Máscara que Revelou o Desejo do Marido
Ana, de 32 anos, usa máscara de carnaval pra dar pro amigo dotado do marido corno Roberto, de 35, bem na frente dele.
Ana completava trinta e dois anos de casada com o mesmo homem tímido e submisso que a olhava do sofá como se ela fosse um presente embalado demais para o aniversário dele. Roberto, trinta e cinco, já sentia o pau latejar dentro da calça social apertada enquanto a esposa girava pelo living da casa deles com aquela máscara de carnaval preta, coberta de glitter e plumas finas que escondia o rosto inteiro, deixando só a boca carnuda e o queixo à mostra. O vestido curto vermelho subia nas coxas gordinhas dela cada vez que ela se inclinava para servir outra rodada de caipirinha, e as tetas generosas quase saltavam do decote. Carlos, o amigo musculoso de trinta e oito anos, bebia devagar, os olhos escuros grudados nela como se já soubesse o jogo.
Roberto apertou a própria coxa, o pau inchando contra o zíper. Eles já tinham falado baixinho na cama, no escuro, sobre o tesão misto de ciúme e vontade de ver ela ser usada. Ana tinha confessado que queria se soltar de verdade. Agora a máscara dava a ela a coragem que o rosto nu nunca permitia. Ela passou a mão pelas costas largas de Carlos, os dedos deslizando no tecido da camisa aberta que mostrava peito peludo e peitorais duros de academia.
— Nossa, Carlos… você tá mais forte ainda — sussurrou ela alto o bastante para o marido ouvir. — Esse corpo de macho de verdade faz a gente pensar besteira.
Carlos sorriu de canto, a mão grande pousando na cintura dela, puxando-a mais perto. Roberto engoliu em seco, o pau já pingando pré-gozo na cueca. Ana esfregou a bunda redonda contra a coxa do amigo, sentindo o volume grosso se formar ali. Ela se virou de costas para o marido e encarou Carlos através dos furos da máscara.
— Meu corno ali tá de pau duro só de me ver te cutucando — murmurou ela no ouvido dele, a língua raspando a orelha. — Eu quero que você me coma bem na frente dele. Quero que ele veja seu pau grosso sumindo na minha buceta molhada. Pode ser?
Carlos apertou a carne da bunda dela com força, os dedos entrando por baixo do vestido e encontrando a calcinha já encharcada.
— Pode, putinha. Seu marido vai aprender o que é pau de homem de verdade.
A festa esvaziou rápido; os outros convidados foram embora sem perceber o clima carregado. Sobrou só os três na sala iluminada pelas luzes baixas de aniversário. Ana ajoelhou no tapete sem cerimônia, puxando Carlos pela cintura da calça. O zíper abriu e o pau grosso, veioso, de uns vinte centímetros, saltou pesado, a cabeça já brilhando. Roberto soltou um gemido baixo, a mão apertando o próprio volume.
— Olha o tamanho, amor — Ana disse virando o rosto mascarado na direção do marido. — Compara com o seu. Carlos, fala pra ele.
Carlos segurou o cabelo dela por trás da máscara e enfiou o pau na boca molhada de Ana. Ela engasgou gostoso, babando, chupando fundo enquanto gemia alto e bem alto de propósito.
— Meu pau é bem maior que o desse cornozinho aí — rosnou Carlos, fudendo a garganta dela com estocadas curtas. — Mais grosso, mais duro. Vai encher essa boceta de casada até ela esquecer o pau fraquinho do marido.
Ana ficou de quatro no carpete, a bunda erguida, o vestido subido até a cintura. A calcinha foi puxada de lado e Carlos enfiou dois dedos nela, abrindo, mostrando o mel escorrendo. Roberto se aproximou, ajoelhado perto, o pau fora da calça agora, magro e duro de vergonha e tesão. Ana chupava o pau grosso com barulho obsceno, a saliva escorrendo no queixo, pedindo mais.
— Fala mais, Carlos… fala o quanto você fode melhor — ela pediu entre uma chupada e outra. — Meu marido adora ouvir.
— Seu corno tem um pauzinho de menino. Eu vou arrombar essa buceta e ele vai só assistir, segurando o pauzinho enquanto eu te faço gozar gritando.
