A Chuva Nos Prendeu e Ele Me Tocou Pela Primeira Vez

Leilani, de 24 anos, e o vizinho Warrick, de 28, ficaram presos pela chuva e ele comeu a buceta virgem dela pela primeira vez.

13 min read September 13, 2026New

A chuva desabou de repente, como se o céu de verão sobre o interior de São Paulo tivesse decidido engolir tudo. Leilani, uma secretária de 24 anos que havia viajado para passar uns dias na casa de veraneio da família, estava na varanda trocando ideias com Warrick, o vizinho de 28 anos que trabalhava como mecânico na cidadezinha próxima. Ela sempre o achara gostoso pra caralho — aqueles braços grossos de quem levanta motor o dia inteiro, a camiseta justa marcando o peito largo, o jeito como ele sorria de lado quando falava. Agora, ali sozinhos, a conversa fluía fácil, mas o ar já estava carregado.

Eles riam de uma história antiga, de quando ele consertou o carro dela de graça e ela retribuiu com um brigadeiro queimado, quando as primeiras gotas grossas estouraram no telhado de madeira. Em menos de um minuto virou um temporal daqueles que alaga estrada e derruba energia. A água batia forte, formando uma cortina cinzenta que impedia até de ver o quintal.

— Merda, corre pra dentro! — gritou Warrick, segurando o braço dela.

Os dois entraram correndo. A porta bateu e o barulho do mundo lá fora virou um rugido abafado. As roupas molhadas colavam no corpo. A blusa fina de Leilani marcava os bicos dos seios pequenos e empinados, a saia jeans curta grudada nas coxas grossas e macias. Warrick estava com a camisa branca quase transparente, o peito definido brilhando de água. O calor úmido dos corpos deles se misturava no espaço pequeno do hall. Ele estava perto. Perto demais. Leilani sentiu o cheiro dele — suor limpo, óleo de motor e homem — e seu ventre contraiu de um jeito que ela nunca sentira tão forte.

Ela pensou: “Caralho, a gente tá preso aqui. Sozinhos. E ele tá me olhando como se quisesse me devorar.”

Foram para a sala de estar. O sofá grande de couro estava frio contra as pernas molhadas. Sentaram lado a lado, esperando a chuva passar. Mas o temporal não dava sinal de trégua. Os olhares se demoravam. Warrick passou a mão no próprio braço, “sem querer” roçando o dela. Leilani sentiu a pele arrepiar. Depois foi a coxa dele encostando na dela, quente, pesada. Ela não afastou.

— Lembra quando você me ajudou a trocar o pneu naquela chuva fraca? — perguntou ela, rindo nervosa, mas a voz saiu rouca.

— Lembro. Você tava de shortinho curto igual esse. Eu quase não consegui focar no macaco — respondeu ele, o olhar descendo para as pernas dela.

O flerte ficou aberto. Risadas, confissões leves. A mão dele pousou no joelho dela enquanto contava uma história do mecânico. Ela retribuiu, tocando o bíceps dele, sentindo o músculo duro. O ar estava elétrico. Leilani respirava mais rápido. O calor entre as pernas crescia, molhando a calcinha por baixo da saia úmida.

Por fim, depois de um silêncio longo, ela soltou, a voz tremendo:

— Warrick… eu nunca transei com ninguém. Sou virgem. E, honestamente, faz tempo que eu fantasiava com você. Toda vez que te via sem camisa consertando o carro, eu ia pro quarto e… tocava em mim pensando na sua boca, nas suas mãos.

Ele congelou por um segundo. Depois os olhos escureceram de desejo puro.

— Porra, Leilani… eu te desejo pra caralho desde que você se mudou pra casa ao lado. Eu batia punheta pensando em te comer nessa varanda, em te fazer gemer meu nome. Mas você parecia tão certinha… nunca imaginei que fosse virgem. Isso me deixa ainda mais louco.

A proximidade virou imã. Ele se inclinou primeiro. O beijo aconteceu como algo inevitável, bocas quentes e molhadas se encontrando com fome. A língua dele invadiu a dela, dominando, e Leilani gemeu baixo, as mãos agarrando a camisa dele. As mãos grandes de Warrick deslizaram por baixo da blusa molhada, subindo pela barriga lisinha até segurar os seios. Os polegares roçaram os mamilos duros e ela arqueou as costas, sentindo um choque direto na buceta.

— Me toca de verdade… pela primeira vez — pediu ela, quase implorando, boca colada na dele. — Por favor, Warrick. Eu quero sentir.

