Descoberta Quente no Telhado com o Melhor Amigo

Lucas, 22, e sua amiga Brigitte, 21, viram a noite quente de verão no telhado virar a primeira foda deliciosa dela.

12 min read September 09, 2026New

O calor de São Paulo naquela noite de janeiro parecia grudado na pele. Lucas, 22 anos, morava no nono andar do prédio em Pinheiros há três anos, e Brigitte, 21, tinha se mudado para o sétimo fazia quase dois. Melhores amigos desde o dia em que se esbarraram na portaria carregando caixas, dividiam café da manhã improvisado, reclamações do trânsito e madrugadas inteiras de conversa fiada. Nunca tinham cruzado a linha. Até aquela porra de noite quente demais pra fingir.

— Sobe comigo — murmurou ele no corredor, a camiseta já colada nas costas. — O telhado tá aberto. Ninguém sobe lá de noite.

Brigitte apareceu de shortinho jeans tão curto que a bunda redonda quase escapava e uma regata fina branca, sem sutiã. Os bicos duros já se marcavam por baixo do tecido. Lucas engoliu seco, a bermuda de moletom não escondendo quase nada do que começava a rolar entre as pernas.

Subiram a escada de serviço em silêncio, o metal quente sob os pés descalços dela. No terraço escondido, entre caixas d’água e a vista abafada das luzes da cidade, ele acendeu um cigarro e passou pra ela. O fumo subia preguiçoso. Brigitte puxou, soltou a fumaça pelos lábios carnudos e reclamou, passando a mão no pescoço suado.

— Tá um forno, porra. Não aguento mais.

Sem pedir licença, puxou a regata pela cabeça e jogou num canto. Os seios empinados, peitos firmes de mulher feita, saltaram livres, mamilos rosados e duros pelo vento quente. Lucas sentiu o pau latejar na hora, engrossando pesado contra o tecido. Ela não se cobriu. Só olhou pra ele de lado, o canto da boca puxando num sorrisinho safado pela primeira vez sem disfarce.

— Tá me olhando pra caralho, hein.

— Você tirou a porra da blusa no meu colo quase — respondeu ele, a voz rouca. — Quer que eu finja que não tô de pau duro?

Brigitte riu baixo, o som molhado, e se sentou na mureta baixa ao lado dele, as coxas abertas o suficiente pra ele ver a sombra entre elas. O shortinho subiu. Conversaram sobre merda de relacionamentos antigos — os flechas fracassados dele, os caras chatas que ela mandava embora depois de dois beijos. A tensão latejava no ar quente como um segundo pulso.

— Nunca fui além — confessou ela de repente, a voz mais baixa, os peitos subindo e descendo. — Nunca fodi, Lucas. Continuo virgem. E... porra, sempre imaginei que fosse com você. Desde o primeiro mês. Fico molhada só de lembrar das suas mãos quando a gente se abraça de brincadeira.

Ele soltou o ar num assobio. O cigarro apagou esquecido.

— Porra, Brigitte. Eu também. Toda vez que você aparece de short assim eu quero te jogar na cama e abrir essa buceta. Segurei pra caralho pra não estragar a amizade.

Eles se aproximaram rindo nervosos, o cheiro de suor e perfume barato misturado. A boca dele encontrou a dela num beijo quente, molhado, línguas se enroscando na hora. Lucas agarrou os peitos dela com as duas mãos, apertando firme, polegar riscando os bicos duros enquanto ela gemia baixinho contra a boca dele. A coxa dela esfregou direto no volume grosso da bermuda. O pau dele já latejava, veias marcadas, a cabeça umedecida de pré-porra. Ela esfregou de novo, mais forte, o short molhado por dentro.

— Me fode aqui — pediu ela ofegante, separando os lábios só o suficiente. — Agora. Quero que seja você o primeiro. Mete essa porra em mim no telhado. Eu tô encharcada já.

Lucas puxou a bermuda pra baixo. O pau grosso saltou pesado, roxo na cabeça, gotejando. Brigitte desceu de joelhos no concreto quente sem hesitar, os peitos balançando. Envolveu a base com a mão pequena e engoliu a cabeça na boca pela primeira vez, babando na hora. Chupou fundo, engasgando quando ele empurrou um pouco mais, a garganta apertando. Ele segurou o cabelo dela num punho, guiando o vaivém sujo enquanto ela babava no pau inteiro, cuspindo e lambendo as bolas inchadas.

