Festa de Casamento e o Toque Proibido que Esperou a Noite
No casamento da prima, a branquinha de 28 anos, Camila, fode escondido com o pauzão do engenheiro negro Silas de 32.
A fazenda em Minas Gerais brilhava sob as luzes douradas da noite de casamento. Camila, 28 anos, ajustou o vestido justo que colava nas curvas enquanto observava a prima Renata trocar alianças no altar improvisado no jardim. O noivo ria alto, e ao lado dele estava Silas, 32 anos, engenheiro negro recém-chegado de São Paulo, alto, ombros largos, braços musculosos esticando o terno escuro. Camila sentiu o estômago revirar de desejo proibido na hora em que os olhares se cruzaram. Ela sempre tinha fantasiado com aquele homem em silêncio, nas noites sozinha, mas nunca ousara admitir.
Silas se aproximou depois da cerimônia, sorriso largo mostrando dentes brancos contrastando com a pele escura e lisa. — Camila… porra, esse vestido. Seu corpo tá pedindo pra ser olhado — murmurou, voz grave roçando o ouvido dela enquanto pegava uma taça de espumante. O elogio foi direto, sem disfarce. Camila mordeu o lábio inferior, o calor subindo entre as pernas. — Você veio direto de SP só pra me provocar, Silas? — respondeu baixo, o flerte já aberto. Ele riu, os olhos escuros descendo pro decote justo, pro jeito que a saia marcava a bunda branca e redonda. A tensão estalava no ar enquanto a festa começava de verdade, música sertaneja misturada com funk batendo fundo.
Na pista de dança, no meio dos convidados embriagados de alegria, os corpos se encontraram “por acaso”. Silas puxou Camila pela cintura, as mãos grandes e escuras deslizando “sem querer” pela curva da bunda dela. Ela empurrou o quadril de volta, sentindo a ereção dura pressionar a barriga através da calça. — Caralho, branquinha… você dança igual puta safada — ele sussurrou contra o pescoço dela, o hálito quente. Camila gemeu baixinho, as unhas cravando no braço musculoso dele. O desejo proibido queimava: aquele pauzão negro que ela só imaginara em segredo, agora tão perto. Olhares cúmplices, sorrisos sujos, toques cada vez menos acidentais. A mão dele apertou a carne macia da bunda dela por baixo do tecido enquanto giravam, e ela sentiu o molhado escorrer pela calcinha fina.
A dança ficou provocante demais. Quando a música mudou, Camila puxou Silas pela mão, saindo da pista em direção ao jardim escuro, longe das luzes e dos risos. No canto atrás das roseiras altas, onde a sombra engolia tudo e a festa ecoava distante, ele a encurralou contra o muro de pedra. — Essa bunda branca… porra, Camila, é uma putaria andando. Queria enfiar a cara nela desde que te vi — disse Silas, as mãos grandes apertando e abrindo as nádegas dela por cima do vestido. Camila arquejou, o desejo explodindo. — Eu sempre fantasiava com um pau preto grosso, Silas. O seu. Grosso, veioso, me arrombando devagar — confessou ela, voz rouca de tesão puro. Ele gemeu, a boca descendo pro pescoço dela, chupando a pele clara enquanto ela passava a mão pela ereção monstruosa marcada na calça. O flerte virou fogo. Camila puxou a nuca dele e cravou a boca na dele num beijo quente, línguas se enrolando, saliva misturando, dentes beliscando lábios. — Quero foder você aqui mesmo, escondido, sem ninguém saber — ele rosnou entre beijos. — A química dessa porra de pele preta na minha branca… me deixa louca. Me come, Silas. Logo. — Ambos admitiram o óbvio, a adrenalina da festa ao fundo só aumentando o perigo gostoso.
Eles escaparam pelo corredor lateral da sede da fazenda até um quarto de hóspedes no fundo, a porta trancada com clique seco. Silas empurrou Camila contra a cama de casal, puxando o vestido pra cima sem cerimônia, arrancando a calcinha molhada e jogando no chão. A buceta dela brilhava, inchada, escorrendo. Ele tirou a roupa rápido, o pauzão negro saltando pra fora — grosso, longo, veias saltadas, a cabeça brilhando de pré-porra. — Olha pra essa putinha branquinha safada… — ele falou enquanto a virava de quatro na beira da cama. Camila arqueou as costas, a bunda branca empinada, a boceta piscando. Silas enfiou o pauzão de uma vez, bem fundo, abrindo as paredes quentes e molhadas dela com um gemido gutural. — Porra, aperta assim, putinha… sua buceta branca engolindo meu pau preto inteiro. — Ele meteu com força, mãos agarrando a cintura clara, as bolas pesadas batendo contra o clitóris dela a cada estocada profunda. Camila gemia alto, abafando no travesseiro, o cu contraído de prazer, sentindo cada centímetro grosso rasgando gostoso. — Mais fundo, caralho… me fode que nem cadela — ela pediu, baba escorrendo no canto da boca.
