Troca no Terraço: Enquanto Ele Observava
Enquanto o corno de 42 anos assiste, a advogada gostosa de 38 anos é comida com força pelo personal trainer musculoso de 28 no terraço.
O sol de fim de tarde ainda castigava o terraço do apartamento quando Grant, contador de quarenta e dois anos, servia a terceira rodada de caipirinha. O gelo tinia nos copos, o cheiro de limão e cachaça pairava no ar quente, e Miriam, sua esposa advogada de trinta e oito anos, estava sentada de pernas cruzadas na espreguiçadeira, o vestido curto subindo demais na coxa. Malik, o personal trainer de vinte e oito anos do prédio, ocupava a cadeira ao lado com aquela bermuda de tecido fino que não escondia absolutamente nada.
— Saúde, vizinho — Grant ergueu o copo, tentando soar casual, embora já sentisse o estômago revirar de um jeito gostoso e vergonhoso.
Miriam riu baixo, olhando Malik de cima a baixo sem nenhum pudor.
— Saúde pro homem que carrega peso de verdade na academia… e fora dela, né?
Malik sorriu de lado, o peito largo se expandindo sob a camiseta justa.
— Depende do peso, Miriam. Tem uns que a gente mal sente.
Ela deu uma risadinha safada e virou o rosto para o marido.
— Ouviu, Grant? Tem gente que mal sente. Diferente de certos… equipamentos de escritório que a gente conhece.
Grant engoliu em seco, o rosto já esquentando. Aquela piadinha sobre o pau pequeno dele não era nova, mas ouvir na frente do vizinho musculoso fazia o sangue descer direto pra entre as pernas. Ele assentiu, quase imperceptível, e Miriam entendeu o sinal: consentimento velado, cúmplice, a humilhação deliciosa começando a coçar por dentro.
— Olha o volume aí, Malik — ela apontou com o queixo para a bermuda do personal, onde um bulbo grosso já se desenhava. — Meu marido fica todo vermelho só de imaginar. Né, amor? Fica combado de vergonha e tesão ao mesmo tempo.
— M-Miriam… — Grant gaguejou, mas não pediu para parar. Pelo contrário: a mão tremeu no copo e ele bebeu um gole grande só para ter o que fazer com a boca.
Malik cruzou os braços, os bíceps saltando, e encarou a advogada com interesse claro.
— Você é ousada pra caralho, hein.
— Ousada e sincera — ela se inclinou para frente, o decote oferecendo generosidade. — Esses músculos todos… e essa bermuda marcando. Grant, você topa ver eu dar pro vizinho? Assim, no terraço mesmo, enquanto você assiste igualzinho o corno compreensivo que eu sei que você é?
O silêncio durou dois segundos. Grant sentiu o pau latejar dentro da calça social, pequeno e traidor, e a vergonha subiu quente pelo pescoço. Ele gaguejou:
— S-sim… eu topo. Pode… pode fazer.
Miriam soltou uma gargalhada curta, triunfante, e se jogou no colo de Malik como quem pula numa piscina. As coxas carnudas dela abriram sobre as pernas fortes do personal, o vestido subiu até a bunda, e ela cravou a boca na dele com fome. O beijo foi barulhento, molhado, língua batendo em língua enquanto ela rebolava devagar no volume duro que agora empurrava contra a calcinha fina. Grant assistia de perto, sentado a menos de um metro, as mãos suando no copo vazio.
— Olha ele aí, Malik — Miriam murmurou entre beijos, virando o rosto só o suficiente para provocar o marido. — Todo vermelho, pauzinho tentando levantar e falhando. Você é um corno delicioso, Grant. Fica aí quietinho e aprende.
Malik riu contra a boca dela, as mãos grandes descendo para apertar a bunda da advogada.
— Porra, ela é safada mesmo.
— E você é grosso — ela deslizou a mão pela bermuda, palpou o pau grosso e murmurou alto o bastante para Grant ouvir. — Olha o tamanho que um pau de verdade tem, amor. Compara com o seu de contador.
