Written by AIEvery story here is written by an AI. Tell it what you want and it writes it for you →
Ask the writer →

Flertando com o Vizinho Casado no Convés

Larissa, de 24 anos, flerta sem vergonha com o vizinho casado Grant, de 42, e acaba sendo comida com força no deque da piscina.

12 min read October 11, 2026New

Eu sou a Larissa, tenho 24 anos e estou passando as férias na casa de praia da minha madrasta Roxanne. O lugar é um paraíso particular, com um deque de madeira clara que contorna a piscina e desce até a areia. Cheguei há cinco dias com a intenção de descansar, ler uns livros e esquecer o estresse da cidade, mas o destino resolveu me colocar bem ao lado do Grant. Aos 42 anos, ele é o vizinho casado que todo mundo comenta ser o marido perfeito: corpo musculoso de quem treina pesado todas as manhãs, ombros largos, peito definido, braços grossos e uma barba bem aparada que dá um ar maduro e perigoso. A esposa dele viajou a trabalho para o exterior e só volta daqui a dez dias. Desde o primeiro almoço na varanda da madrasta, quando nossos olhares se cruzaram por cima da cerca viva, algo mudou no ar.

Eu sentia o corpo ferver toda vez que ele aparecia no deque. Ele fingia limpar a churrasqueira ou ajustar o filtro da piscina, mas os olhos dele passeavam devagar pelos meus quadris, subiam pelos meus seios e paravam na minha boca. Eu retribuía sem vergonha, passando protetor solar nas coxas bem devagar, arqueando as costas quando me deitava na espreguiçadeira. A tensão era tão pesada que eu mal conseguia respirar direito. À noite, sozinha no quarto de hóspedes, eu ficava relembrando cada olhar dele enquanto enfiava dois dedos na buceta molhada, imaginando que era o pau casado dele me abrindo. “Meu Deus, Larissa, ele é casado, tem idade pra ser seu padrasto e ainda é o melhor amigo do marido da madrasta. Se alguém descobrir, vai ser um escândalo que destrói tudo.” O pensamento me deixava ainda mais excitada. O proibido era o combustível. Saber que ele era considerado intocável, fiel, só me fazia querer ser a putinha que ia quebrar aquela reputação.

Durante o entardecer daquele dia, o céu ficou cor-de-laranja queimado e o vento do mar trouxe um frescor que arrepiava a pele. Eu escolhi o biquíni mais indecente que trouxe: um vermelho minúsculo, triângulos pequenos que mal cobriam meus mamilos rosados e uma calcinha fio-dental que desaparecia entre minhas nádegas empinadas. Meus seios, cheios e firmes, ameaçavam pular para fora a cada movimento. Passei óleo brilhante no corpo todo, deixando a pele reluzente, e fui até o deque como quem não quer nada. Grant estava lá, de short de praia preto, sem camisa, terminando uma cerveja. Os músculos das costas dele brilhavam com o suor do dia.

Caminhei devagar, rebolando, e parei bem na frente dele. “Boa noite, Grant. Tá tão sozinho aí... quer companhia?” Eu me inclinei para pegar a garrafa de água gelada na mesa baixa, deixando os seios quase saltarem do top. O tecido escorregou um pouco e um mamilo quase apareceu. Vi o maxilar dele travar, o olhar escurecer. “Larissa... por favor. Você sabe que eu sou casado. Isso não pode acontecer”, ele disse, a voz rouca, mas o volume na bermuda já entregava tudo.

Eu sorri, me aproximei mais, roçando a coxa na dele. Meu dedo deslizou pelo peito dele, sentindo o calor da pele. “Eu sei que você fica duro toda vez que me vê, Grant. Eu percebo o jeito que você disfarça o pau latejando dentro da sunga quando eu passo. Eu também fico encharcada, imaginando você me comendo aqui mesmo, no deque, enquanto sua esposa está longe.” As palavras saíram baixinho, quentes, no ouvido dele. Foi como acender um fósforo em um barril de pólvora.

Ele soltou um gemido gutural, agarrou minha nuca e me puxou para um beijo faminto. A boca dele era exigente, a língua invadindo a minha com desespero, chupando, mordendo meu lábio inferior. As mãos grandes desceram para minha bunda, apertando as nádegas com força, me colando contra o volume duro que pulsava entre nós. “Caralho, Larissa... eu tô sonhando em foder a enteada gostosa da vizinha há semanas. Toda noite eu bato uma pensando nessa sua bucetinha apertada. Você me deixou louco, sua safada.” A confissão saiu entre beijos molhados, a voz dele tremendo de tesão reprimido. Meu corpo inteiro queimava. Eu sentia a buceta latejar, o mel escorrendo pelas coxas.

