Apostou e Se Entregou para a Melhor Amiga

Duas amigas adultas de 28 e 27 anos em São Paulo se entregam numa foda lésbica safada e intensa depois de uma aposta quente.

12 min read September 18, 2026New

Era uma noite abafada de verão no nosso apartamento compartilhado no bairro da Vila Madalena, em São Paulo. Eu, Marina, 28 anos e designer gráfica que passava os dias criando campanhas para marcas de moda, estava encolhida no sofá de couro com uma taça de vinho na mão. Ao meu lado, Luana, minha melhor amiga há dez anos, com seus 27 anos bem vividos como influenciadora fitness que faturava postando treinos e refeições saudáveis, usava apenas um shortinho de lycra e um top cropped que mal continha os seios firmes. O suor brilhava na pele dela, descendo pelo vale entre os peitos e sumindo na barriga tanquinho. A gente ria de bobagens, mas o papo tinha virado confissão pesada. Luana me olhou de lado, aquele sorriso safado que sempre me desmontava, e soltou a bomba.

“Eu aposto que você nunca vai ter coragem de confessar que quer me comer, Marina. Faz dez anos que eu vejo você me olhando de canto. Prova que eu tô errada.”

Meu rosto queimou. O coração batia tão forte que eu sentia na garganta. Dentro de mim, uma voz gritava que era agora. Eu sempre fantasiei com o corpo dela, com o jeito como a bunda redonda esticava as leggings durante os vídeos de treino, com o cheiro de baunilha e suor que ela deixava no banheiro depois do banho. Engoli em seco e respondi, a voz rouca:

“Você acha mesmo que eu não tenho coragem? Tá apostado então.”

O ar mudou na sala. A luz amarelada do abajur deixava sombras gostosas nos músculos definidos das coxas dela. Luana mordeu o lábio inferior e se inclinou para frente, os mamilos marcando o tecido fino do top. Comecei a falar tudo que guardava. Elogiei cada pedaço dela sem filtro.

“Seu corpo me deixa louca, Luana. Esses peitos empinados, essa cintura fina que eu quero apertar enquanto te como... e essa bunda, caralho, eu já me masturbei pensando em morder ela.”

Ela riu baixinho, mas os olhos escureceram de tesão. A mão dela subiu devagar pelo meu braço, unhas arranhando de leve a pele, causando arrepios que desceram direto pro meio das minhas pernas. Eu já estava molhada, a calcinha grudando na buceta inchada.

“Eu também fantasiava, Marina. Às vezes, quando você tomava banho, eu ficava imaginando você de joelhos me chupando. Sempre quis saber qual era o gosto da sua língua na minha buceta.”

O flerte virou fogo em segundos. Luana não esperou mais. Ela segurou minha nuca com firmeza e me puxou para um beijo molhado, quente, quase bruto. Nossas línguas se enroscaram, saliva escorrendo no queixo enquanto a gente gemia alto, sem vergonha nenhuma. O gosto dela era doce do vinho e salgado de desejo. Eu agarrei os cabelos castanhos dela, puxando mais para perto. Luana me empurrou de costas no sofá, subindo em cima de mim, coxas abertas ao redor dos meus quadris. Nossas mãos voavam, tirando roupa com urgência. O top dela saiu primeiro, liberando aqueles seios perfeitos, mamilos marrons duros como pedra. Eu chupei um deles enquanto ela tirava minha camiseta, gemendo meu nome.

“Porra, Marina... eu quero te foder de verdade. Quero ouvir você gemer enquanto eu te como.”

“Me fode então, Luana. Eu sou sua hoje. Quero sua buceta na minha boca, quero tudo.”

A gente ficou nua em menos de um minuto. Pele com pele, suor misturado, bucetas molhadas roçando uma na outra enquanto a gente se beijava como se o mundo fosse acabar. Luana assumiu o controle de um jeito que me deixou ainda mais molhada. Ela era dominante, safada, exatamente como eu sempre sonhei. Com um sorriso predatório, ela se levantou, abriu a gaveta da mesinha de centro e pegou o strap-on roxo que a gente sabia que existia ali desde a mudança. Mas antes, ela quis meu rosto.

“Deita no sofá. Agora.”