Ele não esperou segunda ordem. Com um rosnado baixo, deitou Leilani no sofá largo. As mãos dele foram brutas de tesão, abrindo o botão da saia e puxando o tecido para baixo junto com a calcinha de algodão simples. A roupa molhada saiu fácil. Ele abriu as pernas dela com fome, joelhos dobrados, expondo a bucetinha virgem, lisinha, inchada e brilhando de tesão. Os lábios rosados estavam molhados, o clitóris aparecendo inchadinho.

— Olha essa bucetinha virgem… toda molhada pra mim. Tão perfeita, caralho — murmurou ele, voz rouca.

Warrick se ajoelhou no chão, puxou os quadris dela para a borda do sofá e mergulhou o rosto. A língua quente lambeu devagar do períneo até o clitóris, saboreando o gosto doce e fresco. Leilani deu um grito agudo, as mãos voando para o cabelo dele. Ele chupou o clitóris com vontade, sugando, girando a língua, enquanto dois dedos grossos acariciavam a entrada apertada. Devagar, ele enfiou um dedo, sentindo as paredes quentes e virgens apertarem forte.

— Ahh… Warrick… que delícia… nunca senti isso — gemeu ela, quadris se mexendo sozinhos contra a boca dele.

Ele acelerou, dois dedos agora metendo ritmados enquanto a língua batia firme no clitóris. O som molhado, obsceno — chupadas, gemidos, o barulho da chuva lá fora — enchia a sala. Leilani sentia o orgasmo subir como uma onda gigante. O ventre contraiu, as coxas tremeram. Pela primeira vez na vida, ela gozou na boca de um homem. O corpo inteiro convulsionou, buceta pulsando forte contra a língua dele, um jorro quente de prazer molhando o queixo de Warrick. Ela gritou o nome dele, unhas cravadas nos ombros largos.

Ofegante, ainda tremendo, Leilani se sentou. Os olhos dela caíram para a calça dele, onde o pau grosso esticava o tecido. Nervosa mas excitada pra caralho, ela se ajoelhou no tapete.

— Quero te chupar… nunca fiz isso, mas eu quero — sussurrou.

Warrick abriu o zíper e tirou o pau. Era grosso, veioso, cabeça inchada e vermelha, quase 20 centímetros latejando. Leilani lambeu os lábios, segurou a base com as duas mãos e colocou a boca. O gosto salgado e masculino encheu sua língua. Ela chupou a cabeça, girando a língua, descendo o máximo que conseguia. Engasgou quando ele empurrou um pouco mais fundo, saliva escorrendo pelos cantos da boca e pingando nos seios ainda cobertos pela blusa molhada.

— Isso, Leilani… chupa meu pau gostoso. Engole mais, vai… que boca virgem deliciosa — grunhiu ele, segurando o cabelo dela com firmeza, guiando o ritmo sem forçar demais.

Ela babava, engasgava, olhos lacrimejando, mas não parava. Amava o peso dele na língua, o jeito como ele pulsava.

Warrick não aguentou muito. Puxou ela para cima, virou de quatro no sofá, bundinha empinada. Posicionou o pau na entrada encharcada e meteu devagar no começo, abrindo a buceta virgem centímetro por centímetro. Leilani gemeu alto, uma mistura de ardor e prazer absurdo.

— Porra, como você é apertada… essa bucetinha tá me estrangulando, Leilani. Tão quente… tão minha.

Ele começou a meter mais forte, fundo, batendo as bolas contra o clitóris. O som de carne molhada contra carne enchia a sala. Depois virou ela de frente, colocou as pernas dela sobre um ombro e meteu ainda mais fundo, quase dobrando a garota ao meio. O pau batia no fundo da buceta a cada estocada.

— Tá gostando de levar pau pela primeira vez, hein? Fala pra mim. Diz que essa buceta virgem adora ser comida pelo pau do vizinho — rosnou ele, suado, músculos brilhando.

— Adoro… me fode mais forte, Warrick! Não para… eu vou gozar de novo! — gritou ela, unhas arranhando as costas dele.

Os dois gozaram juntos. Leilani apertou o pau dele com força, corpo tremendo no segundo orgasmo da vida. Warrick urrou, enterrando fundo e enchendo a buceta virgem de porra quente, jatos grossos pintando as paredes internas dela. O sêmen escorreu quando ele saiu devagar, misturado com os sucos dela.

Ofegantes e suados, os corpos colados no sofá, Warrick limpou o suor da testa dela com o polegar, ainda ofegando. A chuva continuava caindo forte lá fora, sem sinal de parar. O pau dele, ainda meio duro, roçava na coxa molhada de Leilani. Ela sentiu um novo calor subir, o corpo pedindo mais, a mente girando com tudo que havia acabado de acontecer.

Ele sorriu de canto, voz baixa e suja:

— A estrada deve tá toda alagada… ninguém vai chegar aqui hoje. E eu ainda não terminei com você, Leilani. Tem muito mais que eu quero te ensinar essa noite.