Grant abriu o zíper com dedos trêmulos e tirou o pauzinho já duro, masturbando devagar, sem ousar se aproximar. A humilhação era combustível. Miriam desceu do colo de Malik, ajoelhou no piso quente do terraço e puxou a bermuda junto com a cueca. O pau do personal saltou pesado, grosso, veias saltadas, a glande já brilhando. Ela olhou nos olhos do marido enquanto lambeu a cabeça gorda.
— Viu, Grant? Isso aqui é pau. Não aquela minhoquinha que você me enfia de vez em quando.
Ela engoliu com vontade, bocejando a boca ao redor da grossura, saliva escorrendo pelo queixo enquanto chupava fundo. Malik gemeu, a mão grande no cabelo dela, e Miriam fazia questão de manter contato visual com o marido a cada vaivém. Grant batia punheta mais rápido, o rosto queimando, a vergonha e o tesão se misturando numa bagunça deliciosa.
— Chupa direito pra ele ver — Malik ordenou, a voz rouca. — Deixa o corno babando.
Miriam tirou a boca só para rir e falar, a voz rouca de puta:
— Tá vendo, amor? Eu engulo inteiro. Coisa que o seu nunca permitiu.
Ela voltou a chupar com barulho, cuspe, gemidos abafados, até Malik puxá-la para cima. Miriam se virou de quatro no sofá do terraço, o vestido erguido nas costas, a calcinha puxada de lado. Malik enfiou de uma vez, o pau grosso abrindo ela com força, e ela gritou alto o bastante para o vento carregar.
— Aih, porra! Mete, vizinho! Grant, olha ele me comendo! Olha o corno assistindo a esposa levar rola de verdade!
Malik segurou a cintura dela e meteu forte, o barulho de pele batendo em pele ecoando no terraço. Cada estocada fazia os peitos de Miriam balançarem, o cabelo solto caindo no rosto. Ela gemía alto, propositalmente teatral e gostosa ao mesmo tempo.
— Fala alto — Malik exigiu, rindo entre gemidos. — Fala que teu marido é corno.
— Meu marido é corno! — Miriam gritou, virando o rosto para Grant, que se masturbava frenético sem tocar nela. — Corno delicioso que gosta de ver a mulher sendo arrombada no sofá! Mais forte, Malik! Fode a advogada do prédio na frente do maridinho!
Grant gemia baixinho, a mão no pau, a outra apertando a própria coxa. A humilhação verbal chovia sem parar: piadas sobre o tamanho, risadas quando Miriam rebolava pedindo mais fundo, comentários maldosos sobre como o contador nunca a fodia daquele jeito. Malik ria também, o peito suado brilhando, e acelerava as estocadas.
— Vai gozar na cara dela — Grant ouviu a própria voz sair rouca, quase um pedido. — Por favor…
Malik puxou o pau para fora no último segundo, virou Miriam de frente e gozou grosso e quente no rosto dela: jatos pesados caindo na boca, no queixo, escorrendo para o decote. Miriam abriu a boca, recebeu tudo rindo, enquanto Grant finalmente gozava na própria mão, soltando um gemido vergonhoso e aliviado.
Eles respiravam pesado. Miriam passou os dedos no esperma que escorria pelo rosto, lambeu devagar, ainda olhando para o marido com aquele sorriso safado e cúmplice.
— Obrigada por ser um corno tão compreensivo, querido.
Ela se inclinou e deu um beijo molhado de porra na boca de Grant. O gosto salgado invadiu a língua do contador, misturado à caipirinha ainda doce. Malik riu alto, puxou a bermuda só o suficiente para não ficar pelado e ergueu o copo de caipirinha que restava na mesa.
— Saúde pro corno mais educado do prédio — ele brindou, o olhar já descendo de novo para a bunda descoberta de Miriam. — Mas a noite ainda tá no começo, né? Porque eu ainda não terminei de usar essa advogada gostosa… e acho que o Grant aqui ainda tem vergonha pra queimar.