Roberto respirou fundo, a voz trêmula.
— Por favor… vão até o fim. Levem isso pro quarto. Eu quero ver. Eu preciso ver.
Eles foram. Ana ainda de máscara, Carlos carregando ela quase no colo, Roberto atrás, o pau latejando. No quarto de casal, as luzes da cabeceira acesas, Ana se jogou de quatro na cama de casal que cheirava a perfume dela. Carlos deu um tapa seco na bunda branca, depois outro, deixando a marca vermelha.
— Puta do corno. Abre essa bunda.
Ele enfiou o pau de uma vez, fundo, abrindo a buceta inchada. Ana gritou de prazer, o rosto mascarado enterrado no travesseiro, empurrando a bunda de volta.
— Isso, fode essa casada! Mais forte! Meu marido tá vendo tudo, olha o pauzinho dele pingando!
Carlos metia com força, as bolas batendo, a mão puxando o cabelo dela. Estapeava a bunda ritmadamente.
— Buceta de puta de corno. Aperta no meu pau grosso. Seu marido nunca te encheu assim, né?
— Nunca! O pau dele é frouxo perto do seu! Ah, caralho, mais fundo!
Roberto ficou ao lado da cama, obrigado. Carlos mandou:
— Segura as pernas dela. Abre bem pra eu foder fundo.
Ana montou em cima de Carlos, de costas para o peito dele, e Roberto, ajoelhado na frente, segurou as coxas da esposa bem abertas enquanto o amigo enfiava de baixo pra cima, a buceta engolindo o pau inteiro. Ana cavalgava com vontade, a máscara suada, os peitos pulando pra fora do vestido. Ela olhava o marido nos olhos.
— Olha como ele me fode, amor. Olha como meu corpinho treme no pau dele. Você nunca me fez gozar assim. Fala que o pau dele é superior.
— É superior… — Roberto gaguejou, a cara vermelha, o pau latejando sem toque. — Maior… mais grosso… ele te fode melhor.
Carlos gozou fundo, gemendo grosso, jatos quentes enchendo a buceta dela. Ana sentiu o porra escorrer quando ele tirou, o creme branco descendo pela coxa. Ela puxou o marido pelo cabelo.
— Limpa, corno. Chupa toda a porra do seu amigo da minha buceta. Limpa com a língua.
Roberto obedeceu, a língua entrando na buceta arrebentada, lambendo o gozo amargo e grosso de Carlos misturado com o mel dela. Ana gemendo, segurando a cabeça dele ali.
— Isso. Bom corno. Engole a porra de verdade. O Carlos fode muito melhor e enche sua esposa direito. Seu pau nunca fez isso. Você só serve pra limpar depois.
Ela gozou de novo com a língua do marido lambendo, o corpo tremendo, a máscara torta. Depois tirou a máscara devagar, o rosto suado, a boca ainda com gosto de porra e buceta. Beijou Roberto fundo, passando o gosto pra ele, a língua suja.
— Essa noite foi o começo, meu amor. Nossa vida de casal corno começa agora de verdade. Você gostou de me ver sendo usada, né?
Roberto, humilhado, o pau ainda duro e ignorado, beijou de volta e murmurou contra a boca dela:
— Obrigado… obrigado aos dois. Foi… perfeito.
Carlos, ainda semi-duro, passou a mão na bunda molhada de Ana e sorriu safado.
— Próximo encontro eu já marco. Quero ela de novo, e quero o corno de joelhos o tempo todo. Talvez traga um amigo. Ana topa?
Ana lambeu o lábio, olhando o marido, a buceta ainda escorrendo.
— Topo. E ele também vai topar. A máscara foi só o começo. Agora eu quero mais, sem esconder nada.
Carlos ainda com o pau semi-duro e molhado de porra e mel, puxou Ana pelo cabelo e a beijou com fome, a língua invadindo a boca dela enquanto Roberto ficava de joelhos ao lado da cama, o pauzinho magro latejando sem ninguém tocar. Ana gemeu no beijo, sentindo o gosto misto de sua própria buceta e do gozo grosso do amigo, e empurrou o marido pela cabeça, forçando o rosto dele de volta entre suas coxas abertas.
