Olhares Que Queimam na Noite do Passe Livre
Aos 28 anos, o contador Theo espia a designer Cassidy de 32 se masturbando pra ele na janela aberta, até ela chamar ele pra foder de verdade.
Eu tinha vinte e oito anos naquela sexta-feira de Passe Livre e ainda me sentia o mesmo contador tímido que fechava planilha até tarde no escritório do centro. Aluguei um quarto no terceiro andar de uma república velha, daquelas pensões reformadas com corredor estreito e cheiro de madeira úmida, só porque o preço cabia no meu bolso e a janela dava direto para o prédio vizinho. Lá embaixo a cidade fervia: buzina, gente gritando, cheiro de cerveja barata subindo com o vento quente. Eu estava de camiseta e short, cotovelo no peitoril, quando vi a luz acesa do outro lado.
Cassidy tinha trinta e dois. Designer gráfica, cabelo escuro caindo nos ombros, corpo de quem passa o dia inteiro se mexendo entre croquis e café. As cortinas dela estavam só meio puxadas, de propósito. Ela se sentou na beirada da cama de costas para a parede, de lingerie preta fina, e olhou direto para a minha janela. Não desviou. Eu engoli em seco. Meu pau já latejava dentro do short só com aquele olhar. Ela passou a mão por dentro da calcinha devagar, como quem testa a temperatura da água, e eu senti o peito apertar de vergonha e tesão misturados. Sabia que eu estava ali. Queria que eu estivesse.
Ela deitou de frente para mim, abriu um pouco as pernas e começou a se tocar por cima do tecido. Circular, lento, o polegar desenhando o clitóris enquanto os outros dedos apertavam a buceta. Eu não conseguia piscar. Meu dedo já estava enfiado na cintura do short, segurando o pau duro, a glande úmida. Cassidy mordeu o lábio inferior e gemiu — um som baixo, arrastado, que atravessou o vão entre os prédios e entrou na minha janela aberta. “Porra”, murmurei sozinho. Ela tirou a calcinha com calma, jogou no chão, e espalhou os joelhos. A buceta rosada brilhando de molhada sob a luz amarela do abajur. Dois dedos entraram sem pressa, saindo brilhantes, e ela os levou à boca, lambendo devagar, olhos cravados nos meus.
Eu puxei o pau pra fora. Comecei a bater uma no mesmo ritmo dela, a mão molhada de pré-porra, o polegar passando na fenda. Cassidy gemeu mais alto, “ah, isso… olha pra mim”, e eu quase gozei só de ouvir. Ela abriu mais as pernas, enfiou os dois dedos até o fundo e chupou o polegar sujo de si mesma. O peito dela subia e descia rápido. Eu batia mais forte, a cabeça latejando, as veias saltadas. De repente ela parou, tirou os dedos, e fez um gesto claro com a mão: venha. Indicou a porta, depois o corredor, e se levantou nua, esperando.
Eu nem pensei. Passei a camiseta por cima da cabeça, enfiei o pau de volta no short, saí descalço. O corredor cheirava a cigarro velho e perfume barato. Bati uma vez. A porta abriu no mesmo segundo. Cassidy me puxou pela gola da camiseta, me beijou com língua quente e gosto de buceta, e empurrou meu peito até eu sentar na cadeira de madeira em frente à cama.
“Só assiste primeiro”, ela ordenou, voz rouca. “Quero que você veja de perto como eu fico molhada pra você.”
Ela se deitou de novo, abriu as pernas na minha direção e enfiou dois dedos com força. O barulho molhado encheu o quarto. “Olha… olha como escorre.” Os dedos entravam e saíam brilhantes, o polegar esfregando o clitóris inchado. Ela gemia meu nome — “Theo… porra, Theo” — e eu apertava o pau por cima do short, doendo de tanto querer. “Tira essa porra”, ela mandou. Eu baixei o short. O pau saltou pesado, pingando. Cassidy gemeu alto só de ver.
Ela se ajoelhou na frente da cadeira, segurou meu pau com as duas mãos e engoliu até a garganta num movimento só. Quente, apertado, a língua passando por baixo da glande enquanto o nariz batia na minha barriga. Eu soltei um gemido animal, a mão no cabelo dela. Ela chupava com vontade, babando, subindo e descendo rápido, a mão torcendo a base. Quando eu já estava quase gozando na boca dela, ela puxou pra fora, fio de saliva ligando o lábio à cabeça do meu pau, e subiu no meu colo.
