Sua Esposa se Rendeu ao Artista no Estúdio Vazio
Sua esposa de 29 anos se rendeu ao pintor Bruno de 38 no estúdio vazio, traindo o marido corno de 32 enquanto ele assistia excitado.
Xavier sentiu o peito apertar no mesmo instante em que atravessou a porta do estúdio vazio. Aos trinta e dois anos, ele carregava há tempo uma fantasia secreta de ser corno, mas nunca imaginara que o cheiro de tinta a óleo, o chão de madeira clara e a luz amarelada da janela alta fossem torná-la tão real. Tamara, sua esposa de vinte e nove, caminhava à frente com o quimono fino aberto o bastante para mostrar a curva dos seios. Bruno, o pintor famoso de trinta e oito anos, já os esperava de camisa branca arregaçada, o olhar confiante e dominador varrendo o corpo dela como se já a possuísse.
— Pode se despir aí, Tamara — disse Bruno, voz grave, sem pressa. — Quero a luz batendo exatamente nesses seios e nesse quadril.
Xavier se sentou no canto, na única cadeira dura, as mãos suadas sobre os joelhos. O pau já latejava dentro da calça. Ele observava o marido de trinta e oito anos circular a mulher dele, o pincel ainda intacto, o olhar pesado. Tamara deixou o quimono escorregar. Os seios firmes, os mamilos escuros já duros, a buceta lisa e o rabo redondo ficaram expostos sob a luz do estúdio vazio. Bruno assentiu, satisfeito.
— Linda pra caralho — murmurou o pintor. — Seu marido tem sorte. Ou talvez não.
A humilhação antecipada queimou o rosto de Xavier. Ele engoliu em seco, excitado e tenso, obrigado a assistir.
Bruno começou a posar Tamara. Os dedos dele tocaram de leve a lateral do seio esquerdo, “ajustando o ângulo”. Depois desceram pelo quadril, apertando a carne macia, puxando-a um centímetro para trás.
— Assim. Abre um pouco mais as pernas. Quero ver essa buceta se destacar na tela.
Tamara mordeu o lábio inferior. O olhar dela foi direto para Xavier, misturando culpa e um tesão visível. As coxas tremiam. Bruno continuou, agora passando o polegar pelo mamilo, girando devagar, como se ainda fosse técnica.
— Peitos pesados, quadril de mulher de verdade — elogiou, cada vez mais explícito. — Essa bunda pede porra. Seu marido te fode direito, Tamara? Ou você fica molhada sonhando com um pau de verdade?
Ela soltou um gemido baixinho. Xavier viu o brilho na entrada dela, a excitação escorrendo. O coração dele martelava. A fantasia explodia por dentro, misturada à vergonha quente.
— Eu… — Tamara começou, a voz embargada, ainda posando nua. — Eu quero ser fodida por você. Aqui. Agora. Quero o seu pau, Bruno.
Xavier quase engasgou. O pintor sorriu de lado, confiante, e olhou para o marido no canto.
— E aí, corno? Ela tá pedindo. Você deixa?
Xavier respirou fundo, o pau duro latejando contra o tecido, as orelhas queimando. A humilhação era deliciosa e dolorosa ao mesmo tempo. Ele assentiu, a voz saindo rouca:
— Deixa. Fode a minha mulher.
Tamara se rendeu por completo naquele segundo. O desejo por outro homem tomou conta do rosto dela. Bruno já abria a calça. O pau grosso e veiado saltou para fora, maior, mais pesado, a cabeça avermelhada brilhando. Tamara se ajoelhou no chão do estúdio sem hesitar. Envolveu a mão na base e engoliu fundo, olhando para Xavier o tempo todo. Os olhos dela marejados de tesão e culpa doce enquanto a boca se esticava em volta daquela rola. Ela chupava com vontade, saliva escorrendo pelo queixo, a garganta abrindo, gemendo em volta do pau. Bruno segurou o cabelo dela e empurrou mais fundo.
