Desejo Cruzado no Farol
Clara, de 22 anos, perde a virgindade com o pescador Lucas, de 28, numa noite quente de tempestade dentro do farol isolado.
A tempestade chegou sem avisar sobre a costa de Santa Catarina, daqueles vendavais que engolem o mar e pintam o céu de um roxo doentio. Clara, de vinte e dois anos, guia turística da região, tinha subido o farol isolado no final da tarde só para checar se a lanterna ainda funcionava depois da manutenção da semana. O vento já batia forte quando a porta de madeira rangeu e Lucas entrou, encharcado até os ossos, o corpo largo de pescador de vinte e oito anos ocupando o espaço apertado como se o farol tivesse sido feito sob medida para esconder a presença dele.
Ela sentiu o cheiro de sal, peixe e chuva quente que sempre a perseguia. Meses de olhares cruzados no cais, de sorrisos tortos quando ele descarregava o peixe e ela passava com os turistas, de noites sozinha na cama imaginando as mãos calejadas dele. Agora estavam ali, presos, o trovão rolando tão perto que fazia o chão tremer.
— Você também ficou presa — disse Lucas, a voz rouca, puxando a camisa molhada do peito largo. A água escorria pelo peito cabeludo, descia pela barriga dura e se perdia na calça colada nas coxas. Clara engoliu seco, o peito subindo e descendo sob a blusa fina que o vento gelado já tinha grudado nos seios.
— Guia turística e ainda assim me peguei no meio do furacão — respondeu ela, tentando sorrir, mas o sorriso saiu trêmulo. Os olhos dele, escuros e pesados, travaram nos dela. Semanas, meses de desejo engasgado subindo de uma vez.
O farol era pequeno: uma escada em caracol, a sala circular embaixo com um colchão velho, uma mesa, um lampião a óleo e uma manta grossa jogada no canto. Lucas acendeu o fogo no fogareiro improvisado, as chamas dançando no rosto marcado pelo sol e pelo mar. Clara se aproximou, os braços cruzados, o corpo inteiro formigando.
— Faz frio pra caralho aqui dentro quando chove assim — murmurou ele, pegando a manta e estendendo-a. — Vem. Não vai adiantar a gente morrer de frio separados.
Eles se sentaram lado a lado no colchão, a manta cobrindo os ombros. O espaço forçava o contato. O braço dele, quente e úmido ainda, encostou no dela. Clara sentiu o calor subir pela pele como se tivesse engolido cachaça. Lucas respirou fundo, o peito expandindo, e ela viu o volume marcando a calça molhada, grosso, pesado, impossível de ignorar.
— Eu te vejo todo dia no cais — confessou ele de repente, a voz baixa, quase engasgada no trovão. — Você passa com aquele sorriso, saia curta, e eu fico ali com a porra do peixe na mão imaginando o gosto da sua boca. Faz meses, Clara. Meses me masturbando pensando nessa porra de coxas.
Ela soltou um gemido baixo, sem conseguir segurar. A confissão caiu como pedra no peito dela. A mão dele “acidentalmente” escorregou pela coxa dela por cima da manta, o polegar desenhando um círculo lento perto demais da virilha. Clara abriu as pernas um milímetro, o suficiente para o calor escapar.
— Eu também — sussurrou ela, virando o rosto. O cheiro dele era intoxicante: mar, suor masculino, o sabonete barato que os pescadores usavam. — Toda vez que você tira a camisa pra puxar a rede, eu fico molhada. Já gozei várias vezes sozinha no banheiro do hotel imaginando você me comendo contra a parede do farol. Exatamente aqui.
Lucas soltou um grunhido gutural. A mão dele apertou a coxa dela com força agora, sem disfarce. Os dedos calejados subiram sob a barra da saia, tocando a pele quente, subindo até encontrar a calcinha já encharcada. Clara arquejou, o quadril se mexendo sozinho contra os dedos dele.
— Porra, menina… você tá pingando. — Ele passou o indicador pelo tecido molhado, sentindo o contorno gordinho da boceta virgem. — Eu sabia que você me queria. Eu via. Mas ouvir isso… caralho.
Eles se viraram um para o outro sob a manta. Os rostos perto, respirações se misturando. Clara passou a mão pelo peito dele, sentindo os pelos molhados, o mamilo duro, descendo até a barriga e parando no cinto. Lucas segurou o pulso dela, mas não impediu; só controlou o ritmo, guiando a mão dela para sentir o pau duro latejando dentro da calça.
— É grande — murmurou ela, a voz falhando de excitação e medo delicioso. — Eu… eu nunca fiz, Lucas. Sou virgem. Sempre guardei porque fantasiava que seria com você. Que você ia me abrir devagar, ou bravo, tanto faz, mas ia ser você. Eu me tocava te imaginando me fudendo pela primeira vez, me enchendo, me marcando.