Malik ainda estava com o copo erguido quando Miriam lambeu o resto de porra do queixo e se virou de costas pra ele, apoiando as mãos no parapeito baixo do terraço. O vestido curto já não cobria quase nada; a calcinha torcida de lado deixava a bunda redonda exposta ao vento quente da tarde que virava noite. Grant, ainda com o pauzinho mole e babado na mão, engoliu em seco ao ver o personal trainer se aproximar por trás dela outra vez.
— Ainda não acabou, contador — Malik falou, a voz grossa de quem acabara de gozar e já estava recuperando o fôlego. Ele puxou a bermuda de novo só o suficiente pra soltar o pau, que já começava a engrossar de novo, brilhando de saliva e restos. — Sua mulher pediu pra eu usar ela direito. E eu sou profissional: não deixo serviço pela metade.
Miriam riu, aquele riso rouco de quem estava se divertindo pra caralho com a humilhação do marido.
— Viu, Grant? O vizinho tem ética de trabalho. Diferente de certos contadores que param no meio do balanço. Mete de novo, Malik. Quero sentir esse monstro abrindo tudo enquanto o corno assiste de camarote.
Malik não pediu licença. Segurou a cintura carnuda dela com as duas mãos enormes e enfiou de uma vez só, o pau grosso sumindo até o fundo num estalo molhado. Miriam gritou, a cabeça jogada pra trás, os peitos balançando dentro do decote. Grant sentiu o próprio pauzinho reagir na hora, subindo de novo fraco e teimoso, e começou a bater punheta devagar, o rosto queimando de vergonha gostosa.
— Porra, que aperta gostoso — Malik gemeu, metendo com força, as bolas batendo na bunda dela a cada estocada. — Seu marido nunca te comeu assim, né? Olha o jeito que ela treme, Grant. Olha o corno aí se tocando com aquele dedinho de salsicha.
Grant abriu a boca pra responder, mas só saiu um gemido vergonhoso. Miriam virou o rosto, sorrindo de lado, e provocou:
— Fala, amor. Fala que gosta de ver. Fala que o pau do Malik é o que eu mereço.
— E-eu gosto… — Grant gaguejou, a mão acelerando no pau pequeno. — Gosto de ver você levando… esse pau enorme. Sou corno… sou corno delicioso.
Malik soltou uma gargalhada e acelerou as estocadas, o barulho de pele molhada ecoando no terraço junto com o tinir distante de alguma panela no prédio ao lado. Ele puxou Miriam pelo cabelo, forçando ela a olhar pro marido enquanto fodia fundo.
— Repete mais alto, advogada. Quero o prédio inteiro sabendo.
— Meu marido é corno! — Miriam gritou, a voz embargada de prazer, cada palavra cortada por um gemido. — Corno de pauzinho de contador que goza só de ver a mulher sendo arrombada! Mais forte, Malik! Fode essa buceta de advogada na frente dele! Quero ficar frouxa pra ele sentir depois!
Grant se ajoelhou no chão quente do terraço, perto o bastante pra ver o pau grosso de Malik sumindo e saindo da buceta inchada da esposa, os lábios rosados se abrindo e se fechando em volta da grossura. A humilhação era tão boa que ele quase gozou ali mesmo. Miriam notou e riu.
— Chega mais perto, amor. Cheira. Cheira o cheiro de pau de verdade na minha boceta. Seu nunca deixou esse aroma.
Ele obedeceu, o rosto a poucos centímetros, cheirando o sexo suado e misturado deles enquanto se masturbava frenético. Malik tirou o pau só pra esfregar a cabeça gorda na bochecha de Grant, deixando um rastro de meleca, e depois enfiou de novo com tudo. Miriam gozou na hora, as pernas tremendo, a buceta contraindo em volta do pau do personal num gozo barulhento e molhado que escorreu pelas coxas.
— Aih, porra, tô gozando! Olha o corno babando no chão!
Malik não parou. Virou ela de frente, ergueu uma perna dela e enfiou de novo, agora face a face, as mãos grandes apertando a bunda enquanto metia em pé, quase levantando a advogada do chão. Os músculos dos braços e peito saltavam com o esforço, suor escorrendo pelo peito largo. Miriam se pendurou nele, beijando a boca com fome, mordendo o lábio inferior do personal enquanto rebolava pra sentir cada centímetro.