A mão dele desceu novamente entre as pernas dela, dedos brincando com a mistura de porra e tesão que escorria da buceta inchada, enquanto a chuva continuava prendendo os dois ali dentro.

Os dedos grossos de Warrick continuavam mergulhando na buceta melada de Leilani, mexendo devagar naquela mistura quente de porra grossa e tesão fresco que escorria sem parar pela fenda inchada. O som era alto, molhado, um chup-chup obsceno que ecoava pela sala pequena apesar do rugido da chuva lá fora. Leilani, a secretária de 24 anos que mal conseguia respirar direito, sentia cada movimento dos dedos dele roçando as paredes sensíveis, empurrando o sêmen mais fundo e depois trazendo um pouco para fora, sujando as coxas grossas e macias. O clitóris latejava, inchado e exposto, e o polegar dele não dava trégua, circulando devagar, pressionando, fazendo o ventre dela contrair em espasmos.

— Olha essa bagunça que eu fiz em você — murmurou Warrick, a voz rouca e suja, os olhos fixos na buceta aberta enquanto enfiava mais um dedo, agora três esticando a entrada ainda apertada. Aos 28 anos, com o corpo marcado de quem levanta motor o dia inteiro, ele parecia um animal contendo a fome. — Minha porra escorrendo da bucetinha virgem... caralho, Leilani, você tá piscando no meu dedo como se quisesse mais. Fala pra mim, vai. Fala que essa buceta gulosa quer ser comida de novo.

Ela arqueou as costas, os bicos dos seios pequenos duros como pedra roçando na blusa ainda úmida. O cheiro de sexo — suor, porra, buceta molhada — dominava o ar úmido do hall. “Eu acabei de gozar na boca dele e já quero mais. Meu corpo não é mais meu, é dele agora”, pensou Leilani, o rosto vermelho, os quadris se mexendo sozinhos contra a mão grande. — Quero sim... me fode de novo, Warrick. Me ensina tudo que você sabe. Eu sou virgem, mas quero ser sua putinha hoje.

Ele sorriu de lado, acelerou os dedos, curvando-os para acertar aquele ponto que a fazia ver estrelas. Os tapas molhados da palma contra a buceta inchada se misturavam aos gemidos agudos dela. Leilani gozou forte, as coxas tremendo violentamente, um jorro quente molhando o antebraço dele até o cotovelo. O orgasmo foi tão intenso que ela quase escorregou do sofá, o corpo convulsionando, a buceta apertando os dedos como se nunca mais quisesse soltar.

Sem tirar a mão, Warrick se ajoelhou melhor no tapete e baixou a boca novamente. Dessa vez ele não foi gentil. Lambeu toda a mistura — a porra dele, o gozo dela, a saliva — com lambidas longas e gananciosas, sugando os lábios rosados inchados e enfiando a língua bem fundo como se quisesse limpar tudo. O barulho era nojento e delicioso ao mesmo tempo. Leilani agarrou o cabelo curto dele com as duas mãos, puxando o rosto contra a buceta enquanto rebolava devagar.

— Você tá chupando sua própria porra da minha buceta... caralho, Warrick, isso é tão sujo... tão bom... não para, por favor, não para! — A língua dele batia firme no clitóris, depois descia e circulava o cuzinho virgem só para provocar. Ela sentiu outro orgasmo subir rápido, as paredes internas pulsando. Quando gozou na boca dele pela segunda vez, o corpo inteiro tremeu como se estivesse levando choque, um squirt fino escapando e molhando o queixo quadrado do mecânico. Ele engoliu tudo, gemendo contra a carne sensível, os dedos ainda metendo devagar para prolongar o prazer.

Leilani estava mole, mas o tesão não passava. Ela se sentou, empurrou ele para o sofá e se ajoelhou entre as pernas musculosas. O pau de Warrick estava duro de novo, latejando, a cabeça grossa brilhando com restos de porra e saliva. — Minha vez de te agradar — sussurrou ela, segurando a base grossa com as duas mãos pequenas. Colocou a boca e desceu, engolindo o máximo que conseguia, a garganta apertando em volta da cabeça. Engasgou, saliva grossa escorrendo pelos cantos da boca, pingando nos seios e na barriga lisinha. Mesmo assim, não parou. Subia e descia a cabeça, girando a língua na veia inchada, chupando as bolas pesadas uma por uma enquanto masturbava o pau molhado.