— Isso, engasga nele — rosnou ele. — Chupa esse pau que você fantasiou tanto, putinha.

Ela tirou a boca só pra gemer “porra” e voltou a chupar mais fundo, os olhos marejados de esforço gostoso. Lucas puxou ela pra cima antes de gozar cedo demais, virou o corpo dela de quatro contra a mureta baixa. Puxou o shortinho e a calcinha pra o lado de uma vez. A buceta virgem brilhava, inchada, os lábios abertos pingando fiozinho de tesão. Ele ajoelhou e lambeu tudo de uma vez — língua larga subindo da boceta apertada até o clitóris inchado, chupando, enfiando a ponta dentro do buraco virgem apertado. Brigitte tremeu, empurrou a bunda pra trás e gozou rápido, gemendo alto demais pro telhado, as coxas sacudindo enquanto ele continuava lambendo o mel que escorria.

— Me mete — implorou ela, a voz quebrada. — Quero sentir esse pau me abrindo.

Lucas se alinhou, a cabeça grossa empurrando devagar o estreito molhado. Entrou centímetro por centímetro, sentindo o cérebro derreter com o aperto virgem. Ela gritou baixinho, unhas no concreto, pedindo mais. Quando enterrou até o fundo, parou, deixou ela se acostumar, depois começou a meter. Devagar no começo, depois forte, fundo, o pau sumindo inteiro na buceta quente que engolia tudo. A cada estocada o barulho molhado ecoava, pele batendo em pele, os peitos dela balançando pesados pra frente.

Ele puxou ela pra cima, sentou no chão quente e fez ela cavalgar. Brigitte encaixou o pau de novo e quicou com força, a bunda batendo nas coxas dele, a buceta engolindo até as bolas. Os seios pulavam na cara dele; ele chupou um bico com força enquanto ela rebolava suja.

— Fala safadeza — pediu ela ofegante, quicando mais rápido. — Me chama de puta. Fala que essa buceta virgem é sua.

— É minha essa puta virgem gostosa — ele rosnou, segurando a cintura dela e metendo pra cima. — Essa buceta aperta o pau do amigo que você sempre quis. Toma toda porra. Quica mais forte, porra, me mama com esse buraco.

Brigitte gritou, o orgasmo batendo de novo, a buceta pulsando em volta do pau dele em câmara lenta. Lucas não aguentou. Enterrou fundo e gozou dentro, jatos quentes enchendo a virgem pela primeira vez, pulsando enquanto ela gozava junto, tremendo, unhas nas costas dele, os dois suados, ofegantes, o porra dele vazando misturado com o mel dela escorrendo pelas bolas enquanto o barulho distante da avenida continuava lá embaixo.

Eles ficaram abraçados no telhado, peitos colados, o pau ainda semi-duro dentro dela, o ar quente demais, o cheiro de sexo grosso no nariz. Brigitte riu baixinho contra o pescoço dele, a voz rouca de tanto gemer, e murmurou alguma coisa suja sobre ainda não ter terminado com ele naquela noite — os dedos já descendo de novo entre os corpos grudados.

Eles ainda estavam colados, o pau semi-duro de Lucas latejando dentro da buceta quente e escorregadia de Brigitte, o porra dele misturado com o mel dela pingando devagar pelas bolas pesadas e escorrendo pela rachinha da bunda dela até o concreto quente do telhado. O ar de São Paulo continuava abafado, cheirando a sexo grosso, suor e fumaça distante de cigarro. Brigitte riu baixinho contra o pescoço dele, a voz rouca de tanto gemer, e os dedos dela já desciam de novo entre os corpos grudados, enfiando-se no espaço apertado onde ele ainda a preenchia, massageando o próprio clitóris inchado e a base grossa do pau dele ao mesmo tempo.

— Ainda não acabei com você, porra — murmurou ela, rebolando devagar, sentindo o pau engrossar de novo lá dentro, enchendo-a outra vez. — Quero mais. Quero sentir você me arrombando de novo até eu não aguentar mais ficar em pé.

