Ajuste Perfeito no Provador
A esposa de 32 anos trai o marido no provador com o vendedor gostoso de 28, que come ela gostoso.
Sonia, uma esposa de 32 anos casada há quase dez anos, entrou na boutique de luxo de braços dados com o marido Emmett. O casamento deles havia esfriado tanto que Sonia mal lembrava da última vez em que sentira de verdade o corpo vibrar de desejo. Emmett vivia mergulhado no trabalho, as transas eram mecânicas, rápidas e sem fogo. Ela se sentia invisível. Por isso, quando sugeriu comprar um vestido novo para a festa da empresa dele, Emmett concordou de má vontade, só para calar sua boca. A loja era cara, cheia de peças exclusivas, e assim que cruzaram a porta o vendedor se aproximou. Cody, um gato de 28 anos com ombros largos, braços definidos pela academia e um sorriso safado que parecia feito para tirar calcinhas, olhou diretamente para ela.
— Boa tarde. Posso ajudar? — perguntou Cody, a voz grave e baixa, os olhos descendo sem vergonha pelo decote de Sonia.
Emmett resmungou algo sobre “rápido, tenho reunião daqui a pouco” e se jogou numa poltrona perto dos provadores, já mexendo no celular. Sonia escolheu três vestidos. O terceiro, um modelo preto colado ao corpo, justo nas coxas e com um decote que valorizava os seios maduros dela, foi o escolhido. No provador espaçoso, com cortina pesada e um espelho enorme, ela vestiu a peça. O zíper nas costas travou. Sonia respirou fundo e chamou:
— Com licença… pode me ajudar aqui?
Cody entrou rápido, fechando a cortina atrás de si. Emmett ficou do lado de fora, visível apenas pela sombra dos pés e pelo suspiro impaciente que soltava de tempos em tempos. No reflexo do espelho, os olhos de Cody encontraram os dela. Ele se posicionou atrás, o peito quase encostando nas costas de Sonia. As mãos quentes dele tocaram a pele nua da lombar enquanto puxava o zíper devagar, muito devagar. O toque era intencional. Os dedos roçavam a curva da coluna, descendo um pouco mais que o necessário.
— Caralho, senhora… esse vestido foi feito pra esse corpo — murmurou ele, a boca perto da orelha dela. — Olha essas coxas grossas… essa bunda empinada… você tem uma buceta que deve ser uma delícia de comer. Aposto que seu marido não te chupa direito faz tempo.
Sonia sentiu o ar fugir. O coração disparou. Fazia meses, talvez anos, que ninguém falava com ela daquele jeito. A calcinha de renda já estava úmida, o clitóris latejando. Ela mordeu o lábio, olhando o próprio reflexo: rosto corado, mamilos marcados no tecido fino. No espelho, Cody sorria, safado, como se soubesse exatamente o efeito que causava.
— Você é louco… meu marido tá bem ali — sussurrou ela, mas a voz saiu rouca, traída.
— Ele tá no celular. Não tá vendo como sua esposa tá molhada só com minhas palavras. — Cody terminou de subir o zíper, mas deixou as mãos nas laterais do quadril dela, apertando de leve. — Se precisar de ajuste, é só chamar. Eu volto rapidinho.
Ele saiu. Sonia ficou sozinha, pernas tremendo, buceta pulsando. O vestido servia perfeitamente. Mesmo assim, ela tirou a peça, vestiu a roupa de novo e saiu do provador com cara de insatisfação.
— Não ficou bom. Quero experimentar de novo, mas com ajuste. Pode chamar o vendedor? — pediu alto o suficiente para Emmett ouvir.
O marido bufou.
— Pelo amor de Deus, Sonia, decide logo.
Cody voltou em menos de dez segundos. Dessa vez, quando entrou no provador, fechou a cortina e passou o trinco interno com um clique discreto. O som foi baixo, mas definitivo. Eles se entreolharam. O ar ficou pesado, carregado de tesão puro.
— Onde está apertando, senhora? — perguntou ele, já se aproximando.
Sonia apontou para as coxas. Cody se ajoelhou na frente dela. Suas mãos grandes subiram pelas pernas, empurrando o vestido para cima devagar. O tecido subia, revelando a pele macia, as coxas grossas que tremiam. Os dedos quentes dele ajustavam, mas apertavam, massageavam, subiam cada vez mais. Quando chegou na borda da calcinha, Cody levantou o rosto. Seus olhos estavam escuros de desejo.
— Eu quero comer essa buceta casada pra caralho — sussurrou ele, o hálito quente batendo na pele dela. — Quero enfiar minha língua bem fundo e sentir você gozar na minha boca enquanto seu marido espera lá fora. Você quer também, né? Tá molhada pra mim.