Eu obedeci, deitando de costas. Luana tirou o shortinho, revelando a buceta depilada, inchada, brilhando de tanto tesão. Ela subiu em mim, uma perna de cada lado da minha cabeça, e sentou devagar no meu rosto. O cheiro dela era inebriante, almíscar misturado com excitação pura.

“Chupa minha buceta, Marina. Quero sentir essa língua fundo.”

Eu ataquei com fome. Lambi o clitóris inchado dela em círculos rápidos, depois enfiei a língua entre os lábios molhados, saboreando o mel que escorria. Luana rebolava no meu rosto, gemendo alto, os quadris se movendo com vontade. Eu subi duas dedos na buceta apertada dela, metendo fundo enquanto chupava o grelo com força. Ela tremia, xingando de prazer.

“Isso, assim... caralho, que boca gostosa. Me fode com esses dedos, sua safada.”

O barulho molhado dos meus dedos entrando e saindo enchia a sala junto com nossos gemidos. Luana gozou pela primeira vez assim, jorrando um pouco na minha boca, o corpo convulsionando enquanto ela apertava meus cabelos. Eu não parei, continuei chupando até ela descer trêmula.

Mas ela ainda não tinha terminado. Luana vestiu o strap-on com rapidez, o pau de silicone balançando grosso entre as pernas definidas. Ela me virou de quatro no sofá, empinando minha bunda. O tapa veio forte, ardido, me fazendo gemer.

“Olha essa bundinha empinada pra mim. Você é mesmo uma vadia lésbica, né? Minha putinha particular agora.”

“Sou sim... me come, Luana. Mete tudo.”

Ela cuspiu na ponta do strap e meteu de uma vez, fundo, abrindo minha buceta molhada. O impacto me fez gritar de prazer. Luana segurou meus quadris e começou a meter forte, ritmado, batendo a pélvis na minha bunda. Cada estocada fazia meus seios balançarem. Os tapas vinham seguidos, um em cada nádega, deixando a pele vermelha.

“Toma essa rola, sua putinha. Geme mais alto pra mim. Diz que essa buceta é minha.”

“É sua! Me fode mais forte, por favor... eu sou sua vadia lésbica, Luana!”

Ela acelerou, uma mão no meu cabelo puxando minha cabeça para trás, a outra dando tapas que ecoavam no apartamento. O prazer era insano. Meu clitóris pulsava, a buceta apertando o strap-on a cada investida. Luana falava putaria sem parar, voz rouca e dominadora:

“Olha como você engole tudo, sua safada. Aposto que você sonhava com isso toda noite enquanto se dedava pensando em mim. Agora goza pra sua dona.”

Eu explodi. O orgasmo me rasgou por dentro, ondas fortes que me fizeram tremer e gritar o nome dela. Gozei tanto que escorreu pelas coxas. Luana tirou o strap, me virou e sentou na minha barriga, esfregando a própria buceta molhada em mim enquanto se masturbava rápido. Ela gozou de novo, jorrando quente na minha pele, marcando meus seios e minha barriga com seu prazer. O cheiro de sexo enchia tudo.

A gente desabou abraçada no sofá, corpos suados colados, corações ainda disparados. Eu ria baixinho, sem acreditar no que tinha acabado de acontecer. Luana também ria, passando os dedos no meu cabelo molhado de suor.

“A aposta foi só desculpa, né?”, eu admiti, ainda ofegante.

“Claro que foi. Eu queria você faz tempo, Marina. Só precisava de um empurrão pra gente se entregar de verdade.”

Ela beijou minha testa com carinho, os lábios macios contrastando com toda a safadeza de minutos atrás. O corpo dela ainda tremia contra o meu, a perna dela entre as minhas, roçando de leve minha buceta sensível. Luana sussurrou, voz carregada de promessas:

“Agora a gente vai repetir isso sempre que der vontade... e eu já estou sentindo que vai ser bem mais cedo do que você imagina.”

Eu senti o olhar dela mudar novamente, aquele fogo ainda não apagado completamente. Meu corpo respondeu na hora, um novo calor se espalhando entre as pernas. A noite ainda estava longe de acabar, e eu já sabia que aquela entrega tinha aberto uma porta que nenhuma de nós queria fechar. O que viria depois, só o desejo sabia.