Silas puxou o cabelo dela, obrigando-a a olhar pra trás enquanto martelava a buceta. Depois a virou de frente, jogando as pernas brancas dela sobre os ombros largos e escuros. Entrou de novo, agora de cara, o pau negro sumindo até o fundo, os ovos pretos e pesados batendo molhado contra a bunda branca a cada embalo forte. — Olha esses peitos balançando… sua cara de safada me mamando com o olhar — ele rosnou, suando, o contraste da pele preta contra a clara dela fazendo os dois enlouquecerem. Camila gritava baixinho, as unhas arranhando as costas dele, a buceta engolindo e cuspindo o pau grosso, o barulho obsceno de pele batendo pele enchendo o quarto trancado. Ele cuspiu na boca dela e ela engoliu, pedindo mais.
No final, Silas se deitou e puxou Camila pra montar. Ela enfiou o pauzão sozinha, descendo devagar até sentir as bolas pressionar o cu, e começou a quicar com força, a bunda batendo pesado. Silas apertava os seios brancos dela, beliscando os bicos duros, lambendo e chupando enquanto ela rebolava. — Goza na minha porra, branquinha… aperta esse cu e essa boceta — ele mandou. Camila gozou gritando, o corpo inteiro tremendo, a buceta esguichando em volta do pau negro, o orgasmo rasgando dela em ondas quentes. Silas segurou os quadris dela e gozou fundo, jorrando porra quente e grossa enchendo a boceta dela até transbordar, escorrendo branco misturado com o mel dela pelas coxas claras. Ela continuou rebolando devagar, esgotando até a última gota, o gozo dele quente lá dentro.
Eles se arrumaram rápido, ofegantes, o cheiro de sexo forte no ar. Camila limpou a porra que escorria com a calcinha e enfiou de volta, o vestido amassado mas passável. Silas a puxou pra um beijo sujo, lambendo a boca dela, saboreando o gosto de putaria compartilhada. — A gente repete essa dose logo, Camila. Essa buceta branca é minha agora — ele prometeu, a mão ainda apertando a bunda dela. Ela sorriu, o tesão ainda latejando. — Pode apostar. Quero mais desse pauzão me arrombando quando a festa acabar. — Saíram separadamente, ela pelo corredor principal, ele pela porta dos fundos, voltando pra pista de dança com o segredo do toque proibido ainda quente entre as pernas. O olhar cúmplice à distância, no meio da multidão, prometia que a noite estava longe de terminar.
Camila voltou à pista de dança com as coxas grudadas, a calcinha encharcada de porra e mel escorrendo devagar pela pele clara. O vestido justinho ainda marcava a bunda redonda, e cada passo fazia o gozo de Silas vazar um pouco mais, molhando a lingerie fina. Ela pegou outra taça de espumante e bebeu num gole só, o olhar vasculhando a multidão até achar o corpo alto e negro no meio dos convidados. Silas estava encostado numa coluna, terno ainda aberto no peito, o sorriso sujo cortando o rosto quando os olhos se cruzaram de novo. A festa rolava alta — sertanejo misturado com funk batendo no peito —, mas o único ritmo que importava era o latejar quente entre as pernas dela.
Ele se aproximou devagar, fingindo casualidade, a mão grande e escura roçando a lombar dela por trás enquanto passavam perto do buffet. — Ainda tá pingando, putinha? — murmurou baixo, os lábios quase colados na orelha dela. Camila arrepiou inteira, o mamilo duro esticando o tecido do vestido. — Tá escorrendo até a meia, Silas. Seu pau deixou minha buceta aberta e mole. Quero mais. Agora. — A voz saiu rouca, carregada de tesão. Ele riu grave, apertou a carne macia da bunda dela por baixo da saia e sumiu de novo no meio da gente, deixando o cheiro de sexo e suor dela na pele.
