Cruzando Olhares no Armário do Golfe
Married businessman Hugo, 42, and his best friend's wife Aisha, 31, fuck wildly in the golf club storage closet.
O armário de equipamentos do clube de golfe cheirava a couro velho, grama molhada e madeira envelhecida pelo sol. A luz entrava fraca por uma única janela alta, coberta de poeira, mal iluminando as prateleiras lotadas de tacos, bolas e carrinhos de mão. Hugo, empresário de 42 anos casado há quinze anos com Colette, fechou a porta atrás de si com um clique baixo. O torneio beneficente seguia lá fora, com aplausos distantes e o som seco dos tacos cortando o ar. Ele havia se oferecido para buscar mais bolas, mas a verdade era que precisava de um minuto longe de Gideon, seu melhor amigo, e das cobranças silenciosas do casamento.
Não esperava encontrar Aisha ali.
A advogada de 31 anos, esposa de Gideon, estava de quatro no canto, esticando o corpo para alcançar uma caixa caída. A saia curta branca de golfe subiu sem piedade, revelando as coxas grossas, bronzeadas, e a curva suculenta da bunda onde a calcinha fio-dental desaparecia entre as nádegas firmes. Hugo parou, o coração batendo forte no peito largo. Quando ela pegou a bola e virou o rosto, seus olhares se cruzaram. Demoraram. Demoraram demais. Os olhos castanhos dela brilhavam com algo selvagem, faminto. Hugo sentiu o pau engrossar dentro da calça polo cinza.
“Caralho…”, pensou ele, engolindo seco. “Ela é mulher do meu melhor amigo. Eu sou casado com a Colette. Trair os dois ao mesmo tempo, aqui, nesse armário sujo… seria podre. Seria perfeito.”
Aisha não se levantou de imediata. Ficou ali, ainda abaixada, sustentando o olhar dele como quem joga uma carta na mesa. O calor que emanava dela era quase palpável. Ela mordeu o canto do lábio inferior, devagar, e Hugo soube, sem uma palavra, que ela queria exatamente a mesma coisa.
Eles começaram a guardar os tacos em silêncio forçado. O espaço era apertado. Cada movimento os obrigava a roçar um no outro. Primeiro foi a mão dele roçando na dela ao pegar o mesmo taco. Depois o antebraço dele deslizou pela cintura dela quando ele se esticou para a prateleira de cima. Aisha soltou um suspiro curto. Seus mamilos já marcavam o tecido fino da blusa polo. Hugo sentiu o cheiro dela: perfume caro misturado com suor fresco e algo mais íntimo, o cheiro de mulher excitada.
Ela virou o rosto, a boca a centímetros da dele.
— Hugo… eu sempre senti tesão por você — sussurrou ela, a voz rouca, quase quebrada. — Desde o primeiro churrasco na casa de vocês. Eu ficava molhada só de te ver rindo com o Gideon, imaginando essa boca na minha buceta.
As palavras acertaram Hugo como um soco no estômago. O pau dele deu um pulo violento dentro da cueca.
— Porra, Aisha… eu também — confessou ele, a voz grave e baixa. — Eu me masturbo pensando em você há anos. Sonho com você gemendo meu nome enquanto eu te como nas costas do teu marido. Isso é errado pra caralho… mas eu quero te trair agora. Quero trair os dois.
O beijo foi brutal. Bocas se chocaram, línguas se enroscaram com fome suja, dentes batendo. As mãos de Aisha foram diretas: abriram o cinto dele com rapidez profissional, desceram o zíper e puxaram o pau grosso, latejante, pesado. Os dedos dela envolveram a base grossa, apertando, sentindo as veias pulsarem. Ao mesmo tempo, Hugo enfiou as duas mãos por baixo da saia curta, agarrou a calcinha e puxou para o lado, sentindo a buceta dela encharcada, os lábios inchados e escorregadios.
— Tá pingando pra mim, vadia — rosnou ele contra a boca dela.
— Então usa — ela respondeu, mordendo o lábio dele.
Aisha se ajoelhou no chão sujo sem hesitar, os joelhos raspando na terra e nas folhas secas. Olhou para cima com olhos de puta enquanto abria a boca e engolia o pau dele até o fundo da garganta. O calor molhado envolveu Hugo por completo. Ela chupava com vontade, sem delicadeza, babando grosso, descendo até o nariz encostar na barriga dele, engasgando, mas continuando. O som obsceno de gluck-gluck preenchia o armário.
Hugo segurou o cabelo castanho dela com força, fodeu a boca da mulher do melhor amigo com estocadas curtas e profundas.