— Isso, engole tudo. Mostra pro seu marido como se chupa de verdade.
Xavier apertou os próprios joelhos com força, proibido de se tocar — a ordem silenciosa no ar entre eles. Via a esposa lamber as bolas, depois engolir de novo até o nariz encostar na virilha do pintor. O som molhado ecoava no estúdio vazio.
Bruno a puxou para cima de uma vez. Levantou Tamara pela cintura e a empalou de pé contra a parede branca. O pau grosso abriu a buceta dela num único embalo fundo. Ela gritou, as unhas arranhando o ombro do artista.
— Porra! Seu pau é muito maior que o do meu marido! — gemeu alto, cada palavra um tapa na dignidade de Xavier. — Enche minha buceta, Bruno… caralho, que grosso…
Ele a fodia com força, as coxas batendo, o som molhado de peito contra peito. Tamara olhava por cima do ombro do pintor, diretamente para Xavier, os olhos vidrados de prazer enquanto era arrebentada na parede. Bruno mordeu o pescoço dela, depois a virou, empurrando-a de quatro sobre o sofá gasto do estúdio.
A posição de cachorrinho deixou a bunda de Tamara no ar. Bruno enterrou de uma vez, fundo, e começou a meter sem piedade. A cada estocada, dava um tapa seco na nádega, a marca avermelhando. Puxava o cabelo dela para trás, obrigando o rosto a se erguer na direção do marido.
— Diz. Diz alto — ordenou Bruno, a voz baixa e dominadora. — Por que você tá traindo ele?
— Porque… ah, porra… porque ele não me satisfaz! — gritou Tamara, a voz quebrada de gemido. — Eu trai o meu marido porque o pau dele não me enche… eu preciso de pau grosso… de homem de verdade…
Xavier assistia, o pau latejando dorido dentro da calça, as mãos proibidas de descer. Cada frase dela o destruía e o excitava mais. Bruno metia com força bruta, o sofá rangendo, a buceta de Tamara engolindo e cuspindo a rola grossa, melada, os seios balançando. Outro tapa. Outra puxada de cabelo.
— De novo. Mais alto.
— Eu tô traindo ele porque ele não me satisfaz! — repetiu ela, ofegante, o rosto vermelho, o olhar fixo em Xavier. — Me fode, Bruno… goza dentro… enche a buceta da esposa desse corno…
Bruno rosnou, as estocadas ficando irregulares e profundas. Enterrou até o fundo e gozou dentro dela com um gemido gutural, jatos quentes enchendo a buceta de Tamara. Ela tremeu, gozando junto, a buceta contraindo, o leite branco já começando a vazar pelas beiradas quando ele puxou o pau para fora. Um fio grosso escorreu pela coxa interna dela, pingando no sofá.
Ainda ofegante, Bruno se afastou só o bastante e olhou para Xavier no canto, o sorriso cruel e satisfeito.
— Vem cá, corno. Limpa a porra da sua esposa com a língua.
Xavier se levantou as pernas moles. Aproximou-se do sofá. Tamara ainda de quatro, a bunda erguida, a buceta inchada e vazando o creampie grosso de Bruno. Os dois riram dele — a risada baixa dela misturada ao riso confiante do pintor — enquanto Xavier ajoelhou e aproximou o rosto. A língua dele encontrou o gosto salgado e quente, lambendo a porra que escorria, engolindo o que Bruno tinha deixado dentro da mulher dele. Tamara gemeu de novo, empurrando a bunda contra a boca do marido, ainda ofegante, o corpo trêmulo, os seios pendurados, e o olhar dela, brilhante de tesão renovado, encontrou o de Bruno por cima do ombro como se pedisse mais.