A tensão subiu igual fogo. Camila dançou sozinha por alguns minutos, rebolando devagar, sabendo que ele olhava. Cada giro de quadril fazia a calcinha encharcada esfregar o clitóris inchado. Quando a música virou um funk sujo, Silas voltou, puxou ela pela cintura e colou o corpo por trás. A ereção monstruosa já estava dura de novo, pressionando a fenda da bunda através da calça. — Caralho, branquinha… esse cu branco pedindo pra ser arrombado. Olha o jeito que você rebola igual vadia. — As mãos escuras subiram, apertaram os seios por cima do vestido, beliscaram os bicos. Camila empurrou a bunda pra trás, sentindo o pauzão grosso se esfregar entre as nádegas. — Me leva de novo, porra. Quero esse negão me fudendo até eu não conseguir andar.
Eles esperaram o momento. Quando a noiva subiu no palco pra discursar e todo mundo gritou, Camila puxou Silas pela mão. Saíram pelo corredor lateral outra vez, mas agora subiram a escada de madeira até o segundo andar da sede. Um banheiro amplo, de hóspedes, com espelho grande e luz amarela fraca. A porta bateu, a tranca virou. Silas empurrou Camila contra a pia de mármore, ergueu o vestido até a cintura e rasgou a calcinha molhada de uma vez. — Olha essa boceta branca toda melada de porra… ainda cheia da minha porra. — Ele ajoelhou na frente dela, abriu as coxas claras com as mãos grandes e enfiou a língua grosso no meio da fenda. Camila gemeu alto, as unhas cravando no ombro dele, a cabeça jogada pra trás. Silas chupou o clitóris inchado, lambeu o gozo que ainda escorria, meteu dois dedos pretos fundo e curvou, massageando o ponto que fazia a buceta dela contrair. — Chupa essa porra, puta. Engole o que sobrou de mim. — Camila obedeceu, enfiou a mão nos cabelos curtos dele e gozou na boca dele rapidinho, o corpo todo tremendo, esguichando um pouco no queixo escuro.
Silas se levantou, tirou o cinto, baixou a calça e a cueca. O pauzão negro saltou pra fora, ainda mais grosso, as veias saltadas, a cabeça brilhando de pré-porra. Camila não esperou. Ajoelhou na frente dele, abriu a boca e engoliu o máximo que deu. A garganta esticou, os olhos marejaram, saliva escorreu pelo queixo enquanto ela chupava com força, a mão branca apertando as bolas pesadas. — Isso, branquinha… engole esse pau preto até o fundo. Sua boca de puta foi feita pra isso. — Silas segurou a cabeça dela e meteu fundo, o pau batendo na garganta. Camila engasgou, baba pingando no chão, mas continuou, mamando voraz, o gosto de porra antiga e pele quente enchendo a boca. Ele puxou o cabelo dela pra cima, tirou o pau molhado de saliva e a virou de costas contra o espelho.
— Olha pra você, safada. Olha essa cara de quem acabou de mamar negão. — Camila se viu no reflexo: lábios inchados, peitos saindo do decote, buceta vermelha e aberta. Silas enfiou o pau de uma vez só, o pauzão negro sumindo inteiro na buceta branca até as bolas baterem. O gemido dos dois saiu juntos. Ele meteu com força, a mão na nuca dela, obrigando-a a olhar o espelho enquanto a bunda clara balançava e a pele clara contrastava com os dedos pretos marcando a carne. — Porra, aperta… sua buceta engole meu pau igual uma vadia faminta. Sente esse contraste, Camila? Pele preta arrombando a branca. — Cada estocada fazia o som molhado ecoar no banheiro. Camila gemia, pedindo mais fundo, a mão descendo pra esfregar o clitóris. — Me fode mais duro, caralho. Quero sentir esse pau me abrindo até amanhã. Me usa.
Silas tirou o pau, virou ela de frente, ergueu uma perna dela na pia e enfiou de novo. Agora cara a cara, a boca descendo pro pescoço, chupando, mordendo. As mãos apertavam a bunda, abrindo as nádegas, um dedo grosso esfregando o cu apertado. — Quer no cu também, putinha? — Camila balançou a cabeça, ofegante. — Quero. Me arromba inteira. — Ele cuspiu no dedo, enfiou devagar no cu dela enquanto martelava a buceta. O duplo preenchimento fez Camila gritar abafado no ombro dele. O dedo preto girava, abria, e o pau grosso fodia sem piedade. O espelho embaciou com o vapor dos corpos. Suor escorria pelo peito negro dele, pingava nos seios brancos dela. Ela gozou de novo, a buceta e o cu contraindo juntos, esguichando no pau e no dedo.