O corpo de Lucas tremeu. O pau dele latejou forte contra a palma dela, inchando ainda mais. Ele cerrou os dentes, os olhos escuros queimando.
— Fala isso de novo — pediu, a voz rouca, quase um rosnado. — Que você quer que eu seja o primeiro a arrombar essa bocetinha apertada.
Clara sentiu o peito arder de vergonha e desejo puro. A mão dele agora estava dentro da calcinha, dois dedos abrindo os lábios inchados, o polegar esfregando o clitóris inchado em círculos lentos e sujos. O barulho molhado se misturava ao barulho da chuva batendo nas paredes do farol.
— Eu quero — gemeu ela, abrindo mais as pernas, empurrando a boceta contra a mão dele. — Quero que você seja o primeiro, Lucas. Quero sentir esse pau grosso rasgando eu, quero gritar seu nome enquanto você goza fundo. Sempre foi você na minha cabeça.
Ele tirou a mão, trouxe os dedos brilhantes de porra dela até a boca e chupou, os olhos fechados um segundo, saboreando. Depois olhou fundo nos olhos dela, a mão voltando para segurar o queixo dela com firmeza.
— Você tem certeza absoluta? Porque se a gente começar, eu não consigo parar. Eu vou te foder até você não conseguir andar amanhã. Vou gozar dentro, vou chupar essa boceta até você chorar, vou te comer de quatro neste colchão enquanto o trovão estoura lá fora. Me fala que é isso que você quer de verdade.
Clara não respondeu com palavras. Ela se jogou para frente, a boca batendo na dele num beijo faminto, desesperado, dentes batendo, língua invadindo. O gosto de chuva e desejo explodiu entre os dois. Ela mordeu o lábio inferior dele, puxou, chupou a língua dele como se quisesse engolir o homem inteiro. As mãos dela foram diretas para o cinto, abrindo, puxando o zíper, liberando o pau grosso e veioso que pulsou pesado contra a barriga dela. A cabeça rosada já pingava pré-gozo.
— Eu quero — ofegou ela contra a boca dele, a mão apertando o pau quente, subindo e descendo a pele macia sobre o ferro. — Quero que você me foda. Quero que você seja o primeiro a entrar em mim. Agora. Aqui. Não aguenta mais esperar.
Lucas rosnaou dentro do beijo, as mãos descendo para agarrar a bunda dela com força, erguendo-a quase para o colo dele. A manta caiu. A blusa dela foi puxada para cima, os seios firmes saltando, mamilos duros apontando. Ele baixou a cabeça e chupou um com fome, a língua girando, dentes raspando de leve, enquanto a mão livre puxava a calcinha para o lado e enfiava dois dedos até o fundo da boceta virgem apertadíssima. Clara gritou contra o ombro dele, o interior se contraindo, o hímen cedendo um pouco sob a pressão dos dedos grossos.
— Tão apertada… puta merda, Clara. Vai me esmagar quando eu enfiar. — Ele fodia ela com os dedos devagar, abrindo, preparando, o polegar esmagando o clitóris. — Sente como você chupa meus dedos? Imagina o que vai fazer com meu pau.
Ela gemia sem parar, o quadril rebolando, a mão bombeando o pau dele mais rápido, espalhando o líquido viscoso pela extensão inteira. O farol cheirava a sexo, a chuva, a corpos quentes. Lá fora o mar batia furioso nas rochas. Dentro, os dois estavam no limite absoluto.
Lucas tirou os dedos, lambeu de novo, e empurrou Clara de costas no colchão. A saia subiu até a cintura. Ele se ajoelhou entre as pernas abertas dela, o pau grosso e vermelho apontando direto para a boceta exposta, os lábios rosados e brilhantes se abrindo sozinhos. Ele esfregou a cabeça gorda para cima e para baixo na fenda molhada, molhando-se nela, pressionando de leve contra a entrada virgem sem entrar ainda.
— Olha pra mim — ordenou, a voz baixa e suja. — Olha enquanto eu vou te tomar. Diz de novo que quer.
Clara ergueu o quadril, tentando engolir a cabeça, os olhos vidrados de luxúria.
— Eu quero. Me fode, Lucas. Me tira a virgindade. Enfia esse pau todo e me faz sua.
Ele segurou os quadris dela com as duas mãos grandes, posicionou a cabeça exatamente na entrada apertada, e começou a empurrar — devagar, firme, o glande forçando a abertura virgem, a resistência quente e molhada cedendo milímetro por milímetro. Clara arquejou alto, as unhas cravando nos braços dele, o corpo inteiro tenso e aberto ao mesmo tempo. O trovão explodiu no momento exato em que a cabeça gorda se encaixou por completo dentro dela, esticando o canal virgem de um jeito que doía e ardia gostoso.
