Massagem Proibida no Estoque do Mercado
No estoque do mercado, a repositora negra Carla, 28 anos, dá uma massagem proibida e leva rola grossa do cliente branco Lucas, 32.
No movimentado supermercado de um bairro de classe média em São Paulo, o ar-condicionado roncava alto e o cheiro de café torrado se misturava ao de frutas maduras. Carla, 28 anos, repositora experiente, curvilínea, pele negra brilhante de suor leve sob o uniforme azul apertado, empurrava o carrinho de reposição entre as gôndolas. Os seios fartos balançavam a cada passo, a bunda larga e arredondada marcava o jeans grosso. Ela sentia o olhar quente antes mesmo de virar.
Lucas, 32 anos, executivo alto, ombros largos, cabelo claro bem cortado, terno cinza e camisa branca aberta no colarinho, parava sempre na mesma sessão de vinhos importados. Os olhos azuis dele desciam sem pudor pelo corpo dela. Carla já o conhecia de vista há semanas. Sempre o mesmo sorriso de canto, a mesma ereção disfarçada mal escondida na calça social.
— Preciso de uma ajuda especial — ele disse, voz baixa, quando ela passou perto. — Tem um vinho raro que só guardam no estoque dos fundos. Você pode me levar?
Carla mordeu o lábio inferior, o coração batendo mais forte. O cheiro dele, cologne caro misturado a suor limpo, a deixava molhada. Ela olhou em volta, o supermercado cheio, caixas registradoras tilintando, gente andando. Acenou com a cabeça.
— Vem comigo.
Eles desceram o corredor estreito até a porta de metal do estoque. O ar lá dentro era mais frio, cheirava a papelão e plástico. Prateleiras altas, caixas empilhadas, luz amarelada de lâmpadas fluorescentes. Lucas fechou a porta atrás deles com um clique seco. Carla virou, as mãos nos quadris, sorrindo com malícia.
— Que tipo de ajuda especial você quer, hein, executivo?
Ele deu um passo à frente. O pau já marcava grosso na frente da calça.
— Olho pra você toda semana. Essa pele preta lisa, esse cheiro de mulher… Porra, Carla. Você me deixa duro só de empurrar o carrinho.
Ela riu baixo, o som rouco.
— E você acha que eu não vejo? Camisa branca colada no peito, essa rola grande te puxando. Queria meter em mim desde a primeira vez, né?
Lucas engoliu em seco. Carla se aproximou, a mão subindo pelo braço dele, dedos quentes.
— Posso te dar uma massagem proibida. Relaxar esses ombros tensos. Fecha a porta de verdade e fica quieto.
Ele trancou. Carla passou por trás, desabotoou dois botões da camisa dele e enfiou as mãos por baixo do tecido. As palmas negras deslizaram sobre a pele branca quente dos ombros largos. Os polegares apertaram os nós duros. Lucas soltou um gemido.
— Caralho… suas mãos. Macias pra caralho. Essa pele preta… cheira a baunilha e sexo.
Ela massageava devagar, dedos descendo pelas costas, depois voltando, unhas leves arranhando. O corpo dele arrepiava. Carla sentia o calor subir entre as próprias pernas, a calcinha já encharcada. Ele virou o rosto, a boca quase na dela.
— Semanas olhando essa bunda. Queria abrir essas coxas pretas e enfiar tudo.
— Eu também. Toda vez que você passava eu ficava molhada sonhando com essa porra branca grossa me arrebentando aqui no estoque.
Os beijos vieram quentes, úmidos, línguas se encontrando com fome. As mãos dele desceram, apertaram as nádegas fartas por cima do jeans. Carla gemeu dentro da boca dele, o corpo colado, seios esmagados no peito firme. Ela sentia o pau duro latejando contra a barriga. O desejo interracial saía solto, sem vergonha.
— Adoro como sua pele branca contrasta com a minha — ela sussurrou contra os lábios. — Quero ver esse pau branco sumindo na minha boceta preta.
Lucas puxou o cabelo dela com cuidado, expondo o pescoço, beijando, chupando. As mãos de Carla já desciam, desfazendo o cinto, abrindo o zíper. A rola saltou pesada, grossa, veias saltadas, a glande rosada brilhando de pré-gozo. Ela se ajoelhou no chão frio do estoque, joelhos sobre o concreto, e lambeu a cabeça inteira de uma vez.
— Porra, Carla…
Ela engoliu fundo, a garganta se abrindo, lábios escuros esticados em volta do pau branco grosso. Saliva escorria pelo queixo. Lucas segurava os cabelos cacheados dela, guiando o vaivém, gemendo baixo para não chamar atenção lá fora. Carla chupava com vontade, língua girando, mão massageando o saco, olhando pra cima, vendo o contraste: boca negra engolindo carne branca até o fundo. O cheiro de sexo já dominava o ar de papelão.
— Isso, engole tudo, puta gostosa… Semanas te imaginando de joelhos assim.
Ela puxou o pau da boca com um estalo molhado, fio de saliva ligando os lábios à glande.
— E eu te imaginando me fodendo por trás em cima dessas caixas.