Sonia mordeu o lábio com força. Abriu ligeiramente as pernas, entregando-se. O desejo era mútuo, sujo, irresistível. Não havia pressão. Só tesão cru.
— Quero… porra, eu quero sim — respondeu ela baixinho, a voz falhando. — Me come, Cody. Me come gostoso.
Ele não esperou segunda ordem. Puxou o vestido até a cintura dela num movimento rápido. A calcinha de renda preta apareceu, já manchada de excitação. Cody rasgou o tecido com as duas mãos, o som do pano se partindo ecoou abafado no provador. Sonia arfou. Ele enterrou o rosto entre as coxas dela, língua larga lambendo toda a extensão da buceta molhada. Chupou o clitóris com fome, enfiou a língua na entrada quente, sugou os lábios inchados. Sonia teve que tapar a boca com as duas mãos para não gemer alto. Seus quadris se mexiam sozinhos, fodendo o rosto dele. O barulho molhado da boca de Cody devorando ela era obsceno.
— Ai, meu Deus… que boca gostosa… — pensou ela, olhos revirando, pernas fraquejando.
Depois de deixar ela à beira do gozo, Cody se levantou. Virou Sonia de frente para o espelho, pressionando o corpo dela contra o vidro frio. Abriu a calça, tirou o pau grosso, pesado, veioso, a cabeça vermelha brilhando. Sem aviso, meteu fundo na buceta quente dela em pé. Sonia sentiu cada centímetro abrindo espaço, esticando as paredes molhadas. Ele tapou a boca dela com a mão grande, o outro braço segurando a cintura.
— Toma essa rola, sua vadia casada — rosnou baixinho no ouvido dela, metendo forte, ritmado. — Essa buceta é minha agora. Seu marido nunca te fodeu assim, né? Olha no espelho como você tá levando pau.
Sonia via tudo: o rosto dela contorcido de prazer, os seios balançando dentro do vestido, o corpo de Cody atrás, quadril batendo contra sua bunda. Cada estocada fazia um barulho molhado abafado. Ela gozou pela primeira vez, buceta apertando o pau dele, suco escorrendo pelas coxas.
Cody não parou. Puxou ela para o banquinho, colocou Sonia de quatro, bunda empinada. Entrou de novo, agora mais bruto, segurando o cabelo dela como rédea. O pau grosso entrava até o fundo, batendo no colo do útero. Ele falava sujo o tempo todo, voz baixa e rouca:
— Goza de novo, porra. Goza na rola do amante enquanto seu corno espera lá fora. Essa buceta gulosa tá me chupando tão bem…
Sonia gozou mais uma vez, mordendo o próprio braço para não gritar. Cody acelerou, os golpes ficando descontrolados. Com um grunhido gutural, ele gozou fundo dentro dela. Jatos grossos, quentes, encheram a buceta de Sonia até transbordar. Ele ficou lá dentro, pulsando, esvaziando tudo.
Ofegantes, os dois ficaram em silêncio por alguns segundos. Sonia sentia o pau dele amolecendo ainda dentro, o sêmen começando a vazar. Cody tirou devagar, guardando o pau. Ela se levantou, pernas bambas, buceta latejando e pingando porra grossa pela coxa. Arrancou o vestido, vestiu a roupa comum às pressas, limpando o que dava com a calcinha rasgada que enfiou na bolsa.
Saiu do provador com o rosto vermelho, cabelo bagunçado, um brilho de quem acabou de levar uma foda bruta nos olhos. Emmett ergueu a sobrancelha.
— E aí? Comprou o vestido?
— Comprei… — respondeu Sonia, voz ainda rouca. — Esse ficou perfeito. Vou… vou precisar voltar semana que vem pra fazer uns ajustes finais. O vendedor disse que pode atender pessoalmente.
Emmett deu de ombros, já se levantando para pagar. Sonia sentiu mais um fio grosso de porra escorrer pela perna, molhando a parte interna da coxa. Seu olhar cruzou com o de Cody atrás do balcão. Ele lambeu discretamente o canto da boca, o mesmo sorriso safado de antes. Sonia apertou as coxas, sentindo o calor da porra dele ainda dentro dela, e soube que aquilo estava apenas começando. O risco, o tesão, a traição… tudo isso ainda ia render muito mais.
Sonia apertou as coxas com força, sentindo o calor da porra dele ainda dentro dela, e soube que aquilo estava apenas começando. O risco, o tesão, a traição… tudo isso ainda ia render muito mais.