Xavier lambia com fome voraz, a língua larga e submissa recolhendo cada fio grosso de porra que escorria da buceta inchada de Tamara. O gosto salgado e amargo de outro homem invadia sua garganta enquanto ele engolia, o nariz enterrado na fenda melada, as mãos tremendo nos quadris firmes da esposa de vinte e nove anos. Tamara empurrava a bunda para trás, gemendo baixo, os seios pendurados balançando a cada movimento.
— Isso, corno… limpa tudo… mama a porra que não é sua — ela ofegava, a voz rouca de prazer, o olhar ainda preso no de Bruno.
O pintor de trinta e oito anos já estava duro de novo. O pau grosso latejava contra a coxa, veias saltadas, a cabeça brilhando de pré-gozo. Ele rodeou o sofá, agarrou o cabelo de Tamara e enfiou a rola inteira na boca dela de uma vez só. Ela engasgou, saliva escorrendo pelos cantos dos lábios esticados, mas não recuou. Chupava fundo, a garganta abrindo, enquanto Xavier continuava lambendo embaixo, a língua entrando na buceta cremosa, sentindo o gosto misto de gozo e lubrificação dela.
Bruno metia a boca dela com estocadas lentas e profundas, olhando direto para Xavier.
— Olha só seu corno chupando minha porra da sua esposa. Que humilhação gostosa, hein? Sua mulher mamando meu pau enquanto você limpa o resto. Fala pra ele, Tamara. Fala o que você sente.
Ela tirou a boca só o bastante para gemer as palavras, a voz embargada de saliva e tesão:
— Eu sinto o pau dele… grosso… me enchendo a boca… e o meu marido lambendo a buceta como um cachorro… porra, Xavier, você nasceu pra isso… nasceu pra ser corno…
O peito de Xavier ardia. O pau doía preso na calça, latejando tanto que ele quase gozava sem toque. Mas a ordem silenciosa ainda pairava: ele não podia se tocar. Só servir. Só assistir. Só lamber.
Bruno puxou Tamara para cima, virou-a de frente para o marido e a empalou de novo, agora de pé, as pernas dela abertas em V, as costas coladas no peito dele. O pau grosso sumiu dentro da buceta num embalo único e fundo. Ela gritou, os olhos revirando, enquanto Bruno a segurava pelas coxas e a fodia no ar, as bolas batendo molhadas.
— Mais fundo! Caralho, Bruno, arrebenta essa buceta… o pau do meu marido nunca chegou tão fundo… nunca me abriu assim…
Cada estocada fazia os seios de Tamara quicarem violentamente. Xavier, ainda ajoelhado, via de perto o pau grosso entrar e sair, a pele brilhante de porra antiga e suco novo, a buceta dela se agarrando e cuspindo a rola. Bruno acelerou, metendo com força bruta, a pele batendo, o som úmido ecoando no estúdio vazio.
— Diz pra ele o que você quer agora — ordenou o pintor, mordendo a orelha dela.
— Eu quero seu pau no meu cu! — gritou Tamara, o rosto vermelho, o olhar fixo em Xavier. — Quero ser arrombada enquanto meu corno assiste… quero gozar com o cu cheio de homem de verdade!
Bruno sorriu cruel e a jogou de quatro de novo no sofá. Cuspiu na mão, passou o dedo grosso no cu apertado dela, girando, abrindo. Tamara tremeu, empurrando para trás. Ele encaixou a cabeça do pau no rabo e empurrou devagar, centímetro por centímetro, até a rola inteira desaparecer. Ela uivou, as unhas rasgando o tecido gasto do sofá.
— Porraaaaa! Que grosso… tá rasgando meu cu… Xavier, olha… olha ele fodendo meu rabo… olha o corno que você é…
Xavier se aproximou mais, o rosto a poucos centímetros. Via o cu dela esticado ao redor da rola veiosa, a carne rosada cedendo, engolindo tudo. Bruno meteu até o fundo e começou a foder o cu com estocadas longas e pesadas. Cada vaivém fazia a bunda de Tamara tremer. Outro tapa seco. Outra puxada de cabelo.