— Isso… chupa esse pau, sua vadia casada safada. Engole tudo, porra. A advogada certinha do Gideon de joelhos pra mim, babando no meu caralho… que delícia.
Aisha gemia ao redor dele, uma mão entre as próprias pernas, esfregando o clitóris inchado. Lágrimas de esforço escorriam pelo rosto, misturando com baba que pingava nos seios.
Hugo não aguentou mais só a boca. Puxou ela pelos cabelos, levantou-a e virou-a de costas com violência. Empurrou o corpo dela contra as prateleiras metálicas, que rangeram. Abaixou a saia curta e a calcinha até os tornozelos dela num puxão só. O pau brilhando de saliva encontrou a entrada encharcada e entrou de uma vez, até o talo. A buceta de Aisha o apertou como um punho quente e molhado.
— Ahhh, caralho! — ela gemeu alto, sem se importar.
Hugo começou a meter com força bruta. Estocadas secas, profundas, que faziam as prateleiras tremerem e as bolas de golfe caírem no chão. O som molhado de carne contra carne ecoava. Ele deu um tapa forte na bunda dela, depois outro, deixando marcas vermelhas na pele bronzeada.
— Toma essa rola grossa, Aisha. Traidora do caralho. Enquanto o Gideon tá lá fora batendo bola, eu tô aqui metendo na tua buceta.
Ela empinava mais, rebolando contra ele, pedindo mais. Hugo cuspiu no dedo e, sem avisar, enfiou o polegar no cu apertado dela enquanto continuava fodendo a buceta sem parar. Aisha soltou um gemido gutural, o corpo inteiro tremendo.
— Isso… mete o dedo no meu cu também, Hugo… me usa toda!
O prazer era sujo, animal. Eles gemiam alto, sem medo de serem ouvidos. O suor escorria pelos corpos. Hugo sentia as bolas batendo contra o clitóris dela a cada estocada.
De repente ele saiu de dentro, sentou no chão imundo, o pau apontando para cima, brilhando com os sucos dela. Aisha não pensou duas vezes. Tirou a saia e a calcinha completamente, montou nele de frente, segurou o pau e desceu devagar, engolindo cada centímetro até as bolas. Começou a cavalgar com fúria. Os seios pesados pulavam dentro da blusa até Hugo rasgar os botões e chupar os mamilos duros com força.
— Quero gozar no teu pau… — ela ofegou, rebolando mais rápido, o suor escorrendo entre os seios.
— Goza, vadia. Goza enquanto eu te encho de porra.
O orgasmo dela veio primeiro, violento. A buceta apertou o pau de Hugo como um torno, pulsando, esguichando um pouco enquanto ela tremia inteira, gemendo alto, quase gritando o nome dele. Hugo não aguentou. Segurou a bunda dela com as duas mãos, puxou para baixo e explodiu. Jatos grossos e quentes de esperma invadiram o fundo da buceta de Aisha, enchendo-a até transbordar, escorrendo pelas bolas dele enquanto ela ainda rebolava devagar, ordenhando cada gota.
Ficaram ofegantes, suados, colados. O cheiro de sexo dominava o armário. Aisha se levantou devagar, as pernas tremendo. O sêmen branco escorria pela parte interna de suas coxas. Ela puxou a calcinha e a saia curta para cima, ajeitou a blusa rasgada como pôde, passou a mão no cabelo bagunçado. Olhou para Hugo ainda sentado no chão, pau semi-duro brilhando de porra e gozo misturados.
Aproximou-se, segurou o rosto dele e deu um beijo sujo, profundo, a língua carregada do gosto dos dois. Quando separou as bocas, um fio de saliva os conectou por um segundo.
— Quero repetir toda — sussurrou ela, voz ainda rouca de tesão. — Toda vez que a gente conseguir. Na casa do Gideon, no seu carro, no motel… onde for. Isso aqui não foi nem o começo, Hugo. Eu ainda quero muito mais de você.
Do lado de fora, vozes se aproximavam. Alguém ria alto, chamando por mais bolas. Aisha deu um último olhar cúmplice, lambeu os próprios lábios ainda inchados e saiu primeiro, ajustando a saia, o passo um pouco cambaleante, o cu e a buceta ainda pulsando com a sensação dele dentro dela.
Hugo ficou mais um instante no chão sujo, o coração disparado, o pau ainda latejando, sabendo que o torneio lá fora continuava… mas que tudo havia mudado. E que ele já planejava o próximo encontro, mesmo sabendo que o perigo só estava começando.