Lucas a ergueu como se ela não pesasse nada. Tirou o jeans e a calcinha molhada num movimento só. Carla ficou só de blusa do uniforme erguida, seios pretos pesados de fora, mamilo duros. Ele a virou, dobrou o corpo dela sobre uma pilha de caixas de macarrão. As mãos grandes abriram as nádegas negras generosas. A cabeça do pau branco esfregou a fenda encharcada.
— Me fode — ela pediu, voz rouca. — Enfia essa rola branca grossa nessa boceta preta.
Ele empurrou de uma vez. O pau sumiu inteiro, o contraste gritante: pele clara contra a bunda escura. Carla gritou abafado, unhas cravadas no papelão. Lucas meteu com força, quadris batendo seco, mãos agarrando a cintura larga. Cada estocada fazia os seios dela balançarem. O estoque ecoava só o barulho molhado de pele contra pele e gemidos contidos.
— Olha isso… pau branco sumindo nessa bunda preta gostosa. Você aperta igual uma puta faminta.
— Adoro… adoro levar rola branca no estoque. Mais forte, porra. Me arrebenta.
Ele puxou o cabelo dela, arqueando as costas, metendo fundo. Depois a virou de novo, sentou numa pilha de sacos de arroz e puxou Carla pro colo. Ela montou de costas pra ele, cavalgando, a bunda preta batendo nas coxas brancas. Lucas agarrou os seios, apertou, chupou o pescoço enquanto ela rebolava, engolindo o pau inteiro a cada descida. Dirty talk sujo saía solto.
— Essa boceta preta foi feita pra meu pau. Olha o contraste, caralho… você gosta de ser fodida por homem branco no fundo do mercado, né?
— Adoro. Goza fundo. Quero sentir essa porra quente escorrendo.
Eles gozaram juntos, intensos. Carla tremeu toda, a boceta pulsando, esguichando no pau dele. Lucas jorrou grosso, jatos quentes enchendo ela, escorrendo pelas coxas negras enquanto ela ainda rebolava devagar, gemendo o nome dele. O cheiro de sexo e gozo misturado ao de caixas novas pairava denso.
Carla ainda ofegava, o pau dele amolecendo devagar dentro dela, quando o som de passos no corredor lá fora fez os dois se olharem. Alguém batia na porta do estoque, voz abafada perguntando se tinha alguém. Lucas ainda segurava a bunda dela, polegar esfregando o gozo que escorria. Carla sorriu, maliciosa, suada, o uniforme amassado, e sussurrou no ouvido dele enquanto se levantava devagar, o creme branco escorrendo pela coxa interna escura:
— Ainda não terminamos… tem mais coisa que eu quero fazer com essa rola antes da gente sair daqui.
Os passos pararam bem na porta. A voz abafada perguntou de novo se tinha alguém. Carla se ergueu devagar, o creme grosso de Lucas escorrendo pela coxa interna escura, brilhando sob a luz amarelada. Ela puxou a blusa do uniforme pra baixo, cobrindo os seios pretos pesados, mas deixou o jeans jogado no chão. O pau de Lucas ainda pingava gozo, semi-duro, a cabeça rosada suja do próprio esperma misturado ao mel dela.
— Quieto — ela sussurrou, olhos brilhando de malícia. — Vou resolver.
Carla abriu a porta só uma fresta, o corpo bloqueando a visão. Era o supervisor, cara cinza, olhando o relógio.
— Tá tudo certo aí, Carla? Ouvi barulho.
— Caixa de vinho tombou, seu Paulo. Tô organizando. Cinco minutos e saio.
Ele resmungou algo e foi embora. Ela trancou de novo, virou pra Lucas e riu baixo, o som sujo.
— Agora a gente tem tempo. E eu quero mais dessa rola branca.
Lucas já estava duro de novo só de ver o gozo escorrendo nela. Carla se ajoelhou outra vez no concreto frio, agarrou o pau grosso com as duas mãos negras e lambeu o resto do porra que pingava. A língua larga limpou a glande, chupou o pré-gozo fresco, engoliu o gosto salgado dela mesma misturado ao dele.
— Porra, Carla… você chupa que nem uma puta de rua.
Ela engoliu fundo, a garganta se abrindo até o saco bater no queixo. Saliva escorria, molhando as bolas. Lucas segurou os cabelos cacheados dela e meteu a cara, fodendo a boca preta com estocadas curtas. O contraste gritava: lábios escuros esticados em volta da carne clara veiada. Ela gemia abafado, a boceta latejando de novo, vazando o gozo anterior pelas coxas.
Carla puxou o pau da boca com um estalo molhado.
— Quero essa porra no cu agora. Me arrebenta o cuzinho preto.
Ela se virou de quatro sobre as caixas de arroz, a bunda larga e arredondada erguida, as nádegas negras abertas com as próprias mãos. O cu apertado piscava, ainda limpo, mas molhado do mel que escorria da boceta. Lucas cuspiu na mão, esfregou o pau grosso e enfiou dois dedos no cu dela, abrindo devagar.