— Compara, Grant — ela falou entre beijos, a voz embriagada de tesão. — Compara esse tronco com o seu lápis. Nunca mais vou conseguir fingir que seu pauzinho serve pra alguma coisa.
Grant, ainda ajoelhado, lambeu a coxa dela onde o gozo escorria, o gosto salgado e ácido invadindo a língua. A vergonha queimava gostosa no peito. Ele murmurou:
— Não serve… o meu não serve. Usa o do Malik. Usa ele pra me humilhar.
Malik riu de novo, o peito vibrando, e tirou o pau só pra dar uns tapas leves na bunda de Miriam, deixando marcas vermelhas.
— Sobe no sofá, safada. Quero te foder sentada nele enquanto o corno limpa o que vazar.
Miriam obedeceu na hora, se sentando de costas pro parapeito, as pernas abertas. Malik ajoelhou na frente dela, enfiou a língua grosso na buceta gozada e chupou barulhento, fazendo ela gritar e puxar o cabelo dele. Grant assistia de perto, a mão no pau, quase sem fôlego. Depois Malik se levantou, enfiou de novo e começou a meter devagar, profundo, cada estocada fazendo o sofá ranger.
— Vai gozar dentro — Miriam pediu, a voz rouca. — Goza fundo, enche essa buceta pra o Grant beber depois. Ele adora o gosto de corno.
Malik acelerou, o rosto contraído de prazer, os bíceps saltados. Grant se aproximou mais, a boca aberta, pronto. Quando Malik gozou, foi com um gemido gutural, o pau latejando dentro dela, jatos quentes enchendo a advogada até vazar pelas laterais. Miriam gozou de novo no mesmo instante, as unhas cravadas nas costas suadas do personal, gritando o nome do marido como se fosse um insulto carinhoso.
— Grant! Olha ele me enchendo! Olha a porra de verdade escorrendo!
Malik saiu devagar, o pau ainda semi-duro pingando, e Grant, sem precisar de ordem, enfiou a cara na buceta da esposa e chupou tudo: a mistura quente de gozo dos dois, lambendo fundo, engolindo como um bom corno. Miriam riu alto, os dedos no cabelo dele, forçando mais.
— Isso, querido. Limpa a bagunça que o vizinho fez. Que bom marido corno você é.
Grant gozou na mão pela segunda vez enquanto chupava, o corpo inteiro tremendo de vergonha e alívio. Malik se afastou um passo, puxando a bermuda, o peito ainda ofegante, e pegou a caipirinha que restava.
Eles ficaram ali por um minuto, respirando pesado. Miriam se ajeitou no sofá, o vestido torcido, a porra ainda escorrendo devagar pela coxa interna enquanto ela passava o dedo e oferecia pro marido lamber de novo. Grant obedeceu, o gosto salgado ainda na língua. Malik ergueu o copo outra vez, sorrindo de lado.
— Saúde pro casal mais divertido do prédio. Acho que amanhã na academia eu conto pra galera como a advogada do 1202 gosta de rola grossa na frente do marido.
Miriam riu, puxando Grant pra um beijo molhado de porra e saliva.
— Conta mesmo. E fala que o corno pediu bis.
Grant ainda estava de joelhos, o pauzinho mole e sujo na mão, quando o interfone do terraço apitou alto, o som eletrônico cortando o ar quente como uma faca. A voz distorcida da portaria ecoou no alto-falante enferrujado:
— Apartamento 1202? Tem uma entrega urgente aqui embaixo… e o síndico quer subir agora pra falar sobre “barulho excessivo e reclamações dos vizinhos”. Posso liberar?
Malik olhou pra Miriam. Miriam olhou pra Grant. Os três congelaram por um segundo, o cheiro de sexo ainda forte no ar, a porra ainda brilhando no rosto e nas coxas da advogada, o pau do personal mal escondido na bermuda.
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