Hugo se levantou do chão imundo do armário, as pernas ainda bambas pelo clímax devastador que tinha acabado de ter com a esposa do seu melhor amigo. O ar estava denso com o cheiro de suor, porra e buceta excitada, e ele mal conseguia acreditar no que tinha acontecido. Aisha, a advogada de 31 anos, tinha acabado de sair, com a saia ajustada e as pernas tremendo, levando consigo a porra dele escorrendo pela coxa. Mas o pau de Hugo, de 42 anos, o empresário casado, ainda latejava, não completamente satisfeito. O sêmen misturado com os sucos dela secava na pele da barriga dele, e cada respiração trazia de volta o gosto da boca dela, o calor apertado da buceta que o ordenhara até a última gota. Ele ajustou a calça polo cinza, sentindo o tecido grudar na pele suada, o coração martelando contra as costelas enquanto os sons do torneio beneficente entravam pela janela empoeirada — aplausos distantes, o impacto seco dos tacos, risadas de homens que não faziam ideia do que acabara de ocorrer ali dentro.
Ele pensou em sair, em voltar para o campo como se nada tivesse mudado, mas o corpo traía a mente. O pau deu um novo pulo dentro da cueca só de lembrar do jeito que Aisha tinha rebolado, gemendo o nome dele enquanto traía Gideon. “Isso é podre. É a pior coisa que eu poderia fazer com o meu melhor amigo e com a Colette. Mas caralho… eu quero mais. Quero tanto que chega a doer”, pensou Hugo, engolindo seco, a garganta ainda rouca dos gemidos que soltara. A culpa era um fogo baixo, quase afogado pelo tesão animal que ela despertava nele. Ele esticou a mão para a maçaneta, mas a porta se abriu antes, e Aisha entrou de novo, rápida, fechando-a atrás de si com as costas. O rosto dela estava corado, os lábios inchados do beijo brutal de antes, os olhos castanhos brilhando com a mesma fome selvagem que o tinha feito perder o controle minutos atrás.
— Não consegui dar nem dez passos — sussurrou ela, a voz rouca, quase um gemido. — Senti sua porra escorrendo pela minha perna, molhando a calcinha, e minha buceta apertou sozinha. Eu tô pingando, Hugo. Ainda tô gozando por dentro. Me fode de novo. Agora. Eu preciso que você me use mais forte.
Hugo não respondeu com palavras. O tesão explodiu de novo, cru, incontrolável. Ele a puxou pelo cabelo castanho, colando a boca na dela num beijo sujo, molhado, línguas se esfregando com desespero enquanto as mãos dele rasgavam os botões restantes da blusa polo dela. Os seios pesados pularam livres, mamilos escuros e duros como pedras. Ele os agarrou, apertando com força, torcendo os bicos entre os dedos até Aisha arquear o corpo e soltar um gemido gutural contra a boca dele. O espaço apertado do armário os forçava a se colar, o cheiro dela — perfume caro, suor fresco e o aroma forte de buceta recém-fodida — invadindo as narinas dele como uma droga. “Ela é mulher do Gideon. Eu sou casado. Isso vai destruir tudo. Mas eu não consigo parar. Quero destruir tudo se for pra ter ela de novo”, pensou Hugo, o pau já completamente duro, latejando dolorosamente contra a calça.
Aisha abriu o zíper dele com mãos trêmulas de tesão, puxando o pau grosso para fora. Os dedos dela envolveram a base veiada, apertando, masturbando devagar enquanto ela olhava nos olhos dele.
— Olha como tá duro de novo… pra mim. Pra buceta da mulher do teu melhor amigo. Eu quero que você me foda sabendo que o Gideon pode aparecer a qualquer momento. Quero sentir esse caralho me rasgando enquanto eu penso no rosto dele.
Hugo rosnou, virando-a de frente para as prateleiras metálicas com um empurrão bruto. As prateleiras rangeram quando o corpo dela bateu contra elas, fazendo mais bolas de golfe rolarem pelo chão. Ele levantou a saia curta branca, puxou a calcinha fio-dental para o lado e enfiou dois dedos na buceta encharcada, sentindo a porra dele de antes misturada com os novos sucos quentes dela. O som era obsceno, molhado, escorrendo pelo pulso dele.
— Tá uma bagunça aqui dentro, vadia. Cheia da minha porra e ainda quer mais? Que puta casada safada você é, Aisha. Enquanto o Gideon tá batendo bola lá fora como um idiota, eu tô aqui dedando a buceta dele.
Ela rebolou contra a mão dele, empinando mais, os gemidos ficando mais altos, menos controlados.
— Dedos não bastam. Mete o pau. Me arromba. E depois… depois eu quero no cu. Quero que você me use toda, Hugo. Me faz sentir que eu sou tua puta particular.