Warrick segurou o cabelo dela com firmeza, guiando o ritmo sem forçar demais. — Isso, Leilani... que boca virgem deliciosa. Engole mais fundo, vai... isso, assim. Você tá aprendendo a chupar pau gostoso rapidinho. Olha o quanto tá babando pros seus peitinhos... caralho, que visão. — Ela sentia o pau pulsar na língua, o gosto salgado e masculino enchendo a boca. “Eu amo isso. Amo ser usada assim, sentir ele latejando porque eu tô chupando bem”, pensou, os olhos lacrimejando de esforço, mas a buceta escorrendo de novo só de ouvir os grunhidos dele.

Ele não aguentou muito tempo. Puxou Leilani para cima, sentou no sofá e a fez montar nele. — Senta, vai. Quero ver você cavalgando meu pau pela primeira vez de verdade. Rebola gostoso pra mim. — Ela posicionou a entrada encharcada e desceu devagar, sentindo o pau grosso abrir caminho de novo, centímetro por centímetro, até as bolas estarem grudadas na bunda. Quando estava todo dentro, parou, respirando fundo, sentindo ele latejar contra o fundo da buceta. Depois começou a subir e descer, os seios pequenos balançando no ritmo, os mamilos duros pedindo atenção.

Warrick segurou a cintura dela, deu tapas na bunda redonda, guiando o movimento. — Rebola o quadril, assim... porra, que buceta apertada. Tá me estrangulando, Leilani. Olha como seus peitinhos pulam enquanto você me cavalga. Mais rápido, vai, quica no pau do vizinho. — Ela obedeceu, o suor escorrendo entre os corpos, o som molhado de buceta descendo no pau enchendo a sala. O clitóris roçava na base grossa a cada descida, mandando choques de prazer direto no ventre. “Eu tô no controle, mas ao mesmo tempo ele tá me dominando completamente. Nunca imaginei que sexo fosse tão bruto e gostoso”, pensou ela, acelerando, os gemidos virando gritos curtos.

Warrick perdeu a paciência. Virou os dois, colocou Leilani de quatro no sofá largo, empinou aquela bunda macia e meteu tudo de uma vez. O tapa forte que deu na nádega esquerda deixou a marca vermelha imediata. — Agora eu vou te comer direito, sua vadia. Toma esse pau fundo na buceta virgem. — Ele metia com força bruta, as bolas batendo no clitóris inchado, uma mão puxando o cabelo dela para trás, a outra segurando o quadril. Cada estocada fazia o corpo dela balançar, os seios roçando no couro frio do sofá. O ardor era gostoso, o prazer quase dolorido de tão intenso.

— Me fode mais forte, Warrick! Me usa! Eu quero sentir você batendo bem fundo! — gritava ela, a voz rouca, o rosto pressionado contra a almofada. Ele deu mais tapas, alternando as nádegas, deixando a pele quente e vermelha. O pau entrava e saía brilhando, coberto de creme branco. “Eu sou dele. Completamente. Quero que ele me marque, que me encha de novo”, pensava Leilani, sentindo o terceiro orgasmo da noite se aproximando como uma onda gigante.

Ele mudou de posição pela última vez. Deitou ela de costas, jogou as pernas dela sobre os ombros largos e dobrou o corpo dela quase ao meio. Nessa posição o pau entrava absurdamente fundo, batendo no fundo da buceta a cada estocada violenta. Os olhos deles se encontraram, suados, desesperados. — Goza no meu pau, Leilani. Quero sentir essa bucetinha virgem me apertando enquanto eu te encho de porra de novo — rosnou ele, o ritmo implacável.

Ela explodiu primeiro, o corpo inteiro travando, a buceta pulsando forte ao redor do pau grosso, ordenhando-o. O orgasmo foi tão forte que ela squirted um pouco, molhando a barriga dele. Warrick urrou, enterrou até o fundo e gozou pela segunda vez, jatos grossos e quentes pintando as paredes internas dela até transbordar, escorrendo pela fenda e sujando o sofá inteiro.

Sexo terminado, os dois desabaram suados e trêmulos, corpos colados, respirando com dificuldade. A chuva agora era só uma garoa fraca batendo no telhado. Warrick beijou o ombro dela com carinho, a mão grande acariciando a coxa trêmula. Leilani sorriu, aninhada no peito largo dele, fingindo que estava apenas curtindo o afterglow. Mas ela guardava um segredo só dela: desde cedo tinha visto a previsão do tempo avisando do temporal forte e, de propósito, ficara esperando por ele na varanda, inventando assunto para que ficassem exatamente assim — presos, molhados, sozinhos. Ela planejara cada minuto para que Warrick fosse o primeiro a comer sua buceta virgem. E ele nunca saberia disso. Enquanto a mão dele descia preguiçosa entre suas pernas novamente, Leilani sorriu por dentro, sabendo que a noite ainda não tinha acabado e que aquele segredo era só dela.

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