Lucas gemeu baixo, as mãos grandes apertando a bunda redonda dela, abrindo os glúteos pra sentir o vazamento quente. Ele tinha vinte e dois anos e nunca tinha gozado tão fundo numa buceta assim, especialmente a de sua melhor amiga de vinte e um, aquela que ele fantasiava há quase dois anos. Agora ela estava ali, nua da cintura pra cima, shortinho e calcinha puxados pro lado, cavalgando o resto do pau dele como se tivesse nascido pra aquilo.

— Então me usa, putinha — rosnou ele, mordendo o ombro suado dela. — Essa buceta virgem agora é buraco de puta do amigo. Quica. Me mama com ela até eu gozar de novo pra dentro.

Brigitte ergueu o quadril devagar, deixando só a cabeça grossa dentro, e desceu com força, engolindo tudo de uma vez. O barulho molhado ecoou no terraço vazio. Ela começou a quicar de verdade, a bunda batendo nas coxas dele com estalos molhados, os peitos firmes pulando na cara de Lucas. Ele chupou um mamilo rosado com voracidade, dentes raspando, língua girando enquanto ela rebolava suja, gemendo alto demais pro nono andar, mas cagando pra qualquer um que pudesse ouvir. A buceta dela ainda estava inchada e sensível do primeiro orgasmo, apertando o pau dele em câmaras lentas a cada descida, os lábios inchados se abrindo e se fechando em torno da veia grossa.

— Porra, Lucas… você é tão grosso — ela ofegou, os olhos semicerrados de tesão. — Sinto cada centímetro me abrindo. Fala mais safadeza. Me chama de vadia. Diz que vai me foder até eu virar sua puta particular.

Ele segurou a cintura dela com força e meteu pra cima, encontrando as quicadas dela no meio do caminho. O pau sumia inteiro, as bolas batendo na bunda, o porra antigo sendo empurrado pra fora em fios brancos que escorriam pela rachinha. Lucas sentia o cérebro derretendo de novo com aquele aperto quente e virgem que agora se abria só pra ele.

— Você é minha vadia de telhado agora — ele rosnou contra o peito dela, chupando o outro bico até ela gritar. — Essa buceta aperta meu pau como se tivesse pedindo esmola. Quica mais forte, porra. Me usa pra gozar. Eu quero ver essa cara de puta gozando de novo no pau do melhor amigo.

Brigitte acelerou, rebolando em círculos sujos, o clitóris esfregando na base dele a cada movimento. Ela enfiou a mão entre eles e esfregou o próprio botão inchado com dois dedos, enquanto a outra mão puxava o cabelo dele pra baixo, forçando-o a mamar mais nos peitos. O orgasmo veio rápido e violento: a buceta dela pulsou em volta do pau dele como uma mão apertando, milímetro por milímetro, e ela gritou no pescoço dele, tremendo toda, as unhas cravadas nas costas largas. Lucas não parou. Continuou metendo pra cima enquanto ela gozava, esticando o prazer dela até ela implorar sem fôlego.

— Para… não para… porra, continua — ela balbuciava, confusa de tesão.

Ele a ergueu de uma vez, o pau saindo com um ploc molhado, e a virou de quatro de novo contra a mureta baixa. A vista das luzes de Pinheiros brilhava embaixo, o vento quente batendo nos peitos pendurados dela. Lucas ajoelhou atrás, abriu a bunda com as duas mãos e cuspiu direto na buceta inchada e vermelha, o cuspindo escorrendo misturado com o porra dele. Enfiou dois dedos de uma vez, revirando, abrindo, sentindo o aperto ainda quente.

— Olha pra isso — ele falou, a voz rouca de safadeza. — Toda arrombada e ainda pedindo mais. Sua buceta tá babando porra e mel. Vou te foder até você não conseguir sentar amanhã.

Brigitte empurrou a bunda pra trás, gemendo quando os dedos saíram e a cabeça grossa entrou de novo de uma tacada só. Lucas enterrou até o fundo e começou a meter com força, sem piedade, o quadril batendo na bunda dela com estalos secos e molhados. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem pra frente, os mamilos raspando no concreto quente da mureta. Ela gemia alto, pedindo mais fundo, mais forte, as unhas arranhando o peitoril.

— Isso, me fode como puta — ela gritou. — Arromba essa buceta. Quero acordar amanhã ainda sentindo seu pau.

