seu peito. Ela olhou para o teto rachado do motel, sentindo a porra dos dois homens escorrendo lentamente de seus buracos, e uma onda de arrependimento a acertou como um soco. "O que eu acabei de fazer? Eu me entreguei como uma puta sem limites... e gostei demais. Lucas me fodeu de um jeito que me fez lembrar o quanto eu sentia falta dele. E Marcelo... será que ele realmente está bem ou vai começar a me ver diferente amanhã? Eu traí algo sagrado no nosso casamento, mesmo com o consentimento dele. Agora duvido que possamos voltar ao normal. Eu me sinto suja, arrependida, como se tivesse aberto uma porta que vai destruir tudo que construímos. Talvez essa noite tenha sido o maior erro da minha vida."
As lágrimas silenciosas desceram pelos cantos dos olhos dela enquanto os dois homens adormeciam ao seu lado, satisfeitos. Ana ficou acordada, o corpo ainda latejando, mas o coração apertado por uma dúvida corrosiva que não ia embora. O reencontro ardente tinha terminado, mas algo dentro dela tinha se quebrado para sempre.
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