No carro, voltando para casa ao lado de Emmett, cada buraco na rua fazia o sêmen grosso vazar um pouco mais pela coxa interna, molhando a pele macia e criando um fio quente que descia até o joelho. Ela mantinha as pernas bem fechadas, o vestido colado ao corpo suado, enquanto o marido dirigia distraído, falando sobre a reunião chata que teria no dia seguinte. Aos 32 anos, casada com ele havia quase dez, Sonia nunca havia se sentido tão viva e tão suja ao mesmo tempo. A buceta latejava a cada movimento, inchada e sensível do pau grosso que a havia arrombado sem piedade. “Se ele soubesse que acabei de levar uma foda bruta enquanto ele mexia no celular…”, pensou ela, mordendo o canto do lábio para conter o sorriso. O cheiro de sexo ainda pairava sutil no ar do carro, uma mistura de suor, porra e buceta molhada que a deixava excitada de novo.
Em casa, o banho demorou quase uma hora. Sonia ficou embaixo da água quente, passando os dedos entre as pernas, sentindo os lábios vaginais inchados e a entrada ainda escorregadia de sêmen. Ela enfiou dois dedos bem fundo, puxando o resto da porra de Cody para fora, e se masturbou devagar contra a parede do box, relembrando o jeito como ele havia tapado sua boca enquanto metia em pé. O orgasmo veio silencioso, pernas tremendo, dentes cravados no antebraço. Quando deitou na cama, Emmett tentou se aproximar com aquela rotina mecânica de sempre — mão fria no seio, beijo rápido, pau meio mole roçando na coxa dela. Sonia o empurrou com delicadeza, alegando cansaço. De costas para ele, enquanto o marido roncava, ela deslizou a mão até o clitóris novamente e gozou mais uma vez imaginando a língua do vendedor lambendo tudo.
Os dias seguintes foram um inferno delicioso. No trabalho, Sonia se pegava apertando as coxas na cadeira do escritório, a calcinha constantemente úmida só de lembrar do sorriso safado de Cody. À noite, evitava qualquer contato com Emmett, que parecia cada vez mais distante. Na segunda-feira seguinte, ela não aguentou. Ligou para a boutique fingindo dúvida sobre o comprimento do vestido e marcou horário específico com “o vendedor que me atendeu da outra vez”. A voz grave de Cody do outro lado da linha já a deixou molhada: “Pode vir no horário que quiser, senhora Sonia. Vou deixar o provador grande reservado só pra você. Temos muito ajuste pela frente”.
Quando empurrou a porta da loja, o ar pareceu mais pesado. Cody estava atrás do balcão, camisa social justa marcando os ombros largos e o peito definido pela academia. Aos 28 anos, ele tinha aquele ar de quem fodia bem e sabia disso. Seus olhos desceram direto para o decote dela, que havia escolhido uma blusa mais aberta e uma saia curta que valorizava as coxas grossas. “Você não aguentou esperar, né?”, murmurou ele baixo enquanto a guiava para o provador. “Essa buceta casada ficou com saudade da minha rola.”
Assim que a cortina pesada foi fechada e o trinco interno passou com aquele clique definitivo, Cody a prensou contra a parede espelhada. O beijo foi bruto, línguas se enrolando com fome, saliva trocada sem cerimônia. As mãos grandes dele subiram por baixo da saia, encontrando a calcinha de renda já encharcada. Dois dedos grossos afastaram o tecido e entraram de uma vez, fazendo um barulho molhado que encheu o espaço pequeno. Sonia gemeu na boca dele, quadris se mexendo sozinhos, cavalgando os dedos enquanto sentia o pau dele endurecendo contra sua barriga.
“Eu passei a semana toda batendo punheta pensando nessa buceta apertada”, rosnou Cody no ouvido dela, dedos entrando e saindo rápido. “Você é uma esposa de 32 anos que merece ser comida direito, não daquele jeito sem graça que seu marido deve fazer.” Sonia respondeu tirando a blusa dele, passando as unhas pelo abdômen tanquinho, descendo até abrir o cinto com pressa. O pau saltou pesado, veioso, cabeça grossa brilhando. Ela se ajoelhou no carpete macio do provador, segurou a base grossa com as duas mãos e lambeu devagar da bola esquerda até a ponta, saboreando o gosto salgado de macho jovem.
“Chupa gostoso, vai… engole essa rola toda”, ordenou ele, segurando o cabelo dela com firmeza mas sem forçar. Sonia abriu a boca ao máximo, desceu até sentir a cabeça bater no fundo da garganta, engasgou, babou, subiu e desceu de novo, chupando com barulho, olhos lacrimejando de tesão. O pau pulsava na língua dela, grosso, quente, cheirando a homem. Enquanto mamava, ela enfiava a própria mão na buceta, três dedos fodendo rápido, gemendo vibrando ao redor da rola. Cody xingava baixinho: “Porra, que boca gulosa… você mama melhor que qualquer putinha de 20 anos. Essa é a vantagem de uma casada tarada”.