Lucas segurou o cabelo dela num punho e puxou a cabeça pra trás, metendo mais fundo, o pau sumindo inteiro a cada vaivém. O som de pele batendo em pele ecoava no terraço, misturado com o gemido dela e o rosnado baixo dele. Ele curvou o corpo sobre o dela, uma mão descendo pra esfregar o clitóris inchado enquanto metia, e Brigitte gozou de novo ali mesmo, a buceta contraindo em espasmos violentos, esguichando um fio fino de tesão que molhou as coxas dele.

Ele não aguentou muito depois disso. Puxou o pau pra fora, a cabeça roxa e brilhante de porra e mel, e deu um tapa na bunda dela.

— Vira. Quero gozar na sua cara e nos peitos. Quero ver você lambendo.

Brigitte virou rápido, ajoelhada no concreto quente, os peitos empinados, a boca aberta e babando. Lucas se masturbou rápido na frente dela, a mão deslizando no pau escorregadio, e gozou em jatos grossos e quentes: o primeiro acertou a língua dela, o segundo a bochecha e o queixo, o terceiro e o quarto cobriram os peitos firmes, escorrendo pelos mamilos rosados. Ela engoliu o que caiu na boca, lambeu os lábios e usou os dedos pra limpar o resto dos peitos, chupando os próprios dedos com um olhar safado de quem acabara de descobrir o paraíso.

— Porra… gostoso pra caralho — ela sussurrou, ainda ofegante, o peito subindo e descendo. — Me dá esse pau de novo. Quero chupar limpo.

Ela se inclinou e engoliu o pau ainda latejando, chupando o resto do gozo e o gosto dela mesma, a língua girando na cabeça sensível até Lucas gemer e puxar o cabelo dela de leve. Ele estava semi-duro de novo, impossível não reagir àquela boca gulosa. Brigitte chupou fundo, engasgando de propósito, babando no pau inteiro, cuspinho escorrendo pelo queixo até os peitos já sujos. Depois se ergueu, empurrou ele pra sentar de novo no chão quente e montou de frente, encaixando o pau inchado outra vez na buceta latejante.

Dessa vez ela cavalgou devagar, profundo, sentindo cada veia, cada centímetro a abrindo de novo. Os peitos balançavam na cara dele; Lucas chupava um, apertava o outro, as mãos guiando a bunda dela pra baixo com força. Eles se beijaram molhado, línguas se enroscando no gosto de porra e sexo, o suor escorrendo entre os corpos colados.

— Eu te amo de amizade há porra de tempo — ele murmurou entre beijos, metendo pra cima. — E agora te amo de pau dentro também. Essa buceta é minha pra sempre, entendeu?

— Entendi, porra — ela ofegou, rebolando mais rápido. — Pode foder sua puta quando quiser. No telhado, no elevador, no sofá. Só não para.

Eles gozaram juntos pela terceira vez, o orgasmo dela puxando o dele como um ímã: Lucas enterrou fundo e jatos quentes encheram ela de novo, vazando pelas laterais enquanto ela tremia, a buceta pulsando, unhas cravadas nas costas dele, a boca aberta num grito mudo contra o ombro suado. Eles ficaram assim longos minutos, o pau ainda dentro, o coração martelando, o ar quente demais, a cidade barulhenta lá embaixo como se nada tivesse mudado — só que tudo tinha.

Brigitte riu baixinho, a voz rouca, e beijou o maxilar dele.

— Acho que a gente fodeu a amizade pra sempre… e valeu cada centímetro.

Quando finalmente se separaram, o porra escorrendo pelas coxas dela até o chão do terraço, Lucas a puxou pra um abraço suado e sujo, os peitos colados no peito dele, o cheiro de sexo impregnado na pele de ambos. Eles fumaram o resto do cigarro apagado, rindo baixinho, os corpos ainda latejando, e ela murmurou que da próxima vez queria levar no cu também, pra ele abrir o outro buraco com o mesmo pau grosso. Lucas só assentiu, a mão já descendo de novo pra apertar a bunda dela, o polegar brincando com a entrada apertada enquanto ela rebolava de leve no colo dele.

O sol já começava a clarear no horizonte distante quando eles desceram a escada de serviço de mãos dadas, nua por baixo da regata e do short puxado de qualquer jeito, o vazamento ainda quente escorrendo devagar.

Ela nunca mais conseguiu olhar pra um telhado sem ficar encharcada.

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