Era uma noite abafada de verão no nosso apartamento compartilhado no bairro da Vila Madalena, em São Paulo. Depois daquele sussurro carregado de promessas, o olhar de Luana mudou completamente, aquele brilho predatório voltando com força total enquanto ela me encarava, o corpo ainda colado ao meu no sofá, suor misturado escorrendo entre nossos peitos. Aos 27 anos, como influenciadora fitness que vivia de mostrar o tanquinho e as coxas definidas nos vídeos, ela sabia exatamente o efeito que causava em mim, e agora que a aposta tinha virado entrega completa, não havia mais disfarce. Meu corpo de 28 anos, acostumado a longas horas como designer gráfica criando campanhas sensuais para marcas de moda, respondia instantaneamente, um calor novo se espalhando pela minha buceta ainda latejante, os lábios inchados e molhados roçando na coxa dela de forma quase involuntária.

Pensei que depois de gozar tão forte e sentir ela jorrando na minha pele, eu estaria exausta, mas não. O desejo era um monstro insaciável que a gente tinha acordado depois de dez anos de olhares escondidos. Luana mordeu o lábio inferior, aquela expressão safada que sempre me desmontava, e deslizou a mão devagar pela minha barriga, os dedos traçando o caminho molhado que o squirt dela tinha deixado nos meus seios. “Ainda não acabou, né? Eu sinto sua buceta pulsando na minha perna, Marina. Você quer mais dessa sua amiga safada”, ela murmurou, a voz rouca ecoando no silêncio do apartamento, só o zumbido distante do ventilador de teto lutando contra o calor paulista.

Eu não respondi com palavras no começo. Em vez disso, agarrei a nuca dela e puxei para um beijo faminto, nossas línguas se enroscando de novo com urgência, o gosto dela misturado ao meu ainda fresco na boca. Saliva escorria pelos cantos enquanto gemíamos baixinho, as mãos voando sem pudor. Apertei aqueles seios empinados, sentindo os mamilos marrons endurecerem contra minhas palmas, e ela arqueou as costas, empurrando o quadril contra o meu com mais força. O atrito das bucetas depiladas, ainda meladas dos orgasmos anteriores, criava um barulho molhado e obsceno que enchia a sala. Cada roçada fazia meu clitóris inchar mais, latejando de um jeito quase dolorido de tanto tesão acumulado. “Caralho, Luana... eu nunca imaginei que seria tão bom sentir você assim, pele com pele, como se a gente tivesse nascido pra isso”, pensei, o coração martelando enquanto ela descia a boca para meu pescoço, chupando forte o suficiente pra deixar marca, depois descendo para morder o bico do meu seio esquerdo.

Ela riu baixinho contra minha pele, o som vibrando direto pro meio das minhas pernas. “Você tá encharcada de novo, sua vadia. Essa bucetinha gulosa não quer parar hoje, né? Então vamos pro quarto. Aqui no sofá a gente já se comeu de um jeito, mas na cama eu quero te virar, te abrir e te foder até o sol raiar.” Luana se levantou com aquela confiança de quem domina o próprio corpo fitness, o strap-on roxo ainda na mão, balançando grosso entre as coxas definidas. Eu segui, pernas bambas, o suor escorrendo pela minha barriga enquanto atravessávamos o corredor curto. O quarto estava mais escuro, apenas o luar filtrando pela janela sem cortina, iluminando a cama king size bagunçada que dividíamos como melhores amigas há tanto tempo. Agora era outra coisa. Ela me jogou de costas no colchão com um empurrão possessivo, subindo em cima de mim num movimento fluido, as coxas musculosas prendendo meus quadris.

Antes que eu pudesse recuperar o fôlego, Luana girou o corpo com agilidade, posicionando a buceta inchada e brilhante bem sobre meu rosto enquanto a boca dela descia direto pra minha. Era a posição que eu mais fantasiava nos banhos solitários: 69 completo, sem escapatória. O cheiro dela me invadiu inteiro — almíscar quente, baunilha do creme corporal misturado ao mel grosso que escorria dos lábios dela. “Senta na minha cara de verdade, Luana. Quero te sufocar com essa buceta gostosa enquanto você me chupa”, eu pedi, a voz abafada assim que ela desceu. Minha língua atacou sem piedade, lambendo em círculos largos o clitóris dela, depois enfiando fundo entre os lábios molhados, saboreando cada gota que escorria pra minha boca. Ao mesmo tempo, ela atacava a minha, chupando meu grelo com força ritmada, dois dedos dela metendo fundo na minha buceta, curvados exatamente onde eu precisava.