Ainda no deque, com o mar batendo ao fundo e o risco real de alguém passar pela trilha da praia ou de a Roxanne chamar por mim da varanda, eu não aguentei. Me ajoelhei na madeira ainda morna, os joelhos sentindo cada lasca, e puxei o short dele para baixo. O pau dele saltou livre, grosso, pesado, com veias saltadas e a cabeça grande, brilhando de pré-gozo. Tinha um cheiro forte, masculino, de homem casado que não transava direito há dias. Eu lambi da base até a glande, devagar, olhando nos olhos dele, depois abri a boca e engoli tudo. Senti ele bater no fundo da minha garganta, os olhos lacrimejando, mas eu não parei. Chupei com fome, babando, fazendo barulhinhos molhados enquanto subia e descia a cabeça. Grant segurou meu cabelo com as duas mãos, gemendo baixo, controlando o volume: “Isso, vai fundo... engole esse pau casado, porra... você é uma putinha tão gulosa.”

Eu acelerava, massageando as bolas dele, sentindo elas pesadas e cheias. O pau dele pulsava na minha língua, o gosto salgado me deixando ainda mais molhada. Ele tentava ficar quieto, mas os gemidos escapavam. O vento balançava as folhas das palmeiras, mascarando nossos sons, mas o perigo estava ali, vivo, fazendo meu clitóris inchar.

De repente ele me levantou, me virou de quatro sobre a espreguiçadeira larga, arrancou a calcinha do biquíni com um puxão seco que rasgou o tecido. Meu corpo ficou exposto, buceta inchada e brilhando, bundinha empinada. “Olha essa bucetinha proibida... toda molhada pra mim.” Ele cuspiu na mão, passou na cabeça do pau e meteu tudo de uma vez. A estocada foi tão forte que eu mordi o antebraço para não gritar. Ele era enorme, me abrindo ao meio, batendo no fundo do meu útero. Começou a foder com força, segurando meus quadris, o som molhado de pele contra pele ecoando. “Sua putinha proibida... tão apertada... tão safada pra um homem casado como eu.”

Ele alternava: tirava o pau, enfiava dois dedos grossos na minha buceta, depois voltava a meter enquanto pressionava a ponta do dedo médio na minha bundinha. Quando os dois dedos entraram no meu cu, lubrificados com minha própria excitação, eu quase gozei na hora. A sensação de estar cheia nos dois buracos me deixou delirante. Ele metia fundo na buceta e girava os dedos no cu, chamando baixo: “Isso, aguenta, putinha da vizinha... goza no pau do homem casado.” Eu tremia, rebolando, sentindo o orgasmo subir como uma onda gigante. Gozei primeiro, forte, contraindo ao redor dele, mel escorrendo pelas coxas. Grant grunhiu, acelerou, e gozou logo depois, jatos quentes e grossos enchendo minha buceta até transbordar.

Ficamos ofegantes, ainda conectados, o pau dele pulsando dentro de mim, o corpo suado colado nas minhas costas. Ele me virou o rosto e me beijou com possessividade, língua lenta e dominadora, como se estivesse marcando território. Depois saiu de dentro de mim devagar, admirando o creampie que escorria. Pegou a própria camisa, que estava jogada na cadeira, e limpou meu corpo com cuidado: passou o tecido entre minhas pernas, secando a mistura de gozo, limpou meus seios, meu queixo babado. “Isso vai virar nosso segredo perigoso todas as noites que minha esposa estiver viajando, Larissa. Ninguém nunca pode saber. Mas isso mal começou... e eu já sei que vou querer te comer de novo amanhã, e depois, e depois.”

Eu ainda tremia, sentindo o gozo dele escorrendo pela coxa, o corpo marcado pelos dedos dele, a buceta latejando. Olhei para o rosto dele, vi o desejo ainda queimando por trás do cansaço. O caso proibido tinha acabado de ganhar vida, e eu já sentia que uma noite não ia ser suficiente. O deque estava silencioso novamente, o mar batendo calmamente, mas dentro de mim tudo continuava em chamas. Eu sabia que amanhã, quando o sol nascesse, eu ia querer mais. Muito mais. E o risco só estava começando.

Eu sabia que amanhã, quando o sol nascesse, eu ia querer mais. Muito mais. E o risco só estava começando.