Lucas parou ali, respirando pesado, o suor escorrendo pelo peito, o pau latejando lá dentro, só a cabeça engolida pela boceta que se contraía em espasmos ao redor dele. Os olhos dos dois se encontraram, escuros, famintos, no limite absoluto do ponto sem volta. A chuva batia mais forte. O corpo dela tremia sob o dele, pedindo o resto, pedindo tudo.
Ele ainda não tinha empurrado o resto. Ainda não tinha rasgado de vez. Mas os dois já sabiam: não havia mais caminho de volta.
Ele puxou o pau para trás num estalo molhado, a cabeça gorda saindo da boceta virgem dela com um fio grosso de lubrificação escorrendo. Clara gemeu frustrada, o quadril ainda erguido pedindo, mas Lucas já estava descendo o corpo largo entre as pernas abertas dela. A boca quente e faminta desceu primeiro nos seios firmes de vinte e dois anos, chupando o mamilo direito com força, dentes raspando a pele sensível enquanto a língua girava em círculos sujos. A mão calejada apertou o outro peito, esmagando, puxando o bico duro até Clara arquear as costas e soltar um grito rouco que se misturou ao trovão lá fora.
— Porra, esses peitos… — rosnou ele contra a pele, babando, chupando fundo como se quisesse arrancar leite. — Duros pra caralho, gostosos pra porra. Vou marcar eles todos.
Ele mudou de mamilo, chupando o esquerdo com a mesma fome animal, a barba rala raspando a carne macia. Clara enterrou os dedos nos cabelos molhados dele, empurrando a cara dele contra o peito, o corpo inteiro latejando. O cheiro de chuva e sexo subia forte. Lucas desceu lambendo o caminho, a língua traçando a barriga tremente dela, o umbigo, até chegar na saia amassada na cintura. Ele rasgou a calcinha para o lado de uma vez, o tecido encharcado caindo, e enterrou o rosto inteiro na boceta molhada e inchada.
A primeira lambida foi larga, suja, da entrada até o clitóris inchado. Clara gritou, as coxas se fechando contra a cabeça dele. Lucas abriu as pernas dela com as mãos grandes, segurando firme, e chupou os lábios gordinhos com barulho molhado, a língua enfiando fundo no canal virgem ainda esticado da cabeça do pau dele. Ele chupava como homem faminto depois de meses no mar — devorando, sugando o mel doce que pingava, a barba encharcada de porra dela. O nariz esfregava o clitóris enquanto a língua fodia a entrada apertada, entrando e saindo, lambendo as paredes quentes.
— Ah, caralho, Lucas… assim… chupa essa boceta — gemeu ela, a voz quebrada, o quadril rebolando contra a boca dele. — Me chupa toda, porra. Nunca… nunca gozei na boca de ninguém.
Ele grunhiu contra a carne molhada, o som vibrando no clitóris. Dois dedos calejados entraram devagar, abrindo, curvando para cima enquanto a boca selava no botão inchado e chupava forte, rítmico, sujo. Clara sentia cada puxão, cada lambida profunda, o calor subindo pelas coxas, o ventre contraindo. O farol cheirava a buceta molhada e suor masculino. Lá fora a tempestade batia nas pedras; dentro, o barulho molhado da língua dele engolindo ela era mais alto que a chuva.
Lucas chupava sem parar, os olhos escuros erguidos para o rosto contorcido dela, babando na boceta, lambendo o clitóris em círculos rápidos e depois sugando com força. Os dedos metiam mais fundo, abrindo o hímen um pouco mais, preparando. Clara sentiu o orgasmo construir como onda — o peito arfando, os mamilos latejando, a boceta latejando ao redor da língua e dos dedos. Ela cravou as unhas no colchão, o corpo inteiro retesando.
— Vou gozar… porra, vou gozar na sua boca — gritou ela, o quadril batendo contra a cara dele. — Chupa, me chupa até o fim!
O gozo explodiu. A boceta dela se contraiu em espasmos violentos, jorrando mel quente direto na boca de Lucas. Ele engoliu tudo, chupando fundo, lambendo cada gota, a língua enfiarada enquanto ela tremia e gritava o nome dele, as coxas apertando a cabeça larga. Clara gozou pela primeira vez na boca de um homem, o corpo inteiro sacudindo, a visão embacando, o clitóris latejando contra os lábios dele. Lucas não parou até o último espasmo, limpando ela com a língua larga, saboreando o gosto virgem e doce.
Ele subiu o corpo, a boca brilhante de porra dela, e beijou Clara fundo, fazendo ela provar o próprio gosto. O pau dele batia pesado na coxa molhada.