Cassidy encaixou a buceta molhada na glande e desceu de uma vez. Eu enterrei até o fundo, o pau sumindo dentro dela quente e escorregadia. Ela rebolou forte, batendo a bunda nas minhas coxas, peitos balançando na minha cara. Eu agarrei as duas nádegas, apertei forte, e meti de baixo pra cima, encontrando o ritmo dela. O barulho de pele molhada, o cheiro de sexo, o gemido dela no meu ouvido — “mais fundo, caralho, fode essa buceta”. Eu mordia o pescoço dela, chupava o mamilo, metia sem parar.
Ela desceu, se virou de quatro na cama e olhou por cima do ombro. “Agora mete com raiva.” Eu me levantei, segurei a cintura dela e enfiei de uma vez. Estocadas brutas, o pau sumindo inteiro, a bunda dela tremendo a cada tapa que eu dava. “Assim… isso, porra.” Eu batia na nádega direita, depois na esquerda, a pele ficando vermelha, e metia fundo, a cabeça do pau batendo no fundo dela. Cassidy gemia alto, a cara enterrada no travesseiro, a mão dela esfregando o clitóris enquanto eu fodia. O suor escorria pelas minhas costas, pelas coxas dela. Eu sentia a buceta apertar, milimétrica, e ela gritou “vou gozar, Theo, olha pra mim gozando”. Eu meti mais forte, mais fundo, e gozei junto — jatos quentes enchendo ela enquanto o corpo dela tremia em volta do meu pau, as paredes pulsando, os dois gemendo suados, sem fôlego.
Ainda dentro dela, ofegante, eu beijei a nuca molhada dela. Cassidy riu baixo, rouca, e murmurou sem se virar: “Ainda não acabou. Quero que você fique. Quero te usar de novo… e quero que você me assista outra vez daquela janela antes do sol nascer.” Lá embaixo o Passe Livre continuava barulhento. Meu pau ainda latejava, semi-duro dentro dela. Eu sabia que a noite inteira ainda estava pela frente.
Ainda ofegante, eu me deitei de lado na cama estreita dela, o pau semi-duro escorregando para fora da buceta quente e cheia. Cassidy virou o rosto, me olhou de perto e passou a língua no meu lábio inferior, saboreando o gosto de saliva e pele. “Fica quieto”, murmurou. “Quero sentir você pingando em mim enquanto eu decido o próximo round.”
Ela subiu em cima de mim de novo, a bunda pesada assentando nas minhas coxas, os peitos macios roçando meu peito peludo. Aos trinta e dois anos ela tinha a confiança de quem já fodeu bastante e sabe exatamente o que quer. Pegou meu pau ainda sujo, esfregou a cabeça inchada entre os lábios da buceta e desceu devagar, milímetro por milímetro, até eu sumir inteiro outra vez. O calor dela me apertou como um punho molhado. Eu soltei um gemido baixo, as mãos subindo pelas costas dela, apertando a carne macia.
“Olha pra mim enquanto eu te uso”, ela mandou. Rebolou em círculos lentos, o clitóris roçando a base do meu pau a cada movimento. Eu via o brilho da nossa mistura escorrendo pela minha virilha, ouvia o barulho molhado e sujo. Cassidy se apoiou nas minhas costelas, subiu quase até a ponta e desceu com força, gemendo alto. “Porra, Theo… esse pau grosso me enche toda.” Eu meti de baixo, encontrando o ritmo, as bolas batendo nela. O cheiro de sexo quente dominava o quarto — buceta, porra, suor de verão.
Ela gozou primeiro dessa vez, o corpo travando, a buceta pulsando em volta de mim em contrações quentes e apertadas. “Não para”, pediu entre dentes. Eu continuei, segurando a cintura dela, fudendo pra cima enquanto ela tremia. Quando senti o segundo orgasmo dela chegar, puxei o peito dela pra boca e chupei o mamilo duro, mordendo de leve. Cassidy gritou meu nome e gozou de novo, encharcando minhas bolas.
Só então ela saiu de cima, se ajoelhou entre minhas pernas e engoliu meu pau sujo até o fundo. A língua dela limpava a própria porra e a minha, chupando com vontade, a garganta abrindo. Eu segurei o cabelo escuro dela e fodi a boca devagar, sentindo a babinha escorrer pelo queixo. “Engole tudo quando eu gozar”, avisei. Ela assentiu com os olhos, a mão massageando minhas bolas. Poucos minutos depois jatei fundo na garganta quente dela. Cassidy engoliu cada gota, lambeu a glande limpa e sorriu rouca.
“Agora volta pra janela”, ela ordenou, se levantando nua. “Quero que você me assista de novo. Do mesmo jeito de antes. E não toca no pau até eu deixar.”