— Mais alto, puta. Por que o cu da esposa do corno tá sendo arrombado?
— Porque ele não tem pau pra me satisfazer! — ela gritava, a voz quebrada, lágrimas de prazer escorrendo. — Eu trai ele no cu… eu dou o cu pra homem de verdade… goza no meu rabo, Bruno… enche o cu da mulher desse corno!
Bruno rosnou e acelerou. As estocadas ficaram selvagens, o sofá rangendo alto, o pau sumindo e reaparecendo brilhante. Tamara gozou primeiro, o corpo inteiro tremendo, a buceta esguichando no nada enquanto o cu se contraía em volta da rola. Bruno enterrou até as bolas e gozou fundo no rabo dela, jatos quentes disparando, enchendo o interior apertado. Ele puxou devagar; um fio grosso de porra branca escorreu imediatamente do cu aberto, pingando no sofá e na madeira clara.
— Limpa de novo, corno — mandou Bruno, a voz baixa e satisfeita. — Agora a porra do cu dela.
Xavier obedeceu sem hesitar. A língua encontrou o cu inchado e melado, chupando a porra quente que vazava, engolindo tudo enquanto Tamara empurrava a bunda contra a cara dele, gemendo de novo, o prazer renovado. Bruno se sentou na cadeira dura, o pau ainda semi-duro, e acenou.
— Senta nele, Tamara. Quero ver você cavalgar o corno com meu leite escorrendo.
Ela se virou, montou no colo de Xavier ainda ajoelhado, enfiou a buceta cremosa no pau dele — pela primeira vez naquela noite — e começou a quicar com raiva, o cu ainda pingando porra alheia nas bolas do marido. O pau de Xavier, menor, era engolido com facilidade. Ela ria enquanto fodia, olhando para Bruno.
— Sente? Tão fraquinho… tão rápido… eu nem sinto… mas eu gozo lembrando do seu pau, Bruno…
Xavier gemía, as mãos nos quadris dela, o orgulho destruído e o tesão explodindo. Ela apertou a buceta e ele gozou em segundos, jatos fracos dentro dela, misturando-se ao creampie anterior. Tamara riu alto, desceu, ajoelhou e chupou o próprio marido sujo, limpando a mistura de porras antes de se virar e beijar Bruno de língua, passando o gosto.
Bruno a puxou para o colo, enfiou de novo na buceta molhada e a fodeu sentada, de frente para Xavier, as pernas abertas, mostrando tudo. Estocadas profundas, seios na cara do pintor, gemidos altos. Ela gozou mais uma vez, gritando o nome de Bruno, as unhas nas costas dele. Bruno encheu a buceta dela pela terceira vez, puxou o pau e mandou Xavier limpar a terceira rodada de porra com a boca aberta, engolindo direto da fonte enquanto Tamara segurava a cabeça do marido contra a fenda.
Os três ofegavam. O estúdio cheirava a sexo, tinta e suor. Tamara se deixou cair no sofá, as pernas abertas, os buracos inchados e vazando, o corpo marcado de tapas e mordidas. Bruno se vestia devagar, o sorriso confiante no rosto. Xavier permanecia de joelhos, o queixo sujo, o pau mole e humilhado contra a calça aberta.
Tamara olhou para o marido com ternura estranha e cruel ao mesmo tempo, acariciou o cabelo dele e sussurrou baixo, só para ele ouvir, enquanto Bruno já se afastava em direção à porta:
— Eu te amo exatamente assim, Xavier… destruído… completo.
E foi só naquele instante, com o gosto de outro homem ainda vivo na língua e o eco dos gemidos da esposa pairando no ar, que Xavier compreendeu a verdade nua: a traição nunca fora dela — fora a libertação que ele mesmo havia implorado em silêncio a vida inteira.
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