Depois de quase dez minutos de boquete molhado, Cody a levantou, arrancou o resto da roupa dela e a sentou no banquinho largo. Abriu as coxas grossas dela ao máximo, admirou a buceta inchada, clitóris saltado, e mergulhou o rosto ali. A língua larga lambeu tudo: do cu até o grelo, sugando os lábios, penetrando fundo, dois dedos curvados batendo exatamente onde ela precisava. Sonia segurava a cabeça dele contra si, rebolando no rosto, suco escorrendo pelo queixo dele. “Ai, caralho… que boca maravilhosa… meu marido nunca me chupou assim na vida… me faz gozar, Cody, por favor!”
O orgasmo veio forte, pernas tremendo violentamente, buceta contraindo e soltando um jato quente que molhou o peito dele. Cody bebeu tudo, lambendo até a última gota, olhos escuros de desejo. Sem dar tempo, ele a virou de frente para o espelho, pés dela plantados no chão, bunda empinada. Segurou a cintura com força e meteu tudo de uma vez. Sonia viu no reflexo o pau grosso desaparecendo entre suas coxas, abrindo as paredes molhadas, esticando tudo. Cada estocada fazia os seios pesados balançarem, mamilos roçando no vidro frio.
“Olha pra você… olha como tá levando rola de amante gostoso”, ele rosnava, metendo ritmado e fundo. “Essa buceta é minha agora. Toda vez que seu corno te tocar, vai sentir o meu pau ainda aqui dentro.” Sonia rebolava para trás, encontrando as investidas, gemendo baixo: “Me fode mais forte… me usa… eu sou sua vadia casada, Cody… me arromba!” O suor escorria pelos corpos, o barulho molhado de pele contra pele ficando cada vez mais obsceno. Ele deu tapas na bunda, deixando marcas vermelhas, puxou o cabelo dela como rédea, acelerando até ela gozar de novo, buceta apertando o pau dele como um punho quente.
Eles trocaram de posição. Cody sentou no banquinho e puxou Sonia para cima, de frente, pernas abertas em volta da cintura dele. Ela desceu devagar, sentindo cada centímetro invadir novamente, e começou a cavalgar com força. Os seios batiam no rosto dele, que chupava e mordia os mamilos enquanto apertava a bunda dela, abrindo bem as nádegas. Sonia rebolava no colo, sentindo a cabeça grossa bater no fundo do útero, o clitóris roçando no osso pélvico dele. “Tá sentindo como eu te encho? Seu marido nunca chegou nem perto disso”, ele sussurrou. Ela gozou pela terceira vez, unhas cravadas nos ombros dele, corpo inteiro tremendo, leite escorrendo pela rola e molhando as bolas pesadas.
Por fim, ele a colocou de quatro no chão, bunda bem alta. Metia como um animal agora, golpes brutais, bolas batendo no clitóris, mão segurando o cabelo. “Goza mais uma vez pra mim… aperta essa rola com essa buceta traidora!” Sonia mordeu o próprio braço, corpo convulsionando num orgasmo tão forte que os joelhos fraquejaram. Cody rosnou, meteu até o fundo e gozou, jatos quentes e grossos enchendo ela até transbordar, porra escorrendo pelas coxas, pingando no carpete.
Ofegantes, suados, eles se abraçaram por um minuto longo, beijos agora mais calmos. Sonia vestiu as roupas com pernas bambas, buceta latejando, cheia e pingando. “Eu volto na próxima semana… e na outra… preciso de muitos ajustes ainda”, disse ela, voz rouca. Cody lambeu os lábios, sorrindo: “Estou sempre pronto pra comer essa buceta casada do jeito que você merece”.
Ao sair da loja, o celular vibrou na bolsa. Era uma mensagem de Emmett: “Vi que demorou bastante no ajuste hoje. O Cody me mandou mensagem dizendo que você ficou muito satisfeita. Fico feliz, amor. Foi ideia minha te levar naquela boutique específica desde o começo. Achei que você precisava de um ajuste perfeito… em todos os sentidos.”
Sonia parou na calçada, o coração disparado de forma completamente nova, sentindo a porra do amante escorrer pela perna enquanto relia as palavras. Tudo o que ela havia vivido como traição deliciosa e secreta tinha sido, na verdade, o plano cuidadoso do próprio marido para reacender o desejo no casamento deles.
Rate this story
Algo errado com esta história?
Popular Collections
Browse Categories