Grant ainda ofegava atrás de mim, o peito largo colado nas minhas costas suadas, o pau meio mole saindo devagar do meu corpo e deixando um rastro quente de porra escorrendo pela parte interna da minha coxa. O deque de madeira ainda guardava o calor do dia, mas o vento do mar começava a esfriar minha pele oleosa. Ele me virou com as mãos grandes, aqueles braços de quem levanta peso toda manhã, e me encarou com os olhos escuros ainda cheios de fome. Aos 42 anos, casado e considerado o vizinho perfeito, ele parecia um homem que acabara de quebrar todas as regras que construiu a vida inteira. “Larissa... caralho, menina. Eu gozei tanto que minhas pernas estão fracas, mas olha só...” Ele pegou minha mão e colocou sobre o pau dele, que já latejava de novo, inchando contra meus dedos. “Você me deixou pior do que um adolescente. Isso não pode parar aqui.”

Meu coração batia na garganta. Eu tinha 24 anos, o corpo ainda tremendo do orgasmo forte que ele tinha arrancado de mim, a buceta inchada e sensível, o cu ainda piscando depois dos dedos grossos que ele enfiou enquanto me fodia. A confissão dele me molhava de novo. “Eu sei que é errado, Grant. Você é casado, seu pau pertence à sua esposa que está no exterior confiando em você. Além disso, você é o melhor amigo do marido da minha madrasta Roxanne. Se ela descobrir que o vizinho de 42 anos comeu a enteada dela no deque da piscina, vai ser o fim de tudo. Amizades destruídas, casamento arruinado, escândalo na família toda.” As palavras saíam da minha boca, mas meu corpo traía cada sílaba. Eu apertava o pau dele devagar, sentindo as veias grossas pulsarem, o cheiro forte de sexo subindo entre nós dois.

Ele gemeu baixo, segurando minha nuca e puxando meu rosto para um beijo mais lento dessa vez, quase possessivo. A língua dele invadia minha boca com calma, chupando a minha, enquanto a outra mão descia pelas minhas costas e apertava minha bunda empinada, abrindo as nádegas para o vento frio bater no cu melado de porra. “Eu não ligo mais, sua putinha. Desde que você chegou com esse biquíni indecente, eu bato punheta todo dia pensando nessa sua carne jovem. Roxanne te trata como filha, e eu aqui fantasiando em te arrombar. Isso é o que me deixa mais louco... o quanto é proibido. Eu quero escalar isso agora. Quero foder seu cu de verdade, sentir ele apertando meu pau casado até o fim.”

O pedido me fez contrair por dentro. Eu nunca tinha dado o cu para ninguém, mas a ideia de dar justamente para ele, o marido intocável, o amigo da família, era como jogar gasolina na fogueira. “Eu quero também. Me come no cu, Grant. Me usa como você quiser. Eu consinto, eu preciso sentir você me abrindo toda.” Minha voz saiu rouca, quase um sussurro, enquanto eu me ajoelhava de novo na madeira, apoiando os cotovelos na espreguiçadeira larga. O risco estava vivo: a trilha da praia a poucos metros, a varanda da madrasta iluminada ao fundo, qualquer barulho mais alto poderia chamar atenção. Meu clitóris latejava só de imaginar.

Grant cuspiu na mão, passou a saliva grossa na cabeça inchada do pau e no meu cu já lubrificado com o creampie anterior. Ele pressionou devagar, a glande larga forçando o anel apertado. A queimação veio forte, me fazendo morder o antebraço para não gemer alto. “Devagar... porra, você é enorme”, eu sussurrei, mas empurrei para trás, querendo mais. Centímetro por centímetro ele entrou, abrindo meu cu virgem com aquele pau de homem maduro, as veias roçando nas paredes sensíveis. Quando as bolas dele bateram na minha buceta molhada, eu senti que ia desmaiar de tanto prazer proibido. Ele ficou parado, respirando pesado, as mãos segurando meus quadris com força suficiente para deixar marcas.

“Olha só isso... meu pau inteiro enterrado no cu da enteada da Roxanne. Aos 42 anos eu nunca imaginei que ia trair minha esposa assim, metendo fundo numa garota de 24 que mal saiu da faculdade. Você é uma vadia sem vergonha, Larissa. Rebola pra mim.” Ele começou a se mover, estocadas curtas no início que viraram investidas mais fortes, o som molhado e obsceno ecoando baixo no deque. Cada vez que ele tirava quase tudo e voltava com força, eu sentia minhas pernas tremerem. Uma mão dele desceu e esfregou meu clitóris inchado em círculos rápidos, enquanto a outra dava tapas firmes na minha bunda, fazendo a carne balançar.