— Continua lambendo, corno. Não para. Quero essa língua suja limpinha de novo enquanto o Carlos me prepara pra segunda rodada.
Roberto obedeceu na hora, a língua quente e submissa chupando os restos brancos que ainda escorriam da buceta inchada e arrebentada. O gosto amargo do sêmen alheio misturado com o mel doce dela fazia o pauzinho dele pingar no carpete. Ana cavalgava o rosto do marido de leve, esfregando a bunda molhada nele, enquanto Carlos se masturbava devagar, olhando a cena com um sorriso safado.
— Olha só esse corno feliz lambendo porra de macho de verdade — rosnou Carlos, dando tapas leves na cara de Roberto pra empapar mais. — Sua esposa adora isso, né, putinha?
— Adoro pra caralho — Ana respondeu, a voz rouca, os peitos pesados balançando fora do vestido rasgado. Ela tirou o vestido de uma vez, ficando nua, as tetas grandes e os mamilos duros apontando. — Me fode de novo, Carlos. Quero sentir esse pau grosso me arrombando outra vez bem na cara dele. Roberto, abre minhas pernas bem abertas e segura.
Roberto, com a boca lambuzada de porra, segurou as coxas grossas da esposa, puxando-as pra cima e pra fora, expondo a buceta vermelha e escorrendo. Carlos se posicionou entre as pernas dela, a cabeça grossa do pau de vinte centímetros pressionando a entrada molhada. Ele empurrou de uma vez só, fundo, abrindo ela toda de novo. Ana gritou alto, as unhas cravando nos lençóis, o corpo inteiro tremendo.
— Caralhoooo, que pau gostoso! Mais fundo, arromba essa casada! Olha, amor, olha como ele some inteiro dentro de mim! Seu pauzinho nunca chegou nem na metade!
Carlos metia com força bruta, as bolas pesadas batendo na bunda dela a cada estocada, o barulho molhado e obsceno enchendo o quarto. A cama rangia, o cheiro de sexo suado e porra pairava no ar. Ana olhava direto nos olhos de Roberto enquanto era fodida, a boca aberta gemendo sem vergonha.
— Fala pra ele, corno. Fala o quanto o pau dele é superior. Fala que você ama ver sua esposa sendo usada assim.
Roberto, ainda segurando as pernas dela abertas, a voz trêmula de tesão e humilhação, gaguejou:
— É… é muito maior… mais grosso… ele te fode como homem de verdade… eu nunca te enchi assim… por favor, fode ela mais forte… faz ela gozar gritando no seu pau…
Carlos riu baixo e puxou Ana pra cima, virando-a de quatro de novo, o pau saindo com um ploc molhado e entrando de uma vez pela traseira. Ele enfiou dois dedos na buceta ao mesmo tempo, abrindo os dois buracos pra Roberto ver de perto.
— Olha a putinha do seu casamento, corno. Buceta e cu abertos pro meu pau. Sua esposa é uma vadia faminta. Chupa as bolas enquanto eu meto nela.
Roberto rastejou na hora, enfiando a cara sob a bunda da esposa, lambendo as bolas pesadas de Carlos que batiam nela a cada investida. A língua dele roçava a base do pau grosso entrando e saindo da buceta dela. Ana empurrava a bunda pra trás com força, pedindo mais.
— Isso, meu corno gostoso… limpa as bolas do macho que tá me fodendo… ah, porra, Carlos, me come o cu também! Quero sentir os dois buracos cheios!
Carlos tirou o pau da buceta e spitou na entrada apertada do cu dela. Com calma safada, foi enfiando a cabeça grossa, abrindo o cuzinho de casada centímetro por centímetro. Ana uivou de prazer, o corpo retesando, empurrando de volta até engolir o pau inteiro no cu.
— Aiiii caralho, que pau grosso no meu cu! Roberto, olha isso! Seu amigo tá arrombando meu cuzinho e você só serve pra lamber! Fala que ama!
— Eu amo… — Roberto murmurou contra a bunda dela, a língua agora lambendo onde o pau grosso sumia no cu. — Amo ver você sendo arrombada… seu cu nunca engoliu meu pau assim… ele é superior em tudo…
Carlos fodia o cu dela com estocadas profundas e ritmadas, uma mão puxando o cabelo de Ana pra trás, a outra esborrachando a cara de Roberto contra o ponto onde os corpos se juntavam. A bunda dela balançava, a carne gordinha tremendo a cada tapa seco que Carlos dava. Ana gozou gritando, o corpo inteiro convulsando, a buceta esguichando mel quente na cara do marido.