Eu vesti só o short, descalço, o coração batendo forte. O corredor ainda cheirava a cigarro e madeira velha. Cruzei de volta pro meu quarto, abri a janela toda e me encostei no peitoril. Lá embaixo o Passe Livre continuava: gente dançando na rua, farol piscando, cheiro de carne assada e cachaça. Do outro lado, Cassidy acendeu só o abajur amarelo, se sentou na beirada da cama de frente pra mim e abriu as pernas largas.
Ela passou dois dedos pela fenda, mostrou pra mim como ainda escorria nossa porra misturada, e enfiou os dois de uma vez. “Vê como você me deixou?”, gritou baixo, a voz atravessando o vão. Eu apertei o short por cima do pau que já latejava de novo, mas não tirei. Cassidy se masturbou devagar, o polegar no clitóris inchado, os dedos entrando e saindo brilhantes. Gemeu meu nome várias vezes, “Theo… olha essa buceta fodida… olha o que você fez”. Eu sentia a vergonha e o tesão misturados no peito, o contador tímido que nunca fazia isso agora com o pau doendo de vontade de voltar.
Ela se virou de quatro na cama, olhou por cima do ombro direto pra mim e enfiou os dedos na própria buceta de novo, mais fundo, o polegar esfregando o cu. “Quero que você veja tudo”, disse. “Quero que você goze só de olhar.” Eu baixei o short enfim, a mão envolvendo o pau pesado, e bati uma no ritmo exato dos dedos dela. Cassidy gemeu alto quando me viu, se tocou mais rápido, a bunda rebolando no ar. “Isso, porra… goza pra mim daí.” Eu gozei forte, jatos longos caindo no peitoril e no chão do quarto, o corpo inteiro tremendo enquanto via ela gozar também, a buceta contraindo nos dedos, o líquido escorrendo pela coxa interna.
Assim que terminei ela fez o gesto de novo: venha. Eu nem limpei o pau, só puxei o short e voltei correndo. A porta já estava entreaberta. Cassidy me puxou pra dentro, me empurrou de quatro na cama e se ajoelhou atrás de mim. “Agora é minha vez de te foder um pouco”, sussurrou. Lambia minhas bolas por baixo, a língua quente subindo pelo pau ainda sensível, depois subia e passava saliva no meu cu. Eu gemi surpreso, mas abri as pernas mais. Ela enfiou a língua devagar, chupando, molhando, depois um dedo lubrificado com a porra que ainda escorria dela. “Relaxa… eu sei o que faço.” O dedo entrou devagar, curvado, achando o ponto. Eu gozei seco só com aquilo, o pau latejando no lençol enquanto ela me dedava e beijava minhas nádegas.
Quando eu estava mole de prazer ela me virou, montou de novo e encaixou o pau endurecido de uma vez. Fodemos mais devagar dessa vez, olho no olho, ela rebolando fundo, eu apertando os peitos dela, chupando o pescoço. “Você é meu voyeur particular agora”, ela falou contra minha boca. “Toda vez que eu abrir a cortina você vai estar lá. E toda vez que eu chamar você vai entrar e me foder até eu não aguentar mais.” Eu concordei gemendo, metendo pra cima, sentindo a buceta dela me sugar. Gozei dentro outra vez, fundo, enchendo ela enquanto ela se esfregava no clitóris e gozava gritando meu nome.
Ficamos abraçados depois, suados, o barulho da rua entrando pela janela aberta. Cassidy traçou círculos no meu peito com o dedo. “Ainda tem umas horas antes do sol. Quero que você me assista mais uma vez… e depois me foda contra a parede, olhando pro prédio dela enquanto mete.”
Eu fiz exatamente isso. Voltei pra minha janela, ela se tocou de pé, as pernas abertas, os peitos colados no vidro, gemendo alto o suficiente pra eu ouvir. Bati uma olhando cada detalhe — a buceta vermelha, os dedos brilhantes, o jeito que ela me olhava. Quando quase gozei ela acenou. Voltei. Empurrei ela contra a parede do quarto, a janela aberta ao lado, levantei uma perna dela e enfiei de pé. Estocadas longas e profundas, a bunda dela batendo na parede, eu olhando pro meu próprio peitoril do outro lado enquanto fodia. “Olha… olha de onde você veio me espionar”, ela ria ofegante. “Agora você é meu.” Gozei dentro dela pela última vez da noite, as pernas tremendo, o suor escorrendo entre nós dois.
Quando o céu começou a clarear de leve, Cassidy me beijou devagar e sussurrou no meu ouvido: “Vai pra casa. Fecha a janela. E amanhã à noite você abre de novo.”
Eu voltei pro meu quarto, o corpo doendo gostoso, a cabeça cheia dela. Deitei na cama estreita cheirando a sexo alheio e ri sozinho no escuro, porque só naquela hora entendi de verdade: eu nunca tinha sido o espião.
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