As palavras acertaram nele como um soco. Hugo tirou os dedos, segurou o pau pela base e enfiou tudo de uma vez na buceta quente e escorregadia. O aperto era insano, as paredes internas dela pulsando ao redor dele como se quisessem sugar sua alma. Ele começou a meter com força bruta, estocadas fundas que faziam os quadris dele baterem contra a bunda bronzeada e firme dela, o som de carne molhada ecoando alto no armário pequeno. Cada metida fazia os seios dela balançarem, os mamilos roçando nas prateleiras frias. Hugo deu um tapa forte na nádega direita, depois na esquerda, deixando marcas vermelhas que o deixavam ainda mais louco.
— Toma essa rola grossa, sua traidora do caralho. Sente como eu te como melhor que ele. Eu vou te foder sempre que der. Na casa de vocês, enquanto o Gideon dorme no quarto ao lado. No meu carro, no motel, até na cama que eu divido com a Colette se for preciso. Você é minha agora.
Aisha gemia sem parar, uma mão entre as pernas esfregando o clitóris inchado, o corpo inteiro tremendo a cada estocada. O suor escorria pelas costas dela, colando o cabelo no pescoço. Hugo sentia as bolas pesadas batendo contra o clitóris dela, o pau entrando e saindo brilhando com a mistura cremosa de porra e gozo.
— Sim… me fode assim… me humilha… me diz que eu sou uma vadia pior que qualquer puta de rua — ela implorou, a voz quebrando.
Hugo cuspiu no polegar e enfiou no cu dela enquanto continuava metendo na buceta sem parar. O duplo estímulo fez Aisha tremer violentamente, o orgasmo se aproximando rápido. Mas ele queria escalar mais. Queria tudo. Ele saiu da buceta com um som molhado, posicionou a cabeça grossa do pau no cuzinho apertado e empurrou devagar, sentindo a resistência inicial dar lugar ao calor insano. Centímetro a centímetro, ele arrombou o cu dela até as bolas encostarem na bunda suada.
— Caralho… que cu apertado… tá me espremendo, Aisha. Isso… relaxa e toma meu pau no teu cu traidor.
Ela mordeu o próprio braço para abafar o grito de prazer, o corpo inteiro convulsionando enquanto ele começava a meter com ritmo crescente, fundo, bruto. O cu dela se adaptava, apertando e soltando ao redor do eixo veiado. Hugo segurava os quadris dela com força, os dedos afundando na carne bronzeada, metendo cada vez mais rápido. O armário inteiro parecia tremer. Vozes se aproximavam do lado de fora — alguém chamando por mais bolas de golfe, risadas altas, passos na grama. O perigo os deixava frenéticos.
— Eles vão ouvir… vão nos pegar… e eu não consigo parar de rebolar no teu pau — gemeu ela, empinando mais, o cu engolindo ele até o talo.
Hugo enfiou a mão por baixo, esfregando o clitóris dela enquanto metia no cu sem piedade. O orgasmo dela veio como uma explosão — o corpo inteiro sacudiu, o cu apertando tanto que quase o fez gozar na hora, um esguicho fino escorrendo pela coxa dela enquanto ela gemia o nome dele como uma reza suja. Hugo não aguentou. Segurou a bunda dela aberta com as duas mãos e explodiu dentro do cu, jatos grossos e quentes enchendo o intestino dela até transbordar, escorrendo pelo pau dele e pelas bolas enquanto ele continuava estocando devagar, ordenhando cada gota.
Eles ficaram colados, ofegantes, suados, o pau ainda enterrado no cu dela pulsando. O cheiro de sexo anal e porra dominava tudo. Aisha virou o rosto, deu um beijo sujo nele, língua carregada do gosto dos dois, e sussurrou:
— Isso não para aqui. Eu quero você me comendo todo dia. Quero chupar teu pau debaixo da mesa no jantar com nossos cônjuges. Quero que você me engravide e a gente ria na cara deles.
Hugo sentiu o pau dar um último pulo dentro dela. Eles se separaram com dificuldade, pernas tremendo, roupas ajustadas às pressas. Aisha saiu primeiro, o passo cambaleante, o cu e a buceta ainda vazando porra dele por dentro da calcinha. Hugo esperou mais um minuto, o coração na boca, e saiu também, o corpo marcado pelo cheiro dela.
Gideon esperava do lado de fora do armário, o taco na mão e o olhar vazio de quem acabara de ver tudo pela fresta da janela alta.
Rate this story
Algo errado com esta história?
Gente de verdade na cam, agora.
Assista grátis. Sem cartão, sem cadastro.
Ver ao vivo →Popular Collections
Browse Categories