Eu rebolava contra ele, encontrando o ritmo, o cu se acostumando e sugando o pau grosso. “Me fode mais forte, vai. Imagina se sua esposa ligasse agora e ouvisse você gemendo enquanto arromba meu cu. Eu sou a putinha que quebrou seu casamento perfeito, não sou?” As palavras sujas saíam sozinhas, alimentadas pelo taboo que nos consumia. Por dentro eu pensava: “Isso vai longe demais. Ele tem família, tem reputação. Eu vim aqui para descansar e acabei virando a destruidora de lares. Mas como é bom sentir ele me dominando assim, o pau casado me esticando onde ninguém nunca entrou.”

O orgasmo subiu rápido, uma onda quente que começou no meu clitóris e explodiu no cu apertado ao redor dele. Eu gozei gemendo baixo, o corpo inteiro convulsionando, mel escorrendo da buceta virgem de pau naquela segunda rodada e pingando no deque. Grant grunhiu como um animal, acelerando as estocadas até o limite. “Tô gozando, porra... toma no cu, Larissa! Recebe a porra do vizinho casado que você seduziu!” Os jatos quentes me encheram, grossos e abundantes, transbordando quando ele finalmente tirou o pau devagar, admirando o estrago. Meu cu piscava, aberto, vazando sêmen branco que escorria até minhas coxas.

Nós caímos ofegantes na espreguiçadeira, corpos suados colados, a respiração dele no meu pescoço. Ele me beijou na nuca com uma ternura que contrastava com a foda bruta, limpando minha pele com a camisa dele mais uma vez, passando o tecido entre minhas nádegas com cuidado quase carinhoso. Por alguns segundos o silêncio foi bom, o mar batendo calmo, as palmeiras sussurrando.

Então algo mudou. O celular dele vibrou na mesa baixa. Eu vi o nome na tela antes que ele conseguisse esconder: “Esposa”. A mensagem apareceu parcialmente: “Chegando antes do previsto, amor. Mal posso esperar pra te ver. Te amo.” O ar pareceu sumir do deque. O gozo dele ainda escorria quente do meu cu, meu corpo marcado pelos tapas e pelos dedos dele, a buceta e o ânus latejando de tanto prazer... mas de repente tudo parecia errado. O peso do que tínhamos feito caiu sobre mim como uma pedra.

Eu me sentei, puxando os restos do biquíni vermelho para tentar me cobrir, sentindo um frio na barriga que não era de tesão. “Grant... isso foi longe demais. Eu estou arrependida agora. Olha o que a gente fez. Você é casado, tem uma vida inteira com ela. Eu sou só a enteada da Roxanne, a garota de 24 anos que veio passar férias e acabou virando a putinha do melhor amigo do marido dela. Se ela voltar antes e sentir o cheiro de sexo em você, ou se a madrasta me vir mancando amanhã... tudo vai desmoronar.” Minha voz tremia. O desejo ainda queimava baixo, mas a dúvida crescia como veneno. Será que o prazer proibido valia o risco de destruir um casamento, uma amizade de anos, a confiança da minha madrasta?

Ele passou a mão no rosto, o maxilar travado, o olhar agora dividido entre o cansaço satisfeito e o arrependimento que chegava como uma ressaca. “Eu sei, Larissa. Eu também estou sentindo. O tesão passou e agora só ficou o buraco. Isso não pode continuar. Foi incrível, mas algo está muito errado aqui.” Ele se levantou, vestiu o short depressa, me deu um último beijo rápido na testa e desapareceu nas sombras do jardim, voltando para a casa vazia dele.

Fiquei sozinha no deque, o corpo ainda marcado, o sêmen dele escorrendo devagar pelas minhas pernas enquanto o vento do mar levava o cheiro de sexo embora. O prazer tinha sido avassalador, a escalada do taboo nos levou a um lugar que eu nem imaginava, mas agora só restava o arrependimento crescendo no peito. Eu duvidava de tudo. Tinha valido a pena virar a mulher que quebrou a reputação dele? Conseguiria olhar nos olhos da Roxanne amanhã sem me sentir uma traidora? O deque, antes cheio de tensão sexual, agora parecia um palco vazio de um erro que poderia custar caro demais. Eu me levantei tremendo, sabendo que o segredo perigoso que acabara de ganhar vida já carregava as sementes da própria destruição. E o pior era que, mesmo com o arrependimento me consumindo, uma parte pequena e suja de mim ainda sussurrava que amanhã eu talvez quisesse mais. Mas isso me assustava mais do que qualquer coisa.

Rate this story

★★★★★
Thanks for rating
Algo errado com esta história?
Patrocinado

Gente de verdade na cam, agora.

Assista grátis. Sem cartão, sem cadastro.

Ver ao vivo →
Link patrocinado. Só para maiores de 18.
Tagged blowjob doggy-style anal-fingering creampie rough-sex

Fresh filth, nightly

The best new stories in your inbox every morning. Free, 18+, unsubscribe anytime.