— Porra, aperta que nem vice. Vai engolir tudo.
Ele encaixou a cabeça rosada e empurrou. O cu preto se abriu em volta do pau branco grosso, engolindo centímetro por centímetro. Carla uivou baixo, unhas cravadas no papelão, o corpo tremento.
— Isso… enfia tudo, caralho. Me fode o cu até eu gritar.
Lucas agarrou a cintura larga e meteu fundo de uma vez. O pau sumiu inteiro, as bolas batendo na boceta encharcada. Ele puxou quase pra fora e enfiou de novo, rítmico, bruto, a pele clara contrastando com a bunda escura a cada estocada. O estoque ecoava o barulho molhado de pau no cu, pele batendo em pele, gemidos contidos.
— Olha esse cuzinho preto engolindo rola branca. Você é uma puta viciada em pau de homem branco, né? Adora ser arrombada no fundo do mercado.
— Adoro, porra. Mais forte. Me usa. Quero sentir essa porra branca escorrendo do meu cu depois.
Ele puxou o cabelo dela, arqueou as costas pretas e meteu com força, o pau latejando dentro do cu apertado. Carla rebolava de encontro, engolindo tudo, a boceta pingando no chão. Lucas bateu na bunda dela, a marca vermelha contrastando na pele negra brilhante de suor.
Ele a virou de novo, deitou ela de costas sobre os sacos de farinha. As pernas pretas abertas largas, joelhos dobrados. Lucas ajoelhou entre elas, enfiou o pau no cu de novo e meteu fundo enquanto chupava um mamilo preto duro. As mãos dele apertavam os seios fartos, os dedos brancos sumindo na carne escura.
— Essa boceta preta tá molhada pra caralho só de levar no cu. Quer que eu enfie os dedos nela enquanto te fodo?
— Enfia. Me enche os dois buracos.
Ele enfiou três dedos na boceta quente e fodeu os dois ao mesmo tempo, pau no cu, dedos na xota. Carla tremeu, gozando seco, a boceta esguichando no pulso dele. O corpo dela convulsava, o cu apertando o pau como se quisesse tirá-lo tudo.
Lucas tirou o pau do cu com um ploc molhado, a cabeça brilhando de porra e saliva. Ele se ajoelhou sobre o peito dela, ajoelhou as coxas brancas ao lado dos seios pretos e enfiou o pau entre eles. Carla apertou os seios fartos em volta da rola grossa, mamando a glande cada vez que ela aparecia.
— Fode meus peitos, porra. Goza na minha cara preta.
Ele meteu entre os seios, rápido, sujo, o pau deslizando no suor e no gozo anterior. Carla lambeu, chupou, engoliu a cabeça enquanto ele fodía o decote. O cheiro de sexo, cu e esperma dominava tudo.
Lucas puxou o pau, desceu e enfiou de novo na boceta preta de uma vez. Ele a ergueu pelas coxas, a fodeu em pé contra a prateleira, caixas tombando. Cada estocada fazia os seios balançarem pesados. Ela cravava as unhas nas costas dele, gemendo no ouvido.
— Me enche de porra. Quero escorrer de todos os buracos.
Ele tirou, virou ela de quatro de novo e meteu no cu até o fundo. As bolas bateram forte. Lucas gozou jorrando grosso dentro do cu preto, jatos quentes enchendo, escorrendo imediatamente pelas bolas e pela boceta. Carla gozou junto, a xota pulsando vazia, o corpo inteiro tremendo.
Ele ainda metia devagar, o pau amolecendo mas ainda grosso, empurrando o gozo pra fora. Carla se abaixou, virou debaixo dele e chupou o pau sujo, limpando o cu e o esperma com a língua. Engoliu o que sobrou, olhando pra cima, a boca negra suja de branco.
Lucas a puxou pelo cabelo, enfiou o pau de novo na boceta pra umas estocadas finas, misturando tudo. Depois tirou e esfregou a glande no clitóris inchado dela até ela gozar mais uma vez, esguichando fraco.
Carla se ajoelhou, abriu a boca e pediu.
— Goza de novo na minha cara. Quero ficar toda suja pra voltar pro salão.
Ele se masturbou rápido, o pau inchando de novo com o estímulo visual: a repositora negra de joelhos, seios pendurados, gozo escorrendo do cu e da boceta, coxas brilhantes. Lucas jorrou na cara dela, jatos grossos batendo na testa, nos lábios, escorrendo pelo pescoço preto até os seios. Carla lambeu o que pingava, engoliu, espalhou com os dedos e enfiou o resto no cu de novo com os próprios dedos, gemendo.
Eles se vestiram rápido, o uniforme dela manchado, o cheiro impossível de esconder. Lucas abotoou a camisa, o pau ainda semi-duro marcando a calça. Carla limpou a cara com o verso da mão, sorriu sujo e abriu a porta.
Do lado de fora o supermercado seguia normal. Ela voltou pro corredor empurrando o carrinho, o gozo branco ainda escorrendo devagar pelo cu preto apertado enquanto andava entre as gôndolas, a boceta latejando e o gosto de porra na língua.
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