— Goza dentro do meu cu, Carlos! Enche esse cuzinho de porra! Quero meu corno chupando depois!
Carlos gemeu grosso, as estocadas ficando irregulares, e despejou jatos quentes e espessos fundo no cu dela. Ana sentiu o volume quente enchendo, escorrendo pelas laterais quando ele puxou o pau fora. Imediatamente ela empurrou a cabeça de Roberto pra lá.
— Limpa tudo, corno puto. Enfia a língua no meu cu e suga toda a porra do Carlos. Engole direitinho. Mostra que você ama limpar depois que outro homem me usa.
Roberto obedeceu com gemidos abafados, a língua entrando no cuzinho frouxo e quente, chupando os jatos brancos amargos que escorriam. Ana gemia de prazer, segurando a cabeça dele ali com as duas mãos, rebolando o cu na cara do marido. Carlos se sentou na beirada da cama, acariciando o pau ainda semi-duro, assistindo o corno limpar.
— Que cena gostosa. Sua esposa é uma puta completa, Roberto. E você nasceu pra ser corno. Olha como você chupa minha porra do cu dela com vontade.
Ana puxou Roberto pra cima e o beijou fundo, sujo, passando o gosto de cu e porra pra ele de novo. Depois se ajoelhou na frente de Carlos e engoliu o pau mole, limpando com a boca, chupando até ele endurecer outra vez. Roberto ficou de quatro ao lado, o pauzinho ignorado latejando vermelho.
— Agora você vai me foder a buceta de novo enquanto o corno chupa minhas tetas e agradece — mandou Ana, deitando de costas, as pernas abertas. Carlos montou nela e enfiou de uma vez. Roberto se debruçou, chupando os mamilos duros dela enquanto era obrigado a olhar o pau grosso entrando e saindo.
— Obrigado… obrigado por foder minha esposa melhor que eu… obrigado por encher ela de porra… — repetia Roberto entre chupadas, a voz embargada de tesão.
Ana cavalgava de baixo, encontrando as estocadas, os peitos balançando na boca do marido. Carlos metia fundo, a mão no pescoço dela, dominando.
— Essa buceta de casada é minha agora. Seu corno só limpa e agradece. Próxima vez eu quero dois paus nela. Um na boceta, outro no cu. E o cornozinho de joelhos no canto, sem tocar em nada.
Ana gozou de novo, gritando, a buceta apertando o pau de Carlos até ele gozar mais uma vez, enchendo ela fundo. Quando tirou, o creme branco jorrou, e Roberto limpou na hora, a língua gulosa sugando tudo. Os três caíram suados na cama, o cheiro pesado de sexo no ar.
Ana, ainda com a buceta latejando e escorrendo, se virou pro marido e pro amigo, o sorriso safado no rosto suado. Ela já estava tramando o próximo passo, a mente acelerada de tesão e controle.
— Sábado que vem. Carlos, traz o amigo que você falou. Quero os dois me comendo ao mesmo tempo, um em cada buraco, bem aqui nessa cama de casal. Roberto vai ficar ajoelhado o tempo todo, segurando meus peitos e lambendo as bolas de vocês enquanto me arrombam. E no final ele limpa os dois. Sem máscara, sem esconder. Eu quero gritar os nomes de vocês e fazer ele repetir que o pau dele é inútil. Já marco a pizza e as bebidas. Vocês topam?
Carlos riu, passando a mão na bunda molhada dela.
— Topo pra caralho. O Lucas vai pirar nessa putinha de corno. Ele tem um pau ainda mais grosso.
Roberto, humilhado e excitado pra porra, só conseguiu murmurar, a cara suja de gozo:
— Topo… qualquer coisa… quero ver… quero limpar…
Ana beijou o marido de leve, já imaginando a cena completa: dois machos grossos esticando ela, o corno de joelhos no chão, agradecendo cada estocada. A vida nova tinha só começado, e ela já planejava cada detalhe sujo da próxima noite.
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