O quarto virou um coral de gemidos abafados e sons molhados. Eu subia os quadris, fodendo a boca dela enquanto enfiava três dedos na dela, sentindo as paredes apertarem e pulsarem. “Porra, Marina... que boca gulosa. Chupa meu grelo assim, vai... eu tô quase gozando na sua cara de novo”, ela gemia, o som vibrando direto no meu clitóris e me levando à loucura. Meu pensamento era um caos delicioso: “Dez anos vendo ela malhar, suada nas leggings, e agora eu tô literalmente comendo a buceta da minha melhor amiga enquanto ela me devora. Isso é melhor que qualquer aposta do mundo.” Os corpos se mexiam em sincronia perfeita, suor pingando das costas dela na minha barriga, o calor da noite tornando tudo escorregadio e intenso. Ela gozou primeiro, tremendo inteiro, jorrando um fio quente na minha língua que eu engoli com fome, sem parar de chupar até o último espasmo. Eu explodi logo depois, as pernas tremendo ao redor da cabeça dela, um orgasmo tão forte que me deixou zonza por segundos.

Mas Luana não dava trégua. Ela desceu de mim trêmula, pegou o strap-on da beira da cama e me entregou com um olhar desafiador. “Agora veste isso e me come, Marina. Quero sentir minha melhor amiga me arrombando com essa rola grossa. Eu sou sua hoje também.” Aos 27 anos, com aquele corpo esculpido por anos de treino, ela se colocou de quatro na cama, empinando a bunda redonda e perfeita que eu tanto admirava. A visão me deixou molhada de novo. Vesti o harness rápido, ajustando as tiras nos quadris, o pau roxo balançando pesado. Cuspi na ponta e posicionei na entrada dela, empurrando devagar no começo, vendo os lábios se abrirem ao redor do silicone. “Olha como você engole tudo... que buceta safada”, eu disse, segurando a cintura fina dela e começando a meter com força.

Cada estocada fazia a cama ranger, minha pélvis batendo na bunda dela com tapas altos que ecoavam. Eu dava palmadas ritmadas, uma em cada nádega, deixando a pele morena ficar vermelha enquanto acelerava. Luana gemia alto, empurrando pra trás, pedindo mais. “Mete mais fundo, caralho! Me fode como se você quisesse me marcar pra sempre. Eu aposto que você sonhava com isso todo dia quando eu saía do banho só de toalha.” Puxei o cabelo castanho dela, arqueando suas costas, uma mão descendo pra massagear o clitóris enquanto metia sem parar. O suor escorria pelo vale da coluna dela, e eu me inclinei pra lamber, sentindo o gosto salgado misturado ao perfume dela. Meu interior gritava de prazer dominante: “Eu sou a dona dela agora, metendo nessa buceta que eu desejei por anos, ouvindo ela gemer meu nome como uma putinha particular.”

Mudamos de posição mais uma vez, ela sentando no strap de frente pra mim, cavalgando com vontade, os seios pulando a cada descida forte. Eu chupava um mamilo enquanto ela rebolava, as unhas dela arranhando minhas costas. “Rebola gostoso, Luana. Mostra pra sua amiga como você gosta de sentar nessa rola.” O ritmo virou frenético, os gemidos virando gritos, até ela gozar de novo, apertando o silicone com tanta força que quase me fez gozar só de ver. Exaustas, tiramos o strap e nos jogamos lado a lado, pernas entrelaçadas num tribbing lento e profundo, bucetas molhadas se esfregando com carinho agora, clitóris roçando em círculos preguiçosos mas intensos. O prazer final veio como uma onda lenta, nos consumindo juntas, corpos convulsionando colados, gemidos misturados no ar quente do quarto.

A gente ficou ali, ofegantes, corações ainda disparados, o cheiro de sexo impregnado em tudo. Luana passou os dedos no meu cabelo molhado, o olhar agora mais suave mas ainda cheio de fogo. Ela se aproximou, beijou minha boca com calma e, com a voz baixa e sincera, fez a pergunta que selava tudo:

“Agora me diz, Marina... você quer apostar que a gente vai virar um casal de verdade depois dessa noite?”

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