Ele tirou o dedo, puxou o pau para fora e a virou de quatro no chão frio do banheiro. Camila arqueou as costas, a bunda empinada, o cu piscando. Silas ajoelhou atrás, enfiou a língua no cu dela primeiro, lambeu fundo, depois posicionou a cabeça do pauzão e empurrou devagar. A pressão queimou gostoso. Camila mordeu o próprio braço pra não gritar alto demais. — Porra… esse cu branco apertando meu pau preto… caralho, Camila. — Ele enterrou centímetro por centímetro até as bolas encostarem. Ficou parado um segundo, respirando fundo, depois começou a meter. Estocadas longas, profundas, o pau negro sumindo e saindo do cu claro. Camila rebolava de volta, pedindo mais, a buceta pingando no chão. — Me fode o cu que nem cadela, Silas. Enche ele de porra também.
A velocidade aumentou. As mãos escuras agarravam a cintura branca com força, as bolas batiam molhado. O barulho obsceno de pele batendo pele encheu o banheiro junto com os gemidos abafados. Silas puxou o cabelo dela, obrigou o rosto pra cima, cuspiu na boca aberta e ela engoliu. — Goza no meu cu, negão. Jorra tudo. — Ele meteu mais fundo, gemeu gutural e gozou. A porra quente e grossa jorrou em jatos fortes dentro do cu dela, enchendo até transbordar, escorrendo branco pela bunda e pelas coxas. Camila gozou junto pela terceira vez, o corpo todo convulsando, a buceta esguichando no chão frio enquanto o cu apertava o pau latejante.
Silas saiu devagar, a porra vazando em fios grossos. Camila ficou de joelhos ofegante, o cu aberto e pingando. Ele a puxou pra cima, beijou a boca suja, lambendo a própria saliva e o gosto de putaria. — Essa noite não acaba aqui, branquinha. Quando a festa morrer, eu te levo pro quarto de verdade e te fodo até o sol nascer. — Camila sorriu, a voz rouca. — Pode. Quero acordar com essa porra ainda dentro e esse pau me acordando de novo.
Eles se limparam o suficiente — ela com papel higiênico enfiado na calcinha rasgada, ele com a camisa recolocada —, saíram separados de novo. Na pista, a festa ainda fervia. Olhares cúmplices à distância. Mais toques “acidentais” quando se cruzavam. A mão dele roçando a bunda dela no meio da multidão. O dedo dela passando de leve na ereção marcada quando pegavam outra bebida. A adrenalina do segredo queimava mais que o álcool. Perto das duas da manhã, quando a maioria dos convidados já estava bêbada ou indo embora, Silas puxou Camila pela mão uma última vez. Foram direto pro quarto de hóspedes do fundo, a mesma cama de antes, a porta trancada.
Dessa vez não teve pressa. Silas tirou a roupa dela inteira, lambeu cada centímetro da pele clara — peitos, barriga, a parte interna das coxas, a buceta ainda melada, o cu ainda aberto e sensível. Camila chupou o pau dele de novo até ele ficar duro pra valer. Depois ele a deitou de costas, abriu as pernas largas e enfiou devagar, olhando nos olhos. — Essa buceta branca é minha. Esse cu também. — Metidas profundas, ritmadas, o contraste das peles no escuro do quarto só cortado pela luz da lua pela janela. Camila enrolou as pernas na cintura dele, as unhas arranhando as costas negras. — Me fode pra sempre, Silas. Quero acordar com você ainda dentro.
Ele mudou de posição, colocou ela de lado, enfiou por trás, uma mão no peito, outra no clitóris. Metia e esfregava. Camila gozou molhada, esguichando de novo. Silas segurou, tirou, a fez montar de frente e depois de costas. A bunda branca quicando pesado no pau preto, o som molhado enchendo o quarto. No final ele a deitou de quatro outra vez, fodeu a buceta até quase gozar, depois passou pro cu e jorrou fundo de novo, a porra quente enchendo os dois buracos. Camila rebolou até a última gota, exausta, o corpo todo marcado de dedos pretos e chupões.
Eles ficaram ali, suados, ofegantes, a porra escorrendo pela cama. Silas beijou a nuca dela. — A festa acabou, mas a gente não. — Camila sorriu contra o travesseiro, a voz rouca de tanto gemer. — Não. Essa putaria só começou.
E o toque proibido que esperou a noite agora queimava nela como marca permanente, a buceta e o cu ainda latejando cheios da porra do engenheiro negro enquanto o sol de Minas começava a nascer lá fora.
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