— Agora — ofegou ela contra a boca dele, as mãos agarrando o pau grosso e veioso. — Tira minha virgindade. Enfia esse pau. Quero sentir você me arrombar de verdade. Me fode, Lucas. Agora.
Lucas posicionou a cabeça gorda de novo na entrada encharcada, ainda latejando do orgasmo. Ele empurrou devagar na posição missionária, o glande forçando a abertura virgem, esticando milímetro por milímetro. Clara arquejou alto, as unhas cravando fundo nas costas largas dele, riscando a pele queimada de sol. A dor boa ardia, o canal se abrindo ao redor da grossura impossível. Ele empurrava firme, sem pressa, sentindo o hímen ceder de vez com um estalo quente e molhado.
— Porra… tão apertada… me esmagando — rosnou ele, suando, o peito cabeludo raspando nos seios dela. — Olha só como essa bocetinha engole meu pau.
Ele enterrou até a metade, parou, depois empurrou o resto num só movimento longo e profundo. Clara gritou, as unhas cravando mais fundo nas costas dele, deixando marcas vermelhas. O pau grosso a enchia por completo, latejando contra o fundo, esticando cada parede. Lucas começou a meter devagar, retiros longos e entradas fundo, o barulho molhado de carne batendo em carne misturando com a chuva. Cada estocada fazia os seios dela balançarem. Ela cravava as unhas, gemia alto, o quadril subindo para encontrar cada metida.
— Mais… me abre toda — pediu ela, a voz rouca. — Sinto você rasgando eu por dentro. Porra, é grande demais.
Ele metia com força controlada, o pau saindo quase inteiro e enfiando até as bolas baterem na bunda dela. A boceta virgem se adaptava, sugando, molhando o pau inteiro de mel e um fio de sangue misturado. Clara sentia cada veia, cada empurrão fundo tocando um ponto que fazia o ventre tremer de novo. As unhas dela riscavam as costas dele de cima a baixo, deixando sulcos quentes.
Lucas rolou, puxando-a por cima sem sair de dentro. Clara montou, as coxas abertas sobre os quadris largos dele, o pau ainda enterrado fundo. Ela começou a cavalgar com vontade, subindo e descendo rápido, a bunda batendo nas coxas dele, os seios pulando na cara dele. Lucas agarrou as nádegas firmes com as duas mãos, abrindo, metendo para cima ao mesmo tempo, fundo, duro.
— Me fode mais forte! — gemeu ela alto, a voz ecoando no farol circular, o cabelo grudado de suor no rosto. — Mete fundo, caralho! Me fode essa boceta! Assim… mais forte!
Ele segurou a bunda dela com força, os dedos cravando a carne, e meteu para cima como pistão, o pau sumindo e aparecendo brilhante de porra dela. Clara cavalgava selvagem, rebolando, sentando até o fundo, o clitóris esfregando na base grossa. O som era obsceno — pele batendo, gemidos, o farol cheirando a sexo cru. Ela gemia sem parar “me fode mais forte”, a boceta engolindo tudo, o orgasmo subindo de novo rápido e sujo.
Lucas metia fundo, segurando a bunda, controlando o ritmo enquanto ela rebolava louca. O pau latejava dentro dela, pronto. Clara sentiu o dele inchar ainda mais, as bolas apertadas.
— Vou gozar dentro… encher essa boceta novinha — grunhiu ele.
— Goza… goza fundo comigo! — gritou ela.
Eles explodiram juntos. A boceta dela se contraiu em espasmos violentos ao redor do pau dele no mesmo segundo em que Lucas jorrou jatos quentes e grossos fundo no útero dela, enchendo, pulando, jorrando sem parar. Clara gozou gritando, o corpo inteiro tremendo, cavalgando até a última gota, a porra dele vazando pelos lados enquanto ela ainda rebolava. O orgasmo foi cru, intenso, as coxas dela tremendo, o peito dele arfando sob ela, os dois suados e grudados no colchão sujo do farol.
Exaustos, o pau dele ainda semi-duro latejando dentro da boceta cheia de porra, Clara se inclinou e lambeu o peito suado dele, mordendo o mamilo.
— Quero essa porra escorrendo de mim toda vez que eu te ver no cais — sussurrou ela, a voz rouca de tanto gemer. — Quero te cavalgar nesse farol até você me engravidar de tanto gozar dentro.
Lucas apertou a bunda dela de novo, o pau já endurecendo de novo lá no fundo da boceta esguichando porra.
— Então abre essa bunda agora e senta de novo, putinha. Vou te foder até o sol nascer e encher essa buceta virgem de porra fresca até você não conseguir fechar as pernas.
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